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@pd-wenhao
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you are kind of bearable, princess ( @pd-madson ).
yuraâ:
       âą| â± âż estava jĂĄ deitada, nĂŁo pronta para dormir, contudo, sabia que o sono possivelmente nĂŁo demoraria. a canadense jĂĄ nĂŁo tinha tantas preocupaçÔes circundando sua mente, que nĂŁo as que sempre possuĂra ao longo dos anos, sentia-se quase bem. contudo, remexia-se, ainda sem sono, acabou por se sentar no sofĂĄ o qual dormia, talvez possuĂsse fome, miyamoto estava incerta quanto a isso, e cogitava se deveria ou nĂŁo. por fim, decidiu que sim, iria comer. apenas esperava nĂŁo demorar muito para fazer um lanche, e, com isso, ela levantou-se do sofĂĄ, rumando para a cozinha quando seu olhar foi de encontro com o melhor amigo, e sua voz quase a quebrou. yura parou de andar de imediato, aproximando-se do sofĂĄ do chinĂȘs, ajoelhando-se ao seu lado. â âââ nĂŁo vou a lugar nenhum, oppa. ââ sussurrou ao zheng, buscando sua mĂŁo para segurĂĄ-la. â âââ dĂȘ-me um pouco espaço, sim? ââ pediu-lhe com doçura, para que pudesse se sentar no sofĂĄ e fazer com que o amigo deitasse em seu colo. Ⱐ|âąÂ
o chinĂȘs sorriu nervoso ao observar yura mudar seu rumo para si, deixando que o ar se esvaĂsse por seus lĂĄbios partidos vagarosamente enquanto tentava tirar os nĂłs de sua garganta e esquecer tudo aquilo que o deixava tĂŁo partido ao meio. moveu a cabeça de modo a concordar com a mais nova assim que a ouviu, deixando que a mĂŁo trĂȘmula fosse tocada por ela. ââ estava indo fazer algo importante? ââ perguntou em um tom ameno e baixo, erguendo o corpo do sofĂĄ para que ela se sentasse - no entanto, nĂŁo dando sequer um segundo para ela decidir o que fazer, deixando a cabeça descansar no colo dela. para si parecia esar 70kg apenas com seus pensamentos, mas reconhecia a ideia de que talvez para yura sĂł custasse uma carĂcia para acalmĂĄ-lo pelo resto da noite. era a mĂĄgica dela. ââ se precisar ir, tudo bem... ââ nĂŁo era exatamente verdade, mas a entenderia, de qualquer forma. sĂł queria tĂȘ-la junto de si naquele momento tĂŁo delicado. nĂŁo podia dizer para ela que pensava em desistir, queria parecer tĂŁo mais forte do que realmente era...
sooyun·:
           ââ   ⳠParou diante da intensidade das palavras proferidas pelo outro. NĂŁo estava acostumada a tal situação, entĂŁo simplesmente se viu parada. Largou os chospsticks na bancada e levou as mĂŁos atĂ© o rosto, notando pela primeira vez que tremia. Havia arruinado tudo como imaginado, fechou os olhos e respirou fundo, precisava se sentar. Sooyun desligou a panela de arroz, mesmo que a comida estivesse longe de estar pronta e sentou-se ao chĂŁo, as costas encontrando a bancada. Sabia nĂŁo estar escondida das cĂąmeras, mas desejava sumir completamente, entĂŁo agiu mais por impulso. Contudo nĂŁo queria chorar. âDesculpa.â, voltou a dizer e agora se referia a tudo. Segurava os joelhos, mantendo as pernas perto do tronco e o queixo repousado nas mesmas. âSĂł desculpa, eu devia ter perguntado.â, sua voz era baixa e olhava fixamente para o chĂŁo, o corpo tremia levemente. Depois da conversa com Yura, achava que talvez nĂŁo ficaria tĂŁo nervosa para essa, mas estivera enganada. âEu nĂŁo queria que parasse de falar comigo, oppa, mas eu nĂŁo sabia como dizer isso. Sei que vocĂȘ e Yura me conhecem melhor que eu mesma mas sei que minha cabeça Ă© confusa, queria que nĂŁo fosse.â, deu de ombros e suspirou, pronta para desculpar-se mais uma vez, mas conseguiu nĂŁo o fazer.
