Akira Toriyama's Chobit; page from 週刊少年ジャンプ Weekly Shōnen Jump No. 10, February 1983

Product Placement
taylor price

Jar Jar Binks Fan Club
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

Discoholic 🪩

Origami Around
KIROKAZE

pixel skylines
official daine visual archive
Lint Roller? I Barely Know Her
hello vonnie
h
RMH
𓃗
TMBGareOK. The Official They Might Be Giants tumblr
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
★
seen from Ecuador
seen from United States
seen from Australia
seen from Ecuador
seen from Russia
seen from Brazil
seen from Italy
seen from Ukraine
seen from United States
seen from Bangladesh

seen from United States
seen from South Africa
seen from United States
seen from Germany

seen from United Kingdom

seen from Argentina
seen from Albania

seen from Malaysia

seen from Argentina

seen from Laos
@r-dino
Akira Toriyama's Chobit; page from 週刊少年ジャンプ Weekly Shōnen Jump No. 10, February 1983

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Superman: The Man of Steel MS-DOS – A Lenda Bizarra do Jogo Que Quase Enterrou o Herói! - Pixel Nostalgia
E aí, galera retro! Preparem suas cadeiras de rodinha gamer e ajeitem seus óculos pixelados, porque hoje a gente vai mergulhar fundo numa história que poucos se atrevem a contar. Estamos falando de um game que marcou época… mas não do jeito que você pensa. Vamos desenterrar os segredos e as bizarrice de Superman: The Man of Steel MS-DOS, um título que provou que nem mesmo o Homem de Aço é invencível contra um desenvolvimento desastroso!
Quem aqui não sonhou em voar pelos céus de Metropolis, soltar visão de calor e salvar o dia como o nosso kryptoniano favorito? Nos anos 80 e 90, os jogos de super-heróis eram uma febre, mas nem todos nasciam para a glória. Enquanto alguns brilhavam como a estrela mais brilhante de Krypton, outros, como o nosso “amigo” de hoje, eram mais como um pedaço de kryptonita para a nossa alegria. Sim, meu caro leitor, Superman: The Man of Steel MS-DOS é um daqueles jogos que a gente lembra com um misto de frustração e um sorrisinho amarelo, do tipo “Como é que eu gastei meu dinheiro com isso?”. Prepare-se para um dossiê técnico completo sobre a tragédia que foi este jogo!
Por Que Superman: The Man of Steel é Tão Ruim? O Dossiê da Desgraça!
Pega a pipoca e o refri, porque a lista é longa, mano. Onde a gente começa a falar do que faz Superman: The Man of Steel MS-DOS um verdadeiro fiasco? Bem, vamos lá:
- Controles Esquisitos Demais: Sabe aquele momento que você tenta fazer o personagem andar para frente e ele resolve dançar um samba? Aqui é pior. Voar com o Superman deveria ser épico, uma experiência de liberdade e poder. Neste jogo, era como tentar controlar um elefante bêbado em uma pista de patinação no gelo, usando um teclado com as teclas grudadas. A movimentação era imprecisa, a inércia, absurda, e qualquer manobra mais complexa virava um show de horrores. O herói parecia mais um balão de gás hélio desgovernado do que o maior super-herói de todos os tempos. - Gráficos de “Doer a Vista”: Ok, estamos falando de MS-DOS no final dos anos 80. A gente não esperava gráficos de PlayStation 5, sacou? Mas o que a Tynesoft entregou foi algo que parecia ter sido desenhado com o Paintbrush do Windows 3.1 por uma criança de cinco anos. As cidades eram blocos genéricos, os inimigos se repetiam até a exaustão e o próprio Superman… bem, ele era reconhecível, mas com uma paleta de cores tão limitada e um design tão simplório que dava a impressão de ser uma versão de baixo orçamento do herói. A perspectiva isométrica (ou quase isso) tentava dar uma profundidade, mas só conseguia confundir ainda mais o jogador. - Colisão Que Não Colide e Bugs Que Te Destroem: Ah, a velha e boa colisão fantasma! Você atira num inimigo e nada acontece. O inimigo te encosta e você perde vida. Mas o pior eram os bugs. Superman atravessando paredes, inimigos surgindo do nada em cima de você, itens que não