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nĂŁo quero vir aqui e dizer que sumi todo esse tempo porque milhĂ”es de coisas me aconteceram e que tĂĄ tudo um completo caos e estou vivendo um dos perĂodos mais difĂceis da minha da vida, mesmo que seja exatamente isso que esteja acontecendo. na verdade, queria aparecer aqui de novo quando estivesse melhor e dizer que venci essa fase, mas nĂŁo sei quando ela vai terminar.
por isso estou aqui pra dizer que estou viva e que pretendo voltar assim que for possĂvel, porque algumas pessoas mandaram asks perguntando se estou bem. isso por si sĂł me deixou feliz, porque mesmo desparecendo sem explicaçÔes alguns de vcs ainda se importam comigo ou com o meu trabalho aqui. muito obrigada por isso.
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âEu sei muito bem que vocĂȘs ficam dizendo isso por aĂ pra conseguir o que queremâ, concluiu, dona de toda sabedoria do mundo, mastigando sua pipoca com orgulho.
âO que? Eu disse alguma mentira?â, vocĂȘ forjou uma voz ofendida, se xingando mentalmente pela sua boca gigantesca que sempre tentava parecer tĂŁo inteligente quando se sentia insegura. Matou a latinha de cerveja e se preparou para abrir outra enquanto sentia os olhos em vocĂȘ.
âDe onde vocĂȘ tirou isso?â, Haechan era o que mais ria. Aquele tipo risada que se misturava ao choro, em um pedido de misericĂłrdia, implorando pra que vocĂȘ o fizesse parar ou ele iria desmaiar.
âCaraâŠâ, Jaehyun deu um gole na garrafa, ainda tentando controlar outra gargalhada que parecia vir se ele pensasse muito sobre que vocĂȘ tinha dito.
ââTe falar um negĂłcio. Acho que Johnny âtĂĄ certo, tu tĂĄ andando com os caras erradosâŠâ
âGente! Por favor⊠Eu sou amiga de vocĂȘs hĂĄ quantos anos? NĂŁo tentem mentir pra mim!â, vocĂȘ chamou o nome da sua amiga em uma nova tentativa de socorro e ela deu ombros.
âOlha pra eles! SĂŁo um culto, eles nunca admitiriam na nossa frente!â
âA carne sempre cai do prato do veganoâŠâ, mal dava pra ouvir a voz do Johnny, mas por algum motivo todo mundo prestou atenção. Haechan proferiu um âihhhâ arrastado e começou se levantar, arrumando a calça jeans e colocando o celular no bolso.
VocĂȘ tentou nĂŁo pensar nisso, tentou nĂŁo sofrer por algo que nem tinha acontecido, âera uma piada, ele gosta de se aparecerâ era a ideia da qual vocĂȘ tentava se convencer e acima de tudo, tentava parar de pensar em Johnny Suh. SĂł que o celular dele, com aquela capinha feia de skate que ele tinha hĂĄ mil anos, na pia do seu banheiro, nĂŁo ajudou muito. Respirou fundo, jĂĄ imaginando que ele provavelmente teria que voltar para buscar e vocĂȘ teria interagir com ele. Pensou em ligar para Jaehyun, jĂĄ que Johnny tinha ido no carro dele, mas sua campainha tocou. âFalando no diaboâŠâ
Johnny estava encostado no batente da porta com aquele sorriso tranquilo e bastante autoconsciente de sempre, o cabelo longo antes solto, agora estava preso com em um pequeno coque com alguns soltos na parte de baixo.Â
Wow. Estava acontecendo, algo que vocĂȘ sĂł tinha ouvido falar, estava acontecendo bem na frente dos seus olhos. Johnny Suh estava flertando com vocĂȘ. VocĂȘ queria tanto rir, dar uma gargalhada gostosa e alta, porque era a Ășnica forma de entender o que estava acontecendo e, acima de tudo, como vocĂȘ estava se sentindo sobre isso. No final, se limitou a abrir espaço e deixĂĄ-lo entrar novamente.Â
O mais velho foi direto para o sofĂĄ e se jogou nele, mexendo no celular e rindo sobre algo que parecia muito empolgante. VocĂȘ ficou sem jeito de novo, porque agora sua cabeça nĂŁo conseguia parar de pensar no que tinha acontecido e nele daquela forma.