o desespero se instalou no corpo de wenhao assim que viu o corpo da mais nova ir para o chĂŁo, prendendo o lĂĄbio inferior por dentre seus dentes pontudos e apertando com força enquanto tentava nĂŁo agir por impulso, mas o fez de qualquer forma. largou qualquer coisa para trĂĄs - incluindo os prĂłprios pensamentos - ao ir para o chĂŁo logo apĂłs a garota, a envolvendo em seus braços com firmeza, como se aquela ação por si sĂł pudesse cessar alguma dor ou dĂșvida. quanto mais tentava nĂŁo agir daquele jeito em frente as cĂąmeras, mais o fazia. era desesperador, mas nĂŁo podia deixar a mais nova de seu trio naquela situação. ââ soo... me desculpa, eu nĂŁo deveria ter sido tĂŁo duro com vocĂȘ ââ murmurou culpado, apoiando o queixo no topo da cabeça da coreana enquanto fechava os olhos, descansando as pĂĄlpebras numa tentativa de nĂŁo deixar as lĂĄgrimas teimosas atingirem suas bochechas e mostrar um lado seu tĂŁo vulnerĂĄvel. sentia-se culpado em deixĂĄ-la daquela forma, era inaceitĂĄvel de sua parte. ââ nĂŁo Ă© sua culpa. nada disso Ă© sua culpa. nem de ninguĂ©m, pelo amor de deus...Â
madson·:
     um biquinho completamente nĂŁo ensaiado se formou nos lĂĄbios da mestiça assim que as palavras do rapaz preencheram o caminho que percorriam, inevitavelmente lado a lado; ainda nĂŁo havia se acostumado com as reaçÔes imprevisĂveis que wenhao a causava. estava mesmo habituada a ter um personagem, um script a seguir, mas este parecia desmoronar a cada nova pessoa que ela conhecia e se aproximava, em especial o chinĂȘs. nĂŁo estava nem minimamente incomodada com a presença do garoto, mas ainda tinha que manter a pose durona pelo menos por mais alguns minutos. âquem disse que minha cara estĂĄ emburrada?â nem precisava olhar-se no espelho para saber que era completamente verdade, mas rebater as coisas que o mais alto falava era um hobby. estava pronta para lhe dar outro pescotapa quando sua mente acendeu-se rapidamente, lembrando-se do ranking quando este foi citado. ââŠah. acho que tenho que te agradecer por isso, nĂŁo?â por deus, como se agradecia pessoas? madson realmente nĂŁo sabia como ser um ser humano normal? âposso te pagar um almoço.â sabia que o zheng nĂŁo tinha nenhum problema em cobrir as prĂłprias despesas, assim como ela, mas aquele era o seu modo torto de demonstrar gratidĂŁo pelos esforços e paciĂȘncia do dançarino. eles eram um Ăłtimo duo mesmo.
ââ eu disse, porque jĂĄ conheço quando sua cara estĂĄ emburrada e essa definitivamente Ă© uma falsa cara emburrada ââ brincou, sempre feliz demais em provocar a outra dançarina, nĂŁo tendo sequer vergonha de deixar isso bem claro. quase parou de caminhar quando a ouviu, movendo a cabeça negativamente vĂĄrias vezes ao ouvi-la, completamente contra a ideia de levar sequer metade dos crĂ©ditos da posição no ranking em que a garota havia ficado. estava pronto para falar sobre o assunto quando recebeu a oferta de madson, e embora quisesse rir, seu cĂ©rebro maquinou a ideia dela... talvez fosse assim que era agradecer para ela. embora nĂŁo precisasse, wenhao sorriu; largo, feliz por estar vendo a mudança que ela tomava sozinha. ââ vocĂȘ nĂŁo precisou de mim em momento algum, pare de ser boba, terceiro lugar ââ riu baixo, imitando a maneira que ela o havia chamado no primeiro dia em que passaram um tempo juntos.

