Arraial do cabo

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Netherlands
seen from United States
seen from China

seen from Brazil
seen from Türkiye
seen from Finland

seen from United States

seen from United States

seen from Argentina

seen from United States

seen from Argentina
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from Singapore
seen from United States
seen from Malaysia

seen from Poland
Arraial do cabo

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Pesquisa quer descobrir de onde vêm tartarugas que vivem em Arraial
Litoral protegido tem maior densidade desses animais no país Bruno de Freitas Moura - Enviado especial* Publicado em 21/04/2026 - 08:47 Arraial do Cabo (RJ) Versão em áudio
Reprodução: © Fernando Frazão/Agência Brasil Em uma tarde de mar calmo e céu aberto, mergulhadores em um caiaque entram no mar da Praia do Pontal, que faz parte da Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro.
Quando chegam a cerca de 200 metros da faixa de areia, um deles mergulha e, em questão de minutos, volta para a pequena embarcação com uma tartaruga marinha. Logo em seguida, outra é capturada da mesma forma. A atividade, acompanhada por pescadores e banhistas mais curiosos, não tem nada de predatória. Pelo contrário: é um monitoramento da saúde desses animais e faz parte do Projeto Costão Rochoso, da organização não governamental (ONG) Fundação Educacional Ciência e Desenvolvimento. A iniciativa busca evidências científicas para preservação e recuperação dos costões, área de transição entre o mar e o continente.
Reprodução: Pesquisadores do Projeto Costão Rochoso fazem captura de tartaruga-verde para monitoramento da espécie na Praia do Pontal, na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil O projeto conta com parceria da Petrobras e colocou em prática um desafio: descobrir de onde vêm as tartarugas que habitam em Arraial do Cabo, litoral do país com maior quantidade de tartarugas-verdes em área de alimentação. Uma das fundadoras do projeto, a bióloga Juliana Fonseca conta que em Arraial são encontradas todas as cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil.
Bateria de exames
Depois de capturadas pelos mergulhadores, elas são levadas para a faixa de areia. “A gente faz uma bateria de exames, que consiste em pesar, medir e coleta de tecido. É como se a gente estivesse fazendo uma biópsia para entender a origem dela”, detalha Juliana à Agência Brasil. “Apesar de ter muitas tartarugas aqui em Arraial, é a área com maior densidade de tartarugas-verdes do Brasil, a gente não sabe onde elas nasceram. Então é isso que a gente está tentando entender agora”, completa.
Reprodução: Pesquisadores do Projeto Costão Rochoso fazem triagem e exames de uma tartaruga-verde na Praia do Pontal, na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil “Quando identificamos essa origem, conseguimos entender quais estoques populacionais dependem dessa área. Ao identificar de onde vêm essas tartarugas, passamos a compreender melhor a conexão entre áreas de desova e áreas de alimentação”, justifica a bióloga. Segundo Juliana, essas tartarugas, que têm expectativa de vida em torno de 75 anos, passam aproximadamente dez deles nas águas de Arraial do Cabo. Algumas chegam a permanecer por até 25 anos e só depois retornam à região onde nasceram para se reproduzir. A bióloga detalha que elas costumam chegar pequenas e se desenvolvem no litoral fluminense. “São juvenis, recém-chegadas na costa. Depois que elas nascem, têm uma fase oceânica que dura, pelo menos, cinco anos. Então, com cerca de 25 centímetros, voltam para a costa. Em Arraial do Cabo, elas crescem e se desenvolvem muito bem, ou seja, engordam aqui com a oferta de alimentos”, descreve.
Reprodução: A bióloga Juliana Fonseca faz monitoramento de uma tartaruga-verde na Praia do Pontal, na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Identificação e DNA
O projeto monitora a saúde das espécies tartaruga-verde e tartaruga-pente em três praias de Arraial do Cabo ─ Praia dos Anjos, Praia Grande e Praia do Pontal ─ e na Ilha de Cabo Frio, todas na reserva marinha. Assim como casco, nadadeiras e rabo, até as unhas são medidas. “É um monitoramento para entender como a saúde das tartarugas marinhas está”, diz Juliana. Os pesquisadores também utilizam fotografias e softwares de computador para identificar os indivíduos. “A foto de identificação é basicamente olhar para a cabeça da tartaruga. Ela tem placas na cabeça dela com formatos e tamanhos diferentes para cada indivíduo, basicamente como a nossa impressão digital”, explica. Desde 2018 já foram catalogados cerca de 500 indivíduos. Desses, 80 passaram por coleta de DNA, que ajudará a descobrir de onde vieram. As análises são feitas por meio de uma parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF) e devem ter resposta dentro de seis meses.
