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Mistress Alexandra Snow Hard Whipping
Brasilian woman spanks her partner with the slipper
DelΓcia
Maravilhosa
DiΓ‘logo entre amigas.
SΓ³ posso dizer que tudo comeΓ§ou com um bilhetinho que o Junior me entregou durante um final de semana. Dizia assim: "To lembrando das conversar e dos seus lindos pΓ©s com seus chinelos havaianas brancos que estava usando no final de semana, um pouco maior que seu pΓ©s, nΓ©?
- Γ sim, gosto muito de usar chinelos maiores que meus pΓ©s. NΓ£o posso esperar mais para perguntar uma coisa: quando Γ© que ele vai deixar a minha bunda em brasa?
ps. nΓ£o estou mais me segurando... ass. Teu escravo rebelde".
SΓ³ digo que naquele dia meus chinelos entraram em aΓ§Γ£o, e para valer!
Junior aprendeu a nΓ£o brincar com fogo... Foi o terceiro ritual mΓ‘gico da nossa relaΓ§Γ£o.
- E entΓ£o? Como vocΓͺ reagiu ao ler aquele bilhetinho?
- Fiquei pensando um pouquinho e escrevi uma resposta:
Ah... nΓ£o tΓ‘ conseguindo segurar a bunda na cadeira, Γ©? Quer que o meu chinelo dΓͺ um jeito nela? Pois vai dar, e hoje mesmo! VocΓͺ vai aprender da forma mais dolorida e quem decide sobre chineladas sou eu, e nΓ£o vocΓͺ. Agora trata de ficar quietinho aΓ, pensando na mΓ‘ ideia que teve. Se prepare pra mais tarde e a partir de agora me trate por Sra. Ass: tua Dona (de tpm).
Dobrei o papelzinho e dei um jeito de entregar para ele discretamente, no fundo do quintal.
- Caraaamba! Foi curta e grossa... E como ele reagiu?
- Nem fiquei olhando, estava meio estressada aquele dia, sabe?
SΓ³ lembro que me entregou outro bilhetinho uns minutos depois: - Por que mΓ‘ ideia, senhora? NΓ£o estamos conversando sobre isso hΓ‘ tempos, sobre uma surra que queria me dar, lembra?
O qual respondi: A mΓ‘ ideia foi pedir para apanhar, entendeu agora? Se nΓ£o, hoje Γ tarde vocΓͺ vai entender. A segunda mΓ‘ ideia foi mandar outro bilhetinho, quando eu mandei ficar calado. Agora, vai apanhar em dobro por causa disso, e nΓ£o adianta pedir desculpa. Espero ter sido clara e outra coisa estarΓ‘ ocupado toda a tarde.
- Imagina a afliΓ§Γ£o do coitado ao ler isso! Que maldade... E ele parou de mandar bilhetinhos?
- Parou, claro. Caiu a ficha dele de que eu nΓ£o estava de brincadeira. Durante o dia pude perceber, com o canto do olho quando passava por mim, o quanto ele estava aflito, me olhando. Mas naquele dia, alΓ©m da tpm, eu estava afim de ser mΓ‘, e o Junior iria sofrer. Ah, se ia... hehehe!
- Nossa, jΓ‘ senti o clima! NΓ£o queria estar na pele do Junior naquele dia.
- NΓ£o ia querer mesmo. Olha... eu judiei!
- Conta aΓ, please!
- Naquele dia eu jΓ‘ tinha xingado ele por causa dos bilhetes, eu tinha avisado da tpm mas ele insistia. Quando o Junior resolve ser chato... Na parte da tarde quando estava tudo calmo e a casa estava vazia, comecei o terror psicolΓ³gico jΓ‘ no caminho de uma edΓcula nos fundos da casa:
- Quer dizer quer que vocΓͺ lembrava dos pΓ©s nos meus chinelos, Γ©? Gostou deles?
Junior respondeu timidamente; estava meio desconfiado das minhas intenΓ§Γ΅es.
