mika. 29. brazil
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eu escrevo sobre o nct 127 e nct dream em inglĂȘs e portuguĂȘs e apenas fluff, angst e sugestivo.
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mr. sorry | johnny suh
[âïž]notinha da sun: pra falar a verdade, nĂŁo sei bem o que eu escrevi KKKKKKK eu queria escrever algo, mas queria fugir do Ăłbvio, nĂŁo sei se deu certo, but Ă© isso!! @lovesuhng essa Ă© pra vocĂȘ!! đ
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vocĂȘ precisava urgentemente descansar. achou que conseguiria se concentrar e escrever algo decente nas prĂłximas 3 horas se se deslocasse do seu apartamento atĂ© a cafeteria em que seu amigo trabalhava. no entanto, nĂŁo saiu do segundo parĂĄgrafo e precisava entregar aquele capĂtulo na sexta-feira, atĂ© no mĂĄximo Ă s 23h.
â pode ficar com o meu notebook? vou deixar ele pra vocĂȘ no meu testamento, jĂĄ que provavelmente vou perder minha cabeça na sexta â sua agente jĂĄ tinha aumentado o prazo na Ășltima semana, ela ia ficar uma fera se vocĂȘ chegasse novamente com umas mĂseras palavrinhas dos personagens principais e uma ou duas relacionadas ao ĂłrgĂŁo genital masculino.
Ă©, pois Ă©, as pessoas podiam pensar que a vida de uma escritora de livros erĂłticos era repleta de sexo, caras diferentes todas as noites, zerar o kama sutra, mĂ©nage quando estivesse no tĂ©dio, borboleta paraguaia, idas ao sex shop como se fosse uma loja de departamento comum. porĂ©m, surpresa! jĂĄ faziam dois anos desde o seu Ășltimo best-seller, dois anos desde que vocĂȘ passou por um divĂłrcio horrĂvel, um pouco mais de dois anos desde a Ășltima vez que fez amor com alguĂ©m de quem realmente gostasse, seu entĂŁo marido.
â precisa de inspiração? posso te contar da noite em que eu e a... â vocĂȘ interrompeu Donghyuck com um gesto de mĂŁo. a namorada dele era sua amiga tambĂ©m, definitivamente nĂŁo estava no clima de imaginĂĄ-los fazendo sexo â quer um doce? posso pedir pra Sarah fazer aquele que vocĂȘ gosta, com canela e tals.
â eu tĂŽ bem. sĂł preciso relaxar â Donghyuck anuiu com a cabeça, mas mesmo assim te mimou com uma balinha azeda. vocĂȘ sorriu, colocando-a na boca assim que saiu do quentinho do estabelecimento. fez careta quando passou pela porta, por causa da balinha e tambĂ©m pelo vento frio que te atingiu, apesar do sol fraco.
resolveu se sentar de frente pra uma pista de skate, numa pracinha a uns 10 minutos do café. gostava do ambiente, principalmente porque amava assistir homens se equilibrando num skate; te dava tesão. esperava que fosse o bastante pra voltar a escrever, e esperava que fosse råpido, uma avalanche de ideias que colocaria em pråtica e sua agente beijaria seus pés e...
â tia, vocĂȘ tĂĄ sentada no meu banquinho â vocĂȘ fechou seu livrinho de bolso (e seu principal disfarce pra nĂŁo ficar tĂŁo na cara o escrutĂnio em caras gostosos), olhou para a criança, minĂșscula como crianças deviam ser, o cabelo tĂŁo escuro que parecia atĂ© meio azulado com a luz do sol, num corte tigelinha fofo. a roupinha era um macacĂŁo jeans com uns carrinhos aqui e ali.
â ei, garotĂŁo! sua mĂŁe tĂĄ te procurando.
â puta merda â foi automĂĄtico, nĂŁo conseguiu segurar o palavrĂŁo na lĂngua, nĂŁo quando um cara duas vezes maior do que vocĂȘ aparece de repente com um bonĂ© virado pra trĂĄs. homens tinham finalmente descoberto o poder da calça de moletom e da camiseta branca? e a jaqueta jeans pra completar era de foder. definitivamente, o estilo despojado era o seu preferido.