Aproximação humana
Outra pesquisa desenvolvida pelo Projeto Costão Rochoso é identificar a distância que essas tartarugas conseguem aceitar de aproximação humana. “As tartarugas são muito carismáticas, todo mundo quer observar. Por conta disso, infelizmente, a gente tem muitos relatos de assédio, de captura, de pegar a tartaruga e tirar de dentro da água, isso é um estresse muito grande para esses animais”, constata a mergulhadora.
Reprodução: Pesquisadores do Projeto Costão Rochoso fazem captura de tartaruga-verde para monitoramento da espécie, na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil “O que a gente faz é uma aproximação simulada, a gente vai se aproximando e vendo quando ela muda de comportamento. A gente vai ter uma média da distância mínima que essas tartarugas conseguem suportar”, conta sobre a metodologia. Segundo ela, com base nessas informações, será elaborada uma cartilha de boas práticas de observação de tartarugas marinhas para ser usada no turismo não somente em Arraial, mas em outras regiões do Brasil e do mundo. Durante a atividade de pesagem e medição e coleta de tecido, é comum a aproximação curiosa de banhistas, alguns deles crianças. “Está doente?”, pergunta um dos turistas. Integrantes do projeto esclarecem à população o objetivo preservatório da atividade. No calçadão da praia, a poucos metros do cercadinho onde acontecem os procedimentos, uma placa sinaliza de forma clara: “Proibido tocar nos animais marinhos”.
Reprodução: Placa indicativa da proibição de tocar nos animais marinhos, na Praia do Pontal, na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil A bióloga e pesquisadora Isabella Ferreira conta que, para realizar a captura das tartarugas, é preciso ter formação em curso de áreas como veterinária, biologia ou oceanografia. Além disso, são necessárias autorizações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, e do Projeto Tamar, criado em 1980 e reconhecido internacionalmente como uma das mais bem-sucedidas experiências de conservação marinha. “Nós pedimos autorização para tudo que a gente faz aqui, da captura, marcação, foto. Todas as vezes que a gente vem para cá, a gente notifica os guardas ambientais e mostra a nossa autorização”, relata. *Repórter e fotógrafo viajaram a convite da Petrobras, parceira do Projeto Costão Rochoso. Edição: Juliana Andrade
ONG busca ciência para orientar manejo sustentável de costões rochosos
Preservação de ecossistema litorâneo é vital para biodiversidade Bruno de Freitas Moura - Enviado especial* Publicado em 21/04/2026 - 08:13 Arraial do Cabo (RJ) Versão em áudio
Reprodução: © Fernando Frazão/Agência Brasil Em um dos pontos de mergulho mais preservados e reservados do litoral do país, Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro, pesquisadores mergulhadores exploram o mar cristalino e realizam o trabalho de contagem e identificação de peixes. Como eles mesmo chamam, é um censo do fundo do mar.
A uma profundidade de 7 a 8 metros (m), eles utilizam instrumentos para delimitar uma extensão de 20 m e para anotar as quantidades e as espécies de peixes. No meio da atividade, eventualmente, ganham a companhia de tartarugas marinhas.
Reprodução: Mergulhadores usam uma cartela de cores para facilitar a identificação de corais, na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Com um vasto conhecimento sobre as espécies, esses pesquisadores muitas vezes sequer precisam consultar o catálogo que facilita a identificação dos peixes. Em meio a instrumentos, uma cartela ajuda a perceber a coloração dos corais, indicativo da saúde desses seres subaquáticos. O censo marítimo, que acontece também nos litorais vizinhos de Cabo Frio e Búzios, é realizado a cada seis meses. Mais para o sul do estado, em Angra dos Reis, na Costa Verde, a contagem será feita anualmente. A atividade faz parte do Projeto Costão Rochoso, da organização não governamental (ONG) Fundação Educacional Ciência e Desenvolvimento, que atual em parceria com a Petrobras.
Costões rochosos
Costão rochoso é o nome que se dá ao ecossistema presente na transição entre mar e continente, formado por pedras e paredões, grande parte submersa. Em alguns pontos são aquelas grandes pedras que são vistas nas pontas das praias e têm a parte acima do litoral coberta por vegetação. Em outros, são enormes costões, como a Pedra do Arpoador e o morro do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro. Esses ecossistemas, por fazerem a ligação do oceano com a terra firme, servem de abrigo e são ricos em alimentação para a vida, tanto marinha quanto para aves e seres da chamada entremarés ─ as partes ora submersas, ora expostas, dependendo da maré. Vivem nas entremarés cracas, mexilhões, algas e caranguejos, por exemplo. Os costões rochosos são mais presentes da metade superior do litoral do Rio Grande do Sul até o Espírito Santo. Há alguns fragmentos também no Nordeste.