podiam ser pegos. Era um festival de falhas que transformava o jogo numa experiência de tortura psicológica, onde você nunca sabia se estava morrendo por erro seu ou por um bug do game. - Repetitividade Extrema: A missão principal do jogo era voar pela cidade, encontrar bombas, desativá-las e, ocasionalmente, lutar contra uns vilões genéricos. E era SÓ ISSO. As fases eram basicamente a mesma coisa com uma ligeira mudança de cenário (ou nem isso). Não havia variedade de objetivos, de inimigos, de power-ups. A experiência se tornava monótona em questão de minutos, fazendo você desejar que o General Zod aparecesse só para dar uma variada na rotina. - Dificuldade Injusta: A dificuldade não vinha de desafios inteligentes ou inimigos bem projetados, mas sim dos controles ruins, dos bugs e da mecânica quebrada. Era frustrante morrer não por falta de habilidade, mas porque o jogo simplesmente não colaborava. Era como jogar contra um cheater que você não podia denunciar. Quem Teve a Ideia? Conhecendo os Culpados (e o Lançamento)
Superman: The Man of Steel foi lançado em 1989 e desenvolvido pela Tynesoft, uma empresa britânica que já tinha uma reputação… digamos, duvidosa, por jogos de qualidade inconsistente. A distribuição foi feita pela própria Tynesoft, o que talvez explique a falta de um controle de qualidade mais rigoroso. Ele não foi exclusivo do MS-DOS, tendo versões para Amiga, Atari ST e Commodore 64, e em todas elas, a recepção foi, para dizer o mínimo, morna – quando não abertamente negativa.
A crítica da época não perdoou, e os jogadores… bem, os jogadores guardam as cicatrizes até hoje. As notas eram baixíssimas, com revistas especializadas detonando os gráficos, os controles e a falta de diversão. Basicamente, foi um tremendo fracasso comercial e de crítica, entrando para a galeria dos “jogos que ninguém deveria ter jogado”.
A História (ou o Que Sobra Dela) do Jogo
A premissa do jogo é até que clássica: Lex Luthor, o arqui-inimigo de Superman, está aprontando das suas em Metropolis. Desta vez, ele espalhou bombas pela cidade e sequestrou alguns cidadãos inocentes (Lois Lane inclusa, claro!). Cabe ao Superman voar pela cidade, desativar os explosivos, resgatar os reféns e, finalmente, confrontar Luthor. Simples, né? Em teoria. Na prática, era uma bagunça.
O jogo não tem uma narrativa profunda, o que era comum para a época. O foco era na ação repetitiva. Você começa com o Superman voando sobre Metropolis. Não há cutscenes elaboradas ou diálogos, apenas um texto inicial que mal explica o que está rolando. O objetivo é completar uma série de tarefas espalhadas pelas “fases” que, como já disse, eram mais ou menos a mesma coisa. O jogo possui cerca de 10 “fases” ou “níveis” que progridem em dificuldade, mas a variação de gameplay é quase nula.
O Superman é o único personagem jogável. Não há outros heróis para controlar, nem sequer uma variação de roupas. É o bom e velho Homem de Aço em seu uniforme clássico, mas com superpoderes que parecem estar de férias. Seu objetivo em cada fase é basicamente o mesmo: localizar e desarmar bombas e, às vezes, resgatar civis. E claro, voar por aí de forma desajeitada.
Inimigos: A Galeria de Vilões Genéricos
Se você esperava uma galeria de vilões icônicos do universo do Superman, pode tirar o cavalinho da chuva. Os inimigos de Superman: The Man of Steel MS-DOS são, em sua maioria, genéricos e totalmente esquecíveis:
