"Nadine Souverain, most know as Nemesis."
I'm just another thing for you to roll your eyes at honey. You might have him, but I'll always get the last word. She's not a saint and she's not what you think, she's an actress.
“Vejo que não morreu congeladx em algum lugar por aí.” Um sorriso sarcástico apareceu em seus lábios. Imaginava que várias pessoas teriam dúvidas a respeito do seu paradeiro, assim como da sua nova aparência que causava alguns olhares em sua direção, curiosos e apreensivos. Não que já não estivesse acostumada, mas era uma coisa que tinha se desacostumado no tempo que passou longe dos holofotes. “Cansou de ficar encarando de longe, sweet?”
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Nadine Souverain, costumada a ser chamada de rainha por aqueles ao seu redor, mas devido aos acontecimentos recentes em sua vida, não tem mais certeza do que será da sua vida. De qualquer forma, é possível ainda vê-la caminhando pelos corredores, com roupas baratas e uma maquiagem excessivamente carregada com cores escuras. Alguns dizem que é uma fase (quem nunca teve uma fase emo/rebelde?), outros dizem que a rainha está tentando algo novo. Se não está conseguindo vencer os inimigos, bem, provavelmente dará um soco em alguém. Ou queimar com um cigarro. Whatever.
O vento assoprava contra as janelas da mansão dos Souverain, mas sequer se importavam, afinal contavam com um sistema de aquecimento que impedia com que qualquer frio entrasse pelas paredes grossas. O que mais assustava, no entanto, era o incrível silêncio que encontrava-se na casa, principalmente para uma noite de Natal. Na maioria das casas, era possível escutar risadas, todas as luzes acesas brilhando incessantemente, mas parecia ter acontecido algo naquela casa. Algo que muitos diriam que era impossível, afinal Nadine era a pessoa que não abaixava a cabeça para ninguém. A rainha fria e calculista, que encarava qualquer problema de queixo erguido. Todos encontravam-se tão absortos em seus próprios dramas que esqueciam que outros poderiam tê-los também.
(tw: violência, suicídio)
Mas começaremos sobre como as coisas aconteceram. Deve-se lembrar da fofoca que acabou por impactar a forma com que os pais tratavam aquela criança. Não que fosse um mar de flores antes de acontecer, na verdade bem longe disso. O casamento arranjado começou como uma ideia ridícula que, mesmo concretizada, parecia mais cômica do que real de verdade. Toda vez que tinha que ir naqueles estúpidos jantares de família que pareciam durar horas, revirava os olhos e dava as piores respostas possíveis, em tentativas de fazer com que os Souverain desistissem da ideia estúpida de fazê-la casar contra a sua própria vontade. Eram teimosos, no entanto, mesmo que a outra família tivesse começado a achar desprezível a atitude de desdém por parte de Nadine. O rompimento do noivado foi quase como o fim da tensão. E o início de algo muito pior.
Os roxos que apareciam em sua pele eram facilmente escondidos com maquiagem e camadas de roupas, enquanto tentava agir normalmente. Ninguém tinha percebido algo de errado no Burnin Man, o que a deixou aliviada. Não queria preocupar alguém com seus problemas. O seu novo mantra, que tinha tanto mencionado, era parar de machucar as pessoas ao seu redor só porque sofria em casa. Quanto mais falava, no entanto, mais percebia que os outros não importavam-se com o seu sorriso falso. Achavam que era só mais uma vadia sendo vadia como sempre. Ao chegar na mansão, bêbada e devastada, a cor que tingia sua pele ficou mais intensa. Tinha sido fotografada por paparazzis, bêbada e com roupas impróprias para uma jovem correta. O que falariam se algum investidor a visse daquela forma? A filha merecia aquilo. Não pensava na reputação da família, principalmente por ser a herdeira agora. Tinha que ser uma figura apresentável e contida. Como era a sua mãe. Como tinha sido Theodore. O que esqueciam é que o Theodore jamais foi o menino certinho. O que ele escondia embaixo da cama era muito pior do que um pouco de pele exposta, mas quem disse que escutariam?
