mika. 29. brazil
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eu escrevo sobre o nct 127 e nct dream em inglês e português e apenas fluff, angst e sugestivo.
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mr. sorry | johnny suh
[☀️]notinha da sun: pra falar a verdade, não sei bem o que eu escrevi KKKKKKK eu queria escrever algo, mas queria fugir do óbvio, não sei se deu certo, but é isso!! @lovesuhng essa é pra você!! 💋
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você precisava urgentemente descansar. achou que conseguiria se concentrar e escrever algo decente nas próximas 3 horas se se deslocasse do seu apartamento até a cafeteria em que seu amigo trabalhava. no entanto, não saiu do segundo parágrafo e precisava entregar aquele capítulo na sexta-feira, até no máximo às 23h.
— pode ficar com o meu notebook? vou deixar ele pra você no meu testamento, já que provavelmente vou perder minha cabeça na sexta — sua agente já tinha aumentado o prazo na última semana, ela ia ficar uma fera se você chegasse novamente com umas míseras palavrinhas dos personagens principais e uma ou duas relacionadas ao órgão genital masculino.
é, pois é, as pessoas podiam pensar que a vida de uma escritora de livros eróticos era repleta de sexo, caras diferentes todas as noites, zerar o kama sutra, ménage quando estivesse no tédio, borboleta paraguaia, idas ao sex shop como se fosse uma loja de departamento comum. porém, surpresa! já faziam dois anos desde o seu último best-seller, dois anos desde que você passou por um divórcio horrível, um pouco mais de dois anos desde a última vez que fez amor com alguém de quem realmente gostasse, seu então marido.
— precisa de inspiração? posso te contar da noite em que eu e a... — você interrompeu Donghyuck com um gesto de mão. a namorada dele era sua amiga também, definitivamente não estava no clima de imaginá-los fazendo sexo — quer um doce? posso pedir pra Sarah fazer aquele que você gosta, com canela e tals.
— eu tô bem. só preciso relaxar — Donghyuck anuiu com a cabeça, mas mesmo assim te mimou com uma balinha azeda. você sorriu, colocando-a na boca assim que saiu do quentinho do estabelecimento. fez careta quando passou pela porta, por causa da balinha e também pelo vento frio que te atingiu, apesar do sol fraco.
resolveu se sentar de frente pra uma pista de skate, numa pracinha a uns 10 minutos do café. gostava do ambiente, principalmente porque amava assistir homens se equilibrando num skate; te dava tesão. esperava que fosse o bastante pra voltar a escrever, e esperava que fosse rápido, uma avalanche de ideias que colocaria em prática e sua agente beijaria seus pés e...
— tia, você tá sentada no meu banquinho — você fechou seu livrinho de bolso (e seu principal disfarce pra não ficar tão na cara o escrutínio em caras gostosos), olhou para a criança, minúscula como crianças deviam ser, o cabelo tão escuro que parecia até meio azulado com a luz do sol, num corte tigelinha fofo. a roupinha era um macacão jeans com uns carrinhos aqui e ali.
— ei, garotão! sua mãe tá te procurando.
— puta merda — foi automático, não conseguiu segurar o palavrão na língua, não quando um cara duas vezes maior do que você aparece de repente com um boné virado pra trás. homens tinham finalmente descoberto o poder da calça de moletom e da camiseta branca? e a jaqueta jeans pra completar era de foder. definitivamente, o estilo despojado era o seu preferido.
— tio, mas ela tá no meu lugar! — a criança fez beicinho e você fez menção pra se levantar, afinal não queria fazer aquele menininho adorável chorar. no entanto, o homem te impediu com a própria mão, abanando-a num sinal que dizia “fique onde está”.
e tudo que você queria responder era: “sim, senhor”.
reprimiu outro palavrão, porque a mão, assim como o conjunto inteiro do corpo dele, era linda: grande, dedos longos, os tipos de dedos que você gostaria de ter na boca.
— me desculpa — ele pediu, depois da criança correr para o colo da mãe. você balançou a cabeça, tinha que fazer alguma coisa, já que aquele homem grande te encarava como se você fosse aquele seu docinho favorito com canela. talvez ele lambesse os dedos, os dedos longos, as unhas curtinhas, aparadas, limpinhas.
— é seu sobrinho? — você questionou, olhando para cima, para o rosto dele. ele sorriu, um sorriso lindo, parecia um gatinho apesar do físico.
— é. um deles. o mais sapeca — ele abriu a boca e depois fechou-a. não sabia se era porque estava arrebatado por sua beleza ou porque queria perguntar algo e não sabia como — desculpa, acho que te conheço de algum lugar.
— ah, tá — você sorriu, deixando pender a cabeça para o lado só um pouquinho — olha, eu acho que essa cantada já é meio antiga.
— não, eu não tô... quer dizer, se você quiser que eu esteja flertando com você — seu sorriso se alargou mais um pouquinho, tentou contê-lo mordendo o lábio — desculpa, eu sou o Johnny.
— você pede muitas desculpas, Johnny.
— des... — Johnny sorriu, sentando-se do seu lado, colocou a mão na testa, desconcertado de um jeito adorável e ao mesmo tempo sexy, especialmente porque, novamente, ele tinha mãos bonitas.
— eu sou escritora, mas eu não acho que você já leu alguma coisa minha — Johnny colocou um braço ao redor do encosto do banquinho de praça, se aproximando um pouquinho mais sem nem perceber, e você de repente se sentia viva, como se os últimos dois anos não tivessem sido uma merda. simultaneamente, se sentiu tímida também; gostava do que escrevia, não era só sexo, era romance, e romance também envolvia desejo, calor, formigamento, tesão. não tinha por que se sentir envergonhada e, mesmo assim, o constrangimento te dominou.
— li por causa de uma mulher. terminei em 2 dias a sua trilogia — dessa vez foi você quem ficou sem palavras. homens gostavam de pornografia, mulheres gostavam dos detalhes, das preliminares, das longas descrições antes que o mocinho tivesse enfim a heroína pra si. pra você, era uma declaração e tanto um cara ler livros por sua causa, e aquele, em específico, tinha feito isso por uma mulher.
— Johnny, quem é você? — você questionou e ele sorriu, desviando o olhar, mas ele continuava em você, no bico da sua bota, subindo devagarinho, absorvendo cada detalhe de você. foi o suficiente pra você ficar incomodada com o calor repentino, avançar e beijá-lo de levinho, só um selinho, só pra saber se você ainda sabia fazê-lo — me desculpa, eu...
Johnny te beijou, avançando sobre você naquele banquinho minúsculo. suas mãos tocaram-no por cima das roupas, tomando cuidado pra não ser promíscua, mas porra, dava pra sentir cada gominho. não queria se importar que era dia, que ele era um completo estranho gostoso e que o beijara do nada porque ele estava naquela porcentagem de 5% dos homens que te liam. não queria ligar para nenhum daqueles fatos, nem queria se esforçar pra isso, não quando a boca de Johnny estava na sua, não quando ele tinha gosto de menta.
— só eu peço desculpas, tá? você só faz.
