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â Ah, e hoje o professor novo lĂĄ da escola disse que meu sorriso parecia iluminar a sala. â VocĂȘ riu. â Todo mundo ficou zoando depois, claro.
Foi sĂł isso. Uma frase solta, inocente. Mas vocĂȘ percebeu na hora quando o clima mudou.
Jungwon, que tava com a mĂŁo apoiada no seu joelho, parou de se mexer. VocĂȘ desviou o olhar do celular e viu ele com os braços cruzados, encostado na parede, sem falar nada.
VocĂȘ piscou algumas vezes, tentando conter o riso, mas era impossĂvel. Ele tava tĂŁo fofo com aquela carinha emburrada, os bracinhos cruzados, e todo vermelhinho, como se a cabeça dele estivesse fervendo por dentro.
â Ahhh⊠entĂŁo o gatinho tĂĄ com ciĂșmes.
â NĂŁo tĂŽ com ciĂșmes â ele respondeu na hora, mas desviando o olhar. â SĂł achei⊠desnecessĂĄrio. Sei lĂĄ.
VocĂȘ se aproximou devagar e sentou no colo dele, com um sorriso carinhoso no rosto. Ele ainda tentou manter o ar bravo, mas jĂĄ tava completamente desmontado.
Jungwon mordeu o lĂĄbio pra nĂŁo sorrir, mas nĂŁo aguentou. Os olhinhos dele fecharam um pouco quando ele finalmente sorriu de volta, tĂmido, todo entregue. VocĂȘ aproveitou e deu um beijo rapidinho nos lĂĄbios dele, sĂł pra provocar.
â SĂł isso? â ele perguntou, com a voz baixinha.
â Hm?
â TĂŽ aqui, todo enciumado, quase virando uma fogueira, e vocĂȘ me dĂĄ um beijinho de meio segundo?
VocĂȘ riu e segurou o rosto dele com as duas mĂŁos, puxando pra mais um beijo. Dessa vez mais calmo, mais gostoso, do jeitinho que ele amava. Sentiu ele suspirar baixinho e finalmente descruzar os braços, abraçando sua cintura.
â Melhor agora â ele murmurou, colando o rosto no seu pescoço.
â Vai sonhar comigo hoje? â vocĂȘ perguntou, acariciando o cabelo dele.
Um movimento pequenininho, quase sutil, veio lĂĄ de dentro, como se a bebĂȘ quisesse dar bom dia.
Foi o suficiente para fazer seu coração inteiro se derreter.
Um sorriso automĂĄtico apareceu no seu rosto enquanto vocĂȘ abaixava a cabeça, passando a mĂŁo sobre a barriga novamente, como se pudesse responder ao toque da bebĂȘ. Ainda parecia surreal pensar que havia uma vida crescendo ali dentro. A filha de vocĂȘs.
â Ela tĂĄ acordada? â perguntou baixinho, encostando o queixo no seu ombro.
VocĂȘ assentiu, ainda sorrindo.
â Faz uns minutinhos. Ela tĂĄ mexendo bastante hoje.
Jake abriu um sorriso tĂŁo genuĂno que quase doeu no peito olhar para ele. Toda vez que a bebĂȘ mexia, ele reagia como se fosse a primeira vez da vida dele. Como se nunca conseguisse se acostumar com aquilo.
Ele ficou em silĂȘncio por alguns segundos, apenas acariciando sua barriga junto com vocĂȘ. EntĂŁo abaixou a cabeça e deixou um beijo demorado no seu ombro.
Depois outro na sua nuca.
E outro perto da sua orelha.
VocĂȘ soltou uma risada baixa.
â JakeâŠ
â Hm?
â VocĂȘ tĂĄ muito carinhoso.
â Eu sempre sou carinhoso.
â NĂŁo desse jeito suspeito.
Ele riu baixinho contra sua pele e apertou sua cintura.
â Talvez eu tenha motivos hoje.
VocĂȘ virou o rosto um pouquinho, desconfiada.
