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Não pára não. To adorando ler a sua fic. E acompanho sempre!
Vou voltar a postar!
Continua :(
))):
Tem gente sim lendo agr continua o merda!
Eu sei que tem gente lendo o problema é, não sei quantas pessoas.

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Tá loki fia? "Pode chegar e NÃO PARA!" HAHAHAHAHAHAHAHAN Juro juradinho qbeu comento 15 vezes todos os dias,mas NÃO PARA por favoooooor!!! :'(
Não é questão de comentar meu amor é que não faz o mínimo sentido eu continuar postando com pouca gente lendo. Não tenho animação, sério. ))):
AVISO!!!
Então, é o seguinte, acho que todo mundo aqui sabe que eu escrevo duas versões de "Ours - A nossa história" uma com a Restart e outra com a Fly. Bom, to pensando em parar de postar aqui porque aqui tem bem menos comentários, e eu não sei quantas pessoas estão lendo a história na versão com a Restart e coisa e tal... Então, quem estiver lendo, faça o favor de me avisar na ask, porque eu não vou continuar postando aqui pra três ou quatro gatos pingados. É isso, obrigada.
stou passando / pra dizer que to gostando / então você vá continuando / que eu vou rimando ;) Ahaha saca na topcidade da pessoa
As vezes sua capacidade de ser retardada me assusta, Bruna hahahahaha
Contiua esaa porra
anônimo sempre um amor. Hahahaha

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Ours - A nossa história.
Capítulo 8.
Thomas’s POV:
Faltava pouco mais de meia hora pro início do show, eu tentava controlar o nervosismo e de repente, uma coisa invadiu meu pensamento. Na verdade, era nela que eu estava pensando desde que a conheci, por 24 horas por dia.
- Lembra da Sophie? – perguntei pro Pedro Lucas que arrumava o cabelo pela vigésima vez e ele assentiu com a cabeça sem me dar muita atenção – Linda, né?
- Bonitinha.
- Bonitinha? Tá brincando! Ela é muito gata!
- Não costumo achar mulher de amigo meu bonita, se é que você me entende – ele respondeu apontando pra porta, como se esperasse que o Pedro fosse chegar a qualquer momento.
- Eles não tem nada, cara.
- Claro que tem, eles já namoraram.
- Quem te falou?
- Ele, claro. E qualquer um sabe que ela come na mão dele, é só ele estalar os dedos e ela faz o que ele pedir.
- Mas ele não dá valor... Quem não dá assistência, abre pra concorrência.
- Na boa, Thomas, esquece isso. E eu não quero vocês dois brigando por causa dela, se a Fly acabar por causa de coisa idiota eu quebro a cara de vocês dois, tá entendendo?
- Eu só to dizendo que ela não é propriedade dele, e se ele enrola tanto ela é melhor ela largar. Ele já ficou com umas dez, só nas últimas duas horas – exagerei um pouco e Pedro Lucas deu uma gargalhada.
- Problema dele, que eu saiba tá solteiro. Depois não vem falar que eu não avisei.
Eu precisava arriscar, mesmo que recebesse um “não” bem sonoro na cara como resposta.
Sophie’s POV:
Cheguei cedo demais ao local do show e minha ansiedade estava prestes a me matar, eu parecia uma daquelas fãs que esperam o ano todo para ver sua banda favorita no palco. Quando a banda finalmente foi anunciada e eu ouvi o primeiro acorde tive que segurar um grito de felicidade. Na verdade, felicidade misturada com orgulho, muito orgulho. O show começou com uma puta vibe, todo mundo dançando e cantando e até eu que ainda não tinha decorado todas as letras me arrisquei a cantar em algumas partes, muito alto por sinal. De repente as luzes diminuíram, Pedro Lucas , Thomas e Lucas se sentaram em uma espécie de banco que eu não sabia de onde tinha surgido e Pedro continuou de pé.