âQuer beber mais alguma coisa?â, perguntou com uma voz que soou estranha e te fez revirar os olhos pra si mesma.Â
âMe provocar sobre o que? Seus amigos jĂĄ nĂŁo provocaram o suficiente?â
âVocĂȘ jĂĄ entendeu que nenhum desses caras te valorizam ou sequer mereciam te tocar,â o sofĂĄ parecia pequeno agora, vocĂȘ nĂŁo tinha notado o quanto ele tinha se aproximado de vocĂȘ, âsĂł falta sacar que tem gente que arrastaria um caminhĂŁo pra conseguir ter uma chance com vocĂȘ.â
A mĂŁo dele segurou sua nuca, trazendo seu rosto para mais prĂłximo do dele. Seu corpo se arrepiou por completo, talvez pelo hĂĄbito quente dele tocando sua pele, talvez pelo toque firme que começava a te embrenhar no seu cabelo, talvez por toda a energia que Johnny exalava, tĂŁo masculina, tĂŁo penetrante, tĂŁo inebriante. Seus mĂșsculos formigavam quando ele te beijou delicado, muito parecido com aquele primeiro que ele tinha te dado, e aos poucos se tornou sexual, quente. VocĂȘ ofegava, porque silenciosamente implorava por mais, segurando a barra da camisa dele, enfiando sem vergonha a lĂngua dentro da boca. Ouviu uma risada com ares de surpresa dele e sentiu seu orgulho sendo ferido mais uma vez naquela noite, mas ao mesmo tempo vocĂȘ nĂŁo poderia se importar menos. Queria sentir aquilo, encontrar o mundo novo, queria Johnny.
âVocĂȘ acha que aguenta?â, a voz dele saiu rouca, a respiração completamente plena, e por um segundo vocĂȘ se perguntou do que ele estava falando. âAcha que vai conseguir viver numa boa depois disso?â, o polegar segurava seu queixo enquanto os outros dedos circulavam seu pescoço, sem aplicar pressĂŁo, pois nĂŁo precisava, tinha ciĂȘncia que sĂł o toque dele te manteria no lugar.Â
âJohnnyâŠâ, chamou baixinho e segurou os fios longos do cabelo, o assistindo se deliciar com a sua pele e de vez em quando te encarar com aqueles olhos redondos e cheios de um prazer extraordinĂĄrio. VocĂȘ estava assombrada, a cabeça girando pelos estĂmulos, pela visĂŁo de cima do seu amigo, roçando sua intimidade inconsciente nas coxas cobertas pelo linho Ă procura de alĂvio. A cada vez que esbarrava o volume que jĂĄ estava ali desde que vocĂȘ tinha subido nele, desejava mais que ele estivesse dentro de ti.
âJohnny⊠Eu precisoâŠâ, suplicou agora sem nenhum peso na consciĂȘncia, sem nenhuma interferĂȘncia do seu ego.Â
âEspera, a gente nĂŁo precisa fazer issoâŠâ, vocĂȘ entendeu o que ele pretendia fazer e sentiu por um segundo que fazia por pena.
âMas eu quero. Quero vocĂȘ sentada na minha cara, suas coxas me sufocando⊠Por favorâ, os dedos se entrelaçaram o dele e ele te ofereceu uma expressĂŁo sincera de pedido. âEu quero te dar isso-â disse, te ajudando a subir no sofĂĄ de novo e se posicionar, uma perna de cada lado, âQuero ser o primeiro a te dar isso, quero ver tua perna bamba depois que te fizer gozarâ, prometeu, beijando o interior das suas coxas e esperando o sinal.
âEu vou gozar, nĂŁo vou conseguir me segurarâ, respondeu entre arfares.
Johnny riu e riu claramente da sua inocĂȘncia.
