“Talvez amor não seja nada disso que a gente escreve. Talvez não seja nem metade do que a gente pensa sentir e logo esquece por aí. Talvez a gente se engane tanto procurando por ele, por alguém. Somos tolos, incríveis tolos, baseando uma escrita em sentimentos que muitas vezes nem fomos honrados de sentir. O amor ainda não me visitou, não como eu pensava que ele fosse ser. Ele não me deixou com lembranças boas e um calor no peito capaz de aquecer os dias frios. Ele veio sorrateiro, bagunçou toda casa e levou tantas coisas. Ele tirou o sorriso do meu rosto, me fez ficar aos prantos e com um frio congelante no peito. Eu pensei que o amor seria bom, mas só me fez doer. Talvez eu quisesse entender o porquê, porque disso tanto acontecer. Alguns amores vêm e vão, mas nenhum me acolhe em tempos de angústia pra tirar do meu peito todo medo. Eu quero entender. E um dia talvez eu veja, e conheça, mas de tantos talvez, eu acabo adormecendo em pensamentos para não criar tantas incógnitas no meu coração.”
— Entre Amores, Controlaria e Tocastes.