Sabia que as flores mais belas sΓ£o venenosas? - continuei.
Por que a senhora tΓ‘ falando isso?
Por quΓͺ? Boa pergunta... Γ melhor eu mostrar, em vez de dizer, nΓ©? TΓ‘ preparado?
Junior nΓ£o sabia mais o que responder. JΓ‘ estava com medo de mim.
- AtΓ© eu jΓ‘ estou! Hehehe!
- Haha, boba! Bom, continuei o terrorzinho:
Daqui a pouco vocΓͺ vai conhecΓͺ-los bem de pertinho. SerΓ‘ que eles vΓ£o ser bonzinhos contigo, ou vΓ£o te ferir como os espinhos de uma rosa?
Ele sΓ³ me dirigia olhares aflitos, rapidamente, e baixava a cabeΓ§a, caminhando em silΓͺncio.
Seria muita ingratidΓ£o se eles te fizessem sofrer, nΓ©? Afinal, vocΓͺ os quer tΓ£o bem....
O que a senhora vai fazer comigo? - Junior enfim perguntou.
Ora, vou te deixar matar a saudade dos meus chinelos havaianas de uma forma toda especial.
Afinal, vocΓͺ nΓ£o esqueceu deles... Ao mesmo tempo, vai receber umas liΓ§Γ΅ezinhas.
Por favor, senhora...
O quΓͺ? TΓ‘ com medo?
NΓ£o, Γ© que... nΓ£o tΓ΄ acostumado...
NΓ£o recebia chineladas da mamΓ£e?
NΓ£o. - Junior respondeu, envergonhado.
Que peninhaaa... - fiz um biquinho de deboche - DΓ‘ atΓ© dΓ³... Mas agora tens uma dona e teu bumbum pertence a ela, concorda? AlΓ©m de que, nΓ£o foi vocΓͺ quem pediu?
Aquele dia eu estava muito mΓ‘.
- TΓ΄ vendo! O suplΓcio jΓ‘ comeΓ§ou no caminho.
- Bem, chegamos a edΓcula e fomos direto para o um quarto que estava meio abandonado por ser usado pouco. Mandei-o sentar na cama, abaixei e peguei meus chinelos havaianas branco 39/40 dos meus pΓ©s e entreguei-os em suas mΓ£os. Pode matar as saudades - ordenei.
Junior ficou meio sem saber o que fazer, manuseando aqueles chinelos, passando a mΓ£o no solado, nas marquinhas dos meus dedos, nas tiras. Fez menΓ§Γ£o de levΓ‘-los ao rosto, mas deteve-se. Me olhava a toda hora, tentando adivinhar o que eu estava pensando.
Depois vocΓͺ vai poder calΓ§Γ‘-las, para ver como sΓ£o gostosas de caminhar. Mas sΓ³ depois que terminarmos. Ele me olhou com um ar de preocupaΓ§Γ£o, sem coragem de perguntar terminarmos o quΓͺ?. - Mas vocΓͺ Γ© especialista em terror psicolΓ³gico, hein! Pobrezinho!
- Pior que eu nunca tinha feito antes. Quer dizer, sΓ³ com minha irmΓ£, mas nΓ£o com aqueles requintes.
- E a surra? - Pois entΓ£o. Disse para ele: Agora eu vou na cozinha beber alguma coisa e dar umas instruΓ§Γ΅es para empregada. Volto em quinze ou vinte minutos. Me espera peladinho, ok? Totalmente. Pode se distrair com meus chinelos atΓ© eu chegar.
- Mais quinze minutos de terror... quantos requintes...
- Eheh! Eu falei que aquele dia eu estava o prΓ³prio capeta!
- TΓ΄ curiosΓssima! Conta a sequΓͺncia, conta!
- Demorei uns vinte e cinco minutos. Voltando ao quarto, lΓ‘ estava ele, sentadinho, nu em pΓͺlo, ainda acariciando os meus chinelos. Me olhou com uma carinha chorosa... quase desisto, mas minha tpm falou mais alto. Matou a saudade?, perguntei.