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closing wounds.
yura·:
       âą| â± âż no findar do dia, a verdade Ă© que havia sido feita uma tempestade num copo dâĂĄgua, os trĂȘs amigos permitiram-se afastar sem que uma conversa honesta fosse realizada, tendo suas prĂłprias visĂ”es da noite, e pensamentos sobre o que teria ou nĂŁo ocasionado, e evitar uns aos outros havia tornado tudo apenas pior. talvez o tapa na cara que havia dado deveria ter vindo para si mesma, apĂłs todas as burradas cometidas. contudo, estava deveras aliviada em saber que ela e wenhao ficariam bem.
        houve um momento de incredulidade da parte da mais nova ao ser chamada de doida, afinal, tensa como estava, pegou-lhe desprevenida. yura piscou uma, duas vezes de forma lenta, as engrenagens em seu cĂ©rebro levando um tempo para processar todas as informaçÔes que o mais velho estava lhe passando. os olhos arregalaram-se por um instante, os lĂĄbios abriram-se em um grande âoâ, e a canadense acabou por cobrir a boca com ambas as mĂŁos. inclinou-se mais para perto do rapaz, para que assim pudesse perguntar-lhe, baixo. â âââ vocĂȘ gostou. ââ porĂ©m, nĂŁo foi uma pergunta. e sĂł havia o choque em sua voz.
         um sorriso tomou conta dos lĂĄbios da menor, feliz em poder sentir o abraço do melhor amigo mais uma vez. soltou as prĂłprias pernas, envolvendo-o em seus braços e acomodando-se, deitando o rosto em seu ombro. â âââ eu tambĂ©m nĂŁo quero. ââ confessou num sussurro, fechando os olhos com força. respirou fundo, sentiu o perfume do melhor amigo. lar. era isso que sooyun e wenhao eram para si. â âââ fiquei me martirizando por isso. achei que iria perdĂȘ-los. para sempre. âââ° |âąÂ
foi quase que impossĂvel para o chinĂȘs segurar o riso baixo ao tĂȘ-la tĂŁo chocada diante das informaçÔes recebidas, cerrando os olhos ao passo que a garota aproximava-se de si - e nĂŁo precisou de muito para perceber que aquilo nĂŁo era uma pergunta, e sim uma afirmação confusa. mas longe de ser uma pergunta. nĂŁo se importava, na verdade. apesar de toda a parte do susto por tudo aquilo ter acontecido, nĂŁo havia algo que realmente o havia incomodado alĂ©m da ideia conturbada de perder as melhores amigas por algo tĂŁo carnal, que nem havia se findado de fato. nĂŁo se passava de uma brincadeira, um jogo, sabia daquilo e esperava que elas tambĂ©m. embora as reaçÔes de seu corpo houvessem sido reais, ainda assim era algo aleatĂłrio demais para ser colocado acima de tantos anos de convivĂȘncia. ââ nĂŁo entendi a surpresa. ââ podemos ficar assim algumas horas? eu senti sua falta ââ sussurrou de modo que sĂł ela ouvisse assim que foi abraçado, mantendo o corpo prĂłximo ao dela enquanto os dĂgitos dedilhavam a cintura da japonesa com carinho, querendo deixĂĄ-la confortĂĄvel consigo outra vez, como nunca deveria ter deixado de ser. riu baixo, a rouquidĂŁo em sua voz demonstrando aos poucos como estava tentando ser forte para manter aquela situação controlada, mas tambĂ©m estava pertĂssimo de um choro de nervosismo. ââ nĂŁo existe chance, entendeu? nĂŁo existe a ideia de nĂŁo existirmos nĂłs trĂȘs juntos. seremos sempre nĂłs.