Johnny disse, o nariz resvalando no seu, meio ofegante, você igualmente, sorrindo feito uma boba. aquele homem definitivamente seria seu naquela noite.
com um aceno sutil de cabeça, você concordou:
— combinado, Johnny.
gabz, eu não sei o que seria de mim sem você, sério ♥
quero ser uma loba que nem ela pra poder pegar um cara gostosão (que nem o johnny
ah, espero que a namorada do haechan tenha sido inspirada em uma certa pessoinha kkkkkkkk
obrigada por tudo, amei cada palavra ♥
amores
0.7k / o maior dos fluffs, haechan pai de um casal de gêmeos n.a.: fanfic totalmente dedicada a @sunshyni, que há temos me pede uma história com o haechan ♥
Quando Haechan entrou na sua vida, de uma forma caótica e barulhenta, você não imaginava que acabaria se aproximando tanto dele. Muito menos que, em algum momento, aceitaria um dos inúmeros convites insistentes para sair.
No início do namoro, houve várias vezes em que você pensou que aquilo não duraria. Haechan era intenso, imprevisível. Mas, com o tempo, vocês amadureceram juntos, construindo laços cada vez mais fortes até perceberem que não sabiam mais viver um sem o outro.
Depois de alguns anos, vieram os planos para o futuro e foi então que você conheceu um novo lado dele. Um Haechan sem piadas, sem provocações. Com você, ele aprendeu que podia desacelerar, que podia baixar a guarda e descansar, sabendo que teria sempre um porto seguro.
O pedido de casamento veio pouco tempo depois, tão sincero e cheio de emoção que você sequer conseguiu responder antes de começar a chorar. E foi então que você começou a pensar em formar uma família com ele.
Agora, voltando para casa após um longo dia de trabalho, você estava pronta para encontrar o amor da sua vida. Ou melhor, os amores da sua vida.
Assim que abriu a porta, anunciou um sonoro “cheguei”, imediatamente escutou os passinhos apressados correndo em sua direção e, abaixando, recebeu um abraço forte dos seus pequenos.
Os gêmeos foram, sem dúvida, o maior presente que a vida poderia ter dado a vocês. Até hoje você se lembrava da reação de Haechan quando contou sobre a gravidez. Por alguns segundos, ele ficou completamente pálido, como se estivesse prestes a desmaiar. Então, de repente, um sorriso enorme surgiu, acompanhado de lágrimas que ele nem tentou esconder. A felicidade tomou conta do pequeno apartamento que vocês dividiam.
“Meus amores, cadê o papai?” Antes que eles pudessem responder, Haechan apareceu, ainda com a roupa do trabalho, mas com a camisa amassada e os cabelos bagunçados. “O que houve, amor? Você estava no meio de um furacão?”
“Seus filhos estavam impossíveis hoje! Como você consegue dar a janta para esses monstrinhos?”
Você riu, pegou o seu filho no colo, enquanto a garotinha correu para os braços do pai, foi em direção a Haechan e deu um selinho demorado nele. “Tenho alguns truques. Vem que eu ajudo a dar o jantar para os nossos filhos.”
Haechan tinha razão. Seus pequenos estavam mais agitados do que o normal, mas você conseguiu fazer com que eles comessem o jantar que seu marido tinha feito. Nos dias que você chegava um pouco mais tarde do trabalho, Haechan tomava conta dos pequenos. Em alguns momentos, principalmente assim que eles nasceram, ele se via perdido e a beira do desespero quando não sabia lidar com alguma situação, mas agora ele fazia questão de te ajudar sempre que tinha um tempo livre ou quando você estava um pouco mais ocupada.
Enquanto eles terminavam de comer, ou melhor, brincavam com o resto da comida, Haechan te abraçava por trás, fazendo um carinho da sua cintura e, com o queixo apoiado em seu ombro, admirava os gêmeos. Eram naqueles momentos que ele percebia o quanto era incrível ter uma família com você. Então, ele deu um beijo no seu pescoço, que fez você se arrepiar no mesmo momento, e disse que você podia ir tomar um banho, enquanto ele preparava os gêmeos para dormir.
Depois de um banho não tão demorado, você passou no quarto dos gêmeos, antes de ir para o seu, para ver como Haechan estava se saindo com a missão “colocar os gêmeos para dormir”, mas se surpreendeu ao ver que o quarto estava vazio. Se surpreendeu, mas logo teve uma ideia de onde eles poderiam estar. Suas suspeitas se concretizaram quando abriu a porta do seu quarto e deu de cara com o Haechan dormindo serenamente com o garotinho dormindo ao seu lado direito, enquanto a garotinha estava deitada em cima dele, abraçada com o pai.
Você se sentia boba, mas extremamente feliz ao ver aquela cena. Era algo tão simples, mas repleto de amor.
Ser amada por Haechan era algo que você não conseguia explicar, principalmente naqueles momentos simples, na meia luz daquele quarto, com aqueles bebês que eram fruto de um amor mais lindo, que foi crescendo ao passar do tempo.
Você trocou de roupa rapidamente e se deitou ao lado de Haechan, tomando o seu garotinho no colo. Como se percebesse a sua presença e sem abrir os olhos, Haechan esticou o braço, te puxando para sentir o calor do seu corpo. Mais uma vez, você sorriu.
Eram aqueles momentos que você não era capaz de descrever, apenas sentir.
louca
418 / fluff, haechan safadinho e provocador n.a: curtinho, mas bem especial para a minha @sunshyni
Você estava na cozinha, tentando preparar alguma coisa simples para o jantar. Estava estranhando a tranquilidade do seu apartamento. Tranquilidade essa que foi interrompida quando Haechan apareceu, se encostando no batente da porta, braços cruzados e um sorriso que já te mostrava que vinha alguma provocação.
“Uau… olha só quem resolveu cozinhar.” Ele disse de uma maneira sarcástica e exagerada. “Já devo ligar pros bombeiros ou você tem tudo sob controle?”
“Ha, ha, muito engraçadinho”. Você retrucou, ainda mexendo na panela. “Você vai ficar aí olhando ou vai me ajudar?”
Ele se aproximou, chegando perto propositalmente, a voz baixando só para te provocar. “Já estou ajudando sendo a inspiração do prato.”
Você o encarou, confusa. “Inspiração?”
Ele acenou com a cabeça e apontou para a panela. “Quente igual eu quando você me provoca.”
Você engasgou com a própria risada. “Haechan!”
Ele riu da sua reação, pegou a colher da sua mão para provar o molho, fez uma pausa dramática, fingiu estar pensando e disse: “Está ótimo, acho que você merece um prêmio.”
Antes que você pudesse perguntar algo, ele te roubou um beijo, rápido, mas que mesmo assim te deixam completamente desnorteada.
“Viu? Esse é o melhor prêmio”. Haechan murmurou contra seus lábios, fazendo você revirar os olhos e dar um tapinha nos ombros dele, tentando controlar o sorriso,mas ele percebeu.
“Essa é só uma desculpa pra me beijar e não ajudar.” Você disse, voltando a cozinhar.
Ele riu baixinho e te puxou, grudando completamente seus corpos. “Não preciso de desculpa pra isso.
Dessa vez, o beijo não foi rápido. Era doce e provocador ao mesmo tempo, daqueles que roubam completamente fôlego e que você acabou cedendo automaticamente, com uma mão descansando no peito dele enquanto a outra quase deixou a colher cair.
