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Capinha de iPhone personalizada por nós. #criatividade #unica #3bj

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Sábado. Um dia em que não precisaria ir para a escola enfrentar alguns idiotas ou apenas ficar de bobeira no sofá, esperando o tempo passar. Mas claro, não gostaria de desperdiçar nem um pingo de seu tempo, teria de treinar muito que quisesse ganhar a Liga no ano seguinte. Foi para um campo, com uma pequena floresta ao lado e começou a treinar a altura de seus chutes juntamente com o tempo que leva para fazê-los. "Eu tenho que conseguir" Repetia para si mesma enquanto chutava perto de uma árvore.
ooc: Saindo, 2b
Vou sair, até.
Tchau pra vocês

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Desafios
Damon: Todos os semideuses acordados (e dispostos a pagar muito mico) tinham se reunido em volta na fogueira. Ainda estava pensando em alguém para desafiar quando Johanna Dawson, de Hécate, sentou-se do meu lado. "Hã, Jo..." Comecei, ainda pensando no que a desafiaria a fazer. "Comece a dançar sensualmente no meio da roda" Desafiei. Não tinha sido minha melhor ideia, porém, ainda sim, era válido.
Minha morte:
Era um belo dia no Acampamento. Todos estavam felizes até, já que a guerra estava praticamente ganha. Estava deitada na minha cama, no chalé, após um sonho estranho. Eu havia sonhado com a minha mãe, o que nunca havia acontecido comigo.
~le sonho~
Minha mãe estava sentada no píer do lago, olhando as estrelas. Cheguei perto dela e ela me olhou sorrindo.
- Olá pequena Cameron! – ela disse sorrindo. Ela era meio sinistra, mas no fundo tinha um jeito maternal. – Sente-se – ela pediu, gesticulando.
Ficamos um bom tempo em silêncio, meu olhar se desviava entre ela e o lago. Tinha boas, ou melhor, ótimas lembranças dali. Olhar ela, Nyx, minha mãe, me fazia ficar me perguntando porquê ela nunca havia aparecido pra mim antes. Só no dia em que fui reclamada.
- Quer mesmo saber porquê eu nunca apareci pra você? Por quê vivia aparecendo pro Cory e pra você não? – ela perguntou, como se lesse minha mente. Era estranho, mas assenti. – Porque eu não sabia o que dizer. – ela respondeu tranqüilamente.
- Não sabia o que dizer? – perguntei meio incrédula – Poderia dizer só um “Oi Cameron, saiba que eu sei que você existe, ta?”
- Me desculpe então, mas, como se sentiria se eu aparecesse só pra dizer isso? Não ia se sentir meio...Mal por eu dizer mais coisas pro Cory e pra Alanne? - Mas eu ia saber que você sabia de mim, que mesmo longe me cuidava, sei lá. – dei ombros, com lágrimas nos olhos.
- Mas, escute bem – ela olhou em meus olhos – Seu irmão, Tânatos, recuperou as chaves da morte, você não irá voltar, então, aproveite. – ela disse e depois desapareceu
(...).
E aquele sonho estava me atormentando o tempo todo. Resolvi sair um pouco do chalé. Conversei com alguns campistas e depois voltei.
Se eu estivesse certa, minha mãe havia acabado de avisar sobre a minha morte. Ótimo. Peguei meu diário e nele escrevi algumas cartas: Uma para Cory, uma para Alanne, uma para Nate, uma para Melanie e uma para o Acampamento.
Quando terminei, já era tarde e já tinha dado o toque de recolher. Alanne já estava dormindo como uma pedra, e Cory estava virado para o lado. Dei um beijo em Pita e saí de mansinho. Olhei para os lados, nenhuma harpia à vista. Saí do chalé e fui correndo até a colina meio-sangue, de fininho. O motivo? Precisava falar com meu pai. Sim, o mesmo que havia me abandonado, mas, eu queria explicações dele também.
Estava no centro de Nova York já. Era madrugada. Peguei meu celular, que estava desligado e o liguei. Disquei o número do meu pai e ele não atendeu. Tentei mais algumas vezes, nada. A última vez que fui tentar tirei o celular do ouvido e vi algo atrás de mim pelo reflexo. Me virei rapidamente. Era um cara gigante com braços tatuados e dentes amarelados. Eu conhecia aquele monstro. Um lestrigão. Dei um pulo pra trás e tirei meu anel do dedo, apertando sua pedra negra transformando ele em minha adaga. O lestrigão tinha bolas de fogo na mão.
Ele jogou a primeira em mim e eu desviei. Rolei para perto dele e tentei me aproximar, mas foi em vão, ele jogou outra bola flamejante em mim e me acertou em cheio no braço. No mesmo braço em que ele havia acertado da primeira vez que havia lutado com um.
Lutamos por um bom tempo, eu já estava exausta. Uma idéia brilhantemente horrível passou pela minha cabeça: jogar a adaga. Ela voltaria para o meu dedo de uma maneira ou de outra, e eu poderia acertar em algum ponto fraco dele, o que me daria tempo e chance. Joguei. Por um momento pensei que o plano daria certo, mas ele desviou. Ele me olhou e com um rosnado malvado no rosto jogou mais uma enorme bola de fogo. Estava tão atônita que nem percebi quando a bola estava se aproximando. Ela me atingiu em cheio e eu cai no chão. Nem tentei me levantar, pois sabia que esse era o fim.
O fim. O fim, então, a morte, que minha mãe havia previsto era eu pegando fogo no meio da rua. Meus olhos foram se fechando lentamente, e senti a vida se esvaindo de mim.
como um incentivo para a lucy e a ariel, UMA FANFIC
no regrets