- Ele vai fazer solo? – perguntei pra Júlia que estava do meu lado e ela deu de ombros.
Pedro se aproximou mais e tentou recuperar o fôlego que as músicas anteriores tinham roubado dele.
- Essa música não é nova, muito pelo contrário, mas ela sempre foi muito especial pra mim. E hoje, eu queria dedicar pra uma pessoa, que eu ainda nem tenho certeza de que está presente – ele dizia calmo e seus olhos pareciam procurar alguém naquela multidão - Uma pessoa que me faz tentar ser melhor a cada dia que passa, mas eu sou meio errado, não mudo tão fácil. Eu só quero que você saiba que eu te amo, do meu jeito torto, mas amo.
Então os primeiros acordes da música começaram a tocar e algumas fãs do meu lado gritaram “Minha estrela”, enquanto outras ainda discutiam entre si tentando entender o que foi aquela suposta “declaração de amor”.
- Você sabe que é pra você, né? – Júlia perguntou com um sorriso no rosto e eu não soube responder, apenas balancei a cabeça, meio sim, meio não.
Tentei prestar atenção em cada palavra, e a cada frase me doía mais, era pra mim e se não fosse, se encaixava demais na nossa história. Senti as lágrimas caindo dos meus olhos que estavam fixos no palco e Pedro cantava com os olhos fechados, como se quisesse me achar em algum lugar, não só em corpo mas em alma. O refrão se repetiu pela segunda vez e eu prestei mais atenção.
Eu te amo, eu te quero
Como uma estrela que fez não se apagar em mim
O amor, me pegou, guardo no meu peito o que
Só me faz querer sorrir, com você.
Minha vontade era de subir naquele palco e abraça-lo com toda a força possível, mesmo que ele não estivesse falando de mim, mesmo que aquela música não fosse dedicada pra mim. Mas eu não podia, um acerto não apaga todos os erros anteriores e uma música não muda uma pessoa. Quando a música terminou eu abracei Júlia e limpei as últimas lágrimas que insistiam em cair.
- Essa música é simplesmente perfeita! – uma amiga de Júlia que estava com a gente gritou e Júlia sorriu olhando pra mim.
- É, se alguém cantasse ela pra mim acho que eu enfartaria – ela disse me jogando uma indireta enorme e eu preferi não responder.
Eles cantaram mais umas quatro músicas e se despediram da plateia, com um sorriso enorme no rosto e ainda em êxtase. Esperei o lugar esvaziar o máximo, retoquei minha maquiagem que tinha ido por água abaixo depois da minha sessão choro e perguntei pro segurança pra qual direção ficava o camarim. Ele me enrolou, disse que eu não podia entrar e eu tive que dizer que era amiga de infância deles, o que não era mentira, totalmente. Meia mentira não faz mal a ninguém.
- Vocês conhecem ela? – o segurança perguntou pro Thomas que estava passando pelo corredor e ele assentiu com a cabeça – Certo. Pode passar então, qualquer coisa gritem.
Ah, claro, se algum deles tentar me estuprar eu grito sim senhor.
- Vai ficar me devendo essa hein? E fique sabendo que eu vou cobrar! – Thomas disse enquanto eu o seguia pelo corredor.
- Que isso loirinho, facilita! – brinquei.
- Me diz, tá fazendo o que perdida por aqui? Já era pra você estar em casa, viu?
- Vim te ver... – respondi fazendo uma carinha fofa e ele riu.
- Sei. Eu sei muito bem quem você veio ver... – ele fez uma pausa esperando uma resposta da minha parte mas eu continuei calada – Curtiu o show?
- Tá brincando comigo, né? Eu amei! Vocês tem uma vibe incrível, vou em mais shows, com certeza! E fique sabendo que eu virei Thomasfanatica!
- Ah, é mesmo? Depois te dou um autógrafo então, minha fã número 1! – nós rimos - Soph... eu to precisando conversar contigo e tal...
