Aquela madrinha que você respeita... #apadrinhamento #CiênciasBiológicas #UFU #EntreinaUFU (em Universidade Federal de Uberlândia)
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@Regrann from @fraternidadesemfronteiras - Ontem visitamos a casa de três irmãos órfãos, Julio, Agostinho e Carlos, em Machanganhane. Eles têm 14, 8 e 6 anos de idade. Ficaram órfãos quando o mais velho tinha 9 anos e, desde então, cuida sozinho dos irmãos. Visitam a casa de vizinhos na esperança de ganhar algo para comer, disseram. Foram descobertos pelo nosso coordenador local, Osvaldo, nesta localidade distante 40 min da unidade Nelson Mandela, da FSF. Ontem, durante a visita, eles foram acolhidos pela fraternidade, apadrinhados e deliberou-se a construção de um novo Centro de acolhimento em sua aldeia. Como eles, várias outras crianças aguardam um apadrinhamento e cuidado. Se deseja acolher em seu coração um deles e se tornar um padrinho ou madrinha, com apenas 50 reais mensais, seja muito bem vinda(o)! Basta acessar o site www.fraternidadesemfronteiras.org.br e se cadastrar, para mudar uma vida! E assim seguimos, sempre em frente, porque a fome tem pressa e os necessitados são muitos. 🙏🏻🙏🏾💙 #orfaos #fraternidadesemfronteiras #amorsemfronteiras #apadrinhamento #acolhimento #dignidade - #regrann
Apadrinhamento vedado a gays
Apadrinhamento vedado a gays
«Condições sociais não favorecem o desenvolvimento da criança nem a sua inclusão social», diz Pedro Silva Pereira O ministro da Presidência afirmou esta sexta-feira que o apadrinhamento civil está vedado aos casais homossexuais tal como a adopção, devido ao entendimento pelo Estado de que as «condições sociais não favorecem o desenvolvimento da criança nem a sua inclusão social», escreve a Lusa.…
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Neste Natal Apadrinhe um Animal em Recuperação No CERAS
Saiba mais AQUI sobre o Apadrinhamento!
Nesta publicação trago-te apenas um vídeo, cuja visualização não precisa de palavras...

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Por meio de doações, ActionAid ajuda a combater à pobreza
Por Cinthia Dias e Patrícia Lapuente
O apadrinhamento financeiro é o auxílio em dinheiro ou por meio de material escolar, além de ser realizado na cidade onde o doador mora pode ser feito até para crianças de outro continente. A ActionAid trabalha junto com organizações locais em comunidades brasileiras e de outros países onde a situação de pobreza é grave. Também destina a maior parte dos recursos arrecadados para apoiar projetos. A outra restante vai para a gestão do programa de apadrinhamento, custos administrativos e outros projetos de combate à pobreza - tudo isto auditado.
Essa foi a maneira que o professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Cesar Martinez, encontrou para transformar, de alguma forma, a vida de uma criança que passa por diversos percalços na África. Martinez contribui mensalmente para que Caristo Bwalya, 7 anos, tenha, pelo menos, as necessidades básicas mantidas onde vive, no norte da Zâmbia. “Eu me motivei a apadrinhar porque queria participar de um projeto social (financeiramente). Lendo, me afinizei com algumas ideias de combate à pobreza iniciando pela pobreza extrema. Assim, procurei instituições que realizassem trabalhos sérios e qualificados”, conta.
Nas regiões onde a ActionAid atua são muitos os problemas relacionados à pobreza com índices alarmantes tanto em áreas rurais como seca, fome, analfabetismo, mortalidade infantil, falta de água, quanto urbanas como ausência de postos de saúde, violência, desemprego e desnutrição. A entidade está presente em países como a África do Sul, Brasil, Borundi, Etiópia, Gâmbia, Gana, Guatemala, Haiti, Malawi, Moçambique, Nigéria, Tanzânia, Uganda, Somalilândia e Zimbabwe.
Quando ocorre o apadrinhamento, além da criança são beneficiados a família, vizinhos e toda a comunidade. Estes locais ficam em regiões de extrema pobreza. São cerca de 1.300 comunidades e mais de 300 mil pessoas beneficiadas no país. Já no mundo, se trabalha com mais de 13 milhões de pessoas em mais de 40 países. Além da ajuda financeira, com o apadrinhado há também a possibilidade da criação de um vínculo afetivo por meio do envio de mensagens que podem melhorar e iluminar a vida do pequeno.
A ajuda financeira permite que o programa possa construir cisternas nas regiões rurais para garantir água potável a fim de que enfrentem melhor os períodos de seca e evitem doenças. Também melhora a alimentação da criança a partir da plantação de hortas comunitárias e a implantação de quintais agroecológicos — horta plantada no quintal da casa, sem uso de agrotóxicos e que garantem a alimentação de uma família por pelo menos 5 anos.
A criança, que mora em área urbana, é mantida em atividades esportivas e orientada a estudar, através do aprimoramento da leitura, evitando que ela fique na rua, exposta à violência urbana, e ainda promovendo a conscientização sobre os direitos das crianças e adolescentes. Também as mães são beneficiadas com o ensino de artesanato e a preparação para o mercado de trabalho onde há a garantia de renda para conseguir alimentação e saúde para os filhos.
Para mais informações, acesse: http://www.actionaid.org.br
Reportagem para os jornais O Tempo e Super Notícia. Famílias apadrinham crianças e adolescentes que vivem em abrigos na capital. Os jovens passam Natal e até réveillon com as famílias. De acordo com o Centro de Voluntariado de Apoio ao Menor (Cevam) é uma maneira deles terem convívio familiar e comunitário.
Editoria de Cidades
Dezembro/2012
Quintal da Casa de Ana ajuda casais interessados em adotar uma criança
via video.globo.com
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