â Que motivos?
Jake fez aquela expressĂŁo convencida que vocĂȘ conhecia tĂŁo bem.
â Primeiro⊠feliz dia das mĂŁes, meu amor.
Seu coração falhou uma batida.
Porque era verdade, era o seu primeiro dia das mĂŁes mesmo com a bebĂȘ ainda crescendo dentro de vocĂȘ, mesmo sem ela ter nascido ainda.
Aquele sorriso bonito e animado de quem estava se segurando para nĂŁo estragar uma surpresa.
â Vem comigo.
Ele segurou sua mĂŁo e guiou vocĂȘ para dentro da casa, mas parou antes da sala.
â Fecha os olhos.
â Amor...
â Confia em mim.
VocĂȘ obedeceu, ainda ouvindo ele andar de um lado para o outro pela sala parecendo nervoso. Ele murmurava algumas coisas sozinho, arrastava alguma coisa, e vocĂȘ conseguia imaginar perfeitamente a expressĂŁo concentrada dele naquele momento.
EntĂŁo ele falou:
â TĂĄ. Agora pode abrir.
Quando vocĂȘ abriu os olhos, a primeira coisa que sentiu foi vontade de chorar de novo.
A sala inteira estava linda.
Ele claramente tinha passado muito tempo preparando tudo.
Flores estavam espalhadas por vĂĄrios cantos da sala, em tons delicados que vocĂȘ amava: rosas clarinhas, peĂŽnias, lavandas e margaridas pequenas. Havia velas acesas com cheiro suave de baunilha e algodĂŁo, deixando o ambiente aconchegante junto com a luz nublada entrando pelas janelas.
E no centro de tudo, em cima da mesa de centroâŠ
Uma cesta enorme.
VocĂȘ levou a mĂŁo Ă boca imediatamente.
â Amor...
Ele parecia absurdamente orgulhoso de si mesmo.
â Eu quase enlouqueci escolhendo isso tudo. EntĂŁo vocĂȘ tem obrigação de gostar.
VocĂȘ se aproximou devagar, completamente emocionada. A cesta estava cheia de coisinhas cuidadosamente escolhidas, daquelas que deixavam Ăłbvio o quanto ele prestava atenção em vocĂȘ.
Tinha cremes hidratantes prĂłprios para gravidez porque sua pele andava muito sensĂvel.
Porque gravidez fazia tudo ficar mais intenso, vocĂȘ andava insegura Ă s vezes, porque ainda parecia surreal imaginar uma bebĂȘ dependendo completamente de vocĂȘ.
Jake imediatamente saiu da pose convencida e se aproximou preocupado.
â Ei⊠amorâŠ
VocĂȘ começou a rir no meio do choro.
â Eu odeio o quanto isso foi bonitoâŠ
Ele segurou seu rosto com delicadeza.
â VocĂȘ merece coisas bonitas.
VocĂȘ tentou responder alguma coisa, mas Jake beijou sua testa antes.
Depois beijou o cantinho do seu olho molhado.
Sua bochecha.
Seu nariz.
E entĂŁo sua boca.
Beijinhos lentos, demorados, carinhosos, daqueles que pareciam cheios de cuidado. VocĂȘ segurou o moletom dele entre os dedos enquanto ele continuava roubando mais beijinhos que claramente nĂŁo estavam planejados.
VocĂȘ riu outra vez, e ele aproveitou para beijar vocĂȘ direito agora. Um beijo lento, quente, cheio daquele carinho tranquilo que fazia tudo parecer mais leve. As mĂŁos dele seguravam sua cintura com cuidado automĂĄtico, como se vocĂȘ fosse a coisa mais preciosa do mundo inteiro.
Quando o beijo terminou, Jake se ajoelhou na sua frente sem aviso.
VocĂȘ arregalou os olhos.
Ele levantou devagar a barra da sua camiseta, deixando sua barriga completamente Ă mostra, e olhou para ela por alguns segundos com aquela expressĂŁo apaixonada que sempre fazia seu peito apertar.