Quando se afastou, ele tinha aquele sorriso provocador nos lábios, mas com os olhos brilhando, amando o fato de ter te deixado sem reação.
“Sabe o que é engraçado?” Ele disse com a testa encostada na sua. “Você finge que não gosta, mas acaba sempre acaba molinha quando te pego. E eu adoro isso.”
Você balançou a cabeça, desligou o fogo, voltando toda a sua atenção para ele, jogando os braços em seus ombros, fazendo com que ele automaticamente abraçasse sua cintura.
“Um dia você ainda me enlouquece, Lee Donghyuck.” Murmurou, roçando o seu nariz com o dele.E, com aquela voz que tirava todo o seu juízo, ele apenas disse: “Acho que esse dia já chegou, porque eu sei que te deixo louca.”

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betcha
w.c: 1.1k enemies to lovers
Você e Haechan eram o exemplo perfeito de opostos. Enquanto ele era a famosa borboleta social, você era quieta, vivia de cara fechada. Ele gostava muito de toque físico, você evitava isso de qualquer forma. Ele sempre gostava de ajudar os outros e de pedir ajuda, você quer fazer tudo sozinha e prefere morrer do que pedir ajuda de alguém.
Mas, mesmo com todas as diferenças, seu ciclo de amizade fazia questão de dizer que vocês eram feitos um para o outro.
Haechan lembra quando te viu pela primeira vez. Foi quando Mark te apresentou em uma reunião de amigos em sua casa, não preciso nem dizer que você foi levada praticamente à força. De cara, Haechan ficou bobo por você, achou até que você era um anjo de tão linda que estava naquela noite, mas toda vez que ele tentava se aproximar, você se afastava.
Depois de uns dias, se encontraram na universidade. Haechan veio com aquele papo de “se nos encontramos novamente, só pode ser o destino”, tudo que você fez foi revirar os olhos com esse comentário. Desde então, o homem sempre fazia umas investidas, jogava uns flertes.
Se tinha um trabalho em dupla nas matérias que vocês faziam juntos, ele corria para o seu lado.
Se você comentava que estava querendo um docinho depois de almoçar, minutos depois Haechan aparecia com um brigadeiro, seguido de uma piscadinha, como uma forma de te conquistar.
Não importa o quanto ele ficava na sua cola, você o ignorava, falava mil vezes “eu não gosto disso”, mas Haechan via em seu olhar que você não falava o que realmente estava sentindo.
Era sexta à noite e você não imagina que estaria em uma festa de final de período na casa de uma pessoa que você não conhecia, tudo por culpa dos seus amigos que te arrastaram pra lá.
Depois de um tempo que você tinha chegado, Wonbin tinha se aproximado de você. Conhecia ele de vista, mas sabia muito bem a fama dele. Mulherengo nato. Visivelmente bêbado, tentava puxar papo, com uns comentários bem inconvenientes e você apenas ignorava. Não tinha reparado que Haechan observava aquilo tudo de longe, tinha chegado a pouco tempo na festa, viu que você estava desconfortável e, quando o homem pegou no seu braço, decidiu agir.
“Com licença, algum problema?” Haechan disse entrando no meio de vocês dois.
“N-não. Eu…eu só…” Você estava meio atordoada, não sabia o que responder, afinal, queria se livrar daquele, mas não queria causar uma confusão. Então, falou a primeira coisa que veio da sua mente. “Eu tava esperando você chegar. Foi bom falar com você Wonbin, mas meu amigo já chegou. Tchau.” E puxando Haechan pela mão, foi em direção ao jardim da casa, querendo sair dali o mais rápido possivel.
“Então, eu sou seu amigo?” Haechan disse num tom que sabia que iria te provocar e tudo que você fez foi revirar os olhos.
“Ai, cala a boca!”
“Ei! Foi você que disse! E se você realmente não gostasse de mim, não estaria de mãos dadas comigo.”
Você reparou que ainda estavam de mãos dadas e soltou rapidamente, completamente envergonhada.
“É melhor eu ir…” Estava se virando para ir para casa, quando Haechan te chamou. “O que foi hein?!”
“Por que não fica mais um pouco?”. Estava pronta para recusar e dar algum fora em Haechan, quando ele continuou: “Calma, juro que não vou tentar nada. Só acho que você não deveria deixar aquele idiota estragar sua noite. Sei que você odeia sair, mas aproveita a noite, depois eu te deixo em casa.”
“E o que faz você pensar que eu vou aceitar?” Disse cruzando os braços e Haechan, com seu sorriso sapeca nos lábios, respondeu:
“Vamos fazer uma aposta. Se você odiar essa noite, eu te deixo em paz por um tempo.”
“E se eu gostar?”
Haechan se aproximou de você e sussurrou em seu ouvido: “Você vai ter que me dar um beijo”
Tinha ficado nervosa com aquela proposta e com a proximidade com homem, mas, como queria parecer que não tinha sido afetada por ele, apenas concordou.
Não queria admitir, mas há muito tempo que você não se divertia daquele jeito. Tinha tomado uns dois drinks, o suficiente para te deixar um pouco mais solta, mas não bêbada. Passou um tempo conversando com Haechan, que contava algumas coisas engraçadas sobre algumas pessoas que estavam ali, participou de alguns joguinhos, mas se divertiu mesmo quando foi para o meio da pista de dança junto com o homem. Haechan fazia uns passos engraçados em alguns momentos que te tiravam uma gostosa risada, às vezes ele te tomava pela mão, fazendo com que você acompanhasse o ritmo dele. No meio da dança, você se virou de costas para Haechan, sentiu as mãos dele tocando o seu quadril, você tomou um susto mas rapidamente deu um sorriso, gostando do toque do seu “inimigo”. Haechan pensou em se afastar,quando você jogou sua cabeça para trás e suas mãos tocaram as dele, num pedido silencioso para que ele não saísse dali.
O clima gostoso entre vocês durou até o momento que vocês dois estavam na porta do seu dormitório, rindo e lembrando de algo que tinha acontecido na festa. O riso foi cessando quando vocês perceberam que estava na hora de se despedir.
“Acho que tá na hora de ir.”
“Espera.” Haechan pegou na sua mão, impedindo que você entrasse no seu apartamento. “Não tá esquecendo nada não?”
“Esquecendo do que?” Você claramente estava se fazendo de desentendida, fazendo com que Haechan passasse a mão pelo cabelo, meio que impaciente com a sua cara de pau.
Ele foi se aproximando, tirando uma mexa do seu cabelo, colocando atrás da sua orelha, fazendo um carinho na sua bochecha. “Do meu beijo né gatinha? Porque eu tenho certeza que você amou essa noite.”
Não queria negar. Tudo que você mais queria era beijar ele naquele momento.
E foi o que você fez.
Foi só um selar (demorado) de lábios, mas o suficiente para deixar Haechan louco.
Assim que vocês se separaram, você entrou no seu apartamento, fechando a porta na cara de Haechan, o deixando ali, com cara de bobo. Ele apenas colocou a língua por lado de dentro da bochecha, dando uma risadinha nasalada.