âRelaxa, deixa que eu penso nisso. Vai, rebola na minha cara, me usaâ, e abriu um pouco mais sua perna, fazendo com que vocĂȘ inevitavelmente grudasse a entrada molhada na boca dele, que sem perder tempo voltou a chupa-la, agora com mais velocidade, a estimulando com sede.Â
Johnny nĂŁo entendeu isso, entretanto, como o fim. Continuou sugando a regiĂŁo, dessa vez com a lĂngua toda para fora, em cĂrculos maiores, mais rĂĄpidos, praticamente movimentando a cabeça de um lado para outro. VocĂȘ sentiu outro orgasmos nascer no seu baixo ventre, ao mesmo tempo que sentia a sensibilidade dos seus mĂșsculos que acabaram de fazer um esforço tremendo.Â
Largou as mĂŁos e segurou os cabelos, com força e quando olhou Johnny, ele sorria com os olhos, jĂĄ que a boca estava ocupada. Desgraçado, ele sabia o que estava fazendo e estava fazendo de propĂłsito. VocĂȘ queria xingĂĄ-lo dos nomes mais terrĂveis possĂveis, por estar forçando outro orgasmo, mas ao mesmo tempo seu corpo nĂŁo te obedecia. Sua cintura rebolava instintivamente, quero aceitar o que ele estava te dando.
âMais uma vez pra mim amor, sĂł mais umâ, vocĂȘ ouviu a voz abafada dele e em seguida sentiu a lĂngua resvalar pela intimidade completamente encharcada de novo, a sensação de relaxamento completo atingir seu corpo todo e sua visĂŁo ficar turva. Seu gemido era um chiado dolorido, de um deleite perturbado, mas tĂŁo bom que se soltou dele e se apoiou no braço do sofĂĄ. Johnny te colocou deitada de costas no sofĂĄ, te ajudando a controlar a respiração entrecortada, acariciando seu rosto.Â
VocĂȘ levou rapidamente seu olhar ao dele, tentando esconder a felicidade. âUma das?â
Johnny puxou suas pernas na direção dele, agora apenas suas costas estavam seguras pelo sofĂĄ. Desceu a Ășltima peça que o cobria e posicionou um tornozelo em cada ombro. VocĂȘ sentiu a glande tocar a sua entrada e se contorceu, os dentes travados enquanto soltava um arzinho entre eles.  Â
âUhum. VocĂȘ ainda tem vĂĄrios outros tĂłpicos pra dominar.âÂ
vocĂȘ que fez o pedido do johnny no evento: espero que vocĂȘ goste de ler, porque eu perdi o controle da quantidade de palavras desse negĂłcio. vai ficar grande.
lĂȘ, quais seu bias do nct? e quais outros grupos vocĂȘ acompanha e quem sĂŁo seus bias neles? me bateu essa curiosidade pq notei que nĂŁo faço ideia kkkkk ~đź
"E qual a diferença de eu dormir trinta minutos a mais ou a menos?", Mark conseguia ser uma pessoa muito teimosa.
"VocĂȘ nĂŁo tinha falado que eram quinze minutos?", vocĂȘ abriu um olho sĂł, olhando pro rosto do homem deitado na sua frente. E ele te deu um sorriso sem graça.
"Mas eu preciso terminar de escrever essa mĂșsica, gatinha. Por favor...", o rostinho se contorcia em um bico dengoso. Quem o visse, nĂŁo diria que aquele era um homem crescido.
"AmanhĂŁ vocĂȘ escreve.", pontuou secamente, jĂĄ era acostumada com a manha de Mark Lee.
"E se eu esquecer a ideia que eu acabei de ter?", insistiu mais uma vez. VocĂȘ nĂŁo aguentava mais, jĂĄ estavam nesse debate faziam uns bons minutos.
"Mark Lee, se eu tiver que aguentar o Hyuck chorando na minha orelha mais uma vez, porque vocĂȘ estĂĄ sem energia nos ensaios, eu juro que mato vocĂȘs dois. Vai dormir.", vocĂȘ o repreendeu, jĂĄ estava meio estressada.
"TĂĄ bom entĂŁo. VocĂȘ nĂŁo me deixa fazer nada!", seu namorado bufou. Vendo vocĂȘ ignorar as reclamaçÔes e fechar os olhos novamente.
