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Londiniun, last week.

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Portobello Market
Queria ter feito fotos melhores, mas o lugar estava lotado. A libra caiu e os turistas do mundo todo aparentemente redescobriram Londres. :) E depois de levar tanto fora no Brasil por tentar fotografar dentro de lojas ou de vitrines (aparentemente isso agora é quase ilegal, haja visto as lojas pregando cartazes enormes e deseducados na parede: PROIBIDO FAZER FOTOS) fiquei traumatizada e sem muito ânimo de fotografar as mercadorias - e o medo de levar com um bule antigo na cabeça?
Preciso voltar lá e comprar todos esses colares baratos, coloridos e retrolicious.
O cheiro me fez salivar. Gostei, mas os camarões do fundo eram falsos, feitos de kani. Ew.
Viver num arco íris.
Porque toda menina precisa de uma estola de penas. Absolutamente.
Da arte de ser filhodamãe.
Será que de perto ninguém é, pelo menos, decente? Impressionada com a vasta quantidade de pessoas que se aproximam de mim com a óbvia intenção de conseguir alguma coisa e, tão logo a conseguem, desaparecem tão rápido quanto apareceram. Será que a arte de AGRADECER um favor prestado (ou até mesmo a sincera intenção de ter podido ajudar) se tornou mesmo uma arte perdida? Antes eu acreditava que a culpa era minha. Que era eu a ingênua criando expectativas exageradas. Mas a verdade é que quase sempre sou eu a única a relevar falhas, fazer concessões, me esforçar em ajudar. Raramente recebo em troca mais do que um nome extra na minha lista de contatos. Sendo que de "contato" esses nomes não têm nada. A minha filosofia de nunca desistir, de seguir acreditando nas pessoas "porque sempre existe a possibilidade de encontrar pérolas jogadas na lama" não tem me apresentado uma única perolazinha há muito tempo. Hora de desistir? Vou nos poupar das historinhas sórdidas, mas se eu encontrasse um gênio que me concedesse três únicos pedidos, seriam eles (nessa ordem): ser filhadaputa, ser filhadaputa e ser MUITO filhadaputa. Porque é isso que os so-called semelhantes à minha volta merecem. O problema é que, seguindo o padrão, o gênio provavelmente me pediria algo em troca primeiro; e depois viraria fumaça sem me conceder desejo algum. (obrigada mamãe, papai, marido e Chantilly por nunca me decepcionarem tão profundamente)
I Love Her
i love her... ...and those split second fissures where she offers half-understood secrets. the hotel room, seventeen floors above any waking life, two hours to sunrise city traffic. i kissed her tears, silent and small, not to condemn and remove them, but to show i find them precious.
{audrey + mel}
i love her... ...and her love of infinitive adverbs. always, never. these words like promises that defy linear time, that rebel against endings, that form sounds of hope, that disprove what we know to be true: nothing is without limit, everything is terminal.
{paul + joanne}
i love her… …and i’m scared that it shows, that it makes a sieve of my skin and each pore spills over with the light until i’m dripping stars.
{serge + jane}
i love her… …and she makes me believe everything can be good. she was the sun-sized yes in my world of no. she happened, and happens, rather than almost-happened. despite my fascination with the impossible, she reminds me that, sometimes, it’s all possible.
{lauren + humphrey)
i love her… …because she rarely, if ever, says sorry. i admire that. if she should break plans last minute, or lock the bedroom door, or take space until further notice, she does so without saying sorry. but also if she should adore you, she does so unapologetically.
{vivien + laurence}
i love her… …flaws, or what she calls flaws. she doesn’t believe me when i say that her imperfection is amazing to me. she has known chasms of pain, sadness, regret, and i ache for her. my hands have scars from touching her rough edges. yet i would choose no other.
{paul + linda}
i love her… …and i told her i’d write a letter with all the things i loved about her in it. i used her back once, blue Sharpie, and wrote all the words that belonged to her. i ran out of skin before i ran out of words. we left the stains all over her couch in sweat that night. she never read it.
{courtney + kurt}
i love her… …because when i hurt, she knows how to handle me. the softness of her eyes cradles my world in those fragile moments. only with a girl so dangerous could i feel so safe.
{spencer + katherine}
i love her… …and she isn’t the first, but she didn’t have to be. unknowingly, she shows me to myself, challenges my truths, and the pressure forms me into something both tougher and more beautiful.
{barack + michele}
i love her… …so when she tells me, ‘don’t forget about me,’ it’s all i can do to smile and hold her instead of say, ‘how can i forget you; you’re always on my mind.’ on my mind? flay my skin and she’s there, coursing like an adrenaline feed to my muscles.
{john + yoko}
i love her… …because every day is a surprise. what luck. to wake and she be there. and surprises of mood, of depth, shifting. i never know what might happen. all quiet before the storm. in admission of my own flaws, i am never bored. i always know why i am there. i wake up and i am lucky.
{words by ellipsis}
Coconut killer
O vizinho velhinho excêntrico, supostamente descendente de piratas, a quem simpaticamente apelidei de Santa Claus (por causa da barba, não pela generosidade), veio trazer bolo. De coco. Que o Respectivo odeia, o que significa que terei tudo só pra mim. Mas, se eu for pensar na fama de excêntrico dele, ou naquela ocasião onde ele se enfureceu com o barulho das obras aqui em casa (e com o caminhão com material de construção passando em cima da calçada dele) e veio bater com a muleta na minha porta e exigir retratação... ...ou o bolo é de urtiga ou está envenenado... ...e, se envenenado estiver, então MORRY amigas, porque gordo é foda e eu já comi a metade. Burp. LINKINHOS: - Review de produto: Pregnant Barbie. Simplesmente hilário. - Apesar de eu usar todas essas coisas, esse novo conceito de "vida online" me assusta. - Acabei de fazer minha fonte (com a minha própria letra) aqui. De graça e em 15 minutos.

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Sonhei que era a Beyoncé...
E que eu tinha cabelo preto e longo e ondulado e voltava pra Caxias em triunfo e geral se estapeava pelo privilégio de fazer minha chapinha no salão da Fátima. Só faltou mesmo o Jay-Z do lado para pagar a minha "hidratação de babosa". Aí acordei e comecei a recordar uma visita que fiz ao patropi e, na padaria, a atendente começou a me olhar e a dar risinhos e a me apontar para a outra menina que também trabalhava no balcão. Quando fui pagar o brioche, ela perguntou, tropeçando por cima das vogais pra fazer a tímida: "você é que é a filha... dela?" E apontou a minha mãe. Eu disse que era, peguei meu embrulho e saí desconfiada, puxando minha genitora pelo braço. "Mãe, você conhece aquelas meninas da padaria?" "Nunca vi mais gordas. Nem mais feias, pra dizer a verdade". "Então por que caralhos elas perguntaram se eu era a SUA filha?" Minha mãe dá um sorrisinho de canto de boca e ajeita o cabelo: "Ah, é que desde que você mudou para a Europa, eu acabei ficando meio conhecida na vizinhança." Tina Knowles PERDE.
Lula Magazine
Primavera.
Tulipas, primroses, jacintos, cerejas, magnólias, grama verde, flores selvagens e todo o resto. Porque depois de meses usando cinza e mantendo repouso, tudo o que a natureza quer é se enfeitar e celebrar.