minkyu·:
       Numa situação mais normal, Minkyu teria se levantado num pulo para confrontar o colega por nĂŁo olhar por onde anda. Entretanto nem mesmo o infortĂșnio de levar um chute foi capaz de tirĂĄ-lo de sua imersĂŁo. Olhou para cima com a expressĂŁo sofrida e engoliu um soluço, mas as lĂĄgrimas continuaram vindo. Me ajuda, pensou sem proferir nenhuma palavra. NĂŁo sabia o certo que tipo de ajuda queria, sĂł queria que aquela angĂșstia acabasse. âOs pais dela morreram.â Respondeu com a voz embargada. âE o irmĂŁozinho nĂŁo vai sobreviver⊠NĂŁo Ă© justoâŠâ
os olhos preocupados encaravam minkyu de maneira direta, e afim de nĂŁo ridicularizar o que ele sentia em relação ao seu livro, decidiu sentar-se ao lado dele e ouvi-lo - jĂĄ havia tido aquele momento... de se abalar intensamente por algo fictĂcio e ser julgado ferozmente por isso, entĂŁo decidiu ser alguĂ©m que, acima de tudo, o ouvia. ââ Ă© realmente triste... e injusto, eu imagino ââ sustentou um biquinho nos lĂĄbios, batendo um dos ombros contra o alheio levemente. ââ qual o nome do livro? me conte mais sobre, aĂ eu posso, tipo
     âeu sou uma inĂștil, Ă© isso que eu sou.â resmungava em frente ao espelho, rindo enquanto falava; um riso de nervoso, desespero. nĂŁo tinha como estar bem humorada naquelas condiçÔes. o algodĂŁo na canhota fazia o trabalho porco de retirar um pouco da base em seu rosto, mas era insuficiente para tirar todas aquelas camadas que ela havia feito durante a manhĂŁ, antes de resolver ferrar seu pulso. perfeito, agora teria que andar todos os dias com a cara lavada por nĂŁo ter o mĂnimo de condiçÔes de se arrumar. ao menos tinha o chinĂȘs nĂŁo tĂŁo irritante ali ao lado para lhe ajudar. havia deixado a porta do banheiro escancarada porĂ©m, para evitar burburinhos. jĂĄ podia imaginar as barbaridades que os assinantes do payperview falavam sobre os supostos casais ali, e nĂŁo queria atrair atenção negativa para @pd-wenhao. ela? jĂĄ era mal falada o suficiente. âserĂĄ que vocĂȘ, por favor pode me ajudar com isso?â sua expressĂŁo de desespero misturada Ă tentativa falha de sorrir gentilmente criou um pĂ©ssimo mix que deixou seu semblante ainda mais irritadiço.
nĂŁo conseguia evitar de estar sempre ao redor de madson, era meio que sua coisa. embora quisesse rir da expressĂŁo irritadiça da garota, mantinha-se em silĂȘncio em respeito - jĂĄ que ela estava machucada, e a situação era resultado deste ferimento. ergueu as sobrancelhas assim que ela o pediu ajuda, sabendo o quĂŁo difĂcil a coisa deveria estar para que a prĂłpria senhora autossuficiente o pedisse ajuda. desencostou-se do batente da porta prontamente, pegando o aldodĂŁo da mĂŁo dela e murmurando um "com licença" ao segurĂĄ-la pelo queixo com delicadeza, esperando que ela fechasse os olhos para que finalmente começasse a retirar todas as camadas do que ela usava, tentando seu mĂĄximo para nĂŁo ser tĂŁo bruto com a mĂŁo pesada - e atĂ© achava que estava fazendo um bom trabalho. ââ pelo menos seu rosto vai descansar por um tempo, pense pelo lado bom! ââ riu baixo, erguendo a abaixando a face dela enquanto tentava acabar com todo resquĂcio de maquiagem ali.
come and play a hunger games simulator with @pd-sooyun, @pd-yura & me.
sooyun era uma das pessoas mais divertidas que conhecia, entĂŁo em meio Ă sua crise total de identidade e decisĂ”es confusas, decidiu chamar ela para distrair-se consigo ao tentar cozinhar algo - de preferĂȘncia doce. lembrando-se do completo desastre que era na cozinha, wenhao decidiu que seria legal se eles fizessem um bolo de caneca, afinal, o que poderia dar errado? era cedo demais para dizer isso, com toda certeza. o chinĂȘs soube disso quando, ao tirar sua caneca do microondas, uma bolha estranha se formava ao topo; franziu o cenho, cutucando levemente com o indicador na intenção de entender o que acontecia ali, mas sĂł fez o treco praticamente explodir em sua cara, o sujando com o recheio melequento do bolo de chocolate. ââ e eu achando que nĂŁo podia ficar pior ââ riu nervoso, piscando os cĂlios sujos. ââ pega um pano pro oppa, soo ââ disse ao passo que apoiava a caneca do balcĂŁo, perguntando-se se havia algo em que era bom, mas o riso ainda era inevitĂĄvel pela cena cĂŽmica.