Junior chegava a tremer. Estendi a mΓ£o e ele me entregou os chinelos havaianas.
Deita, ordenei. Ele obedeceu. Tremia tanto que chegava a ranger a cama.
TranqΓΌilinho, tΓ‘? Eu sou tua dona e sei o que estou fazendo. NΓ£o pode gritar, senΓ£o a empregada ouve. Quer alguma coisa pra morder?
Ante a negativa, segurei suas pernas pelos calcanhares, como quem vai trocar a fralda do bebΓͺ, ergui-as um pouco, expondo bem o traseiro, e comecei a desferir as chineladas. Uma sequΓͺncia de 15 na nΓ‘dega esquerda, bem aplicadas, causando um vermelhΓ£o imediato. A primeira lΓ‘grima brotou de seus olhos. Mais 15 na outra nΓ‘dega, impiedosas, pegando em cheio na pele branca e delicada. Junior comeΓ§ou a soluΓ§ar. Sabe por que estΓ‘ apanhando?, perguntei.
Junior fez que sim com a cabeΓ§a, sem abrir os olhos. Γtimo!
Desferi mais quinze na nΓ‘dega em que comecei, ainda mais enΓ©rgicas. A cada lambada, afastava bem o braΓ§o. Junior jΓ‘ chorava abertamente, ainda que em silΓͺncio. Mais quinze na nΓ‘dega direita, bem estaladas, reforΓ§ando a vermelhidΓ£o. Cheguei a esquecer que estava castigando uma bundinha virgem, que nunca experimentara chinelo, ainda mais do solado novo dos meus chinelos.
TΓ‘ bom, minha Sra!
Ouvi-a balbuciar. Ah, tΓ‘ bom? JΓ‘ apanhou bastante?
Apanhei, Junior murmurou.
Pois eu acho que nΓ£o! VocΓͺ nΓ£o estava louquinho por esse momento, lΓ‘ na casa?, perguntei, dando uma chinelada a cada palavra. Sim Sra!, foi a resposta, entre lΓ‘grimas.
Hum... que bom!, continuei, sem interromper as chineladas, mas eu falei que o arrependimento ia ser grande, nΓ£o falei?. Junior apenas chorava. VΓ‘rios contornos do chinelo se destacavam naquela bundinha macia. Parei.
- Meu deus... vocΓͺ nΓ£o ficou com dΓ³ do pobrezinho, nΓ£o?
- Falei que eu estava possuΓda, eheh! NΓ£o pretendia terminar ali, nΓ£o, mas ouvi barulho na porta do quarto da edΓcula. Deve ser minha irmΓ£. VocΓͺ vai ficar aqui, quietinho. NΓ£o se vista porque ainda nΓ£o acabou. JΓ‘ volto. Calcei os chinelos e saΓ do quarto, sem dar atenΓ§Γ£o aos lamurio de Junior.
Era mesmo a CΓntia, minha irmΓ£, que chegava. Queria minha opiniΓ£o sobre a roupa que iria vestir Γ noite, numa festa de formatura. Ajudei-a a experimentar vΓ‘rias peΓ§as, depois tomamos um chazinho e ela foi para academia. Voltei ao quarto levando uma surpresa.
- Um presente para o Junior?
- Mais ou menos, eheh.
Olha sΓ³ que graΓ§a o chinelinho da mana! O que achou? Vamos experimentar?
Junior sΓ³ me olhou, de semblante indecifrΓ‘vel. Grossas lΓ‘grimas ainda delineavam seu rosto.
Deite de bruΓ§o encima deste travesseiro, quero sua bundinha bem empinada!, ordenei.
Meu escravo jΓ‘ na posiΓ§Γ£o, expus novamente a bundinha, jΓ‘ vermelha, acariciei-a de leve e retomei o castigo. O chinelo da mana era mais pesado, uma havaianas preta 39/40, por isso nΓ£o precisei erguΓͺ-lo alto o braΓ§o a cada chinelada.