EntĂŁo deixou um beijo bem no centro da sua barriga.
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Jå havia checado uma por uma das 572 linhas diversas vezes, e nunca achava nada fora do comum. Olha para a janela à sua direita e arregala os olhos. Jå estava anoitecendo! Não se lembra hå quanto tempo estava ali, mas lembra de ter sentando pra estudar de manhã. Coça os olhos e corre as mãos pelo rosto em desespero. Meu Deus, o que mais poderia fazer? Antes que enlouquecesse completamente, decide simplesmente guardar suas coisas e voltar para seu apartamento; não chegaria em lugar nenhum nesse estado.
ââ Amiga, vamo', por favor... ââ tentava te convencer, mas vocĂȘ tinha pra si que estava exausta demais. ââ VocĂȘ nĂŁo tira a cara do computador a semana toda... ââ Era fato, talvez vocĂȘ realmente precisasse de uma vĂĄlvula de escape. Quer saber? Foda-se. Vai nessa festa pra pelo menos deixar sua vida interessante.
ââ Ai, tĂĄ bom, eu vou, vai... Que horas vai ser? ââ Ouve sua amiga comemorar os planos aceitos. NĂŁo sabia se realmente queria sair pra beber bebida barata numa casa suja, mas era o que tinha pra hoje.
ââ 'Oloco, vocĂȘs vieram! E aĂ? ââ Sai do bar para cumprimentar vocĂȘs com um abraço. ââ JĂĄ querem começar os trabalhos? ââ pergunta gesticulando para o bar, repleto das vodkas e drinks mais baratos que tinham num supermercado.
ââ VĂȘ duas ices pra gente. ââ Yuri responde por vocĂȘ, pedindo sua bebida favorita. Ou talvez, a Ășnica dali que nĂŁo tivesse gosto de etanol. O garoto volta para a posição inicial e abre o cooler gigante.
ââ Ă pra jĂĄ! ââ Pega as duas garrafas com o lĂquido translĂșcido sabor limĂŁo e as entrega com um sorriso, que vocĂȘs retribuem. Felix nota mais um grupo de garotos chegando pelo portĂŁo de entrada e os chama. Era composto por 5 meninos que tinham a mesma fonte: Ăłculos, posturas um pouco desajeitadas e a famosa carinha de ter medo de mulher.
NĂŁo podia negar, isso te atraia demais. E um em especĂfico te chama a atenção, era um gatinho. Faria questĂŁo de perguntar ao amigo quem era depois. Por enquanto, conversam um pouco com outros grupos e dançam mĂșsicas "insalubres" por um tempo. Realmente, precisava um pouco disso. Yuri te pede licença e acaba ficando com um garoto de outra sala, e se demoram; seja lĂĄ o que estejam fazendo.
Começa a ficar um pouco entediada pela solidĂŁo, e vai atrĂĄs de Felix pra cumprir sua missĂŁo. O garoto ainda estava no bar, mas distraĂdo, conversando com o mesmo grupo de antes. ââ Opa, apareceu! ââ Te cumprimenta de novo com um sorriso largo, provavelmente um pouco bĂȘbado.
ââ Yuri me largou pra pegar um cara. ââ Solta uma risadinha e um sorriso horizontal. Estava orgulhosa da amiga embora nĂŁo parecesse, nĂŁo era sempre que se soltava nesses lugares. ââ TĂĄ em algum canto aĂ. ââ DĂĄ um gole de sua caneca, e entĂŁo o garoto te apresenta ao resto do grupo.
ââ Ah, eu adoraria. ââ Bingo. JĂĄ havia achado uma desculpa pra vĂȘ-lo de novo. ââ Realmente preciso. ââ Solta uma risada gostosa e o garoto te espelha. Trocam nĂșmeros de telefone, e promete que mandaria mensagem pra ele quando estivesse disponĂvel. Jeongin mal conseguiu esconder seu nervosismo e euforia, nĂŁo era sempre que garotas bonitas falam com ele assim. Muito menos pra encontrĂĄ-lo Ă sĂłs.
