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Batman #52 Written by Tom King Illustrated by Lee Weeks Colored by Elizabeth Breitweiser Lettered by Clayton Cowles
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Frank Miller’s “Famous Detective Pin-Up” portfolio was published as PinUps at the back of Renegade Press’s “Ms. Tree Thrilling Detective Adventures”, #s 1-4, back in 1983.
Nas bancas americanas, 16 anos atrás, tinha Bill Sienkiewicz em Ultimate Marvel Team Up #6.
A Panini usou a mesma capa em Marvel Millennium - Homem-Aranha #13, em janeiro de 2013.
Igor Kordej [nascido em 23/6/1957 em Zagreb] é um quadrinista croata. É mais conhecido pelo nome que usa para assinar os seus trabalhos nos EUA e na França, Igor Kordey.
Kordey apareceu nos quadrinhos mainstream americanos no início dos anos 2000. Foi no New X Men de Grant Morrison. Foi graças à sua velocidade: ele conquistou o seu espaço na Marvel como desenhista confiável, capaz de evitar que séries entregues a desenhistas mais lentos atrasassem. Assim, ele terminou New X Men #120 em dez dias; #124, em uma semana.
Acabou ficando marcado: desenhava três páginas de porcaria por dia. É uma pena, porque a impressão que deixou em New X Men acabou se sobrepondo sobre a que deixara em Cable e Soldier X.
Antes e depois dos EUA, no entanto, Kordey já tinha uma carreira: de fato, ele é quadrinista desde o final dos anos 70, quando, ainda na Croácia, participou do grupo de quadrinistas Novi Kvadrat [junto com Mirko Ilic]. Dali foi pra França, onde publicou, pela Les Humanoïdes, La Saga de Vam [com Vladimir Colin, três volumes] e Les Cinq Saisons: L'Automne [com Django Nenad].
Depois de trabalhar nos EUA [onde, além da Marvel, Kordey trabalhou na Dark Horse, em gibis do Tarzan, na Wildstorm, na IDW e na Vertigo], voltou para o mercado franco-belga: desenhou L'Histoire Secrète, Empire, Keltos e a bd de guerra Le Cœur des batailles [roteiros de Jean-David Morvan; é de lá a página que ilustra a postagem], pela Dalcourt.

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Marc Silvestri [nascido no dia 29/3/1959 em Palm Beach, Flórida] é um quadrinista americano.
Muito embora ele se tenha tornado conhecido desenhando X-Men [Uncanny X-Men, entre 1987 e 1990, incluindo aí a minissérie original The X-Men vs. The Avengers] e Wolverine [1990 a 1992; a imagem é de Wolverine #57, publicado por aqui pela Abril em outubro de 1995 na revista Wolverine #44], o primeiro trabalho de Silvestri foi em King Conan -- a série do cimério publicada pela Marvel no início dos anos 80. Faz sentido, considerando que o próprio considera John Buscema e Frank Frazetta como duas de suas principais influências [outra, mais perceptível, é Berni Wrightson].
Com os mutantes ele se tornou uma estrela: é um dos 7 membros fundadores da Image [os outros são Jim Lee, Whilce Portacio, Rob Liefeld, Erik Larsen, Todd McFarlane, que convidou Silvestri, e Jim Valentino]. O seu estúdio, Top Cow [até hoje administrado pelo quadrinista], publicava Cyberforce e Codename: Stryke Force. Com o tempo, Witchblade, The Darkness e Fanthom se tornaram as suas séries mais conhecidas.
Nada como ter o processo completo de uma capa de Earl Norem para a Savage Sword of Conan para o início do ano. A capa foi usada na edição #86, que chegou às bancas americanas em 4 de janeiro de 1983.
A história interna, Revenge of the Sorceror, é de Michael L. Fleisher [o principal escritor de Jonah Hex, também conhecido pela sua fase o gibi do Espectro, credenciais impecáveis para ser roteirista do cimério] e Gil Kane.
As informações sobre a publicação original são do Mike's Amazing World. As imagens são do blogue Marvel Comics of the 1980s.
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O New Frontiersnerd tá nesse ritmo lento porque está de mudança para uma nova sede: o seu editor, o redator, o resenhista e o responsável pelas mídias sociais [todos eles são a mesma pessoa: eu] vão morar em outra cidade.
É mais ou menos como o Superboy saindo de Smallville [o gibi é The New Adventures of Superboy #51, que chegou às bancas americanas em 29 de dezembro de 1983].
O desenhista é Frank Miller. Na arte original, dá para perceber claramente que a cabeça do personagem foi guenzamente colada sobre o desenho original.
Sam Kieth deve ter ferrado os próprios olhos arte-finalizando essa capa [que foi desenhada por ele mesmo]. O sacrífico foi pela revista Marvel Comics Presents #92, que chegou às bancas americanas em 29/10/1991 [25 anos atrás].
Depois que o cara começa a ver capas do Jack Kirby, não para mais. A de hoje é de Superman's Pal Jimmy Olsen #144, que chegou às bancas americanas em 19/10/1971. O arte-finalista também é um craque do lápis: Neal Adams.
