E do verbo fez-se a foice, de gume escarlate de ponta minúscula de peso e pecado do meu penar. E do sujeito fez-se o carrasco o escravo o judiado todos os seres em um, de costas arqueadas de marca e inchaço. De pescoço à parte e corpo esfolado. Escrevo e, dos textos, descem guilhotinas, estalam chicotadas. Mas ninguém chora.
Claudia Calado
















