“entendendo que o tempo sempre leva as nossas coisas preferidas no mundo e nos esquece aqui olhando pra vida sem elas” ― Aline Bei, O Peso do Pássaro Morto

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“entendendo que o tempo sempre leva as nossas coisas preferidas no mundo e nos esquece aqui olhando pra vida sem elas” ― Aline Bei, O Peso do Pássaro Morto

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Não me importo – eu disse pra ele – que seja breve o nosso encontro. porque no tempo da minha memória somos pra sempre. não existe morrer dentro, é como uma canção. as canções não morrem nunca porque elas moram dentro das pessoas que gostam delas."
O peso do pássaro morto
aline bei em pequena coreografia do adeus
"sangrou, como todas as perdas."
a pequena coreografia do adeus, Aline Bei.
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a história que me fez desabar de choro a cada leitura.

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Me desculpa, Mãe. faz alguns anos que estou juntando forças para deixar o seu teatro, eu que sempre fui o seu público mais fiel. acontece que chegou a hora de parar de assistir à vida dos outros. chegou a hora de eu viver também.
Aline Bei, pequena coreografia do adeus.
a verdade é que eu nunca pensei em chegar tão longe dentro de um corpo como o meu que era dor e se encolher pelos cantos. eu era o lugar onde as pessoas depositavam as suas variações de tristeza e raiva sem medo algum de depositar já que eu aparentava a mais pura fragilidade, o rosto coberto pelo espanto de e x i s t i r. se por acaso eu reagisse, não reagiria muito. ou pelo menos não por muito tempo. era esse o juízo que as pessoas faziam de mim. mesmo depois dos socos, elas diziam que eu estava passando por uma fase d i f i c i l.
- pequena coreografia do adeus.
livro: pequena coreografia do adeus.