A primeira imagem é uma cópia do desenho a lápis original de Kirby; a segunda, o desenho arte-finalizado; a terceira, a capa finalmente publicada. Comparando as duas primeiras, dá para perceber claramente como Adams “se impõe” sobre o traço de Kirby: perceba como os músculos do braço do Superman foram “naturalizados”.

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Essa capa de Black Panther #7 é uma das provas de que Jack Kirby não brincava em serviço quando o negócio era fazer o personagem pular para fora da folha.
O gibi chegou às bancas americanas em 18/10/1977. A arte-final da capa é do filipino Ernie Chan.
Sergio Toppi [nascido em 11 de outubro de 1932 em Milão; falecido em 21 de agosto de 2012, também em Milão] é um ilustrador e quadrinista italiano. O seu primeiro trabalho foi como ilustrador da Enciclopedia dei Ragazzi, ainda nos anos 50, da editora italiana UTET. Começou a trabalhar nos quadrinhos nos anos 60, desenhando em diversas das principais revistas de quadrinhos italianas -- Corriere dei Piccoli, Corriere dei Ragazzi, Messaggero dei ragazzi, Giornalino, Sgt. Kirk, Linus, Alter Alter e Corto Maltese.
Foi nos anos 70 que o seu estilo aflorou. Toppi, junto com Dino Battaglia, Guido Crepax, Guido Buzzelli e Hugo Pratt, é um representante do fumetti d'autore, a versão italiana e setentista do movimento que deu para os quadrinhos credibilidade literária. O seu traço chama a atenção pela textura, a combinação entre desenhos realistas [inclusive com referências fotográficas] e criações abstratas, e o uso do espaço negativo, mas principalmente pelas composições de página, verticais [é conhecido como “il poeta della verticalità”] e não-lineares [elas são contemplativas e muitas vezes não indicam a sequência temporal na qual a narrativa acontece].
A melhor mostra de tudo isso está no gibi Sheraz'de, a sua versão em quadrinhos para os contos que formam As Mil e Uma Noites, que foi lançado nesse ano no Brasil pela editora Figura. Além de Sheraz'de, já foi publicado no Brasil, ao menos que eu saiba, um de seus álbuns para a série Un Uomo Un'avventura, da Sergio Bonelli: O Homem do Nilo. A sua obra é formada por histórias curtas dispersas e foi pouco traduzida.
A pesar disso, tem fama como “quadrinista de quadrinistas”: nos EUA, por exemplo, foram fortemente influenciados pelos seus desenhos quadrinistas como Frank Miller, Walt Simonson, Bill Sienkiewicz, Denys Cowan e, para citar dois mais atuais, R. M. Guéra e Sean Murphy.
Charles Burns [nascido em 27 de setembro de 1955 em Washington, DC] é um quadrinista underground americano. É da linha underground-artê: iniciou a sua carreira nos quadrinhos pelas mãos de Art Spiegelman, por quem foi convidado para colaborar na RAW.
Na época, os seus personagens masculinos já eram topetudos; as femininas, já tinham aquele ar reflexivo de gibi de romance. O gore e a CARNALIDADE também estavam lá – o cronenbergiano título Mysteries of the Flesh é um bom exemplo.
Foi precisamente “Mistérios da Carne” que abriu as portas do mercado europeu para Burns: foi publicado na Espanha pela editora La Cúpula, a mesma da revista underground vale tudo El Víbora, com o título Misterios de la Carne.
Em 1984, acompanhou a sua esposa em uma mudança para Roma. Lá, participou do grupo Valvoline com Lorenzo Mattotti [de Estigmas, o mais perto que o grupo tinha de um líder], Massimo Mattioli, Daniel Broli e Giorgio Carpenteri e outros quadrinistas italianos fortemente influenciados por outras mídias – em especial, pelo movimento futurista italiano.
De volta aos EUA, lançou diversos gibis pela editora Kitchen Sink Press, de Denis Kitchen [além de ter desenhado, em 1990, a capa de Brick by Brick, o disco de Iggy Pop]. Black Hole [que foi lançado por aqui pela Conrad], o gibi de terror adolescente, é o mais conhecido: foram 12 edições, publicadas entre 1993 e 2004, reunidas em um encadernado em 2005, nove prêmios Harvey [sete de Melhor Arte-finalista, 1998/1999, 2001/2002 e 2004/2006, um de capista, 2004, e um de Melhor Graphic Album – Republicação, 2006] e um prêmio Eisner [Melhor Graphic Album: Republicação, em 2006].
O seu trabalho se tornou mais “espesso”, arredondado e escuro. O seu último trabalho, hoje em dia, com a trilogia X'ed Out [formada por X'ed Out, The Hive e Sugar Skull] foi publicada entre 2010 e 2014. Parece um pesadelo de Hergé.
Michael Jon Grell [nascido em 13 de setembro de 1947] é um quadrinista americano conhecido pelo seu trabalho na DC Comics, especialmente nos gibis do Arqueiro Verde.
