O mundo, o louco e a imperatriz
Novamente, dessa vez, a luz de abajur [aba-the-jur] me ponho a escrever sobre o que deveria já ter se tornado uma boa memória antes de ser o que é hoje, aviso da tempestade, o fim Do mundo de si. Enquanto não for sincero comigo mesmo, o que, dessa vez, significa também ser sincero com o OUTRO [EU É O OUTRO], sei que não terei escapatória do meu ciclo cármico.
Não é justo pedir que eu me segure, me mantenha firme nos meus dois pés quando preciso da ilusão para acreditar que eu consiga seguir forte e ileso dessa situação. Outra mentira, não estou saindo impune, estou mais machucado do que nunca.
Fato é: você o ama, um reconhece o outro.