- Por que continuou o castigo com o chinelo da tua irmΓ£?
- Foi uma ideia que eu tive na hora mesmo. Queria ver como o Junior iria reagir, naquele momento e depois, quando eu o apresentasse Γ CΓntia. Queria ver se aquelas chineladas fariam com que ele tivesse uma atitude submissa em relaΓ§Γ£o Γ mana. Foi sΓ³ uma experiΓͺncia, hehe!
- Que mente sΓ³rdida...
- Foram muitas chineladas com o chinelo de Cintia. Continuei interrogando-o, enquanto batia. Adoro isso, alternar palavras e chineladas. Acho que herdei esse gosto da minha mΓ£e.
Sabe por que ainda tΓ‘ apanhando?
Junior fez que sim com a cabeΓ§a.
EstΓ‘ doendo?. Aceno positivo. Que bom!, emendei.
Vai me mandar bilhetinho pedindo chinelada de novo?
Sinal negativo dele.
JΓ‘ apanhou o suficiente?
Junior nΓ£o se atreveu a responder.
Muito bem!. Dei umas cinco chineladas, bem estaladas, e parei. O pobre bumbum, outrora branco como leite, jΓ‘ tava completamente tomado de contornos vermelhos. Deixei-o ir ao banheiro se aliviar, enquanto isso fui na cozinha beber suco (Junior ainda nu) e depois ficamos no quarto, conversando sobre a faculdade. Ele achava que tinha terminado, por isso pediu para se vestir, mas nΓ£o permiti.
Nu, alΓ©m de lindo, ele ficava mais submisso. - Mas nΓ£o tinha terminado?
- NΓ£o, eheh! Mas a parte final foi bem mais carinhosa.
- Como assim?
- Toquei no assunto de ele nunca ter levado chineladas. Lembra o que Junior tinha me contado no caminho? Ele disse que o quanto apanhara naquela tarde, porΓ©m, compensava muito bem essa falta por parte de sua mΓ£e. Mas isso nΓ£o me sensibilizou... :-) - Ai, ai, ai... bateu ainda mais no pobrezinho?
- Sim, mas jΓ‘ disse, foi uma coisa mais delicada. Falei do quanto eu apanhei quando era pequena, do modo como minha mΓ£e me batia, do chinelo havaiana que ela usava, bem mais dolorido que os chinelos que o Junior acabara de experimentar, das cintadas, dos castigos. Neste momento tive uma ideia, falei que voltava logo, fui ao quarto de minha mΓ£e, peguei um chinelo havaiana que ela ainda tinha e que muito usara em mim era grande 41/42 de cor amarelo, voltei ao quarto da edΓcula onde Junior me aguardava aflito e com o bumbum bem castigado e vermelho.
- JΓ‘ estava tudo planejado, nΓ©? Danada...
- Horas antes! Hahaha! Junior jΓ‘ fez sua carinha de desconfianΓ§a, que eu bem conheΓ§o. Como eu ainda nΓ£o o tinha autorizado a se vestir, comeΓ§ou a ligar os pontos. JΓ‘ de volta ao quarto, Junior diz.
Mas a senhora vai sΓ³ me mostrar, nΓ©?, perguntou, carinha de quem imaginava que nΓ£o vinha boa coisa. Respondi com meu risinho sarcΓ‘stico, nem um pouco preocupada em confortΓ‘-lo.
Olha o que achei, os chinelos havaianas estava lΓ‘ no fundΓ£o do armΓ‘rio, tirei o pΓ³ e entreguei-os a Junior. Pobrezinho, jΓ‘ pressentia o perigo.
Olha sΓ³ o solado, falei. Era uma borracha super dura e pesada. Pior que o chinelo da Cintia, nΓ£o acha? Tem ideia do quanto eu jΓ‘ apanhei com esses chinelos havaianas?
Junior, na minha frente, em pΓ© e de cabeΓ§a baixa, sΓ³ esperava a ordem que jΓ‘ sabia qual seria.