đ âââââââââ . âĄ
Foram exatos vinte minutos de puro teste ao seu autocontrole. Mark virava e revirava na cama como um peixe fora d'ĂĄgua. VocĂȘ jurava que iria surtar se ouvisse mais um suspiro exasperado sair da boca do homem.
"VocĂȘ ainda tĂĄ acordada?", perguntou vacilante.
"Sim, graças a vocĂȘ.", vocĂȘ pensava que Mark tinha muita sorte em ser o amor da sua vida, era a Ășnica explicação para toda a sua paciĂȘncia.
"Eu nĂŁo consigo dormir. TĂŽ sem sono.", suspirou mais uma vez. "Se ao menos vocĂȘ me deixasse ir lĂĄ no estĂșdio bem rapidinho, eu-", o homem interrompeu a si mesmo, assim que te viu levantar abruptamente. VocĂȘ levantou o edredom com impaciĂȘncia, passando a perna por cima do corpo do homem, sentou-se no quadril de Mark. "O que foi?", o semblante confuso quase te fez rir.
"Vou te colocar 'pra dormir.", vocĂȘ respondeu como se fosse Ăłbvio. O homem ficou estĂĄtico, como se nunca houvesse tocado seu corpo na vida.
Percebendo a pane no sistema, vocĂȘ puxou os braços de Mark e os colocou em volta da sua cintura, dessa vez ele nĂŁo hesitou e usou as mĂŁos bonitas para te segurar com firmeza. JĂĄ as suas mĂŁos foram ĂĄgeis ao se livrar da camiseta que vocĂȘ estava usando â camiseta essa que pertencia ao seu namorado, aliĂĄs. Teu sorriso veio automaticamente, assim que percebeu os olhinhos dele vidrados nos seus seios.
Ele separou os ladinhos da sua bunda, abrindo espaço suficiente para encaixar o volume bem perto da sua entradinha. Sem pudor algum, usou as mĂŁos para mover seu corpo em cima do pau quentinho, franzindo as sobrancelhas enquanto soltava gemidinhos dentro da sua boca. VocĂȘ se afastou para olhar seu namorado, os olhos quase se fechando e a boca abertinha, estava com tantas saudades de ver o rostinho cheio de tesĂŁo.
"N-nĂŁo! Por favor...", a voz estava rouca, os olhos agora abertinhos pareciam te implorar para nĂŁo se levantar.
"Quero sentar no seu pau, Markie.", forçou uma voz manhosa, esfregando a pontinha do nariz no pescoço cheiroso. Sentiu as mãos do seu namorado te soltando quase que automaticamente, o que te fez rir soprado.
Se levantou o suficiente para conseguir abaixar um pouco o short do canadense â que ergueu o quadril para te ajudar no processo â, nem se preocupando em tirĂĄ-lo por completo. Afastou sua calcinha para o lado e estimulou seu pontinho algumas vezes, tentando ficar ainda mais molhada para o seu namorado. Desceu dois dedinhos para sua entradinha, enfiando o suficiente para recolher parte do lĂquido transparente. Colocou esses mesmos dedos na boca de Mark, que aceitou sem reclamar, engolindo tudinho de olhos fechados.
Segurando-o pela base, pincelou a glande molhadinha no seu buraquinho. Mark te olhava hipnotizado, como se tivesse perdido a habilidade de se mexer. Finalmente sentou devagar, pulsando e apertando seu namorado no processo. O homem apertava as palmas, contendo a vontade de estocar os quadris para cima.
"Porra, tĂĄ tĂŁo quentinha, amor.", o homem diz cerrando o maxilar. As mĂŁos nĂŁo se contiveram, apertando sua cintura com afinco.