ApĂłs sua amiga voltar do âabateâ, ficam mais um pouco na festa e decidem ir embora, afinal jĂĄ ficava bem tarde. Yuri ficou o caminho todo contando sobre o garoto que havia ficado, nĂŁo esquecendo nenhum detalhe. As vezes esquecia da intimidade que haviam criado, e riem muito. Adorava passar tempo com ela.
ââ Ah sim, me parece uma boa ideia. ââ VocĂȘ responde, um pouco atrĂĄs do garoto. Chegam Ă salinha e Jeongin abre a porta para vocĂȘ entrar, seguindo logo depois. NĂŁo era uma sala grande, mas tinham alguns computadores, janelas grandes e cortinas blackout. Se acomodam em uma das mesas, jĂĄ que dividiriam o computador.
ââ Relaxa, vocĂȘ mandou bem demais mesmo assim. Ă uma linguagem bem rigorosa. ââ Te tranquiliza com um sorriso ao vocĂȘ virar o rosto para o garoto.
ââ HĂŁ... Sim... ââ Solta um risinho leve. ââ M-mas nĂŁo se preocupa, eu te ajudo. A gente termina rĂĄpido. ââ NĂŁo conseguia conter seu sorriso ao ouvir os convites generosos do garoto. Como poderia ser tĂŁo adorĂĄvel? TĂŁo gostoso? Faria o que desse para essa sessĂŁo de estudos demorar o mĂĄximo possĂvel.
O garoto começa a notar suas curvas, e como o formato do seu corpo ficava quando vocĂȘ ficava sentada. A bunda e o quadril se avantajavam ainda mais, causando um leve âsiricoticoâ no menino. NĂŁo pĂŽde se segurar, e sĂł te olhava. Analisava. Pensando se algum dia teria a chance de tocĂĄ-lo.
O garoto limpa a garganta e tenta se concentrar na sua tela de novo.  ââ Hmmm... A-aqui, deu um erro de lifetime. Como a gente excluiu as referĂȘncias erradas, o Rust precisa garantir que as referĂȘncias novas nĂŁo apontam pra algo que jĂĄ foi destruĂdo, sabe? ââ Falava, gesticulando com as mĂŁos trĂȘmulas. VocĂȘ jĂĄ nem prestava atenção para o que o garoto dizia. Apoiava sua cabeça em sua mĂŁo, assistindo o garoto falar quase que apaixonada.
ââ A-ah... Eu... ââ Jeongin nĂŁo consegue terminar sua frase, estava vermelho como pimenta. VocĂȘ leva a mĂŁo Ă sua nuca e faz um carinho leve e gostoso nos cabelos por ali. O menino fecha os olhos e solta um suspiro trĂȘmulo.
ââ C-como assim? ââ consegue dizer, com a respiração entrecortada. Se faz de desentendido, como se nĂŁo tivesse sido pĂȘgo no flagra.
ââ VocĂȘ sabe. ââ VocĂȘ tomba a cabeça, dando a entender que era Ăłbvio. Ao perceber que o garoto nĂŁo ia admitir, chega bem perto de seu ouvido. ââ Olhando pra minha bunda. ââ Corre os dedos pelo cabelo escuro dele, os penteando para trĂĄs. ââ No meio da biblioteca ainda? Que pervertido⊠ââ Continua, mordendo seu lĂĄbio inferior e apertando os olhos. O garoto entraria em pĂąnico se nĂŁo visse estampado em seu rosto sua expressĂŁo de desejo.
Se aproxima do ouvido de Jeongin de novo descendo os dedos pelo maxilar definidinho, e continua sua provocação. ââ Mas acho que sou pior que vocĂȘ... VocĂȘ me deixou excitada. ââ Mordisca o lĂłbulo adornado pelo brinco, e faz o garoto arrepiar por completo. JĂĄ havia se tornado uma bagunça ofegante pelo seu toque, completamente anestesiado.
