Uma saudade… esse shape 😩
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Uma saudade… esse shape 😩

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Clamped up and ready to go
Uma saudade… esse shape 😩

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Kkkkkkkkkkkkkk minha gente como eu era linda
Hj eu tô parecendo um caroço de manga todo chupado 🤡
tão lindimãezinha... saudades
Amei o biscoito das últimas fotos então resolvi trazer o Check de antes do banho pra cá hahahahaha

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Cadê meu bixxxcoito? 🫣😂
Capítulo 4: O Gordinho Que Destruiu a Puta
Narrado por uma puta
Tem homem que a gente esquece antes da porta bater, e tem aquele que fica, que gruda na pele, na cabeça, entre as pernas, que aparece do nada quando você tá no banho, quando fecha os olhos, quando outro homem te toca e você pensa: "não é assim."
O gordinho ficou.
Não porque era bonito, porque tava no shape ou tinha um pau imenso, "o maior que eu já vi" (embora essa mentirinha sempre fosse parte do meu roteiro com inseguros que acham que o poder está no pau e precisam relaxar). O gordinho era o cara mais comum do mundo: menos de 1,75, barrigudo, tímido. Ele não era um cara que chega num ambiente e toda mulher fica dando beliscão nas amigas mostrando disfarçadamente.
Mas na cama, aquele homem era outra coisa.
E eu vou te contar exatamente o que ele fez comigo, cada detalhe, cada toque, cada segundo, porque foi a melhor transa da minha vida, e eu já tive muitas.
A primeira vez que ele apareceu, eu quase mandei embora, olhei pra ele e pensei "esse não vai dar conta", preconceito meu, estupidez minha, porque o que aconteceu naquela noite me ensinou que tudo que eu achava que sabia sobre homem e sobre sexo estava errado.
Ele não chegou com pressa, não chegou me agarrando, me beijando com desespero, tentando tirar minha roupa o mais rápido possível como faziam os outros. Ele sentou na beirada da cama, me olhou, não disse nada por uns segundos, só me olhou.
E eu senti uma coisa estranha, uma coisa que eu não sentia fazia tempo: curiosidade.
Eu me aproximei e ele não se mexeu, eu sentei do lado dele e ele continuou quieto, só virou o rosto devagar e disse, com uma voz baixa que eu quase não ouvi:
"Não precisa ter pressa."
Eu ri, achei graça, eu que ditava o ritmo ali, sempre. Mas ele disse aquilo com uma calma que me pegou de jeito, como se ele soubesse alguma coisa que eu não sabia, como se ele tivesse certeza de que, no final, eu ia estar exatamente onde ele queria.
E eu estava.
Ele começou me beijando devagar, tão devagar que eu quase fiquei impaciente, mas era um beijo diferente, não era beijo de quem quer chegar em algum lugar, era beijo de quem já estava onde queria estar. A boca dele no meu pescoço, na curva da orelha, na clavícula, ele ficou ali um tempo que me pareceu uma eternidade, e cada vez que eu tentava puxar ele pra baixo, pra ir mais rápido, ele segurava minha mão e colocava de volta.
"Calma."
Uma palavra, e aquela palavra me desmontou mais do que qualquer gemido, qualquer promessa, qualquer "vou te destruir" que eu já ouvi na vida, porque ele não estava pedindo calma pra ele, estava pedindo calma pra mim, porque ele sabia que eu estava com pressa demais, e que a pressa era minha inimiga.
Ele desceu a boca pelo meu corpo, peito, barriga, quadril, mas não foi pra onde eu queria, foi pro lado, beijou a parte interna da minha coxa devagar, com a boca aberta, quente, molhada, e eu senti meu corpo inteiro arrepiar.
Eu já estava molhada, fazia tempo que eu já estava molhada, desde o beijo no pescoço, desde o "não precisa ter pressa", meu corpo já estava implorando, mas ele não tinha pressa nenhuma.
Ele ficou ali na minha coxa, subindo e descendo com a boca, e cada vez que chegava perto, cada vez que eu achava que ele ia finalmente me tocar onde eu queria, ele voltava, desviava, ia pro outro lado.
Eu apertei o lençol, mordi o lábio, levantei o quadril tentando encontrar a boca dele, mas ele segurou meu quadril com as duas mãos e me colocou de volta na cama, com firmeza, sem brutalidade, com controle.
E disse:
"Ainda não."
Filho da puta.
Quando a mão dele finalmente encostou em mim, eu quase gritei, não foi um toque direto, não foi dedo enfiado sem cerimônia, foi a palma da mão inteira, quente, cobrindo toda a minha vulva por cima, parada, sem mexer, só o calor da mão dele contra a minha pele.
Eu senti o pulso dele na minha carne, senti o peso, e foi como se meu corpo inteiro tivesse se conectado àquela mão, cada nervo, cada terminação, tudo pulsando ali embaixo, esperando.
Ele ficou assim por uns segundos que pareceram minutos, eu tentei mexer o quadril contra a mão dele, mas ele segurou firme, não deixou eu me mexer.
"Sente."
Só isso, "sente", como se me desse permissão pra parar de pensar e só existir ali, naquele momento, com aquela mão quente cobrindo a parte mais sensível do meu corpo.