Reprodução: Cardume de peixes sob o costão rochoso na Praia do Forno, na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil O projeto foi iniciado em 2017, a partir de pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF). A atuação começou pela Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo, um lugar protegido e marcado pela riqueza em biodiversidade, como explica a bióloga marinha Juliana Fonseca, cofundadora do projeto. Juliana conta que a rica biodiversidade ─ hotspot, no jargão ambiental ─ é explicada por uma questão geográfica: o fato de Arraial do Cabo ser um “cotovelo” do litoral brasileiro, fazendo a divisão entre águas mais frias, que vêm do sul do Oceano Atlântico, e mais quentes, vindas do Nordeste. “A gente tem pelo menos 200 espécies de peixes. Todas as cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil passam aqui um tempo. Além disso, a gente tem diversas espécies de aves, de algas, uma infinidade’, descreve ela. No mar fluminense, é possível avistar exemplares encontrados até no Caribe. Um dos mergulhares e biólogos do projeto, Marcos de Lucena assinala que a característica faz com que o mar de Arraial do Cabo seja mais biodiverso que o litoral nordestino. "Tem uma riqueza muito maior que Fernando Noronha", diz, comparando ao arquipélago na costa de Pernambuco. Projeto monitora o ecossistema dos costões rochosos em Arraial do Cabo Fernando Frazão/Agência Brasil Galeria de fotos - Fernando Frazão/Agência Brasil
Berçário e espécies ameaçadas
Os costões rochosos são também uma espécie de berçário natural, ou seja, muitos peixes pequenos são encontrados perto das rochas. A Agência Brasil acompanhou o censo marinho no ponto de mergulho conhecido como Pedra Vermelha. “É uma área que não tem turismo. Só tem mergulho para pesquisa, de quem tem licença”, detalha a bióloga Juliana Fonseca. Como a área é uma reserva extrativista federal, a licença para o chamado mergulho científico é concedida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
Reprodução: O biólogo Moysés Cavichioli monitora o ecossistema na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Além de peixes, o monitoramento realizado pelo projeto identificou a presença de seres como corais, lulas e polvos. O biólogo marinho Moysés Cavichioli Barbosa, coordenador-geral do projeto, indica que o trabalho de monitoramento encontrou animais ameaçados. “Em termos de animais ameaçados, a gente tem muita garoupa, mero, badejo, budiões, raias e tartarugas. Dentro das espécies que a gente trabalha, deve ter pelo menos umas 15 espécies com algum tipo de nível de ameaça. Tem espécies que só ocorrem aqui no Brasil”, diz.
Tomada de decisão
Barbosa explica que o projeto mantém articulação com órgãos gestores, como o ICMBio, para fornecer informações sobre como deve ser o manejo de atividades como turismo e pesca. “Tem algumas espécies que o ideal mesmo é ter uma moratória, por exemplo, não pode pescar por dois anos”, exemplifica o biólogo em relação ao budião. Ele fundamenta a orientação, detalhando que algumas espécies como essa têm características fisiológicas em que todos os indivíduos nascem fêmea. “Depois de um tempo, um deles faz a reversão sexual e vira macho. Normalmente o maior. E aí vem o pescador e puf! Mata o maior que tem. Então, naquele ano, aquela reprodução já ficou comprometida”, conta. As evidências científicas repassadas pelo projeto aos órgãos de gestão também incluem pontos como distâncias seguras para a presença de turismo náutico e limite de ruído de motores das embarcações. Uma pesquisa específica tenta identificar até que distância um turista mergulhador pode se aproximar de tartarugas marinhas sem assustá-las.
Reprodução: Vista de embarcações de passeios turísticos atracadas na Praia dos Anjos, em Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Mudanças climáticas
O trabalho de monitoramento do Projeto Costão Rochoso inclui a vida encontrada nas entremarés, rochas que ficam expostas em momentos de maré baixa. Um dos estudos é avaliar como seres como algas e mexilhões reagem ao aumento extremo da temperatura ambiente, presente durante ondas de calor. A bióloga marinha Isis Viana, que acompanha a situação nas entremarés, nota que mudanças de temperatura têm sido mais constantes. “Tem dias que a temperatura sobe muito, tem dias que baixa muito. Isso afeta essas formas de vida e podem não resistir ao calor”, diz. “A gente chama esses momentos de extremos de calor. São anormais e acontecem com mais frequência por causa das mudanças climáticas, não tem organismos que sobrevivam”, ressalta ela, que conta com sensores nas rochas e boias oceanográficas, ambos captam a temperatura 24 horas por dia. O projeto tem também entre os objetivos buscar dados para responder, de forma exata, qual é a proporção do litoral brasileiro formada pelo ecossistema costão rochoso.