@pd-sooyun

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a sala estava em silĂȘncio. ele e mais dois garotos sentados no piso, olhando para o nada enquanto o tempo parecia passar devagar demais. planejava, claro, praticar mais. mas nĂŁo tinha certeza se os corpos cansados dos trĂȘs aguentariam mais uma rodada daquela coreografia tĂŁo conturbada que fazia os ossos doerem - e imagine apĂłs repeti-la tantas vezes. estava absorto demais em seus pensamentos, pulando de uma coisa para a outra com uma rapidez hiperativa - vai ver estava delirando de tanto cansaço. ââ sabe... eu teria feito um Ăłtimo papa, na minha opiniĂŁo ââ desviou o olhar para bruno e leon. ââ tipo, abençoando as pessoas e tudo mais...
@pd-leon && @pd-bruno
os dedos moviam-se contra as teclas do piano vagarosamente, tentando atingir algumas notas vocais junto de minkyu. tinha noção de que nĂŁo era, tipo, um vocal tĂŁo bom quanto aqueles que competiam para tal posição, mas nĂŁo achava que merecia uma bronca tĂŁo grande quanto a que levou naquele dia, em que sua garganta machucada nĂŁo o permitiu fazer muito no treino. parou repentinamente, respirando fundo e apoiando o braço na madeira do instrumento, direcionando o olhar tristonho para o amigo. ââ eu posso nĂŁo ser o melhor... mas pelo menos eu nĂŁo sou o pior! eu acho... ââ tentou encorajar-se, mas logo olhou preocupado para seu fellow rapper. ââ ou serĂĄ que somos pĂ©ssimos?
@pd-minkyu
estava em silĂȘncio, a cabeça de dongmin descansando em seu peito e sua perna por cima da dele enquanto tentava pensar em algo legal para produzir, ou para escrever, ou qualquer coisa que fosse tirĂĄ-los do tĂ©dio pĂłs-prĂĄtica, jĂĄ que agora nĂŁo tinham mais como ouvir mĂșsica ou ver televisĂŁo como antes. toda sua atenção estava voltada em fazer um carinho lento do cabelo do maior e rir baixinho vez ou outra por ele ser muito pesado para estar por cima de si daquela forma. encolheu os ombros em um susto leve ao ver um bichinho deveras gosmento se escorregando pelos fios do rapaz, franzindo o cenho enquanto tentava descobrir o que era. ââ dongsaeng... tem uma coisa estranha no seu cabelo.
@pd-dongmin
havia certo pĂąnico nos olhos de wenhao. a insegurança que havia o abatido naquela semana aparecia vez ou outra durante a madrugada, quando tudo estava silencioso e nĂŁo conseguia ouvir mais que ressonares baixos e seu prĂłprio coração - era normalmente quando sua cabeça começava a ser mais alta que tudo. em meio aos desesperos, aos "sims" e aos "nĂŁos", tudo o indicava que a desistĂȘncia era o melhor caminho. provavelmente ainda nĂŁo havia o feito por ser covarde. sentia como se fosse explodir, entĂŁo ergueu a cabeça para ver a amiga sentada no sofĂĄ ao lado do que estava. nĂŁo sabia como abordar o assunto, talvez ela soubesse como ele estava, mas nĂŁo queria arriscar. pretendia ficar em silĂȘncio, mas quando notou que yura estava levantando para sair, a olhou - as olheiras visĂveis, os lĂĄbios feridos pelas mordidas frequentes. ââ vocĂȘ pode ficar aqui agora? eu nĂŁo quero ficar sozinho ââ sussurrou, a voz soando tĂŁo quebrada quanto ele estava.
@pd-yuraâ
     SOOYUHAO ACCORDING TO FANFICTION ONLY.                       BELIEVE IT OR NOT.Â
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starter call!!
âą press (1):Â âeu teria feito um Ăłtimo papa, na minha opiniĂŁo.â (bruno & leon) âą press (2):Â âvocĂȘ pode ficar aqui agora? eu nĂŁo quero ficar sozinho.â (yura) âą press (3):Â âtem uma coisa estranha no seu cabelo...â (dongmin) âą press (4):Â âeu posso nĂŁo ser o melhor... mas pelo menos nĂŁo sou o pior! eu acho...â (minkyu) âą press (5):Â âe eu achando que nĂŁo podia ficar pior.â
@pd-madson.