Rebolou lentinho, apoiando as mĂŁos nas coxas macias atrĂĄs de vocĂȘ. Impulsionou os quadris para frente e para trĂĄs, ficando tonta com a sensação do pau do seu namorado se esfregando dentro da sua entradinha. A necessidade de sentir mais prazer tomava conta do seu corpo, levantou e abaixou os quadris algumas vezes, experimentando a sensação. Antes que fosse capaz de perceber, vocĂȘ jĂĄ sentava com urgĂȘncia, usando Mark como se ele fosse seu brinquedinho pessoal (e talvez ele fosse mesmo). A cabeça jogada para trĂĄs, os olhos cerrados e os gemidos dengosos que vocĂȘ soltava, faziam Mark querer te quebrar ainda mais.
Seu corpo caiu para frente, os braços fracos se apoiando na cama, ao lado da cabeça de Mark. O homem sĂł precisou olhar para o seu rostinho desnorteado, para perceber que vocĂȘ nĂŁo estava no seu normal, estava sensĂvel demais. Deu um sorriso safado ao sentir seu corpo tremendo de tesĂŁo, enquanto vocĂȘ se esforçava ao mĂĄximo para rebolar no colo dele.
"Fode, Markie... Me fode.", disse quase soluçando. O calor parecia consumir seu corpo, vocĂȘ achava que iria desmaiar em algum momento. Ele sabia qual era o seu problema, assim como sabia exatamente o que fazer para resolver. O homem te envolveu num abraço apertado e se virou para inverter as posiçÔes de vocĂȘs, sem sair de dentro de ti. Agora vocĂȘ estava deitada na cama com ele no meio das suas pernas.
"Eu amo quando vocĂȘ fica assim, gatinha.", usou o polegar para esfregar seu clitĂłris inchadinho, sem tirar os olhos da sua carinha necessitada. "Pede pro 'Markie' foder essa bucetinha de novo, pede.", estocou de leve, sentindo vocĂȘ apertĂĄ-lo, incapaz de falar alguma coisa. "Pede.", deu um tapinha no seu pontinho, vendo seu corpo arquear.
"Eu quero gozar, Markie... Por favor.", a tom de voz transbordava desejo, vocĂȘ precisava tanto disso. Os olhinhos marejados sendo a cartada final pro seu namorado.
Mark usou os braços para suspender o seu quadril, te deixando na altura perfeita pro pau dele. NĂŁo demorou muito para que os barulhinhos molhados tomassem conta do quarto, seu namorado estocava sem dĂł. Uma vez ou outra se enterrava bem fundo, rebolando a cinturinha habilidosa sĂł para sentir vocĂȘ o apertando.
"TĂŁo molhada, caralho. TĂĄ me sujando todo, gatinha.", e nĂŁo era mentira, Mark sentia o lĂquido quentinho escorrendo pelas bolas dele.
A sua cabeça estava uma bagunça, vocĂȘ sentia a glande esfregar um lugarzinho gostoso dentro de vocĂȘ em cada estocada. Sentia sua entradinha pulsar sem parar. Seu corpo molinho balançava junto com as estocadas, agora era Mark quem te usava como se fosse uma bonequinha. Seus olhos apertados nĂŁo foram capazes de enxergar a expressĂŁo sapeca que havia tomado conta do rosto do seu namorado, a mesma que ele fazia sempre que iria aprontar alguma coisa.
"Goza, putinha. Me mela todo, vai.", vocĂȘ nĂŁo conseguiu segurar mais. Sua visĂŁo escureceu, a sensação tĂŁo gostosa te fez perder a voz, sentia seus mĂșsculos tensionando sem parar. Seu namorado nĂŁo ficou atrĂĄs, a sensação da sua entradinha sugando ele para dentro deixou ele tonto, apertava sua cintura com força, estocando bruto enquanto sentia o pau te encher.
Mark saiu de dentro de vocĂȘ, se deitando em cima do seu corpo, os dois com a respiração descompassada. Compartilharam um beijo carinhoso, assim que recuperaram o fĂŽlego.
"VocĂȘ tĂĄ ovulando.", seu namorado te diz num abraço apertado.