â tio, mas ela tĂĄ no meu lugar! â a criança fez beicinho e vocĂȘ fez menção pra se levantar, afinal nĂŁo queria fazer aquele menininho adorĂĄvel chorar. no entanto, o homem te impediu com a prĂłpria mĂŁo, abanando-a num sinal que dizia âfique onde estĂĄâ.
e tudo que vocĂȘ queria responder era: âsim, senhorâ.
reprimiu outro palavrĂŁo, porque a mĂŁo, assim como o conjunto inteiro do corpo dele, era linda: grande, dedos longos, os tipos de dedos que vocĂȘ gostaria de ter na boca.
â me desculpa â ele pediu, depois da criança correr para o colo da mĂŁe. vocĂȘ balançou a cabeça, tinha que fazer alguma coisa, jĂĄ que aquele homem grande te encarava como se vocĂȘ fosse aquele seu docinho favorito com canela. talvez ele lambesse os dedos, os dedos longos, as unhas curtinhas, aparadas, limpinhas.
â Ă© seu sobrinho? â vocĂȘ questionou, olhando para cima, para o rosto dele. ele sorriu, um sorriso lindo, parecia um gatinho apesar do fĂsico.
â Ă©. um deles. o mais sapeca â ele abriu a boca e depois fechou-a. nĂŁo sabia se era porque estava arrebatado por sua beleza ou porque queria perguntar algo e nĂŁo sabia como â desculpa, acho que te conheço de algum lugar.
â ah, tĂĄ â vocĂȘ sorriu, deixando pender a cabeça para o lado sĂł um pouquinho â olha, eu acho que essa cantada jĂĄ Ă© meio antiga.
â nĂŁo, eu nĂŁo tĂŽ... quer dizer, se vocĂȘ quiser que eu esteja flertando com vocĂȘ â seu sorriso se alargou mais um pouquinho, tentou contĂȘ-lo mordendo o lĂĄbio â desculpa, eu sou o Johnny.
â vocĂȘ pede muitas desculpas, Johnny.
â des... â Johnny sorriu, sentando-se do seu lado, colocou a mĂŁo na testa, desconcertado de um jeito adorĂĄvel e ao mesmo tempo sexy, especialmente porque, novamente, ele tinha mĂŁos bonitas.
â eu sou escritora, mas eu nĂŁo acho que vocĂȘ jĂĄ leu alguma coisa minha â Johnny colocou um braço ao redor do encosto do banquinho de praça, se aproximando um pouquinho mais sem nem perceber, e vocĂȘ de repente se sentia viva, como se os Ășltimos dois anos nĂŁo tivessem sido uma merda. simultaneamente, se sentiu tĂmida tambĂ©m; gostava do que escrevia, nĂŁo era sĂł sexo, era romance, e romance tambĂ©m envolvia desejo, calor, formigamento, tesĂŁo. nĂŁo tinha por que se sentir envergonhada e, mesmo assim, o constrangimento te dominou.
â li por causa de uma mulher. terminei em 2 dias a sua trilogia â dessa vez foi vocĂȘ quem ficou sem palavras. homens gostavam de pornografia, mulheres gostavam dos detalhes, das preliminares, das longas descriçÔes antes que o mocinho tivesse enfim a heroĂna pra si. pra vocĂȘ, era uma declaração e tanto um cara ler livros por sua causa, e aquele, em especĂfico, tinha feito isso por uma mulher.
â Johnny, quem Ă© vocĂȘ? â vocĂȘ questionou e ele sorriu, desviando o olhar, mas ele continuava em vocĂȘ, no bico da sua bota, subindo devagarinho, absorvendo cada detalhe de vocĂȘ. foi o suficiente pra vocĂȘ ficar incomodada com o calor repentino, avançar e beijĂĄ-lo de levinho, sĂł um selinho, sĂł pra saber se vocĂȘ ainda sabia fazĂȘ-lo â me desculpa, eu...