A casa era escura demais, fazendo com que arrepios percorressem sua espinha enquanto chorava no quarto, não pensando quantas partes do seu corpo doíam. Ninguém se importava. Como poderiam? Tinham mais coisas em mente. O Natal estava quase chegando, então sumiu das redes sociais, dando uma desculpa que precisava pensar. A verdade é que não aguentava tirar fotos com tantos hematomas que manchavam a sua pele. Sentia-se feia e inútil. Quando um repórter tentava entrevistá-la, gostaria de gritar o que estava passando, mas não podia. Tinha que ficar calada. Será que aguentaria até a formatura? Não tinha certeza. Todas as noites contava até dez, tentando não chorar muito alto. Aguentou o máximo que pôde. Pensou até mesmo em se matar, mas não era capaz. Tinha um futuro pela frente, sem sofrimento. A esperança era algo que ainda a mantinha viva.
Foi quando decidiu o que faria. Era uma ideia estúpida, é claro, mas não podia conviver com o monstro dentro de casa. Deixou tudo pronto, respirando profundamente. Aquilo tinha que ser feito. Durante a noite, finalmente tomou coragem. Pegou as malas e foi embora.
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⊰ ─── ⚜️ Penélope estava realmente aproveitando o festival, ainda não havia criado coragem para queimar o que trouxera, estava um tanto entretida com a música, que levou um pequeno sustou ao ver Nadine ao seu lado. - “Valeu?” - ergueu uma sobrancelha para a outra. Não que as duas não estivessem em bons termos, competiam por quase tudo, mas ainda não haviam chego a fase de sabotarem uma a outra, ao menos Penélope esperava que não. - “Novo mantra? Okay, I’ll by that.” - sorriu de canto para a morena. - “O que está achando do festival até o momento?” -
A queima do pertence tinha trazido um sentimento estranho para Nadine, que continuava incerta do que sentir. Os pais já tinham tentado ligar para a filha que tinha saído sem avisar, mas não estava ligando para aquilo no momento. Deveria divertir-se no festival acima de tudo. “Don’t be like that. Pedi essa bebida com o meu coração.” Um sorriso apareceu em seus lábios, quando levou o próprio copo, apreciando o gosto da mistura que tinha sido preparada. Geralmente preferia bebidas puras e não drinks cheios de misturas, mas em momentos como aquele, em que fazia tanto calor, algo gelado tornava-se indispensável. “Sinceramente? Não aconteceu nada que tivesse valido a pena vir. As pessoas só ficam conversando e conversando com muita civilidade. Sinto falta de algo mais. E você?”
➥ Aquele festival estava sendo uma caixinha de surpresas bem maior do que ele jamais pensava que seria. Encarou a bebida, e depois Nadine, e a bebida outra vez. Não era tolo de recusar, mas hesitou em beber. ❛ ── You’re kidding, right? Is there poison here or some shit? Tentou procurar algo no líquido que o fizesse parecer alterado, mas não havia nada. Ao menos nada visível. ❛ ── Novo mantra, é? Ele franziu o cenho, soltando um riso lateral e dando de ombros, indicando que ela se sentasse consigo. ❛ ── Tudo bem. Conseguiu me deixar curioso. Que mantra é esse? Ser legal com todo mundo ou só com as pessoas que você detesta? Opa… também seria todo mundo, né? Complicado, Kaa.
“Se eu tentasse colocar um pouco de veneno, acabaria com a minha reputação se fosse feito de maneira tão indiscreta como isso. Ofender a minha inteligência dessa maneira não é uma boa coisa. Faria de maneira lenta e gradual, você quer percebendo que está sendo envenenado. Começaria a se sentir um pouco mal no decorrer dos dias, até que parasse de sentir algumas coisas. Muito menos suspeito, não acha?” Piscou os olhos como se tivesse saído de um transe, permitindo que o rosto fosse iluminado por um sorriso que continha tudo exceto suavidade, deixando implícito o que queria dizer com aquilo, mesmo que soasse muito com uma ameaça. Não que fosse tola o suficiente para matar alguém, afinal tinha muito a ser pensado. “Oh, sweet, sabe muito bem que já sou legal com quem eu gosto. Se fosse pelo menos um pouco útil, seria bem mais agradável para você, sabe? Nem estaríamos tendo essa conversa. Use seu rostinho bonito e seu temperamento terrível para alguma coisa e aí sim serei uma ótima pessoa. Come on, bad boy. Por enquanto, posso adiantar que meu mantra é sobre quem está contra mim.”
