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Cuando te vandalizan el cartel:
Natasha Romanoff x fem!agent!reader
Summary: since Natasha became an avenger she doesn't spend as much time with you
Warnings: slight angst at the beginning and pure filth at the end
English is not my first language
Me and Natasha have been girlfriends for two years now, and believe me, it wasn't for lack of effort, we were both S.H.I.E.L.D. leaving me aside because he spends most of his time with the other avengers, and that's when I always stop by the complex, for which I had a friendship with Wanda, but I don't understand why Natasha doesn't like that, until because I don't complain about Steve when she's busy or on a mission with him, she seems to have a radar because every time things are heating up between us Natasha shows up.
«Quizá pensará alguno que hacemos con este razonamiento a los súbditos siervos, porque juzgará que es siervo el que obra por mandato, y libre quien obra a su antojo, lo cual no es absolutamente verdadero. En verdad, aquel que es arrastrado por sus deseos y no puede ver ni hacer nada de lo que le es útil, es propiamente siervo, y sólo es libre el que con ánimo íntegro vive según las reglas de la razón. La acción, según el mandato, esto es, la obediencia, quita sin duda la libertad en cierto modo, pero no por eso se es siervo, sino por razón de la acción. Si el fin de la acción no es la utilidad del agente mismo, sino de quien impera, entonces, el agente es siervo e inútil para sí. Pero en una República o en un Imperio en que la salvación del pueblo, no del soberano, es la suprema ley, el que obedece en todas las cosas al poder supremo no debe llamarse siervo inútil para sí, sino súbdito. Por esto es tanto más libre una república cuanto sus leyes están más fundadas en la sana razón, porque cada uno puede ser libre cuando quiere, es decir, vivir según razón con integridad de ánimo. Así también los niños, aunque deben obedecer a todos los mandatos de sus padres, son libres y no siervos, pues los mandatos de los padres se refieren, ante todo, a la utilidad de los hijos. Reconocemos, pues, una gran diferencia entre el siervo, el hijo y el súbdito, que puede definirse como sigue: siervo es el que está obligado a obedecer los mandatos del dueño, que sólo se refieren a la utilidad del que manda; hijo el que hace aquello que le es útil por mandato del padre; y súbdito, finalmente, aquel que hace, por mandato del poder supremo, lo que es conveniente para el interés común, y, por tanto, para él.»
Spinoza: «Tratado teológico-político», en Tratado teológico-político / Tratado político. Tecnos, págs. 62-63. Madrid, 1996.
TGO
@bocadosdefilosofia
@dias-de-la-ira-1
DESDEMONDA MOREAU-LIGHTWOOD
35 anos : : cis!lesbica : : agente — Natasha O’keeffe por @love1stsight
por hawrdy para evermore (interativa)
Desdemonda coçou a nuca impaciente, com a esperança que aquele simples ato fizesse o tempo passar mais rápido, já estava sentada fazia um bom tempo, no mínimo uma hora ali e suas pernas começavam dar os primeiros sinais de formigamento e dormência, a russa esperava impaciente o retorno do atendente para finalizar a compra do carro.
Pelo menos a cadeira era confortável, não era o tipo de cadeira que deixava sua bunda quadrada ou que era dura, tinha um certo conforto ali, a mulher deu mais gole na água e voltou olhar para a sala, talvez notasse algo que não tinha notado naqueles trinta minutos que estava sozinha.
Havia, alguns quadros com uma pintura abstratas que ela não reconheceu o artista penduradas na parede, com um relógio e três plantas, além das janelas entreabertas, dois porta retratos, um onde Desdemonda deduziu ser da família do homem pela posse das pessoas e outra do cara com a mãe, já que eram parecidos e a mulher era visivelmente mais velha.
Dez não entendia o porquê da demora do homem, era apenas uma simples compra de um carro semi-novo e quem diria que um Toyota Yaris Cross, poderia dar tanto trabalho e atraso, mas ela já estava ali, há duas horas e não seria agora que iria desistir da compra, afinal era apenas uma compra e não era como se ele fosse demorar mais duas horas para isso.