NΓ£o era Γ toa que sua dona o queria pelado.
VocΓͺ brincava de mamΓ£e e filhinho, quando era crianΓ§a, ainda perguntei, aumentando a expectativa.
Junior acedeu com a cabeΓ§a. Vamos brincar?, convidei.
Ela me olhou. Sentada na cama, com a mΓ£o esquerda dei batidinhas na minha coxa, convidando-o.
Na mΓ£o direita, o famigerado chinelo havaianas amarelo 41/42 de minha mΓ£e, que tanto me fez chorar. Iniciara-se o desfecho da tarde de castigo. - Nossa... bateu muito?
- Menos do que minha mΓ£e, pode ter certeza. Poupei o bumbum do Junior, jΓ‘ bastante vitimado pela minha ira, minha tpm, meus chinelos e os da Cintia. Reproduzi uma das poucas cenas de surra da mamΓ£e que eu me lembrava, com palavras e tudo. Tive a impressΓ£o de que Junior tambΓ©m entrou no clima, sabe? Agiu realmente como um moleque pego no flagra pela mamΓ£e severa. Esperneava e chorava como uma crianΓ§a, vivenciando o que, segundo afirmara, nunca tinha sofrido.
Talvez fosse algo de que sempre tivera vontade, mas nunca confiara completamente em sua mΓ£e para que se entregasse. Achara, enfim, o colinho confortante e disciplinador. Contorcia-se, mas serΓ‘ que queria sair? - Que lindo...
- E foi mesmo. Depois de vΓ‘rias chineladas e xingamentos Γ lΓ‘ mamΓ£e, e de promessas de nΓ£o faΓ§o mais de Junior, ficamos lΓ‘ por um tempo, ele ainda no meu colo, bundinha exposta. Ficamos em silΓͺncio, eu acariciando o bumbum quente, delicadamente, e ele chorando, mais de emoΓ§Γ£o do que de dor. Acariciava a minha perna, meus pΓ©s, lacrimejava sobre eles. Pediu para se tocar. Disse que podia mas que iria apanhar enquanto nΓ£o gozasse. Junior ficou em pΓ© e comeΓ§ou a se masturbar, peguei novamente meu chinelo havaiana branco e comecei a dar vΓ‘rias chineladas no bumbum do Junior que gozou gostoso. Gozou muito. Um momento de muita cumplicidade, de muito amor. Nem lembro quanto tempo ficamos. Por ele, poderia ser eternamente.
- Caramba... nem sei o que dizer...
Nossa estou muito excitada com tudo que me contou, fiquei atΓ© com vontade tambΓ©m....
Este dia foi muito maravilhoso, quer dizer que gostou, quer castigar o Junior tambΓ©m?...
SerΓ‘ possΓvel, gostaria muito....Vou ver um dia e te convido serΓ‘ uma tarde muito gostosa....e as duas rimos por algum tempo e acabamos falando de outros assunto sempre voltando no assunto inicial.
Passado alguns dias e a excitaΓ§Γ£o de Cida nas lembranΓ§as do que a Fernanda havia lhe contado, sΓ³ aumentava, jΓ‘ nΓ£o se aguentava atΓ© que um dia conversando com a Fernanda em uma festa de famΓlia, eis que aparece Junior nos cumprimenta e comeΓ§amos a conversar os trΓͺs. Fernanda com uma cara que jΓ‘ conhecia, estava querendo aprontar algo e em um determinado momento me dΓ‘ uma piscadinha bem discreta e olha para Junior e diz: - E ai Junior saudade do meu chinelo?