Ele olhou para o copo e então para a estranha, um boa dose de desconfiança com o gesto, exatamente por não conhecê-la. — Mamãe sempre disse para não aceitar bebidas de estranhos. Mas mamãe está há oito palmos abaixo do chão, não devia dizer nada. — Disse calmamente, era muito fácil como as coisas simplesmente saíam por sua boca, se preocuparia se ele visse algum furo nas suas história acontecendo, mas havia sido bem treinado. Ele resolveu mentalmente der de ombros para o risco e tomou um gole mesmo assim — Olha, nem sei teu nome, garota, mas esse mantra deve ser uma bosta considerando que você está tentando me envenenar. O que tem aqui dentro?
A fala do outro provocou uma risada por parte de Nadine, que sinceramente tinha achado o garoto estranho demais. “Aceitar bebida de estranhos faz parte de uma festa, a não ser que seja um cara que pareça ser suspeito demais. Prometo que não sou uma psicopata ou algo assim.” Não que ele precisasse saber que os olhos claros guardavam bem mais malícia que era capaz de imaginar. Se aquele mantra funcionasse, as suas manipulações tornariam-se mais fáceis de serem executadas. “Você não me conhece? Well, this is new. Sou Nadine Souverain. Se já foi para um cassino e, bem, qualquer prédio em Las Vegas, provavelmente era da minha família. Como já disse: não precisa de preocupar. Só beba sem pensar muito.”
uma who no qual você é apaixonada obsessivamente. - deu de ombros fitando a ex amiga de cima a baixo, não se importava com nadine e nem sobre nada do que ela falava, já tinha passado da época que era uma de suas ovelhas seguindo e fazendo o que a morena quisesse. - mas assim eu estaria realizando um sonho seu, se quer me ver pelada me chama de canto que eu faço mais coisas. - no seu rosto tinha um sorriso um tanto quanto debochado.
“Coitadinha, pensa que só porque tem um rosto um pouco acima da média sou apaixonada por você? Não fui eu que surtou quando pensou que estava recebendo atenção da outra, blondie.” Um sorriso apareceu em seus lábios, tão ácido que poderia derreter as faces alheias se fosse capaz de causar danos físicos. É verdade que um dia tinham sido amigas, mas aquela fase já tinha passado. O que sentia agora é era uma mistura de remorso e pena. “Então vamos.”
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–”Isso soa como a oportunidade perfeita para você me envenenar. Até a forma de assassinato combinaria com você, you know. Arma dos covardes, é o que dizem.”– cutucou simplesmente porque era tão natural quanto respirar, mas aceitou o copo mesmo assim. Com todo o agito do fim definitivo da Tinity, Barbara não sabia ainda como ficaria sua rivalidade com Nadine. Ainda estaria ali, provavelmente, mas o novo ambiente trazia novas oportunidades e Barbie ainda queria tirar um tempo para analisar o cenário. Não agora, porém. Já estava ficando bêbada e não conseguiria nada válido no momento. –”E qual seria o motivo dessa mudança de comportamento, que mal lhe pergunte? Finalmente desistiu de bater de frente comigo, sweetheart?”–
“Não era a arma das mulheres? Achei que estivesse em um patamar mais avançado do que ficar utilizando esteriótipos para me ofender. Que vergonha, Barbie. De qualquer forma, deveria experimentar para testar a sua teoria.” Quando seu copo foi aceito, um sorriso doce tomou conta de sua face, diferente dos seus olhos, que continham a tão famosa combinação entre veneno e frieza característico da Souverain. Tomou um gole do próprio copo, garantindo que seus olhos não desviassem da figura de fios claros. “E por que teria medo de bater em um pinscher? Só decidi que gastarei meu tempo pensando em coisas mais produtivas, porque ficar colocando as pessoas em seus respectivos lugares já estava começando a me entediar.” A mentira saiu facilmente de seus lábios, que já estavam acostumados com as palavras cheias de não-verdades.
‘ considerando o fato que ninguém aqui tá acostumado com você not acting bitchy, não dá pra exatamente culpar a preocupação dos outros com a própria saúde, segurança, tranquilidade.. enfim. com o próprio bem estar num modo geral. ’ trouxe o copo aos lábios casual, acentuando o olhar à nadine no meio do processo. não estava bêbado, levemente alterado seria a palavra-adjetivo que encaixava legal no estado de tyler. provavelmente era a única razão por ainda tentar diálogo com a souverain, provavelmente não correria bem a tentativa. well.