Johnny te beijou, avançando sobre vocĂȘ naquele banquinho minĂșsculo. suas mĂŁos tocaram-no por cima das roupas, tomando cuidado pra nĂŁo ser promĂscua, mas porra, dava pra sentir cada gominho. nĂŁo queria se importar que era dia, que ele era um completo estranho gostoso e que o beijara do nada porque ele estava naquela porcentagem de 5% dos homens que te liam. nĂŁo queria ligar para nenhum daqueles fatos, nem queria se esforçar pra isso, nĂŁo quando a boca de Johnny estava na sua, nĂŁo quando ele tinha gosto de menta.
â sĂł eu peço desculpas, tĂĄ? vocĂȘ sĂł faz.
Johnny disse, o nariz resvalando no seu, meio ofegante, vocĂȘ igualmente, sorrindo feito uma boba. aquele homem definitivamente seria seu naquela noite.
com um aceno sutil de cabeça, vocĂȘ concordou:
â combinado, Johnny.
gabz, eu nĂŁo sei o que seria de mim sem vocĂȘ, sĂ©rio â„
quero ser uma loba que nem ela pra poder pegar um cara gostosĂŁo (que nem o johnny
ah, espero que a namorada do haechan tenha sido inspirada em uma certa pessoinha kkkkkkkk
obrigada por tudo, amei cada palavra â„
amores
0.7k / o maior dos fluffs, haechan pai de um casal de gĂȘmeos n.a.: fanfic totalmente dedicada a @sunshyni, que hĂĄ temos me pede uma histĂłria com o haechan â„
Quando Haechan entrou na sua vida, de uma forma caĂłtica e barulhenta, vocĂȘ nĂŁo imaginava que acabaria se aproximando tanto dele. Muito menos que, em algum momento, aceitaria um dos inĂșmeros convites insistentes para sair.
No inĂcio do namoro, houve vĂĄrias vezes em que vocĂȘ pensou que aquilo nĂŁo duraria. Haechan era intenso, imprevisĂvel. Mas, com o tempo, vocĂȘs amadureceram juntos, construindo laços cada vez mais fortes atĂ© perceberem que nĂŁo sabiam mais viver um sem o outro.
Depois de alguns anos, vieram os planos para o futuro e foi entĂŁo que vocĂȘ conheceu um novo lado dele. Um Haechan sem piadas, sem provocaçÔes. Com vocĂȘ, ele aprendeu que podia desacelerar, que podia baixar a guarda e descansar, sabendo que teria sempre um porto seguro.
O pedido de casamento veio pouco tempo depois, tĂŁo sincero e cheio de emoção que vocĂȘ sequer conseguiu responder antes de começar a chorar. E foi entĂŁo que vocĂȘ começou a pensar em formar uma famĂlia com ele.
Agora, voltando para casa apĂłs um longo dia de trabalho, vocĂȘ estava pronta para encontrar o amor da sua vida. Ou melhor, os amores da sua vida.
Assim que abriu a porta, anunciou um sonoro âchegueiâ, imediatamente escutou os passinhos apressados correndo em sua direção e, abaixando, recebeu um abraço forte dos seus pequenos.
Os gĂȘmeos foram, sem dĂșvida, o maior presente que a vida poderia ter dado a vocĂȘs. AtĂ© hoje vocĂȘ se lembrava da reação de Haechan quando contou sobre a gravidez. Por alguns segundos, ele ficou completamente pĂĄlido, como se estivesse prestes a desmaiar. EntĂŁo, de repente, um sorriso enorme surgiu, acompanhado de lĂĄgrimas que ele nem tentou esconder. A felicidade tomou conta do pequeno apartamento que vocĂȘs dividiam.