Segura o rosto do garoto pelo queixo e o puxa para os prĂłprios lĂĄbios. NĂŁo se segurou por muito tempo vendo a sua carinha de otĂĄrio sem saber o que fazer com uma mulher como vocĂȘ. Quase o engole com o beijo, que sĂł depois de alguns segundos consegue entrar no seu ritmo. Viram uma bagunça de lĂngua e saliva em poucos instantes, os dois tomados pelo desejo reprimido pelo ambiente educacional em que estavam.
ââ Posso te agradecer direitinho? ââ VocĂȘ pausa o beijo e encontra o rosto do menino, que jĂĄ nĂŁo esboçava a mesma vergonha de antes. VocĂȘ sorri e ele assente desesperado, curioso para ver o que faria em seguida. Retira seu short e o joga no chĂŁo, jĂĄ com uma leve mancha escura de sua lubrificação. Volta ao colo e o garoto fita sua roupa Ăntima de renda branca, hipnotizado.
Escuta seus pensamentos intrusivos e leva uma de suas mĂŁos Ă sua intimidade coberta, massageando de leve. Ele mesmo solta um gemido ao sentir a umidade, sem acreditar que era o autor disso. ââ V-vocĂȘ âtĂĄ tĂŁo molhada... ââ Diz com a voz trĂȘmula, e vocĂȘ solta grunhidos pela pressĂŁo gostosa.
ââ Uhum... pra vocĂȘ. ââ Diz baixo e volta a beijĂĄ-lo, sentido os lĂĄbios macios e quentes. ââ Olha o que vocĂȘ fez comigo. ââ Se afasta de novo e coloca a calcinha pro lado, o convidando a te tocar. Jeongin pisca pesado se certificando de que aquilo era real. Leva seus dedos Ă s suas dobras, sentindo sua lubrificação o encharcar. Solta um sorriso involuntĂĄrio ao vocĂȘ lançar a roupa Ăntima pra longe. VocĂȘ sorri de volta e mordisca o lĂĄbio inferior, apertando o pau duro por cima da calça. Ele poderia gozar sĂł assim.
ââ _____... S-senta em mim, por favor... ââ Pede com a voz jĂĄ hipersensĂvel. Era tĂŁo fofo. VocĂȘ tinha pensado em conduzir tudo, mas se amolece com o pedido manhoso. Poderia dar isso pra ele. O faria gozar em poucos minutos.
ââ T-tipo, na sua frente? ââ Estava boquiaberto, nunca tinha feito isso com plateia. NĂŁo que nĂŁo tivesse se masturbado ontem ao chegar em casa, mas nĂŁo te contaria. Pelo menos por enquanto.
ââ Aham... ââ O olha pidona e desliza suas unhas afiadas pela extensĂŁo, que lateja com o carinho. Jeongin cede e começa a bombear o pau freneticamente perto de seu rosto, as bolas pulando no mesmo ritmo. VocĂȘ sorri de lado e leva sua mĂŁo Ă sua intimidade a circulando sobre seu clitĂłris, se aliviando diante da cena erĂłtica. O garoto nĂŁo consegue conter seus gemidos, que estavam altos como nunca, sem nem se importar com onde estavam.
ââ Porra... Por favor... ââ Joga a cabeça para trĂĄs e aperta os olhos, tentando nĂŁo esporrar no seu rostinho com as provocaçÔes obscenas que ouvia. ââ Quero te sentir. ââ Abria a boca descontroladamente diante do prazer absurdo, deixando os gemidos saĂrem sem segurar nenhum.
Decide não o torturar mais e volta ao seu colo, posicionando o pau em sua entrada rapidamente. Jeongin arfa manhoso com a sensação quente e apertada de sua buceta. Sentia uma leve dorzinha no começo pela grossura, mas logo se acostumava.