“Não deveria me julgar tanto, handsome, considerando o quanto já fez com os outros também. É meio hipócrita, sabe? Deveria olhar para si mesmo antes de ficar apontando seus dedos sujos para mim.” Um sorriso apareceu em seus lábios quando observou o garoto beber o líquido. Por um momento, desejou ter colocado algo na bebida, visto como aceitou facilmente. Seria divertido vê-lo drogado por aí. “Pode relaxar, não estou preocupada com o bem estar... Com o seu, pelo menos, não. Estou agradecendo por finalmente ter arrumado um novo cachorrinho e ter deixado Àdele em paz. E também por abrir a vaga de rei para alguém que mereça, que não saia por aí fodendo com o inimigo e brincando de casinha com ele. Cheers.” Estendeu o copo em direção a Tyler, tomando um gole logo depois.
— Oh, I’m definitely underdressed. — exclamou enquanto observava Nadine em sua fantasia. Depois de tanto tempo que a conhecia, apenas quatro meses foram suficientes para esquecer como tudo era grande e dramático com a Souverain. É claro que aquela era a qualidade que fazia ela ser rainha (se é que aquilo ainda existia depois do fim da Trinity) e uma pessoa única. O sorriso, portanto, foi genuíno. — You should’ve told me. I would’ve dressed myself as The Night King.
“Don’t use me as a parameter. I'm too perfect to be true, you know.” Uma risada escapou dos seus lábios quando percebeu a aproximação do amigo, sabendo que sua escolha tinha sido ousada demais para uma adolescente, o que quase fez com que a cor atingisse suas bochechas. Ninguém precisava saber que era menor de idade, no entanto, principalmente quando tinha tanto a se pensar. “You're already The Night King in my heart.” Piscou para Axel, aproximando-se em alguns passos, olhando-o com o canto de olho. O copo em sua mão já encontrava-se vazio, questionando se deveria pegar mais. “Próximo passo: King of Everything. A vaga acabou de abrir, se estiver interessado.”
Aproximou-se da morena incerta, pensando se seria uma boa hora para conversarem. Depois de ver o relógio queimar no fogo, pensou que sentiria-se mais aliviada, mas a verdade é que por um momento pensou em fundir-se com as chamas para que pudesse pegá-lo novamente. Tinha muitos motivos para trazê-lo na festa, mas o maior deles era que estava na hora de seguir em frente, amadurecer e parar de colocar a culpa dos seus atos no passado. Em breve se formaria e não sabia se aguentaria passar tanto tempo na faculdade sem desligar-se com os sentimentos negativos que amarguravam seu coração cada vez mais. Tinha tanto a pensar, mesmo que a festa fosse uma oportunidade perfeita para fugir novamente. “Já queimou o que queria?” // @armstrcng
lis passou algumas horas se arrumando e estava adorando o seu novo estilo e o novo cabelo. estava parada curtindo a música quando ouviu alguns murmúrios atrás de si, provavelmente estavam falando da sua roupa ousada que a garota vestia, mas não ligava para aquilo, não naquele momento. - qual o problema de eu estar assim? liberdade de expressão não existe mais nesse país?
“Você acha que só porque estou falando baixo é sobre você? Tsc, como se eu fosse ficar comentando sobre uma who.” Seus olhos desviaram-se da garota com quem estava conversando para a loira, não deixando de revirá-los assim que percebeu de quem se tratava. Com um pedido de licença, decidiu manter a atenção na outra. “Se quiser correr pelada, corra, mas aí terei o prazer de vê-la atrás das grades.”
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“Vi que não tinha nada em mãos e decidi trazer algo.” Estendeu a bebida para a outra pessoa, esperando que aceitasse, forçando um sorriso em seus lábios. Não era o que estava acostumada a fazer, principalmente considerando a situação. Além disso, já tinha bebido alguns drinks, então não estava em um estado completamente normal. “Não precisa me olhar com essa cara só porque trouxe uma bebida para você. Estou testando apenas um novo mantra, sabe? Vamos ver se dará certo.”