A pergunta pegou Junior desarmado, ficou sem saber o que falar e Fernanda emendou: A Cida sabe de tudo e atΓ© gostaria de te dar algumas chineladas, o que acha? β Junior pensa um pouco e com uma voz tremula diz que sem problema desde que sua Sra autorizasse. Fernanda dΓ‘ o consentimento na hora e diz que iria ver o momento certo e que avisaria os dois. Cida eufΓ³rica com uma cara feliz diz a Junior: - Se prepara gosto muito de usar o chinelo para disciplinar. No final da conversa dava para vez que os trΓͺs gostaram da conversa e logo foram curtir o resto da festa. No final da festa Cida vai em direΓ§Γ£o do Junior e o chama de canto: - EstΓ‘ tudo combinado serΓ‘ daqui a duas semanas no mesmo lugar onde a Fernanda te castigou, vou levar meus chinelos, tenho alguns pares de chinelos havaianas e gostaria de usa-los para te castigar, Junior tambΓ©m estava muito excitado com tudo. Cida deixa Junior com seus pensamentos e sai extasiada.
Alguns dias se passaram, Junior estΓ‘ aflito, estava chegando o dia em que Cida iria disciplina-lo, iria conhecer e sentir todos os chinelos que Cida disse que tinha. PrΓ³ximo do final de semana Cida liga para Junior, queria conhece-lo um pouco mais, fez vΓ‘rias perguntas, no final da ligaΓ§Γ£o disse que nΓ£o via a hora dele estar sob seus cuidados e convidou Junior para ir de carro com ela, pois iria sozinha, Junior aceito sem pestanejar. Sexta-feira Cida para na casa do Junior, como estava calor vestia roupas leves, camisa, shorts e chinelo, nΓ£o teve como fez um comentΓ‘rio: Hummm adorei o visual, estΓ‘ pronto.... Junior dΓ‘ um sorriso e entra no carro, os dois vΓ£o conversando falando de vΓ‘rios assuntos, um papo bem descontraΓdo, leve tanto que a viajem foi bem rΓ‘pida. Chegando na cada Fernanda jΓ‘ estΓ‘ esperando seus convidados, estava linda como sempre e nΓ£o poderia de estar com seus chinelos havaianas branco, Junior a cumprimenta, todos estavam felizes, rindo bastante.
JΓ‘ na sala os trΓͺs estavam numa conversa sΓ³, falando de vΓ‘rios assuntos atΓ© que Fernanda diz:
- Este final de semana vai ser muito especial, pois ficaremos bem Γ vontade nΓ£o virΓ‘ mais ninguΓ©m.
Junior olhou para Fernanda e Cida que estavam me olhando, Cida olha para mim e manda eu pegar as bagagens no carro, vou sem demora. Ao retornar com as malas Fernanda determina os quartos onde ficarΓamos, ordenou que levasse as bagagens aos quartos e retornasse a sala o mais rΓ‘pido possΓvel.
Quem dera encontrar uma mulher assim

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Carolina era uma mulher linda e autoritΓ‘ria que se formou professora, pois era viciada em disciplina. Resolveu entΓ£o que iria dar aulas em um colΓ©gio tradicional, quase um internato onde ainda se usava a tradicional puniΓ§Γ£o. Sabia que lΓ‘ se sentiria realizada cada vez que tivesse que surrar um de seus alunos. O ΓΊnico problema Γ© que ela causava furor em seus alunos que babavam por ela, uma moΓ§a jovem com seus vinte e poucos anos e corpo escultural. Andava sempre bem arrumada, roupas serias, cabelos presos em um coque e seus Γ³culos que davam um ar intelectual. Gostava de usar um chinelo havaianas 41/42, sempre na sala diante de outros alunos como forma de humilha-los e pra que os outros aprendessem a liΓ§Γ£o. A maioria deles odiava aquilo, apesar de serem loucos por ela, choravam, imploravam, nada adiantava, aliΓ‘s sΓ³ aumentava o prazer dela em puni-los com mais rigor. Mas um aluno em especial chamava sua atenΓ§Γ£o, Carlinhos um menino de 18 anos aprontava quase sempre e apanhava quase sempre tambΓ©m. Parecia que gostava das surras, eram bem doloridas, e ele sempre