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A/N: guess who was going mad thinking how safe it must feel to be with coups and how i need soft aftercare cheol
tw: smutty but mostly aftercare because i'm weak for seungcheol, readers is afab and referred to as she/her and girl (not the young type), swearing, mention of choking and generally cheol and reader having a great fucking time fucking,
your thighs are still shaking with the aftershocks of your orgasm. you're overcome with bliss, lying haphazardly across the crumpled bed sheets, your fingers fitting perfectly into the grooves of the muscles of cheol's back. gently, his hands glide up and down your sides, and you sigh happily at the feeling, head full of cotton candy.
'you alright, love?' he asks, propping himself up on his elbows as his lips connect with your forehead.
'you bet,' you yawn, eyelids drooping.
he kisses you on the lips, sweet and tender. 'i'm pulling out now.'
both of you groan as he does so, your ruined pussy almost sucking him back in when you clench at the feel of it. stretching, cheol rolls neatly off the side of the bed and onto his feet, and you enjoy the view as he pads over to the bathroom - you sure as hell love to watch him go.
he glances over his shoulder, catching the sultry look on your face. 'if you wanted a round four, i'd be happy to deliver.'
you roll your eyes. 'you're a menace, cheol. can't a girl enjoy staring at her butt naked boyfriend?'
cheol has disappeared into the bathroom now, although you can still see his side profile in the faint reflection of the shower glass. a smile tugs at his lips as he takes a flannel from the cabinet beneath the sink and dampens it with warm water.
'only if i'm allowed the same privaleges,' he chuckles as he steps back into the bedroom.
gently, he wraps his fingers around your ankles and unceremoniously drags you until you're lying at the edge of the bed. you're about to open your mouth and give him a bit of sass, something along the lines of handling the goods with a bit more care, but by then he's dipped the flannel between your folds to clean you up.
a squeak slips from you at the feel of it. you're sensitive, and a jolt shoots through your body, making the muscles in your thighs jump. he chuckles, one of his wide hands coming up to cup your hip so he can caress your skin with his thumb, and you scowl at him; his eyes are dancing and full of mischief, but beneath that is a sort of tooth rotting adoration. it's the kind of innocent sparkle in his gaze that makes a whole flutter of butterflies come to life in your stomach - as if he hadn't just fucked you into last week with a hand around your throat.
the butterflies become a whole menagerie when he has the audacity to dip his head and press soft kisses to each and every one of the bruises and love bites he left littered on your torso.
you swear, this man will be the death of you.
'cheol,' you mumble. 'c'mere.'
you hold your arms out, signalling your need for cuddles. immediately, his face lights up, eyes sparkling more than they were before, and he gets to his feet and scoops you up before launching himself, and therefore you, into the middle of the bed. a small oof leaves your chest upon landing, and he laughs sweetly and wraps his arms around you so you can't be mad for his sudden burst of energy.
sighing, you wriggle around in the blankets until you're comfortably pressed into the curve of his body. warm and sure, he holds you in his arms, his palm repeatedly smoothing up and down between your shoulder blades, ensuring that you melt into his side.
'need anything?' he asks softly. 'snacks? water?'
'just you,' you mumble into the solidness of his chest, your eyelids drooping. 'i love you.'
'me too,' he grins teasingly.
you frown, the fingers you'd previously had splayed across his stomach coming up to pinch his chest. slapping your hand away, he yelps, almost falling off the side of the bed in effort to get away from your sleepy but savage attack.
'okay, okay,' he surrenders. 'i love you too.'
'you're full of shit,' you mumble, but flop onto him again, enjoying the heat his body radiates as you press a kiss onto his shoulder.
'says the person clinging onto me like her life depends on it,' he chuckles.
you don't reply, instead just making an intelligible noise, eyes closing. he's doing that thing that never fails to send you to sleep, where he runs his fingers through your hair, almost massaging your scalp. cheol is warm and solid beneath you, safe. he cradles you in his strong arms as if you're the most precious thing in the universe.
if you weren't so tired, you'd probably open your eyes so you could see the stars in his.
instead, you settle for mumbling 'i love you' again into his chest. the small chuckle he lets out vibrates beneath your ear, and he drops a kiss on your hair.
'i love you more.'
imagine he also made her go and pee to avoid UTIs, guess who didnt know how to put it in but it's fanfic not irl what can i say
entĂŁo, eu tava pensando aqui...com os meus brothers da sala e sla, que que tu acha de a gente sair um dia desses...sem compromisso, sabe? tomar um açaĂ, andar de skate...sla, cĂȘ que sabe... topa?
