Sexo na 3° idade
Além de tantos assuntos e dúvidas que surgem no sexo, um dos mais curiosos é se os idosos fazem sexo, se eles possuem uma vida sexual ativa e como funciona. No sexo de hoje em dia tudo tem seu momento, já não é mais vergonhoso deixar aquela dúvida que você tem escondida de lado. A maior parte dos seres humanos fazem sexo, se relacionam sexualmente. E não tem uma idade pra isso, claro que existe o momento exato de começar, mas não existe o certo pra terminar. É assim pra quem pensa que o sexo não tem hora, lugar e muito menos idade pra terminar. A terapeuta Maria Eduarda Lopes diz o seguinte “Apesar das mudanças sociais , da alteração da fisiologia corporal e a ocorrência de doenças interferirem na sexualidade dos idosos, eles são capazes de usufruir de uma vida sexual satisfatória, até porque o conceito de sexualidade vai além do coito penetrativo, vai além da genitalidade, sendo estendida a trocas de afetos e a cumplicidade” explicou.
Apesar dos problemas causados pela velhice, isso não os impedem de viver o momento do sexo. Claro, que existem preconceitos sobre esse momento da vida no ato dos idosos, uma forma meio de uma visão estereotipada sobre isso. É como se os idosos não pudessem viver esse lado da vida que é o prazer da vida sexual, assim também como fazer novos cursos, viajar, se renovar. Mas o grande fato é que eles são pessoas que sentem prazer, sentem atração de viver aquilo, e que o preconceito não significa nada perante isso. Consequentemente, o sexo na terceira idade só depende do desejo. As pessoas não se sentem preparadas ou confortáveis ao falar de sexo para os idosos, aos que são da área da saúde principalmente, pois são os que tem mais conhecimento e são pessoas certas para conversarem sobre o assunto ressaltado. A proteção na hora de praticar o sexo é essencial e deve ser relembrada, pois, os mais velhos não viveram nessa época em que a camisinha é bastante precisa. A velhice evoluiu tanto que ela é aprova viva de como viver a vida. E vale ressaltar alguns lembretes que a terapeuta destacou, que são:
Não há limite de idade para a prática de comportamento sexual.
Existem variações individuais e não existe um senso comum a respeito do sexo.
Leva-se em consideração as alterações fisiológicas no processo de envelhecimento, além das alterações patológicas causadas por diferentes doenças e pelos efeitos colaterais de seus tratamentos.
Namorar é para sempre, essa é a regra de ouro da “velha guarda” de brasileiros que não tem vergonha de afirmar que sexo também é gostoso no auge da idade quanto na flor da juventude. E que isso nos ensina que o sexo pode ser praticado, gostado, admirado pelo prazer e que ele não impõe limites do desejo do outro, claro que com muita segurança e conscientização interna e externa.















