Ontem, você me contou sobre seus medos. Sobre os erros que pesam no peito e a vontade de ser perfeito.
Disse que às vezes se sente vazio, como um céu sem lua, sem brilho. Mas até a noite mais escura guarda estrelas que ninguém vê.
Você procura respostas nas ações, mesmo quando as mãos tremem de medo. E, no fundo, ainda carrega esperança, mesmo dizendo que não a encontra.
Talvez a perfeição não seja a salvação. Talvez seja apenas aprender, aos poucos, que até as partes quebradas de nós merecem existir.
Porque ontem, em cada palavra sua, não vi alguém vazio. Vi alguém cansado de carregar o mundo sozinho e, ainda assim, tentando continuar.