Reprodução: Costões rochosos, ecossistema formado por rochas na transição entre o mar, na Prainha, área da Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Uso sustentável
Em uma reserva extrativista, a proteção ambiental determina que o uso da natureza deve ser sustentável, com proteção dos meios de vida de populações tradicionais. Pescadores da região, por exemplo, podem exercer a atividade nessas áreas, assim como o turismo é permitido. O agente de gestão socioambiental Weslley Almeida, do ICMBio, aponta que muitas das demandas necessárias para a gestão da reserva marinha precisam de embasamento científico. “Essa parceria com o Projeto Costão Rochoso vem para subsidiar essas questões”, diz. De acordo com Almeida, a reserva é “um ordenamento feito para garantir que esses recursos naturais existam para as próximas gerações dos pescadores artesanais”. A pesca só é permitida a pessoas da região, seja para subsistência ou fim comercial. Já a pesca industrial é vetada.
Reprodução: O pescador José Antônio Freitas Batista atua há 49 anos na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Há 49 anos, José Antônio Freitas Batista pesca na região. Nas palavras dele, a pesca “representa tudo” para Arraial do Cabo, por isso ele sustenta que a reserva extrativista é razão para a existência da atividade e do equilíbrio com o turismo na região. “Se a gente não tivesse essa preservação, acho que nem o turismo a gente teria, porque o turismo veio como complemento de renda para a gente não atacar diretamente a pesca com todo o vapor e acabar com os peixes”, disse à Agência Brasil. Batista lembra que, além do profissional que vai para o mar, a pesca dinamiza a economia da cidade, gerando trabalho para fábricas de gelo, carpinteiros que consertam embarcações, mecânicos de motores de barco e pessoas que fazem instrumentos como redes, anzóis e tarrafas, além de comerciantes. “Uma cadeia depende da pesca”, resume.
Socioambiental
Outra frente de atuação da parceria é levar para a comunidade local a importância do manejo responsável da reserva formada pelos costões rochosos. De tempos em tempos, os pesquisadores fazem encontros em escolas e capacitam pescadores e familiares de pescadores.
Reprodução: O cientista do mar Yago Ferreira, do Projeto Costão Rochoso, atua com projetos educativos na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil O cientista do mar Yago Ferreira, que atua nessa interlocução, defende que “a gente não consegue conhecer o que não entende e não entende o que está longe”, por isso a necessidade da aproximação com a sociedade. “Caminhar para um sentido da construção de uma mentalidade oceânica mais harmoniosa com o ambiente marinho”, disse à Agência Brasil. O coordenador Moysés Barbosa defende que “atingindo a sociedade, se tem muita gente contribuindo com a conservação do meio ambiente”. “Isso é muito mais eficaz do que qualquer conhecimento acadêmico que sai apenas em artigo ou que vai apenas lá para Brasília, para um gestor. Trabalhar com a sociedade é muito mais eficiente”, justifica o coordenador. À Agência Brasil, a prefeitura de Arraial do Cabo informou que realiza estudos técnicos para estabelecer o limite de visitantes em praias e pontos turísticos. “O objetivo é evitar a sobrecarga ambiental e melhorar a qualidade da experiência do turista”, escreveu em nota. A autoridade municipal acrescentou que trabalha em parceria com o ICMBio para “fiscalização e para o sucesso das políticas públicas” na reserva extrativista marinha.
Parceria renovada
O Projeto Costão Rochoso começou a parceria com a Petrobras em 2023. A iniciativa da empresa é voluntária e faz parte do programa socioambiental da companhia. Em 2026 foi renovada por um período de quatro anos. Cada ciclo passa por avaliação para decidir sobre a continuidade. O investimento para o novo período é de R$ 6 milhões.
Reprodução: A gerente de projetos de responsabilidade social da Petrobras, Ana Marcela Bergamasco, na Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil A gerente de projetos na área de responsabilidade social da Petrobras, Ana Marcela Bergamasco, assinala que as parcerias exercidas pela empresa precisam aliar interesses ambientais com sociais. “Tem que trabalhar com a questão social, turismo de base comunitária, com a comunidade e a pesca, mas de uma maneira sustentável, tirando uma visão de que a conservação estaria competindo com alguma atividade econômica”, diz. “Na verdade, para a população, elas podem andar juntas e uma contribuir com a outra”, completa Ana Marcela. *Repórter e fotógrafo viajaram a convite da Petrobras, parceira do Projeto Costão Rochoso. Edição: Juliana Andrade [

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
fascinado com a beleza que é esse Brasil
Arraial do Cabo, out 2023