Send me ‘Kiss’ and my muse will kiss yours somewhere according to their feelings for your muse!
kiss on the nose: you make me happy; kiss on the cheek: platonic love/friendship/attraction; kiss on the lips: romantic love/attraction; kiss on the neck: i want you/you are mine; kiss over the heart: i am connected to you; kiss over the wrist: i think you are beautiful/i find you attractive; kiss over the back of the hand: respect/admiration/reverence; kiss on the palm of the hand: i am yours/i know you have me; kiss on the knuckles: protectiveness; kiss on the fingertips: i care about you; kiss on the stomach: sexual attraction/desire; kiss on the knees: i want to support you.
tw: slightly nsfw.
era só um pouco demais. um pouco demais de escuridão que cobria o rosto da mais velha, o suficiente para que só se visse sua silhueta e os traços banhados pelos tons enegrecidos da noite. era só um pouco demais de carência o motivo dos lábios quererem tanto lhe marcar a pele, como um viajante que traça em um mapa seus lugares favoritos. e eram tantos lugares favoritos, que a negritude de seus olhos mais parecia se transformar no céu estrelado, com o coração acelerado só um pouco demais. com os braços apoiados nas laterais da cama, foi primeiro no rosto, quase em um ataque pela velocidade que sua boca passou pela ponta do nariz e foi para as duas bochechas. ele mesmo acabou rindo, mas só até o ponto onde se ergueu para tirar a camisa, e a expressão pareceu adquirir um tom mais sério com uma intensidade que talvez, pudesse ser vista mesmo no escuro. a mão alheia estendida ao seu corpo foi tomada, para que a ponta dos dedos alheios passassem pelos seus lábios, chegando à palma da mão e, às costas, juntas e ao pulso delicado em uma atenção minuciosa. mas não era nada demais. ou talvez, só um pouco.
“você é linda.” foi a primeira coisa que sussurrou, afastando os fios de cabelo que lhe cobriam o pescoço, “totalmente linda.” e traçou toda sua extensão com suavidade. parou bem perto do ombro para sugar a pele sensível. uma das mãos foi para os botões da camisa alheia no momento em que finalmente a tomou os lábios, o próprio incapaz de conter seu suspiro de satisfação ao fazê-lo e ficou tão impaciente com a continuidade de seus atos que desistiu daquela vagareza em despi-la para colocar uma das mãos por dentro da peça de roupa fina, posteriormente pedindo ajuda de minyoung para se livrar dela. sentiu as respostas do próprio corpo quando a boca deixou mais um selar, dessa vez no espaço descoberto do seio esquerdo, aproveitando para abaixar as alças do sutiã e finalmente os colocar a mostra. não podia vê-los como gostaria, mas podia senti-los tanto com as mãos quanto com a língua nos bicos rijos, e demorou-se tanto em apreciá-los que quase esqueceu da continuidade da trilha de beijos. desejava ir mais devagar, contudo, logo já estava a lhe separar as pernas enquanto beijava o pé do estômago. quis, entretanto, provocá-la um pouco mais, deixando a respiração bater contra a intimidade tão rapidamente que no segundo seguinte já lhe beijava o joelho, subindo até o interior das coxas. “faltou algum lugar?” perguntou, num tom propositalmente curioso. os dedos batucando nos quadris da mais velha, enquanto passava a língua por entre os dentes.
e isso tudo era só um pouco demais de vontade. mas a vontade não era só um pouco, era demais mesmo. talvez o “pouco” fosse só porque era demais, e ser demais assustava. porque era demais de desejo. demais de admiração. demais de proteção. demais de carinho. demais no significado de cada beijo e por cada lugar que sua boca passava. era demais de tanta coisa, que ele fingia que era só um pouco.
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SEND A NUMBER FOR MY MUSE TO DO THE FOLLOWING: 3 ⊱ my muse accidentally spills a drink on yours.
as vezes a bebida alcoólica ajudava na inspiração, principalmente quando a sobriedade se tornava inimiga da criatividade da qual tanto se orgulhava possuir, infelizmente mesmo na geun com sua mente altamente propensa ao imaginativo enfrentava crises com a falta de inspiração, logo, recorria ao método mais simples que era sempre encher a cara até que algum absurdo fizesse sentido. claro que, vez ou outra, passava um pouco dos limites e aí mesmo escrever parecia confuso com sua cabeça girando. fato este que só notou quando foi se levantar para pegar mais um garrafa de soju, indo bem lentamente até a geladeira e usando a barra da camisa para abrir o recipiente. o acidente aconteceu bem na virada brusca, quando não percebeu minyoung vindo na direção contrária e acabou derramando parte da bebida alcoólica em sua roupas; bem como não demorou pro cheiro de lavanda invadir as narinas, ou seja: algo limpo. em seguida sentiu o do álcool, e fez uma careta. “ops, desculpa.” verbalizou devagar, para soar menos embargado. “você vai ficar cheirando a soju agora.” comentou, se aproximando para sentir mais do aroma, e acabou se desequilibrando um pouco, usando o corpo feminino para se segurar. “tira isso.” soltou sem mais nem menos, numa expressão tão neutra que parecia não ter notado a possível ambiguidade na preocupação. ou pelo menos não de primeira. “eu não derrubei nada em você só pra você tirar a roupa. é você quem tá pensando nisso!” acusou, sem que houvesse o menor cabimento para tal constatação. “e você não pode usar isso contra mim pra me fazer lavar roupa, também! mas aposto que você vai. claro que vai.” e assim, continuou assumindo coisas e tagarelando.