- Robôs Voadores: Pequenas máquinas que atiram projéteis. Aparecem em bandos e são mais irritantes do que ameaçadores. A colisão deles é que é o perigo. - Mísseis Teleguiados: Lançados por alguma torre invisível ou pelos robôs. São lentos, mas devido aos controles ruins do Superman, às vezes era difícil desviar. - Tanques e Carros Armados: Aparecem no chão, atirando para cima. Mais como obstáculos do que inimigos de verdade. - Vilões “Chefes” (entre aspas mesmo): No final de algumas fases, você encontra um mini-chefe que, na maioria das vezes, é apenas uma versão maior e mais resistente dos robôs ou um veículo diferente. Não há estratégia envolvida, apenas mais “visão de calor” ou “soco” até ele explodir. - Lex Luthor (Chefe Final): O grande mente maligna, mas sua aparição é bem anticlimática. Ele geralmente está dentro de alguma instalação ou dirigindo um veículo blindado. A luta é tão sem graça quanto o resto do jogo, resumindo-se a desviar de alguns tiros e acertá-lo repetidamente. Nada de embates épicos ou desafios de intelecto, como esperaríamos de um confronto com Luthor.
A falta de carisma dos inimigos contribuía para a monotonia. Não havia um senso de perigo real ou de enfrentamento de ameaças significativas. Era tudo muito… genérico.
A Mecânica do Jogo: Voando, Batendo e Chorando
Ah, a mecânica! É aqui que o bicho pega de verdade. O jogo tenta simular a experiência de ser o Superman, mas falha miseravelmente em quase todos os aspectos:
- Voar: A movimentação principal é o voo. Você controla o Superman com as setas do teclado. O problema é a inércia exagerada e a dificuldade de fazer curvas precisas. É como se o Superman estivesse sempre voando em círculos amplos e demorasse uma eternidade para mudar de direção. A física parecia que foi desenvolvida em um dia chuvoso de segunda-feira. - Ataques: Superman tem sua icônica visão de calor e um soco super-poderoso. - A visão de calor era um feixe de projéteis lentos e fracos que mal acertavam os inimigos. - O soco era um ataque de curto alcance, quase inútil, já que se aproximar dos inimigos era um risco devido à colisão bugada. Para usá-lo, você tinha que praticamente beijar o adversário. - Poderes e Habilidades: Além de voar e dos ataques básicos, o Superman podia levantar objetos (como bombas ou civis) e soltar o sopro congelante (que raramente tinha utilidade prática). Não há um sistema de upgrades ou power-ups no jogo. Você começa com todas as suas habilidades e termina com elas, sem qualquer senso de progressão ou de se tornar mais poderoso. Você não encontra kryptonita verde para te dar poderes temporários ou power-ups para aumentar sua velocidade ou força. - Interação com o Cenário: O cenário é estático e pouco interativo. Os edifícios são apenas barreiras. Algumas plataformas e áreas específicas são importantes para desativar bombas ou encontrar reféns, mas a navegação era um tormento. - Itens: Basicamente, há apenas um tipo de item: as bombas de Lex Luthor, que você deve desativar. Não há itens de cura, escudos ou qualquer outra coisa que tornasse a jogabilidade mais dinâmica ou menos frustrante.
A mecânica era tão básica e mal implementada que parecia mais uma demo inacabada do que um jogo completo. A liberdade de ser o Superman era sufocada pelos controles e pela falta de polimento.
Curiosidades Bizonhas e o Fracasso Épico
Um jogo como Superman: The Man of Steel MS-DOS não poderia deixar de ter suas peculiaridades. A maior curiosidade é a existência do próprio jogo! Como um título com um personagem tão famoso pôde ser lançado em tal estado? A licença do Superman era cara, e a Tynesoft parecia ter investido tudo na licença, esquecendo-se do desenvolvimento em si.
- A “Capa” Enganosa: A arte da caixa era bem legal, um Superman musculoso e heróico, prometendo uma aventura épica. A realidade dentro do cartucho (ou disquete, no caso do MS-DOS) era um balde de água fria. A capa era a melhor parte do jogo, sem brincadeira! - A Ausência de Trilha Sonora Memorável: A música era genérica e repetitiva, sem a grandiosidade que o tema do Superman merece. Os efeitos sonoros eram básicos, como ‘pew-pew’ para os tiros e um 'thud’ para colisões. - O “Desafio” de Zerar: Muitos jogadores da época desistiram do jogo não por sua dificuldade legítima, mas pela frustração dos controles e bugs. Zerar este jogo era mais um feito de perseverança masoquista do que de habilidade. Aqueles que o fizeram provavelmente contam a história em torno da fogueira para seus netos gamers. - A Lenda Urbana da Tynesoft: A Tynesoft ficou conhecida por pegar licenças grandes (como Superman, Transformers, The A-Team) e entregar jogos de qualidade questionável. Era quase uma piada interna entre os gamers da época: “Ah, é da Tynesoft? Melhor correr!”.