E eu senti. Meu Deus, como eu senti.
Quando ele finalmente começou a mexer, foi com um dedo só, o indicador, deslizando pela lateral, devagar, sem ir pro clitóris, sem ir pra dentro, só deslizando, pela borda dos lábios, subindo, descendo, molhando o dedo na minha umidade e espalhando, suave, quase torturante.
Eu gemi, agarrei o travesseiro, ele sorriu, o desgraçado sorriu, aquele sorriso de quem sabe exatamente o que tá fazendo e tá gostando de me ver perder o controle.
Quando ele finalmente colocou o dedo dentro de mim, eu já estava tão excitada que meu corpo puxou ele pra dentro, involuntário, como se meu corpo tivesse tomado a decisão sozinho.
Mas ele não fez o que os outros faziam, não ficou enfiando e tirando o dedo como se estivesse procurando alguma coisa no fundo de uma gaveta, ele entrou devagar, com o dedo virado pra cima, e parou.
Parou lá dentro.
Eu senti o dedo dele indo direto no meu ponto G, que poucos homens sabem onde é, mas pra você que tá lendo e não sabe: fica um pouco pra dentro da entrada, na parede de cima, uma textura diferente do resto, meio esponjosa, meio rugosa, onde o resto é macio e liso.
E ele começou a fazer um movimento, não foi dentro e fora, foi como se ele tivesse fazendo um "vem aqui" com a ponta do dedo, puxando pra cima, devagar, ritmado, pressionando aquela área esponjosa com a polpa do dedo e puxando.
A primeira vez que ele fez isso, eu não entendi o que estava sentindo, era diferente de tudo, diferente do clitóris, que é mais localizado, mais elétrico, isso era mais profundo, mais espalhado, como se uma onda quente estivesse crescendo de dentro pra fora, se espalhando pela barriga, pelas coxas, pela coluna.
Eu segurei a respiração.
Ele percebeu.
"Respira."
Eu soltei o ar, e quando soltei a sensação dobrou, triplicou, como se o ar tivesse destrancado alguma coisa dentro de mim, aquela onda quente ficou mais forte, mais presente, e eu senti meu corpo inteiro se contrair ao redor do dedo dele.
Ele continuou, mesmo ritmo, mesma pressão, mesmo "vem aqui" constante, paciente, firme.
Eu agarrei o braço dele com as duas mãos, não pra tirar, pra manter, pra ter certeza de que ele não ia parar, porque se ele parasse naquele momento, eu ia morrer.
E ele não parou.
A onda veio, não como um orgasmo de clitóris, que é rápido, agudo, concentrado, veio como um tsunami, devagar no começo, uma pressão crescendo, crescendo, enchendo, até que não tinha mais espaço pra segurar.
Meu corpo arqueou sozinho, minhas costas saíram da cama, minhas pernas fecharam ao redor da mão dele, eu gemi de um jeito que eu não gemia fazia anos, um gemido que veio do fundo, do estômago, de um lugar que eu nem sabia que existia.
E gozei.
Não foi um orgasmo. Foi uma explosão.
Eu tremi inteira, do pé à cabeça, os dedos dos pés encolheram, as mãos agarraram o lençol tão forte que eu arranquei o elástico do colchão, eu senti como se minha mente tivesse desligado por um instante, como se tudo — o quarto, o mundo, eu mesma — tivesse sumido, e só existisse aquela sensação percorrendo meu corpo inteiro.
Quando voltei, eu estava ofegante, suada, com os olhos cheios de água.
E ele tava ali, quieto, com aquele dedo ainda dentro de mim, com aquele sorriso de canto de boca.
"Quer mais?"
Eu não consegui falar, só balancei a cabeça. Sim.
E ele fez de novo, e de novo — na terceira vez, eu chorei, não de dor, não de tristeza, de uma coisa que eu não tenho nome, de prazer que ultrapassa o prazer, de sentir que meu corpo era capaz de coisas que eu nunca soube.
Aquele gordinho tímido que eu quase mandei embora me deu quatro orgasmos antes de tirar a roupa. Sem penetração, sem pau, só com um dedo e a paciência que nenhum outro homem nunca teve comigo.
Aí ele se deitou do meu lado, me olhou com aquela calma de quem não terminou, e perguntou, mais como declaração do que pergunta:
"Agora sim?"
Eu estava cheia de tesão, completamente aberta, com o corpo implorando de um jeito que eu raramente sentia nem com homens que eu queria de verdade. Quando ele entrou em mim, foi diferente de tudo, não porque ele era grande, não porque fodia com brutalidade, mas porque eu já tinha gozado quatro vezes e meu corpo inteiro estava aceso, cada nervo à flor da pele, e ele sabia exatamente como usar isso. Fodia devagar, depois forte, lendo cada reação minha, e eu continuei gozando, orgasmo atrás de orgasmo, até ele também chegar, sem pressa, sem performance, só ele se satisfazendo em mim enquanto eu me desfazia embaixo dele.
Quando acabou, fiquei deitada de olho no teto, pernas moles, coração disparado, mente vazia.
Ele ficou quieto do meu lado, sem perguntar se foi bom, sem pedir elogio, sem esperar troca.
E eu pensei: "onde esse homem tava a minha vida inteira?"

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Uma saudade… esse shape 😩
saywasp how is your heart today?
5 segundos antes de começar a alisar a barriga e descer pra começar a siririca que vai desestressar o restante do dia