No outro lado da porta, você também estava feito boba, sorrindo, com a mão na boca como se pudesse sentir ainda o gosto dos lábios do homem e, não querendo acreditar que estava extremamente atraída por Haechan.
Seus pensamentos foram interrompidos pelo barulho do celular, indicando que tinha uma nova mensagem. Se surpreendeu ao ver que era de Haechan e seu coração disparou quando leu o que tinha nela.
“Vamos fazer mais uma aposta?
Agora quero apostar que você vai ser minha.”
you got me confused
w.c: 1.1k a little suggestive, angst
After a long, exhausting day, all you wanted was to take a shower and fall asleep without any more worries. But that plan was ruined by a single message:
“I need to see you tonight. I’ll be there in 15 minutes.”
You couldn’t ignore your best friend, Hyuck.
Your relationship with him had always been complicated. You’d known each other since the first year of high school and had been inseparable ever since. You even went to the same university, and that’s when things started to shift.
Hyuck had always been charming. In his own words, “I flirt with anything that moves.” He became more popular, more loved by everyone. But with you… he was still the same Hyuck from high school — just in a attractive version.
Then came the night you kissed for the first time at a college party. What was supposed to happen just once ended up happening again. And again. And again. Until, one day, you woke up in his bed.
After that, you made a deal: no feelings involved.
You went from best friends to friends with benefits. And for a while, it worked. Even though you sometimes felt something stirring deeper inside, you convinced yourself that you’d always be just friends. What you didn’t know was how he really felt about you.
And there he was. Frustratingly punctual, standing at your apartment door. When you opened it, he greeted you with that usual smile and stepped inside like he belonged there.
"So, why did you want to see me?"
"Is that how you greet your best friend?" he asked, following you to the kitchen.
"You must be up to something…" you leaned against the table, eyeing him. "Come on, spill it."
"I swear I’m not. I just missed you."
You searched for sarcasm in his voice, but it wasn’t there. He sounded genuine.
"Oh, I thought one of your flings turned you down."
"Ohh, what’s this? Jealousy?" Hyuck teased, stepping closer, placing his hands on your waist and pulling you to him.
"Yeah, totally" you replied, clearly sarcastic. You tried to push him away, but that only made him hold you closer. Then he leaned into your neck and started placing soft kisses, sending shivers down your spine.
"I had such a crappy day. Just wanted a kiss from my best friend."
"You’re the worst, you know that?"
"And you can’t live without me."
Then came the kiss — intense, familiar. Hyuck’s hand moved slowly along your waist, while you ran your fingers through his soft hair.
When you both pulled away for air, he didn’t say anything. He just took your hand and gently led you toward your bedroom. He knew the way perfectly.
The room was dimly lit by the full moon outside the window. He closed the door and looked at you in silence, as if memorizing every inch of your face — like you were a masterpiece hanging in a world-famous gallery.
"What?" you asked, expecting some silly comment.
But instead, he stepped closer, tucked a strand of hair behind your ear, and gently caressed your cheek.
"You’re so beautiful."
And that’s when you noticed there was something different in his eyes.
You kissed again — this time softly, slowly, like it meant something more. It was different. Strange, but not unwelcome.
Still kissing you, Hyuck gently laid you down on the bed, settling on top of you. Each touch of his hands was careful, affectionate.
His hands roamed your thighs, while yours traced his back, lifting his shirt as you went. You paused to pull it off him, and then did the same with your own, now in just your bra.
He began kissing your collarbone, your shoulder, then down your neck — one of his favorite spots. You tugged lightly at the hair at the nape of his neck — a sign you liked what he was doing. In one swift move, you flipped positions, straddling him. You were sitting dangerously close to where you could feel exactly what effect you were having on him.
It was your turn. You kissed his stomach, up to his chest, then reached his neck. Hyuck let out low, raspy moans, pulling you even closer, letting you feel how hard he was. You smiled — that was exactly the reaction you wanted.
And then, right in the middle of those moans, you heard the words you feared most:
“I love you.”
You froze.
Eyes wide, you stared at the man you were just about to have casual sex with. Hyuck realized it too. He opened his mouth to say something, but nothing came out.
You quickly climbed off him and looked around for your shirt.
"I’m sorry… I…"
"You promised this would never happen" you said, pacing the room, clearly shaken.
"Let me explain…" he stepped toward you, trying to calm you down.
"Explain what? You promised it would stay casual! That you’d never fall for me!"
"And I could control that?!" he raised his voice. He had never spoken to you like that. Then he took a deep breath and softened his tone. "It wasn’t hard to fall for you. You’re always there for me. You understand me like no one else does. Are you really saying you don’t feel anything for me?"
His voice trembled. He was on the verge of tears. And you hated seeing him like that. But you were overwhelmed.
"I don’t know. You confuse me!" you said, wiping your face in frustration. "I need to think. Please, just leave me alone."
"But I…"
"Please, Hyuck. Just go home…"
He grabbed his shirt from the floor, slipped it on, and walked over to you one last time.
"Fine, I’ll go. But just so you know: nothing will ever change how I feel about you. I love you."
And then he left.
You stood in the middle of your room. Only when you heard the front door close did the tears finally fall. Your face grew hot, your vision blurry.
You wanted to run after him. To say you loved him too.
But at the same time, you were scared. Scared of surrendering.
The truth was, when it came to your best friend, your feelings were a mess.
Hyuck got you confused.
you got me confused
w.c: 1.1k um pouco sugestivo, angst
Depois de um dia cansativo, tudo o que você queria era tomar um banho e dormir sem mais preocupações, mas esse plano foi destruído por uma mensagem.
“Preciso te ver hoje. Chego em 15 minutos”
Você não conseguia ignorar o seu melhor amigo, Hyuck.
A relação de vocês era bastante confusa. Se conheciam desde os tempos de escola, mais precisamente desde o primeiro ano do ensino médio e nunca se desgrudaram. Foram para a mesma universidade e foi aí que as coisas mudaram um pouco.
Hyuck sempre teve foi carismático. Usando suas palavras, “flertava com qualquer coisa que se movia”. Ele foi ficando mais popular, mais querido por todos, mas, com você, ele era o mesmo Hyuck do ensino médio, só que numa versão bem mais atraente.
Até que chegou o dia que vocês ficaram pela primeira vez em uma calourada da universidade. O que vocês tinham prometido que só iria acontecer aquela vez, acabou acontecendo mais uma, duas, três, incontáveis vezes e um dia, você parou na cama de Hyuck no dormitório.
A partir desse dia, fizeram um acordo: nada de sentimentos envolvidos.
De melhores amigos, viraram amigos coloridos. Para você estava tudo certo, mesmo que às vezes sentisse que estava confundindo os sentimentos, sabia que sempre seria amiga do homem, mas você não sabia o que ele realmente sentia por você.
E lá estava ele, estupidamente pontual, na porta do seu apartamento, lançando aquele sorriso quando você abriu a porta, dando passagem para que ele entrasse.
“Queria me ver porque?”
“Esse é o jeito de receber seu melhor amigo?” Disse ele enquanto te seguia a caminho da cozinha.
“Você deve tá querendo alguma coisa…” Você se apoiou na mesa, olhando para o homem. “Anda, fala logo”.
