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Skin meets skin

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o adeus não vai deixar de doer, mesmo quando você entender que fins acontecem, que as pessoas nem sempre ficam e que a não reciprocidade não é a única infelicidade em uma paixão.
já li inúmeros textos sobre relacionamentos e conversei com vários amigos sobre suas relações. senti cada relato e aprendi com cada um deles sobre términos e recomeços, mas novamente eu falo: isso não me isenta de sentir a dor. por mais que eu saiba que a paixão é cíclica, que se apaixonar é como pular de uma ponte e que recomeços nem sempre precisam de fins, eu ainda não sei lidar com a perda. com a ausência. com a expectativa frustrada. com a entrega desenfreada colidindo sempre com a dor. e dói. o caos se instala. acabo perdendo o ritmo das coisas. prefiro ficar só. eu paro.
escrevo como quem busca no sentir a sua salvação.
com as mãos trêmulas, eu busco ritmo nessa imensa confusão que se faz presente. eu só vou colocando tudo para fora dessa maneira desenfreada, descompassada, sem ritmo, sem sentindo, mesmo sabendo que a única coisa que eu faço nesse momento é sentir demais. eu me entrego demais. e quando tudo acaba, eu ardo. eu sofro. eu choro. e eu sinto.
em algum momento, eu acreditei que amadurecer emocionalmente era sinônimo de não sofrer mais, onde na verdade é saber o que fazer com a dor. então agora, eu a sinto. mas amanhã eu espero que ela vá. assim como você se foi.