- Mas a gente tá conversando meu amor, solta o verbo!
- Não, aqui não é hora e nem lugar... Posso te ligar mais tarde pra marcar alguma coisa?
- Claro que pode... Pega meu telefone com o...
- Pedro – ele completou – É, sei, se der eu pego.
- Ok, pega sim. E por falar em Pedro eu to precisando falar com ele... dar parabéns pelo show... sabe, essas coisas. Você sabe se ele ainda tá aqui ou se já foi embora?
- Ele tá aqui sim, eu acho que só o Pedro Lucas já foi embora... Ele deve estar no camarim.
- Valeu, vou dar uma passadinha lá! Caso a gente não se esbarre mais hoje... Tchau e me liga – dei uma piscadinha e ele riu.
Corri pro camarim e quando cheguei encontrei a porta fechada, criei coragem pra dar duas batidas leves e logo fui abrindo a porta.
- Tava te esperando... – Pedro disse encostado na parede e eu me aproximei.
- Como você sabia que eu viria? Como sabia que eu estava no show?
- Eu não sabia.
- E se eu não estivesse aqui? E se eu estivesse lá em casa brigando com meu irmão folgado sem saber que você estava dedicando uma música pra mim? Foi pra mim, não foi? – ele assentiu e deu um sorriso.
- Se você não estivesse aqui amanhã eu te chamaria pra outro show e dedicaria a música de novo. Eu faria isso até você conseguir ver.
- Você é louco.
- Só to tentando consertar as coisas.
- Com uma música?! Uma música não vai me faz esquecer de todas as vezes que eu fiquei em casa num sábado a noite chorando porque você tava com outra. Uma música não me faz esquecer seus erros.
- É, eu sei. Mas talvez esse seja o motivo de você me amar, o fato de eu ser todo errado.
- Não, Pedro. Esse é motivo que me faz querer te esquecer, o motivo que me faz olhar pro espelho todos os dias e pensar “você não precisa daquele idiota”. Esse é motivo que me faz querer ir embora todas as vezes.
- Não, Sophie. Esse é o motivo que te faz querer voltar todas as vezes – ele disse calmo, sem tirar os olhos dos meus – Esse é o motivo que te faz querer voltar porque você sempre acha que eu tenho solução, e o seu sonho é poder dizer “ele mudou por minha causa”. E é por eu ser todo errado que você fica, vai embora, volta, mas no final sempre fica.
E aquilo foi como um chute no meu estômago, era tudo que eu não queria ouvir porque era a mais pura verdade.
- Ei – Pedro levantou meu rosto – Me desculpa por não ser o príncipe encantado que você sonhou? – dei um sorriso bobo e assenti, sem conseguir deixar uma resposta afirmativa sair da minha boca.
- Assim não vale,você sabe que eu não resisto e joga sujo...
- Não precisa resistir – ele sorriu e passou a mão pelo meu cabelo me puxando pra mais perto – Tô pensando em te sequestrar por uns dois dias, cê deixa? – ele sussurrou e eu senti meu corpo todo se arrepiar.
Dei um sorriso maroto e me aproximei ainda mais, colando cada centímetro do meu corpo ao dele, e por um segundo ele achou que eu iria beija-lo.
- Não – sussurrei de volta e dei uma gargalhada – Não posso e nem quero, as meninas estão me esperando lá fora. A gente se vê qualquer dia desses, se der eu te ligo.
Me soltei dos braços dele e fui me afastando ainda de costas pra porta e ele me olhou confuso sem entender o que tinha acontecido.
- Nem um beijinho?
Balancei a cabeça negativamente e sorri.
- Daqui pra frente você vai ter que fazer por merecer... Eu adorei a música, sério, obrigado. Mas eu preciso de muito mais que palavras...
Dei as costas e bati a porta, senti orgulho de mim mesma. Pelo menos uma vez na vida eu fiz o que minha cabeça queria e não meu coração.