“Sério, não quero nada, só senti a sua falta.” Você queria encontrar algum sinal de ironia na voz dele, mas aparentemente ele estava falando sério.
“Ah, pensei que tinha sido rejeitado por alguma de suas peguetes”
“IIIIH, qual foi? Tá com ciúmes?” Hyuck disse se aproximando, colocando as mãos em sua cintura e te puxando para perto dele.
“Aham, com certeza.” Disse em um tom de ironia. Tentou empurrar o amigo, mas isso só fez com que ele grudasse ainda mais o seu corpo no dele. Então, Hyuck se aproximou do seu pescoço e começou a depositar alguns beijinhos no local, fazendo com que você se arrepiasse com o toque dele.
“Tive um dia tão ruim, só queria um beijinho da minha melhor amiga.” O moreno disse então continuava com os beijos.
“Você não presta né?
“E você não consegue viver sem mim.”
E começou um beijo intenso, o que não era novidade para vocês. Hyuck fazia um carinho gostoso na sua cintura, enquanto você bagunçava o cabelo macio do seu amigo.
Quando se separaram para recuperar o ar, ele aproveitou para te puxar pela mão e te levar para o seu quarto, já que sabia o caminho perfeitamente.
O quarto estava apenas iluminado pela luz da lua cheia que entrava pela janela. O homem aproveitou para te observar depois que fechou a porta. Te olhava como quisesse decorar cada detalhe do seu rosto, como se você fosse a obra de arte mais importante de um artista super renomado.
“O que foi?” Você disse, esperando que ele fosse fazer algum tipo de piada como sempre. Mas, ele se aproximou, colocou uma mecha do seu cabelo atrás da orelha e vez um carinho gostoso no seu rosto.
“Você é tão linda”
E foi naquele momento que você percebeu que tinha algo diferente no olhar do seu melhor amigo.
Não demorou muito para que vocês voltassem a se beijar, mas dessa vez, era um beijo doce, calmo, diferente dos outros. Era tudo muito confuso, mas você não achou estranho.
Sem separar o beijo, Hyuck foi te deitando delicadamente na cama, ficando por cima de você. Ele estava sendo muito delicado ao te beijar naquele momento.
As mãos dele passeavam pelas suas coxas, enquanto as suas começaram a percorrer as costas do homem, levantando a camisa dele ao mesmo tempo, separaram o beijo para que ele pudesse tirá-la e você fez o mesmo com a sua blusa, ficando apenas de sutiã.
Hyuck começou a beijar o seu colo, passando pelo seu ombro, indo em direção ao seu pescoço, era um dos lugares onde ele mais gostava de te beijar. Você dava leves puxões nos cabelos da nuca do seu amigo, era um sinal de que estava gostando do que ele estava fazendo. Em um movimento repentino, você fez o homem se deitar, ficando sobre ele. Estava sentada perto de uma área perigosa, conseguia sentir a excitação do seu melhor amigo. Foi a sua vez de retribuir os beijos que começaram pelo abdômen, passando pelo peitoral e chegando no pescoço.
Hyuck dava uns gemidos roucos, te puxando para que você pudesse sentir o que estava causando dele, isso te fez sorrir porque era exatamente aquela reação que você queria dele.
E foi no meio daqueles gemidos que você escutou o que mais temia:
“Eu te amo”
Você parou tudo o que estava fazendo e olhou com os olhos arregalados para o homem com quem estava prestes a ter uma noite de sexo casual. Hyuck também percebeu o que tinha acontecido. As três palavras mais temidas tinham saído de sua boca. Ele tentava falar algo, mas estava mudo. Não conseguia raciocinar o que falar.
Você saiu de cima dele e procurou a blusa para vesti-la novamente.
“Desculpa… eu…”
“Você prometeu que isso não iria acontecer.” Disse andando de um lado para o outro visivelmente nervosa com o que tinha acontecido.
“Deixa eu me explicar…” Hyuck disse indo em sua direção tentando te acalmar.
“Explicar o que? Você prometeu que ia ser só algo casual, que nunca ia se apaixonar por mim”
“E eu posso controlar isso?” Ele aumentou o tom da voz, nunca tinha falado assim com você. Então, ele respirou fundo e continuou de uma maneira mais calma. “Não era difícil eu me apaixonar. Você é a pessoa que está comigo sempre e que me entende como ninguém. Será que você também não sente nada a mais por mim?”
Ele estava prestes a chorar e você odiava ver seu amigo assim. Mas, não sabia o que fazer.
“Não sei. Você me deixa confusa!” Disse passando a mão pelo rosto, totalmente frustrada. “Eu preciso pensar, por favor, me deixa sozinha.”
“Mas eu…”
“Por favor Hyuck, vai pra casa…”
Ele pegou a camisa dele, que estava jogada em algum canto do seu quarto, vestiu e foi em sua direção.
“Tudo bem, eu vou, mas fique sabendo que nada vai mudar o que sinto por você. Te amo”
E saiu, te deixando para no meio do seu quarto. Foi só quando você escutou a porta da sala se fechar que as lágrimas começaram a sair de seus olhos e percorrer o seu rosto.
Queria poder correr atrás dele e dizer que também o amava.
Ao mesmo tempo que sentia amor, sentia medo de se entregar.
A verdade é que você não entendia muito bem os seus sentimentos quando o assunto era o seu melhor amigo.
Era assim que Hyuck te deixava, confusa.
⭑.ᐟ hangover chasing
john logan x reader
summary: drunk reader confesses her feelings to logan. short fic, requested (via dm)
The glittery eyeshadow makes your eyes pop, Logan thinks as he stares down at you. It’s a shame he has to take it off.
“Why are you staring at me?” You say, giggling.
He shakes his head, “Nothing. Your makeup looks really nice.”
“Thank you.” You say, beaming up at him. “Your face looks really nice.”
Logan lets out an incredulous laugh, but how could he not? You’re stupidly drunk after one of the infamous Briar U Hockey Team parties, and the alcohol seems to have completely removed the filter between your mind and your mouth, leaving you rambling your every thought to him as he decided it’s time for you to go to bed.
Now, there you are, shiny eyes looking tired under the low lights of his room, wearing his clothes, sitting cross-legged on his bed, calling him pretty. It's both adorable and nerve wracking.
“You’re just drunk, honey.”
“I am so drunk.” You nod, chuckling, “But I’ve always thought you were pretty.”
He looks at you, “Yeah?”
“Yes, sir.” You say, solemnly.
Logan shakes his head, grabbing a makeup wipe he got from Hannah’s tiny box of supplies in Garrett’s bathroom. He sits by your side and delicately grabs your chin, holding you in place. “What are you doing?”
“Taking your makeup off.” He says, concentrating on wiping your face gently enough.
“Why? You just said you liked it.”
“Because it’s time for bed. Close your eyes for me?”
You do, and Logan carefully starts removing the smudged glitter on your eyes. You hum as he wipes the make up off of your eyes, “This feels nice.”
“Yeah? Not too harsh on your skin?”
You try shaking your head no, Logan’s hand still holding you in place. You giggle, “No, it’s not harsh at all. Well,” You say, “Your fingers are a bit callous.”
He smiles at your sincerity, “I’m sorry.”