â namorado ! chwe hansol Ă leitora
â gĂȘnero: crack, sugestivo.
â conteĂșdo/avisos: vergonha alheia, eu jurando que sou engraçada, o hansol aparentemente nĂŁo tem muita consciĂȘncia das pessoas em volta dele, linguagem imprĂłpria, menção a sexo.
â word count: 986.
â nota da autora: opiniĂŁo impopular, mas esse tipo de coisa grita "vernon sendo vernon" (pelo menos pra mim).
Experimentou a franqueza de Hansol antes mesmo do relacionamento começar. Numa brincadeira boba de "verdade ou desafio" â que havia sido sugestĂŁo de um Soonyoung muito bĂȘbado â, Vernon nĂŁo teve filtro algum ao responder, na frente de todos os seus amigos, que queria te beijar. VocĂȘ ficou desnorteada com a confissĂŁo, enquanto Hansol sustentava o mesmo semblante sereno que usou para responder a pergunta.
Resolveu fechar a noite fora de casa, levando Hansol no restaurante favorito de vocĂȘs dois. VocĂȘ se arrumou toda, escolhendo as roupas e acessĂłrios de acordo com o gosto de seu namorado â estava empenhada em fazĂȘ-lo ter o aniversĂĄrio perfeito.
"Seu dia 'tĂĄ chegando ao fim, amor. Mas vocĂȘ ainda tem o direito de me fazer um Ășltimo pedido.", vocĂȘ disse em tom de brincadeira, antes de dar um Ășltimo gole na taça de vinho.
"Quero vocĂȘ sentando em mim.", e foi exatamente o que seu namorado escolheu falar.
E, poxa, tudo bem que vocĂȘ iria mesmo sentar nele quando finalmente chegasse em casa. Mas vocĂȘ tinha certeza que nem o casal que estava na mesa ao lado, nem o garçom que agora olhava horrorizado para vocĂȘs dois, precisavam saber dessa informação.
â⊠â OPORTUNIDADE 3:
NĂŁo fazia muito tempo desde o incidente no restaurante. Hansol te arrastou para o shopping, insistindo que era obrigação dele te comprar um vestido novo, jĂĄ que vocĂȘ havia derramado vinho naquele que usou para o jantar â isso depois de esbarrar com o cotovelo na taça, numa tentativa envergonhada de esconder o rosto.
Vernon estava tentando se redimir, mas nĂŁo se arrependia do que tinha dito. Nas palavras dele, era Ăłbvio que ele era completamente apaixonado por vocĂȘ e pelo seu corpo, entĂŁo nĂŁo havia nada de errado em expressar que ele te queria. Seu namorado sĂł tentava se desculpar, porque se sentiu mal vendo vocĂȘ sair toda encolhidinha do restaurante, tentando se esconder atrĂĄs dele a todo custo.
"Qual deles vocĂȘ gostou mais, Nonie? NĂŁo consigo escolher.", segurou as duas opçÔes na frente do seu namorado, o rostinho embebido em indecisĂŁo.
"A gente leva os dois entĂŁo, meu amor. Mas prefiro esse da esquerda, seus peitos ficam uma delĂcia nele.", Hansol respondeu tĂŁo simplista como sempre. "O que foi?", ele questionou ao ver sua expressĂŁo de incredulidade. E vocĂȘ sequer teve a oportunidade de explicar.
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nĂŁo sei se os pedidos estĂŁo abertos, ent caso nĂŁo estejam desconsidere ok?
eu gostaria muito de um smut com o changkyun đ«
oie amor <3 espero que esteja bem.
fico feliz que tenha gostado, de verdade!
nĂŁo estou mais aceitando pedidos de cenĂĄrios, sĂł headcanons, que nesse momento estĂŁo fechados. pretendo reabrir quando terminar os cenĂĄrios que jĂĄ tenho pra entregar, e se quiser vc pode pedir algum hc com ele, tudo bem?