Grell leu uma edição do Green Lantern/Green Arrow de Dennis O'Neil e Neal Adams no oriente longínquo quando estava alistado na Força Aérea Americana e decidiu que quadrinhos eram a sua vocação. Para seguir à carreira, mudou-se para Nova Iorque em 1973. Quase que imediatamente começou a trabalhar para a DC.
Lá, criou The Warlord, série de fantasia de capa e espada protagonizada por um piloto de caça que foi transportado para Skartaris, um mundo bastante influenciado por Edgar Rice Burroughs. Depois de passar o início da década de 80 [continuou trabalhando em projetos próprios [Jon Sable Freelance e Starslayer, na First Comics e na Pacific Comics], voltou para a DC para reinventar o Arqueiro Verde em Green Lantern: The Longbow Hunters.
Publicado pela Abril em formato americano na série Os Caçadores, Longbow Hunters foi o início da longa fase de Grell [umas 80 edições] no controle do Arqueiro Verde. Ele manteve algumas preocupações sociais da fase de O'Neil/Adams, mas afastou o personagem do seu visual tradicional – para transformá-lo em um caçador urbano, raramente chamado pelo seu nome super-heróico, longe até mesmo dos elementos mais fantásticos do Universo DC.
Na foto [originalmente publicada por Nik Poliwko no Facebook], você vê ele em 1977, ao lado de Neal Adams.
Paul Smith [nascido em 4 de setembro de 1953, em Kansas City, no Missouri] é um quadrinista americano, oriundo da animação [participou do Senhor dos Anéis de Ralph Bakshi], mais conhecido pela sua breve fase na revista Uncanny X-Men nos anos 80.
Smith desenhou apenas nove edições da série no início da década de 80 [entre a #165 e a #175, ficando de fora na #171], substituindo Dave Cockrum em plena era Chris Claremont. Foi o suficiente para se transformar em um dos desenhistas mutantes favoritos do nerdismo. A cena de luta entre Wolverine e o Samurai de Prata é um marco da série [na imagem, você vê uma das páginas da cena].
Além de X-Men, Smith também desenhou a série do Doutor Estranho [com roteiros de Roger Stern] e Leave it to Chance [já com um traço mais cartunesco; roteiros de James Robinson]. O seu estilo é inconfundível: limpo, elegante e cinematográfico. Entre os desenhistas atuais, uma boa comparação é Marcos Martín.

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A edição Absolute do Cavaleiro das Trevas chegou às bancas americanas em 30 de agosto de 2006, com essa capa ~horrível~ do ~gagá~ Frank Miller.
Difícil ser mais icônico que isso. Nas palavras do próprio Miller: “levei anos para definir, na minha mente, o Batman menos como uma criatura de vingança e mais como uma do vigor. Esse é um dos meus desenhos favoritos. Para mim, ele resume o homem”.
Leonard Brandt Cole [nascido em 28 de agosto de 1918, em Nova Iorque; falecido em 5 de dezembro de 1995, também em Nova Iorque] é um quadrinista e editor de quadrinhos da Era de Ouro, conhecido pelas suas capas.
Antes de começar a trabalhar com quadrinhos, Cole já tinha experiência na arte comercial e iniciado uma pós-graduação em anatomia e fisiologia na Universidade Humboldt de Berlim, onde morou brevemente no início da Segunda Guerra Mundial. Não foi só essa a sua participação na guerra: de volta aos EUA, foi recrutado e enviado para a Tunísia. Provavelmente por conta de uma lesão sofrida em batalha, ganhou a baixa e voltou para os Estados Unidos.
Foi bem a tempo do auge da Era de Ouro: No início, Cole trabalhou em shops, os estúdios que eram quase linhas de montagem de gibis [onde conheceu e se tornou amigo de Harvey Kurtzman]. Disposto a se tornar um editor ou um diretor de arte, mirou editoras pequenas: se tornou vice-presidente da Continental Magazines [até então conhecida como Et-Es-Go]. Coordenava o trabalho dos artistas freelance, entre os quais estava Eli Katz -- que depois se tornaria conhecido como Gil Kane.
Cole até desenhou algumas histórias, mas se tornou conhecido como capistas: fez mais de mil e quinhentas capas. Ele pensava nelas como posters: não é só o design, mas também o uso de cores vibrantes sobre fundos uniformes. Na postagem, você vê as capas que ele fez para os números 8 a 11 da revista Suspense Comics.
Nos anos 60, Cole se afastou nos quadrinhos e voltou para a arte comercial [com enfase na vida selvagem: Cole estudou anatomia animal por conta própria em sua adolescência, quando morava no Kentucky].
O seu trabalho nos quadrinhos foi redescoberto no final dos anos 80 por Ernst e Mary Gerber, editores do Photo Journal Guide to Comic Books, que deram destaque para as suas capas. Em 1999 entrou, de forma póstuma, para o The Will Eisner Award Hall of Fame.