“Don’t be. I like them,” You say, then a little more sure, “I like you.”
Logan’s grip completely falters, and he lets his hands fall to his lap.
He wishes he could’ve said it took him by surprise, but honestly, no, not really. Actually, he should’ve seen it coming tonight.
It was pretty obvious that Logan had a soft spot for you from the moment you got introduced into the group by Hannah, and he might be slow, but he’s not blind — he knows you like him too. It’s like you’ve been playing a silly game of will they, won’t they, both too coy to take the initiative. Until alcohol gets involved, that is. Then all your inhibitions are swallowed down, and next thing he knows, you’re a dream come true confessing your feelings for him.
It can’t be like that, Logan thinks.
You open your left eye just slightly, peeking through your lashes, “Logan?”
“I– I think you should go to bed,” he says, not giving you any time to repeat yourself, getting up from his bed, “We can talk in the morning, yeah?”
You blink, face turning from giddy-drunk to frowny-drunk, “Okay.”
Not okay, he can tell from your curved lips. “Yeah? You good?”
“Yeah.” You say, crawling to the top of his bed. “All good. Night, Logan.”
“Hey,” he says before you can close your eyes, “We talk in the morning, okay?”
You nod, then hide under the covers.
—
Logan doesn’t see you in the morning.
In fact, he wakes up with an awful back pain from sleeping on the big chair near his bed, just to find his bed empty, clothes carefully folded and not another sign of you.
Fuck, he thinks, grabbing his phone from the nightstand to check if there’s any phone calls or texts from you, to no success. Fuck, fuck, fuck.
Logan gathers his last bits of hope to go downstairs, but the house is silent, and everyone seems to be asleep still.
He tries calling you, but you won’t answer. He texts you, hey, can we talk? Then, please? to no avail.
By the end of the morning, he’s desperately knocking on your bedroom door.
“Oh, my God,” You show up at the door, flunging it open, “What the fuck is wrong with– Oh. Logan. I– I wasn’t expecting you–”
“I called you.” He cuts you off, “I mean, you weren’t there this morning, and I tried calling but you wouldn’t answer. I– I was hoping we could talk?”
You frown, “So you can reject me to my face? Again? No, thank you. I’m too hungover for this.”
“No, no. What are you talking about?”
“I’m talking about me reading this,” you point between you both, frustrated, “all wrong. Look, I’m sorry, but I thought–”
“I like you.” He says, watching as you close your mouth, taking a step back. He follows your step, getting an inch closer.
“You do?”
He scoffs, “Honey, you know I do.”
“I don’t know anything, Logan.” You answer softly, “I thought I did, but…”
“But you were really fucking drunk,” he says, hiding back a laugh as he gets closer, “And calling me pretty, and– And I was thinking, god, I like you so fucking much.”
You grin at him, “Really?”
Logan refuses to answer you, his lips finding the corner of your mouth, chasing your kiss over and over and over again til you’re dizzy again, drunk on something much stronger this time.
notes: thank you for reading! requests are open! likes/reblogs/thoughts are appreciated! <3
john logan masterlist
Bom dia linda
bom dia
juro que queria ter a capacidade de aguentar esse homem, mas acho que jamais conseguiria

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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OI MIKA! TUDO BEM?
Passando aqui pra pedir desculpas e dar um feliz aniversário muito atrasado, eu não esqueci, viu!? Eu só estava viajando e fiquei com uma internet péssima na praia, mas voltei e vim aqui te felicitar. Eu espero que tenha sido um dia maravilhoso e que você tenha muitas realizações, anos de vida e realize todos os desejos do seu coração. Beijão! <3
AAAAAAAAAAAAAAAH muito obrigada meu anjo!!!
finalmente a idade bateu, agora não sou mais uma adolescente e já cheguei nos 30, mas eu vou sobreviver!
obrigada pelo carinho e por ter se lembrado do meu aniversário ♥
já que estamos em falta de fanfic do johnny, jeno, jaemin, estou me esbaldando nas fanfics de off campus
can you do a gym!johnny texts? please! 🙏🏻
a/n: this one’s a little shorter. they are soooo stupid. pure crack. suggestive!! . ݁₊ ⊹ . ݁ ⟡ ݁ . ⊹ ₊ ݁.
⠀ ⠀ ── ⠀⠀𓍯🫐⌗ 🪽𖥦 fwb dream !
𝗇𝖼𝗍 𝖽𝗋𝖾𝖺𝗆ㅤ ⋆ㅤ 𝗆𝖺𝗋𝗄ㅤㅤ 𓏔ㅤ 𝗋𝖾𝗊𝗎𝖾𝗌𝗍𝖾𝖽ㅤ 📧ㅤㅤ ୨୧ 𝗌𝗆𝗎𝗍 𝗌𝗎𝗀𝗀𝖾𝗌𝗍𝗂𝗏𝖾 ㅤ˚ ༘ 🪻ㅤㅤㅤ⟢ 𝗅𝗂𝖻𝗋𝖺𝗋𝗒ㅤ 𝅄 ࣪ ྀི ま
haechan. “you’ve got to be kidding me.” even the boy is surprised to hear him laughing mockingly. for haechan, how dare he ask you out when he’s right next to you? do you actually like him? you must be messing with him. pure arrogance—of course he’s not jealous, because if he were, then you’d be his girlfriend, and you’re not, but the thought of you being with someone else really bugs him. maybe next time he should fuck you so hard that you forget everyone but his name.
jeno. “she’s busy.” it’s hard to read his expression right now, but he hopes the other guy will feel intimidated enough by it that he’ll end up canceling his date with you; if not, then he’ll have to give him a reason to do so. he’s not the type to pick fights, and he’s certainly not possessive, but when it comes to you, he really wants to make it clear that you’re only available for him. no one else. he’ll spend the whole night looking for an excuse to beat the crap out of him, because then, you’d go with him to tend to his knuckles, and completely forget about that jerk.
mark. “ah, seriously?” after treating everything like a game and joking around, you’d think he wouldn’t act so hurt or offended, but he does. it was clear that there were no strings attached; he used to be fine with that because of the long list of women he had, but up until that moment, he hadn’t really stopped to think that you might also be also seeing people, let alone that you were doing it right there in front of him. he felt that if he didn’t overthink it and stayed oblivious, he could handle it, but he’s always known that you wanted to take things seriously, and he just wasn’t ready —until now.
anton x reader
part 1 from the ¿Dónde es el after? series
Song: inglés en miami by rawayana.
summary: you are an exchange student and anton likes you.
word count: 1.3k
warnings: suggestive at the end, non idol and music student! anton. fem! reader. fluff. reader is studying photograph and i know nothing about it so i apologize for any dumb shit said.
a/n: sooo. i was writing something else entirely. and this idea came up to me. ingles in miami has another vibe, more flirsty and stuff but i dont think i really see anton like that, he´s more like a yearner so i kinda gave it a little twist here. first time writing anton, so i hope i did some justice! hope you like it and thanks for reading <3
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goodbyes suck. anton had always known that. every time he went back to korea to visit his family on christmas, he and his family suffered after waving goodbye, knowing it would be another year before he could see them again.
now, watching you gulp down a vodka cranberry, with the sun hitting your skin, glowing golden by the beach water and the sand. you laughed, barely understanding the joke one of anton’s friends made, one of the girls leaning to your side, doubling over with laughter; his heart felt heavier than ever.
you noticed him looking at you. you stared into his eyes for a second longer, then smiled coyly before looking away. he felt his cheeks warm up and sighed deeply. despite the beautiful sunset by the beach, his friends cracking jokes, having drinks and snacks. it was the perfect setting. they were all having fun. so why was he feeling so blue?
right. this was a meeting to say goodbye to you. you had all gotten together to have your final moments as a group.
at least, as a group with you in it.
anton could only remember the day he first saw you, six months ago, at the beginning of the new year.
your bright eyes as one of anton’s friends gave you a quick tour of the university. you were bundled up in a scarf and a padded jacket, asking questions and making his friend laugh. she caught sight of him and walked closer, you trailing behind her.