âMeus amores, cadĂȘ o papai?â Antes que eles pudessem responder, Haechan apareceu, ainda com a roupa do trabalho, mas com a camisa amassada e os cabelos bagunçados. âO que houve, amor? VocĂȘ estava no meio de um furacĂŁo?â
âSeus filhos estavam impossĂveis hoje! Como vocĂȘ consegue dar a janta para esses monstrinhos?â
VocĂȘ riu, pegou o seu filho no colo, enquanto a garotinha correu para os braços do pai, foi em direção a Haechan e deu um selinho demorado nele. âTenho alguns truques. Vem que eu ajudo a dar o jantar para os nossos filhos.â
Haechan tinha razĂŁo. Seus pequenos estavam mais agitados do que o normal, mas vocĂȘ conseguiu fazer com que eles comessem o jantar que seu marido tinha feito. Nos dias que vocĂȘ chegava um pouco mais tarde do trabalho, Haechan tomava conta dos pequenos. Em alguns momentos, principalmente assim que eles nasceram, ele se via perdido e a beira do desespero quando nĂŁo sabia lidar com alguma situação, mas agora ele fazia questĂŁo de te ajudar sempre que tinha um tempo livre ou quando vocĂȘ estava um pouco mais ocupada.
Enquanto eles terminavam de comer, ou melhor, brincavam com o resto da comida, Haechan te abraçava por trĂĄs, fazendo um carinho da sua cintura e, com o queixo apoiado em seu ombro, admirava os gĂȘmeos. Eram naqueles momentos que ele percebia o quanto era incrĂvel ter uma famĂlia com vocĂȘ. EntĂŁo, ele deu um beijo no seu pescoço, que fez vocĂȘ se arrepiar no mesmo momento, e disse que vocĂȘ podia ir tomar um banho, enquanto ele preparava os gĂȘmeos para dormir.
Depois de um banho nĂŁo tĂŁo demorado, vocĂȘ passou no quarto dos gĂȘmeos, antes de ir para o seu, para ver como Haechan estava se saindo com a missĂŁo âcolocar os gĂȘmeos para dormirâ, mas se surpreendeu ao ver que o quarto estava vazio. Se surpreendeu, mas logo teve uma ideia de onde eles poderiam estar. Suas suspeitas se concretizaram quando abriu a porta do seu quarto e deu de cara com o Haechan dormindo serenamente com o garotinho dormindo ao seu lado direito, enquanto a garotinha estava deitada em cima dele, abraçada com o pai.
VocĂȘ se sentia boba, mas extremamente feliz ao ver aquela cena. Era algo tĂŁo simples, mas repleto de amor.
Ser amada por Haechan era algo que vocĂȘ nĂŁo conseguia explicar, principalmente naqueles momentos simples, na meia luz daquele quarto, com aqueles bebĂȘs que eram fruto de um amor mais lindo, que foi crescendo ao passar do tempo.
VocĂȘ trocou de roupa rapidamente e se deitou ao lado de Haechan, tomando o seu garotinho no colo. Como se percebesse a sua presença e sem abrir os olhos, Haechan esticou o braço, te puxando para sentir o calor do seu corpo. Mais uma vez, vocĂȘ sorriu.
Eram aqueles momentos que vocĂȘ nĂŁo era capaz de descrever, apenas sentir.
louca
418 / fluff, haechan safadinho e provocador n.a: curtinho, mas bem especial para a minha @sunshyni
VocĂȘ estava na cozinha, tentando preparar alguma coisa simples para o jantar. Estava estranhando a tranquilidade do seu apartamento. Tranquilidade essa que foi interrompida quando Haechan apareceu, se encostando no batente da porta, braços cruzados e um sorriso que jĂĄ te mostrava que vinha alguma provocação.