chorava, mas sua paixΓ£o por ela crescia a cada dia, e estranhamente ele gostava de provoca-la, de sentir sua fΓΊria, e percebia nela o imenso prazer que ela tinha ao fazer aquilo. No comeΓ§o ela nem percebeu a paixΓ£o que ele nutria, e nem percebeu o quanto aquilo mexia com ela, atΓ© que um dia tudo mudou. Era sΓ‘bado e os alunos iam sempre pra casa, e os professores tambΓ©m. Mas naquele fim de semana Carlinhos nΓ£o foi ver seus pais e apareceu de surpresa na casa de Carolina que estranhou a visita. Ele entΓ£o declarou seu amor por ela, e que estava disposto a servi-la, e ser disciplinado por ela do jeito que ela quisesse. Ela quis manda-lo embora mas jΓ‘ estava completamente envolvida com a ideia de ter um aluno sΓ³ pra ela e o mandou entrar. ComeΓ§ou entΓ£o a dar ordens e ele obedeceu sem questionar, lavou louΓ§a, cozinhou, fez faxina, tudo sobre o olhar atento de sua tutora que no final lhe deu uma dolorosa surra com um chinelo havaiana preto semelhante ao que usa na escola, uma surra como ele jamais tinha levado antes, e dizia que isso era sΓ³ o comeΓ§o, e que estava sendo punido pela ousadia de ter aparecido em sua casa, ele chorava, implorava pra que ela parasse, pedia perdΓ£o, mas nada adiantava, ela o surrava com gosto atΓ© que cansou e mandou entΓ£o que ele dormisse no chΓ£o da sala e foi para o seu quarto sentindo um enorme tesΓ£o, nunca tinha sentido aquilo, nΓ£o daquele jeito, gostava da disciplina, mas aquele dia foi diferente, se sentia como uma verdadeira disciplinadora, dando ordens que normalmente nΓ£o daria na escola e sendo obedecida em tudo. Masturbou-se e nem percebeu que seu aluno a observava pela fresta na porta. No dia seguinte repetiram a dose. E repetiram quase todo final de semana. Na escola ela o humilhava dando surras na frente da classe sabia como ele se sentia, e aquilo foi a deixando cada vez mais excitada. Um dia, depois de muitas sessΓ΅es, ela o pegou espionando enquanto se masturbava, Carlinhos ficou apavorado, pois sabia que iria levar uma surra daquelas, mas pra sua surpresa ela o mandou entrar e o fez chupar sua buceta molhada de tanto tesΓ£o e gozou em sua boca, ele quis se masturbar ali mesmo mas ela o proibiu, ele sΓ³ faria quando ela deixasse, agora ele tambΓ©m era seu escravo sexual, ela foi a primeira mulher com que ele teve contato sexual, agora sua disciplinadora estava cada vez mais cruel, e ele cada vez mais envolvido com tudo aquilo. Mas toda vez que ela permitia que ele gozasse era uma explosΓ£o de prazer imenso como ele jamais havia sentido. Nenhum dos dois tinham noΓ§Γ£o do que acontecia, as vezes se sentiam culpados com aquilo como se fizessem algo errado, mas sabiam que algo tΓ£o bom nΓ£o podia parar. E assim seguiram suas sessΓ΅es, sempre com novas descobertas, leram Sade, Masoch e se encantaram com aquele novo mundo que se abria diante deles. Experimentaram de tudo, novas torturas, psicolΓ³gicas, fΓsicas, joguinhos que comeΓ§avam na escola e terminavam sua casa. E assim seguiram suas vidas, felizes e sem medo de ser o que eram. Carolina descob
D+
Girl Receives A Bedtime Spanking In Front Of Her Friend From Her Aunt.
Surra de verdade
Como era bom essa sensaΓ§Γ£o
Stern Aunt Jennifer
Γtimas chineladas
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Chineladas boas

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Esse chinelo deve doer muito
Breaking school rules lead to discipline from mom at home.
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Nossa que delicia 43/44
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EstΓ£o sumidos

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