“anton, hi,” she smiled at him, but he couldn’t help but stare at you—bright, inquisitive eyes looking him over, stopping for a second on the cello case sitting on his right shoulder. “this is y/n, she’s an exchange student. she studies photography. i’m showing her around.” she turned to you, who smiled at him excitedly. “y/n, this is anton, he’s one of my friends.”
you held out your hand to him, and he shook it slowly.
“nice to meet you, anton.” your smile melted his insides. it was so sweet. he felt his chest warm despite the cold weather. Even the cello resting on his right shoulder felt lighter when you smiled at him.
“welcome to our school, y/n. you’re gonna hate it here.”
the three of you laughed.
two days later, your extroverted personality had already made its way into anton’s friend group. even if your english wasn’t the best, your expressive face and your ability to read people were enough to help you communicate.
you had managed to explain, in somewhat broken english, that you decided to study abroad to build your resume, to take pictures of different scenery and landscapes—other than the ones in your country. besides that, you wanted to improve your english speaking.
anton thought, honestly, watching you down tequila shots like they were water, ‘nobody really learns english like that.’
he didn’t mind, though.
he enjoyed your company, and you made him come out of his shell a little.
“what do you like to do best, anton?” you had asked one time, when he came to help you look for a specific flower that grew near campus, in a small park with a flower field. you needed to photograph it for your final portfolio. “in your free time, i mean.”
he smiled at you as you both walked along a small stone path, complimenting your improving english.
“i like making music,” he said, shrugging.
you crouched down, finally seeing in real life the orange flower you had dreamed of photographing since before your trip. you looked at him disapprovingly and shook your head as you began taking pictures of it, using the natural light.
“that’s what you do in school every day, anton.” the camera clicked as you angled it different ways, trying to capture the flower and the small field around it. “there has to be something else. or is music all you think about?”
you seemed pleased with one of the pictures after reviewing it, so you stood up, finding him in the same spot—tall, hair slightly tousled, wearing a denim jacket. you swallowed and aimed your lens at him.
blue sky behind him, his sharp, handsome features slightly surprised for a second before turning into a small, awkward smile—already used to your impromptu photography shenanigans.
you smiled at him when you were done capturing him, then began looking through your pictures.
anton stepped closer and leaned down to your level to look at them as you reviewed them again. you were very close to each other—you could feel his breath on your face.
and you could feel him looking at you, instead of your camera.
“i also think about you, sometimes,” he muttered. you could have missed it if you hadn’t been so close. your eyes lifted to his. his were already on yours.
your hands went to his neck and jaw, pulling him toward your lips. he sighed into you and wrapped his arms around your waist, bringing you closer. your lips moved softly against each other, and you tilted your head, deepening the kiss. anton’s hands felt hot against you through your clothes.
you pulled apart after a while, breaths uneven, eyes closed. only then did you realize you were on your tiptoes, holding onto his shoulders.
“okay, i lied,” anton said, brushing your lips with his. “i actually think about you all the damn time.”
you laughed against his mouth and kissed him again.
after that, you had been attached at the hip. in every possible sense. the months that followed were filled with anton walking you to and from your classes, giving you very private (and nicely rewarded) english lessons, and lots of coffee dates in his improvised studio.
you had grown used to each other’s presence. anton had sung countless unfinished songs into your ear. you had taken pictures of him every chance you got, and you had always found ways to sneak away together during group hangouts.
the six months you spent with them—with him—had been amazing. you were sad to see it end. but you were sure you would meet again.
even if your “relationship” with anton had never been defined, he couldn’t help but develop feelings for you. so now, sitting on the sand with your friends, drinking and laughing, he felt his heart ache as he watched you smile.
he knew it wasn’t a fully happy smile. Because he knew you better than anyone on that beach. And he didn’t want you to go.
he offered to drive you home, since you were leaving early in the morning and had asked everyone not to go to the airport—not even him. so dropping you off at your apartment would be the last moments he had with you.
he parked in front of your building. you both looked at each other with a heavy silence filling the car.
“you sure you don’t want me to drive you to the airport tomorrow?” he asked, hands gripping the steering wheel. “i think it’s better if you don’t,” you said quietly.
anton nodded, exhaling, “can i kiss you one last time, then?”
your shoulders relaxed, and you smiled, leaning across the console to press your lips to his.
“i’ll miss you,” he exhaled between kisses. you didn’t answer—you just climbed onto his lap, straddling him. you hugged him closer, arms around his neck, pressing your chest to his as you kissed him again, more desperate this time.
his hands moved over you, holding onto every part of you he could reach. the faint smell of salt from the beach still lingered. your hips began moving slowly against him, and you both sighed, and he held you tighter.
you bit his lip and pulled away, looking at him with a mischievous smile. his eyes were wide—you were sure yours looked the same. “come inside?” you asked.
and he kissed you again.

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[11:17 pm]
(cw: f!reader, Mark is high)
Your boyfriend, Fratboy!Johnny, never held it against you when you didn't attend parties at his frat. You attended a few here and there, getting your fill for a few months' time before you inevitably decided to spend your Fridays or weekends at home. Sometimes Johnny would join you, but even if he didn't, he made sure to check in with you.
Tonight was one of the rare nights you'd decided to join in on the partying. Well, not really partying so much as it was just hanging out while the partying happened around you.
Beside you, Mark passionately ranted on and on about how one of the cookies he'd had in he dining hall a few days ago was the best he'd ever had. You smiled and you nodded along, finding his excitement rather endearing. The heaviness in his eyelids told you that he must have partaken in some... substances before the conversation.
A few months ago, you'd have been awkward about being left alone with Mark, but not now. Now, you talked to Mark like he was your younger brother, sharing jokes and poking fun.
Johnny had stepped away a few minutes ago when Jaehyun had angrily come storming down the stairs looking for Johnny and Taeyong. There had been some shouting and a couple led out of the house, but your boyfriend still wasn't back. You weren't too bothered and Mark was good company.
The couch cushions shifted to your left, right where Johnny had been sitting. You turned with a hopeful smile that faltered upon seeing that it was not your boyfriend.
The stranger smiled, leaning in so close that you felt his hot breath on your ear, "hey! You looked so beautiful I couldn't resist coming over to introduce myself."
He tells you his name and tells you he’s a brother at Pi Kappa and Mark gags loudly. You shrug off Mark’s dramatics and introduce yourself, “but everyone calls me Bee.”