🚨 SPOILER ALERT! O Final Desvendado! 🚨
Para quem não teve a paciência (ou a coragem) de zerar essa belezinha, prepare-se para o grand finale. Depois de desativar as mil bombas de Luthor, resgatar todos os reféns e enfrentar alguns robôs e veículos que pareciam ter saído de um ferro-velho, o Superman finalmente chega à base secreta do Lex Luthor. A fase final é um confronto direto com o vilão.
A batalha com Lex Luthor é… decepcionante, para variar. Geralmente, ele está dentro de um robô gigante ou em uma sala controlando alguma máquina. O Superman precisa usar sua visão de calor e seus socos (se conseguir se aproximar o suficiente) para destruir a engenhoca de Luthor. Não espere um duelo de inteligência ou um confronto físico espetacular.
Uma vez que Luthor é derrotado (o que geralmente significa sua máquina explodindo), o jogo simplesmente exibe uma tela de “Parabéns, você salvou Metropolis!” ou algo similar, com uma pequena mensagem de texto celebrando a vitória do Superman. Não há grandes cutscenes, animações ou um encerramento emocionante. A tela final, muitas vezes acompanhada por uma música simples de “vitória”, é tão anticlimática quanto a jornada inteira. Lois Lane é resgatada, a cidade está segura e o Superman volta a voar… para longe deste jogo, provavelmente. Não há finais alternativos; a história é uma linha reta para esta conclusão singela e sem brilho. Para o jogador que se esforçou tanto, é quase um “obrigado, agora pode desligar o computador”.
Um Veredito Final (e Bem-Humorado)
Então, meus amigos, o que podemos tirar dessa jornada nostálgica por Superman: The Man of Steel MS-DOS? Que nem todo herói é bem representado no mundo dos games, e que às vezes, a memória afetiva nos faz rir das tragédias do passado. Este jogo é um clássico… do fracasso! Uma peça de museu para mostrar como NÃO se faz um jogo de super-herói.
Ele nos lembra que, mesmo com um personagem icônico como o Superman, sem um bom desenvolvimento, controles decentes e um pouco de carinho, o resultado pode ser um produto que testará a paciência até do mais devoto dos fãs. Mas, ei, pelo menos rendeu uma boa história para contar, não é mesmo? E para quem quiser ver a versão “melhorada” deste pesadelo, saiba que ele também foi lançado em outras plataformas como Amiga, Atari ST e Commodore 64, onde as versões, embora também problemáticas, tendiam a ser ligeiramente menos brutais que a do MS-DOS.
Pixel Nostalgia Relembrando o melhor da era 8 e 16 bits — um byte de cada vez.
Capcom vs. SNK 2 Misc. SNK-side art By Nishimura Kinu
Capcom vs. SNK 2: Mark of the Millennium 2001 (2001) Capcom
Full collection HERE
愛の戦士レインボーマン (Warrior of Love Rainbowman) illustrated by Tatsuji Kajita
Trivia: Tatsuji Kajita (1936-2011) was a Japanese painter, illustrator and mangaka. He moved Tokyo in 1959 to became a professional artist; his career started copying works from illustrators like Shigeru Komatsuzaki. Kajita became known for his model kits box art, posters, and other commercial art.
Collage art by mercurius.jpg

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Kyoko Mizuki’s キャンディ・キャンディ Candy Candy illustrated by Yumiko Igarashi
巨神ゴーグ Giant Gorg illustrated by 安彦 良和 Yoshikazu Yasuhiko
Akita Shoten's マイアニメ (My anime) Arcadia of My Youth special issue
by zoesan_155 // original post
art republished with artist’s permission // not allowed for AI training
ぽっぷるメイル

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
On vacation—back soon.
Collage art by mercurius.jpg
アニメ研究誌 エスカリアAnime Research Journal Escaria (or Esukaria), vol.11 - Cutie Honey special. July 1980

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming