Vivências no Mundo Moderno
— A Liberdade Artística num Mundo em Constante Movimento.
Neste momento em que estamos passando por tantas transformações sociais e pela primeira pandemia de grande impacto no século XXI, vemos mudanças que estão sendo desencadeadas por vários lugares no mundo por causa desta mudança social, como o isolamento social. Uma outra mudança que vem acontecendo nesta terceira década do Século XXI, são os movimentos sociais de várias linhas de expressão e filosofias que vem trazendo reflexões amplas sobre a nossa existência e também sobre a forma como interagimos com o Planeta. O engajamento de jovens e por pessoas de várias áreas da sociedade se mostrou muito evidente nas redes sociais e também em outros meios de comunicação.
Recentemente, um jovem artista do Brasil, chamado Eduardo Mattos, escreveu um texto onde aborda sobre os problemas enfrentados por artistas independentes e também por artistas das mais diversas áreas artísticas da sociedade.
O texto mostra como as pessoas e a sociedade precisa de urgência em resignificar vários aspectos como a diversidade artística, cultural e étnica.
Logo a seguir, você acompanhará o texto escrito por Eduardo Mattos:
“Hoje resolvi parar e olhar minha jornada e falar um pouquinho sobre a arte!
Sim, eu falo a realidade que o mundo não é tão perfeito, e sim, existem imperfeições que impedem um pouco no crescimento do artista, mas eu sempre fui ousado ao máximo de mostrar para o mundo o meu jeito descolado e minha essência de artista, em cada momento passei todo esse sentimento descolado para as pessoas. E sim, foi um sucesso, mostrar isso como artista, mas aí vem algo que preciso falar que é sobre os bloqueios criativos que as pessoas acabam gerando no processo criativo do artista, ou até mesmo a desvalorização que passamos por sermos artistas independentes e com novas linguagens artísticas.
Mas posso falar que tudo tem mudado para melhor, as pessoas passaram a valorizar um pouco mais a arte, isso nos incentiva a cada vez mais produzir obras de arte. Digo por experiência própria que são laços que criamos com aquilo que às vezes não tem valor que pague a obra, pois o preço sentimental é maior.
Ser artista é transmitir cor para o mundo e sentimentos que estão por trás daquilo que é expresso nas obras de arte.
O mercado da arte tem se valorizado muito, isto que leva o crescimento da arte; Mas para ter crescimento da arte, precisa ter o conhecimento que somente o artista é capaz de transmitir. No começo de minha carreira, não pensei que o crescimento seria tão rápido. Hoje, sou proprietário de um ateliê onde atuo como professor e artista, e nas horas vagas sou uma pessoa que sempre busca por novos desafios, sempre quero algo novo para aprender. Não me sinto bem se não tenho conhecimento para passar, mas o mais importante não é o que transmito em conhecimento, mas sim o que eu posso mostrar como um caminho criativo e dinâmico para os meus alunos trilharem, pois não há certo ou errado na forma de expressar a arte. Eu viso a expressividade e exclusividade das peças de arte de meus alunos e nas minhas peças de arte, isto que torna o meu trabalho especial, tanto que já fui convidado a expor meu trabalho em Cotiporã-RS, e outras intervenções que estou trabalhando que ainda não posso divulgar, mas logo todos poderão conhecer estes trabalhos em breve.
Como conquistas de meu trabalho, já tenho uma obra fora do Brasil que se encontra na Tailândia, já perdi as contas por quantas cidades enviei os meus trabalhos.
Somente uma palavra resume estes 4 anos de meu desenvolvimento artístico, gratidão.”
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Autores Originais da Matéria e Texto base:
Jonatas I./ Eduardo Mattos Carlesso
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