Cinematic Black and White world by Henri Prestes
AnasAbdin
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Cosimo Galluzzi

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祝日 / Permanent Vacation

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@ohdomeafavour
Cinematic Black and White world by Henri Prestes

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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kristen stewart, 2019.
June Palmer, 1960's
I love tattoos
30 Sapphic Movies You Have to Watch or You're NOT Gay
I do make the rules
1. I Care a Lot
2. Fear Street Trilogy
3. Everything Everywhere All at Once
4. Crush
5. The Favourite
6. Carol
7. Fingersmith BBC
8. My First Summer
9. Girl Picture
10. The Miseducation of Cameron Post
11. The Prom
12. Fucking Amal
13. Booksmart
14. Happiest Season
15. Love Classified
16. Portrait of a Lady on Fire
17. The Handmaiden
18. The Half of It
19. The World to Come
20. The Mitchells VS the Machines
21. Thelma
22. Besties
24. Ammonite
25. Imagine me and You
26. The New Mutants
27. Disobedience
28. Under the Christmas Tree
29. I can't Think Straight
30. Ek Ladki Ko Dekha Toh Aisa Laga (How I felt when I saw that girl)

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2.19 the grandfather Blair Waldorf looks part 1,
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Eram quase duas da manhã e eu já estava de saco cheio daquela casa noturna, quase sóbria e morrendo de sono minha unica vontade era de ir pra embora, mas graças ao meu amigo Richard fui obrigada a ficar naquele buraco infestado de garotos gays e suas amigas héteros. A quantidade de foras que eu tomei naquela noite não podem ser contados nos dedos, até que eu a vi. O cabelo curto cacheado, ajeitando o óculos hora ou outra enquanto dançava de um jeito engraçado no auge do seu 1,75 segurando um copo pela metade de algo que me parecia ser catuaba. Reuni o resto de coragem com a pouca embriaguez que me sobrava depois daquela noite massante e fui até ela, toquei seu ombro e fiquei na ponta dos pés, enlacei meus braços em torno do seu pescoço e perguntei “quais as chances de eu conseguir um beijo seu?” ela deslizou os lábios até os meus e, não sei como acabamos encostadas numa parede, num canto escuro da pista de dança. Entre beijos e meios sorrisos ela deslizava as mãos por baixo da minha blusa enquanto eu pressionava o meu corpo contra o dela o máximo que as leis da física me permitiam. Senti cada parte de mim arder por aquela desconhecida e quando não pude mais me conter levei-a pra fora dali. Entramos num desses quartos de motéis baratos que infestam a rua augusta com somente uma coisa em mente: saciar nossas vontades, fui jogada na cama e despida vorazmente, sentia o desejo emanando dos beijos que ela distribuía pelo meu corpo, beijou-me lentamente o pescoço, o colo, os ombros. Mordiscou e chupou meus seios, descendo com a língua pela minha barriga até chegar em minhas coxas onde brincou desenhando círculos que a levariam até minha boceta encharcada de tesão. Quando senti sua língua em meu clítoris fui incapaz de conter um gemido, instantaneamente senti suas mãos apertando minhas coxas. Enquanto eu enroscava meus dedos em seu cabelo ela me chupava com vontade num ritmo rápido que me arrancava suspiros entrecortados e a cada lambida sentia que o orgasmo se aproximava até que abruptamente senti que o ato fora interrompido, fui surpreendida quando sua boca encontrou a minha e pude sentir meu gosto em seus lábios enquanto ela lentamente me penetrava com seus dedos terminando o que havia começado. Cravei minhas unhas em suas costas, me deliciando com o vai e vem dentro de mim. Gozei de olhos fechados e quando os abri, ela me fitava de forma intensa enquanto degustava os próprios dedos. Cansada mas decidida a mostrar para ela do que era capaz, puxei-a para um beijo que deixava claro que aquilo ainda não havia terminado. Coloquei-a sentada em meu colo e distribui beijos e mordidas em seu pescoço e senti suas mãos em volta do meu, apertando-o o suficiente para aumentar ainda mais meu desejo por ela. Deslizei meu corpo por entre suas pernas ate que minha boca chegasse ao seu ventre, demorei por ali, provocando-a o quanto pude, até que suas mãos empurraram-me mais pra baixo. Sentada em meu rosto, ela rebolava avidamente em minha boca enquanto eu a segurava com firmeza pelos quadris. Através do espelho no teto, pude ver suas mãos segurando a cabeceira da cama em busca de equilíbrio, sua cabeça jogada pra trás de olhos fechados e boca entreaberta. Seus gemidos ecoavam pelo quarto mal iluminado. O ritmo aumentava a cada minuto e com um suspiro ela chegou ao ápice, provei cada gota que dela escorria e um minuto depois ela desabou ao meu lado. Naquela noite, entre histórias, risadas e orgasmos, após esgotarmos nossas energias ela adormeceu em meus braços enquanto eu brincava com os cachos bagunçados.
The last thing I remember is our bodies grinding on the club. (via ohdomeafavour)