Quer continuação? Deixa uma ask.
Garotaaaa, posta o 8 logoooo!!!
Vou postarrrrr baby!
Meu deus continua esa fanfic logo quer me matar de curiosidade?
Não morra! Hahahaha
Quero maaaaaaais. Que música é essa da Demi?
Shouldn't come back.
Ours - A nossa história.
Capítulo 7.
Nenhuma ligação. Nenhum recado na caixa postal. Passei três dias olhando para o celular na esperança de ver o nome que eu queria no visor, três dias correndo para atender a porta na esperança que fosse quem eu queria ver, tudo em vão. As pessoas gostam de se iludir porque no fundo elas já sabem o que vai acontecer mas preferem achar que por uma vez, só por uma vez, vai ser diferente. É lei de Newton, expectativa é uma merda. Confiar que as pessoas um dia vão mudar por nossa causa é uma merda. Vou escrever isso na minha agenda qualquer dia desses: Ele não vai mudar, Sophie. Nem por você, nem por ninguém.
Acordei com vontade de conhecer cada canto da cidade de novo, ficar em casa me lamentando nunca fez meu tipo e não vai ser agora que vai começar a fazer. Tomei um banho demorado, procurei a roupa que eu mais gostava no guarda-roupa e liguei pra Júlia. Fiz ela ir em todos os shoppings imagináveis comigo, comprei todas as roupas que eu tive vontade (até porque não estava dando mais pra usar minhas roupas antigas em São Pedro), experimentei todos os sapatos que eu via nas vitrines e isso tudo pra tentar esquecer uma coisa que não saía da minha cabeça nem por um segundo.
- Espera, aquele ali não é o Thomas? – falei pra Júlia enquanto apontava no meio do shopping.
- Thomas? – ela perguntou confusa.
- Vem comigo!
Puxei-a pelo braço e quando chegamos perto dele o cumprimentei com um “oi”. Ele abriu um sorriso.
- Sophie! Tá sumidinha, hein?
- Espera... Como assim? Você lembra de mim?
- Claro que lembro! Você é amiga do Pedro, né? Nunca que eu ia me esquecer de um rosto lindo assim!
“Amiga do Pedro”. É, talvez, só Deus sabe.
-Ah não fala desse jeito que eu apaixono! – brinquei e ele soltou uma risada gostosa - Então... essa é a Jíúlia, minha amiga.
- Melhor amiga – ela me corrigiu e se voltou para Thomas – Sabia que você é bem mais bonito pessoalmente? Que Deus conserve, viu?
- Júlia!!!
- Que foi? Só to falando a verdade, ué.
De repente vi Pedro caminhando em nossa direção com uma mulher do lado e eu tive que respirar fundo e contar até 1000 pra não pirar e fazer coisas que não seriam legais. Tá, eu não queria bater nela, mas queria falar umas boas verdades na cara dele. Mas no fundo eu sabia que a gente não tinha nenhum compromisso então da vida dele ele faz o que bem entender. Assim que ele me viu do lado do Thomas ficou nitidamente sem graça e eu percebi que quem estava desejando não estar mais ali era ele e não eu.
- Soph, a gente vai dar umas voltas, daqui a pouco estamos de volta, ok? – Júlia disse puxando Thomas pelo braço.
- Não vocês não vão a lugar algum!!! – ameacei tentando esconder o desespero na voz mas antes que eu terminasse de falar os dois já haviam saído. Mas que droga esse povo tem na cabeça pra achar que sempre tem que me deixar sozinha com o Pedro?!
Here we go again...
- E aí – ele me cumprimentou sem graça e eu forcei um sorriso – Tudo bem?
- Além de vadia ela é treinada? – respondi apontando pra guria que estava com ele e que estava parada a uns 10 passos de nós dois.
- A gente não tá “junto” se é o que você quer saber...