The guy smirks, “well, hopefully I won’t be just anyone for too long. What do special people call you?”
His arm hangs like a lead weight over your shoulders, you fight back the grimace and laugh awkwardly, “I guess the special nickname is Honey.”
“Honey,” the guy drawls out, leaning in again to look you right in the eye, “I like that. Sweet like honey, it’s a suiting nickname for a pretty girl like you.”
You nod slowly, looking away from him in favor of scanning the room. You feel his fingers play with your hair and start to turn your head away. You’re hoping to find Mark, but unfortunately find the seat empty.
“What do you like to do, Honey?” Pi Kappa asks.
You try your best to subtly scoot away from him while answering, “reading, mostly.”
“So if a guy like me wanted to take you out, we could go to the library or something?”
“If a guy like you wanted to take her out, I’d have to be dead and she’d have to be blind,” a new, familiar voice joins in, sending a wave of relief over you. “Get the fuck away from my girlfriend, Tyler.”
“Suh! Hey man, my bad, I didn’t know she was your girl!” The stranger laughs, holding his hands up defensively.
Johnny rolls his eyes, “now you do. Now stop hitting on my girlfriend and get away from her.”
Johnny shoos him away, taking his rightful spot beside you before taking your hand in his. You squeeze his hand, “I don’t think he was hitting on me.”
Johnny turns to you slowly, his eyes as wide as saucers, “you didn’t think he was flirting with you?”
“He was just being friendly.”
“Honey, guys who are friendly don’t ask you for special nicknames, ask you where they’d take you out, or sit that close to you,” Johnny explains, snapping to get Mark’s attention, “bro, play with Bee’s hair.”
Mark shakes his head with a laugh, “man, I’m not high enough to do that. I love her, but not like that. You play with her hair since you’re her boyfriend.”
Johnny raises his eyebrows as if to say, ‘see?’ You cross your arms, cheeks hot with embarrassment, “guys don’t hit on me! How was I supposed to know?”
“The student library assistant on Tuesday and Thursday afternoons flirts with you every time we have a tutoring session,” Mark notes, laughing as your jaw drops, “what? You never noticed how he goes up three floors and only checks on you?”
Johnny cups your cheeks with an endeared smile and sparkling eyes, “oh my sweet Honeybee. My irresistible girl.”
𝙴𝚕𝚎 𝚜𝚊𝚋𝚎?
Sugestivo | Friends to lovers | Protagonista noiva do Johnny 👀
[Fala Gabz!]: Ah, sei lá, gente… aquela música lá do The Weeknd KKKKKK
Você bebericou o drink de Jeno, porque felizmente tinham o mesmo gosto pra bebida alcoólica, nem tão doce, nem tão amargo. A música animada no meio da pista daquela balada deu lugar a uma música devagar, Moth to a Flame, do The Weeknd.
Era pra ser uma despedida de solteira só de mulheres, mas Jeno era uma de suas madrinhas, o seu melhor amigo da vida inteira, com quem você dividiu um apartamento na faculdade, conhecia seus pais até melhor do que você mesma e era tão mimado quanto você.
Mas ele estava diferente hoje, e você não sabia ao certo por quê.
— Que foi? Medo de me perder? — você questionou, brincalhona.
Agora que estavam “sozinhos”, sem a presença das madrinhas, o clima tinha ficado denso entre vocês, especialmente porque Jeno estava próximo de um jeito que fazia sua respiração acelerar.
O que era estranho, porque ele era seu melhor amigo.
— Na verdade, sim.
Olhou pra cima, pra ele. Não deveria estar tão próxima de um cara que não fosse seu noivo, Johnny. No entanto, parecia certo, a proximidade, parecia certo como a mão de Jeno se abrigava ali na sua cintura.
— Jeno, que papo estranho é esse?
— Eu tô me sentindo um idiota — ele disse, enfim, na sua orelha, e você quis muito afastá-lo, rir pra se desviar daquele clima perigoso, mas simplesmente não conseguia, não podia.
— Por quê? — você questionou, ao passo que ele se aproximava mais.
Jeno se inclinou um bocado, e você não se mexeu, hipnotizada no que quer que fosse aquilo.
— Porque o Johnny... o Johnny é exatamente o cara por quem você esperou por todos esses anos — e isso deveria ser bom, não deveria? — e isso é ruim, é ruim porque... ele não sabe nada sobre você.
Jeno era seu melhor amigo, mentiria se dissesse que não tinha pensado nele dessa forma, mas as coisas entre vocês sempre foram platônicas, até Johnny aparecer, até o noivado, até os preparativos, até esse momento.
Você não contestou quando Jeno segurou seu rosto com as duas mãos, não se importou se as outras madrinhas estavam olhando ou não. De uma hora pra outra, parecia que só existiam vocês dois, e isso era assustador e excitante, tudo ao mesmo tempo.
— Ele não sabe que você se aborrece constantemente por coisas tão pequenas e finge muito bem pra ninguém perceber, mas comigo você falha, porque eu sempre noto — Jeno aproximou o rosto do seu, o suficiente pra você avançar também, mas não te beijou.
Meu Deus, você queria beijá-lo, queria beijar um homem que não era seu noivo, estava ansiosa com isso.
Jeno sorriu, daquele jeito que você só viu ele sorrir para garotas que ele queria dormir.
Por muito tempo desejou ser essa garota, achou que tinha superado, mas quando ele segurava o seu rosto com tanta ternura e dizia coisas sobre você que só ele sabia... era difícil se conter.
— Ele sabe o que faz pensando em mim? — questionou de repente, a boca encostando na sua orelha. Você sentiu arrepios.
— Desde quando?
— Desde a faculdade... uma vez você sussurrou meu nome enquanto—
— Jeno... eu não posso.
— Não pode se tocar pensando em mim?
Você respirou fundo, tentando acalmar a barulheira incessante do seu coração, tinha que se afastar o mais rápido possível, mas só conseguia ficar febril, olhar para os olhos e lábios dele e desejá-lo.
— Me desculpa, eu demorei tanto pra perceber. Você ainda faz isso?
Você não respondeu, ficou ali encarando-o por segundos que pareciam infinitos, até os lábios se colarem, lento no comecinho, progredindo em selinhos e beijos de verdade.
Jeno te beijava solene, mas ao mesmo tempo tinha uma fome de anos que não conseguia conter apenas nos lábios, as mãos te apertavam, instigavam, te arrepiavam inteira, te deixavam fraca.
— Me deixa te dar um presente de despedida de solteira? — ele questionou pertinho de você, e você sorriu. Felizmente estava um pouquinho bêbada, embora consciente, lidaria com aquela loucura na manhã seguinte.
— Eu não sei se ainda vai ter casamento — você admitiu, e Jeno te deu um beijinho, olhando ao redor, pro bar onde as madrinhas tinham se reunido, conversando entre si e alheias ao fogo que queimava na pista.
— Quem disse que não vai ter casamento? — Jeno questionou, o sorrisinho típico que você fantasiava muito antes de noivar presente nos lábios agora vermelhos.
— Você só vai mudar o J.
VOCE
NÃO
TINHA
ESSE
DIREITO!!!!!!!!!!!!