Acordei num sobre-salto com o som do celular vibrando. Estendi o braço e peguei-o na mesinha de cabeceira, olhei o nome que aparecia na tela, olhei a hora. Me perguntei se deveria atender aquela ligação. Deslizei o dedo pela tela e encostei o fone no ouvido, do outro lado da linha ouvi uma respiração áspera e descompassada. “Não desliga, eu preciso de você. Por favor.” Ela parecia desesperada. Sentei-me na cama e perguntei o que havia, a voz sonolenta soou esquisita aos meus ouvidos. “Eu preciso de você, vem pra cá. Eu preciso de você.” Joguei um moletom qualquer por cima da blusa que usava, peguei a chave do carro e sai corredor afora, dirigi pelas ruas vazias até avistar ao longe a entrada do prédio. Estacionei o carro e cumprimentei meu velho conhecido Carlos com quem há muito tempo não falava sobre o resultado dos clássicos de domingo. Ele abriu o portão e me disse que ela já tinha avisado que eu estava a caminho. Entrei no elevador, apertei o 13. Quando as portas fecharam e me vi sozinha naquela caixa fria de metal perguntei-me o que eu tinha na cabeça de sair de casa naquele horário por causa de uma ligação. Fui tirada de meus devaneios quando o som do elevador me avisava que havia chegado ao andar, sai e parei em frente a sua porta, fechei o punho e mais uma vez me perguntei se deveria estar ali. Dei três batidas e esperei. Nada. Levei a mão até a maçaneta e antes que pudesse alcança-la a porta se abriu. Dei de cara com um par de olhos vermelhos e inchados de tanto chorar, o cabelo desgrenhado e um sorriso feito em pedaços. Se lançou sobre mim num abraço apertado, chorou copiosamente no meu peito durante alguns minutos, se afastou e parou ao lado da porta, me convidando para entrar. Era de uma estranheza sem tamanho estar depois de tanto tempo, naquela casa onde eu havia construído tantas memórias, na qual eu não pisava há cerca de oito ou nove meses. Tudo estava exatamente igual, os quadros nas paredes, os papéis espalhados e os cigarros meio fumados que pendiam aqui e ali nos cinzeiros. Sentei no sofá e observei enquanto ela desaparecia na cozinha. Voltou pouco depois com duas xícaras de chá, me entregou uma e sentou no espaço vazio ao meu lado. Fitei o líquido morno enquanto o silêncio constrangedor tomava conta do ambiente, nos torturando a cada segundo. “Afinal, o que houve? ” arrisquei, sendo a primeira a tentar romper aquele desconforto. Ouvi sobre as dificuldades do trabalho novo, como ela continuava a se desentender com a mãe e sobre os dias cada vez mais vazios. “Nunca pensei que seus conselhos me fariam tanta falta, nunca pensei que você me faria tanta falta” Levantei a cabeça, ela me observava com os olhos verdes penetrantes, mareados e cheios de tormentas. Uma lágrima escorreu por seu rosto, instintivamente levei meus dedos até ela. O contato de nossas peles, sutil e íntimo, provocou um arrepio que percorreu minha espinha. Senti que algo se agitava dentro de mim, algo que eu achei que não estivesse mais lá. Meus lábios encontraram os dela, ainda eram como eu me lembrava. Doces e macios. Percorri com as mãos cada curva por baixo do pijama de flanela, tirando peça por peça delicadamente. Nos despimos e ficamos por um momento abraçadas no sofá, sentindo o calor uma da outra, explorando os corpos com as pontas dos dedos. O beijo tornou-se intenso e ávido, meu corpo ansiava pelo dela. Lentamente senti que ela descia distribuindo beijos por meu pescoço, enquanto acariciava minhas coxas até chegar em meu clítoris. Massageou lentamente, minhas mãos em seu cabelo e minha respiração cada vez mais acelerada. Observava-me enquanto deslizava lentamente os dedos pra dentro de mim, molhada e excitada. Nunca estivemos tão próximas. Penetrou-me algumas vezes até que quando não pude mais me conter, empurrei sua cabeça pra baixo. Mordiscou meus mamilos de um jeito que me arrepiou por inteira. Beijou minha barriga e traçou com a ponta do nariz a trilha fina de pelos, ate encontrar minha boceta encharcada, senti sua língua em cada centímetro antes que ela começasse a me chupar com vontade, nesse momento percebi o quanto sentia falta daquilo. O ritmo rápido com o qual ela me invadia e me desmontava, aos poucos senti que o prazer me dominava e eu já não conseguia mais controlar meus pensamentos, minha respiração irregular e meus gemidos altos eram tudo o que se ouvia. Cada contração minha parecia provoca-la, em pouco tempo senti o ápice se aproximar. Gozei. Meus músculos relaxaram. Puxei-a para cima e girei nossos corpos até que eu ficasse em cima dela, beijei-a com voracidade, sentindo os vestígios do meu gosto em sua saliva, deslizei uma de minhas mãos para o seu pescoço enquanto descia a outra pela extensão do seu corpo. Cheguei ao seu clítoris. Ela sussurrou suavemente “Me fode, me fode com força”. Senti crescer em mim uma vontade incontrolável de dar a ela todo prazer do mundo. Penetrei-a com força e rapidez, me deliciei com cada gemido que ela dava, cravando as unhas com força em minhas costas. Quanto mais ela me arranhava mais prazer eu sentia em foder com ela. Enquanto eu apertava seu pescoço, sentia a cada minuto que ela se contraia mais e mais. Com um suspiro alto ela gozou em meus dedos, levou-os até sua boca e degustou o próprio sabor. Deixei que meu corpo exausto descansasse sobre o dela, com o rosto escondido na curva de seu pescoço, adormeci absorvendo seu cheiro doce. Acordei no dia seguinte sozinha no sofá, olhei ao redor em busca dela, me deparei com uma xicara de chá e um bilhete que dizia “Sai pra mudar minha vida, te vejo a noite”. E pela primeira vez em muito tempo, me senti em casa outra vez.
Sobre atitudes insanas e conexões que não se desfazem. (via ohdomeafavour)

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