- Não, não é isso que eu quero saber... Perguntei se ela é uma vadia treinada – falei séria e ele deu um riso nervoso.
- Você e o seu senso de humor inconfundível! Me desculpa não ter te ligado esses dias... É que eu ando muito ocupado e...
- Pedro – interrompi – Não precisa usar suas desculpinhas idiotas comigo, eu te conheço muito bem. Se quisesse ligar teria arranjado tempo, até porque não é tão difícil assim procurar um número na agenda e colocar pra chamar, né? Me poupe.
- É que na verdade eu até queria te ligar mas eu precisava de um tempo pra pensar... Eu preciso de um tempo pra colocar as coisas no lugar.
- Pra pensar se você queria ficar comigo ou com as suas amiguinhas. É, eu sei, já entendi.
Ele suspirou e eu esperei uma resposta.
- Não é bem assim... Eu só queria ter certeza dos meus sentimentos...
- E enquanto você ainda não tem certeza dos seus sentimentos sai pegando qualquer uma que te arrasta uma asinha... Sinceramente eu não sei porque eu ainda aposto todas as minhas fichas em você! Não sei porque eu ainda acho que você algum dia vai começar a agir diferente!
- Porque você me ama.
- Não! É porque eu sou uma idiota, sempre fui e parece que continuo sendo! Num dia você diz que me ama e no outro diz que precisa ter certeza dos seus sentimentos? Você é o cara mais bipolar que eu conheço, não é a toa que eu terminei com você!
- Eu sei que pra você as coisas parecem fáceis mas pra mim são realmente confusas, você é muito importante pra mim, e quando eu digo isso não é mentira. Nada do que eu te disse aquela noite foi mentira. Eu tenho um show amanhã, é aqui perto e eu queria muito que você fosse.
- Pra que? Por quê?
- Quero que você veja uma coisa... Me promete que vai?
- Não sei se vai dar...
- Não vai dar ou você não quer?
- Um pouco dos dois. Não dá e eu não quero.
- Tá... faz o que você achar melhor, não vou te obrigar a nada. Se você ver o Thomas por aí diz que eu já fui... – e então ele se aproximou e me deu um beijo tão demorado na bochecha que chegou a me doer – Beijo, espero te ver amanhã.
- Tchau – sussurrei.
Tive que ficar me lembrando de toda a raiva que eu estava sentindo dele antes que eu me derretesse toda por causa de um convite para uma droga de um show idiota. Tudo que eu menos queria no mundo era ter que vê-lo cantando para uma multidão, ver um monte de garotas pirando com a voz dele. É, eu tenho ciúmes até da voz dele. Mas se tem uma coisa que é maior que o meu ciúmes é a minha curiosidade, e ele disse que queria me mostrar uma coisa, eu morreria se não soubesse o que era. Ele sabe o que fazer pra me convencer, é só me deixar curiosa.
Voltei pra casa, coloquei meu shorts jeans surrado, revirei todo o meu guarda-roupa e todas as minhas caixas com bagunças e finalmente encontrei o que eu estava procurando, um caderno tão velho quanto as lembranças que eu tinha escrito nele a anos atrás. E me deparei com uma anotação de uma música que descrevia tudo o que eu estava sentindo:
Maybe you shouldn't come back
Maybe you shouldn't come back to me
Tired of being so sad, tired of getting so mad, baby
Stop right now, you'll only let me down, oh oh
Maybe you shouldn't come back
Maybe you shouldn't come back to me
Talvez você não devesse voltar
Talvez você não devesse voltar para mim
Cansada de estar tão triste, cansada de ficar tão brava, baby
Pare agora mesmo, você apenas irá me decepcionar
Talvez você não devesse voltar
Talvez você não devesse voltar para mim
Talvez, só talvez, Demi Lovato me entenderia.

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Continua essa pporra'
a tia aqui é lerda e esquece que tem que postar em duas fics, perdoa gata. =)
Continua essa pporra'
calma gatinha