Ela olhou para o relógio na parede marcava uma hora da tarde, a morena apoiou a mão na bochecha e bufou, mas aliviada, não estava atrasada, ainda, afinal ela ainda tinha algumas horas para ir ao ponto de encontro e encontrar a sua protegida, já que tinham marcado três horas em ponto o encontro dela com a protegida e outro agente em um restaurante de beira de estrada com destino já certo: Oakfield.
Seria uma viagem longa para Oakfield ficava mais quatro horas de distância do ponto de encontro que tinha sido estabelecido, tinham escolhido um ponto contra mão por questão de segurança e devido ao episódio anterior, por isso que Desdemonda já carregava com si uma mala e uma mochila com seus itens essenciais, ciente que ficaria no mínimo três meses fora, além de claro com seus novos documentos e dos documentos da protegida.
Supostamente seria a sua sobrinha, mais uma estudante universitária e ela era uma nova contratada de um dos negócios mais afastados da cidade, era um trabalho relacionado a coleta, bom ela não tinha decorado ainda o nome do lugar e da pessoa que a “contratou”, depois daria mais uma lida na ficha e nos documentos enviados pela sua supervisora.
Também fazia a mínima ideia de como chegar em Oakfield, a mesma nunca tinha ouvido falar naquela cidade, mas não tinha nada que se preocupar, era apenas colocar no GPS e pronto, seu problema estava resolvido. Apenas esperava que não fosse um lugar que simplesmente não existisse sinal, mas óbvio que ela resolveria isso e daria um jeito para chegar lá.
Por isso que tinha alguns mapas e se precisasse sair perguntando, tudo bem faria, mesmo que não estivesse confortavel á fazer.
Lightwood ajeitou sua postura na cadeira, quando ouviu som de passos se aproximando e logo o som da porta soou pela sala, era o vendedor que tinha um grande sorriso no rosto, carregando com si uma bandeja com algumas xícaras e uma garrafa térmica. O homem colocou a bandeja na mesa e tirou o celular do bolso, colocando-o junto com a bandeja, foi uma questão de segundos, enquanto ele batia as mãos no bolso e resmungou alguma coisa, pedindo mais cinco minutos.
Desdemonda balançou a cabeça, como se falasse: fique tranquilo, vai lá e se virou.
O brilho da tela chamou sua atenção, indicando a chegada de uma notificação, ela ergueu os olhos, talvez fosse algo importante e caso fosse, certamente avisaria, mas o que viu, deixou alarmada e um pouco enojada.
Um ícone de uma mulher apareceu, o contato salvo como “amor" e um coração na frente, mas tinha algo, a mulher do ícone não parecia nada com a mulher nada com a primeira foto do porta retrato, onde tinha as duas crianças.
Dez fechou os olhos e engoliu em seco, até ouvir os passos do homem novamente.
— Deu tudo certo, Senhorita Smith — disse alegre o vendedor, balançando as chaves e entregando para Dez — Um café ? Desculpe, a demora, o seguro estava apenas enrolando!
— Eu sei como é essas coisas de seguro! — Ela riu, de repente uma suposição veio à mente — Bom fica na próxima, mas quem é ? — Ela apontou para o primeiro porta-retrato, o homem olhou para onde ela apontava e sorriu.
— Ah é minha família, minha esposa e nossos filhos!
Lightwood, manteve seu melhor sorriso, enquanto comentava, quanto família dele era bonita, em especial sua esposa, ela não pode sentir um pouco de pena da desconhecida ao notar que ela tinha casado com um moleque, traidor.
— Bom, estou indo, sua família é muito bonita, mas eu tenho uma longa viagem até Oakfield! — O homem fez uma careta ao ouvir o nome de Oakfield, Dez arqueou uma das sobrancelhas e começou se preparar psicologicamente, pela a reação dele, claramente ela tinha uma grande viagem pela frente mesmo.

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Agente Honey Dew
Gostei... kkkkkkkkk 🤭