âUau⊠olha sĂł quem resolveu cozinhar.â Ele disse de uma maneira sarcĂĄstica e exagerada. âJĂĄ devo ligar pros bombeiros ou vocĂȘ tem tudo sob controle?â
âHa, ha, muito engraçadinhoâ. VocĂȘ retrucou, ainda mexendo na panela. âVocĂȘ vai ficar aĂ olhando ou vai me ajudar?â
Ele se aproximou, chegando perto propositalmente, a voz baixando sĂł para te provocar. âJĂĄ estou ajudando sendo a inspiração do prato.â
VocĂȘ o encarou, confusa. âInspiração?â
Ele acenou com a cabeça e apontou para a panela. âQuente igual eu quando vocĂȘ me provoca.â
VocĂȘ engasgou com a prĂłpria risada. âHaechan!â
Ele riu da sua reação, pegou a colher da sua mĂŁo para provar o molho, fez uma pausa dramĂĄtica, fingiu estar pensando e disse: âEstĂĄ Ăłtimo, acho que vocĂȘ merece um prĂȘmio.â
Antes que vocĂȘ pudesse perguntar algo, ele te roubou um beijo, rĂĄpido, mas que mesmo assim te deixam completamente desnorteada.Â
âViu? Esse Ă© o melhor prĂȘmioâ. Haechan murmurou contra seus lĂĄbios, fazendo vocĂȘ revirar os olhos e dar um tapinha nos ombros dele, tentando controlar o sorriso,mas ele percebeu.Â
âEssa Ă© sĂł uma desculpa pra me beijar e nĂŁo ajudar.â VocĂȘ disse, voltando a cozinhar.
Ele riu baixinho e te puxou, grudando completamente seus corpos. âNĂŁo preciso de desculpa pra isso.Â
Dessa vez, o beijo nĂŁo foi rĂĄpido. Era doce e provocador ao mesmo tempo, daqueles que roubam completamente fĂŽlego e que vocĂȘ acabou cedendo automaticamente, com uma mĂŁo descansando no peito dele enquanto a outra quase deixou a colher cair.
Quando se afastou, ele tinha aquele sorriso provocador nos lĂĄbios, mas com os olhos brilhando, amando o fato de ter te deixado sem reação.Â
âSabe o que Ă© engraçado?â Ele disse com a testa encostada na sua. âVocĂȘ finge que nĂŁo gosta, mas acaba sempre acaba molinha quando te pego. E eu adoro isso.â
VocĂȘ balançou a cabeça, desligou o fogo, voltando toda a sua atenção para ele, jogando os braços em seus ombros, fazendo com que ele automaticamente abraçasse sua cintura.
âUm dia vocĂȘ ainda me enlouquece, Lee Donghyuck.â Murmurou, roçando o seu nariz com o dele.E, com aquela voz que tirava todo o seu juĂzo, ele apenas disse: âAcho que esse dia jĂĄ chegou, porque eu sei que te deixo louca.â
betcha
w.c: 1.1k enemies to lovers
VocĂȘ e Haechan eram o exemplo perfeito de opostos. Enquanto ele era a famosa borboleta social, vocĂȘ era quieta, vivia de cara fechada. Ele gostava muito de toque fĂsico, vocĂȘ evitava isso de qualquer forma. Ele sempre gostava de ajudar os outros e de pedir ajuda, vocĂȘ quer fazer tudo sozinha e prefere morrer do que pedir ajuda de alguĂ©m.Â
Mas, mesmo com todas as diferenças, seu ciclo de amizade fazia questĂŁo de dizer que vocĂȘs eram feitos um para o outro.
Haechan lembra quando te viu pela primeira vez. Foi quando Mark te apresentou em uma reuniĂŁo de amigos em sua casa, nĂŁo preciso nem dizer que vocĂȘ foi levada praticamente Ă força. De cara, Haechan ficou bobo por vocĂȘ, achou atĂ© que vocĂȘ era um anjo de tĂŁo linda que estava naquela noite, mas toda vez que ele tentava se aproximar, vocĂȘ se afastava.
Depois de uns dias, se encontraram na universidade. Haechan veio com aquele papo de âse nos encontramos novamente, sĂł pode ser o destinoâ, tudo que vocĂȘ fez foi revirar os olhos com esse comentĂĄrio. Desde entĂŁo, o homem sempre fazia umas investidas, jogava uns flertes.
Se tinha um trabalho em dupla nas matĂ©rias que vocĂȘs faziam juntos, ele corria para o seu lado.
Se vocĂȘ comentava que estava querendo um docinho depois de almoçar, minutos depois Haechan aparecia com um brigadeiro, seguido de uma piscadinha, como uma forma de te conquistar.
NĂŁo importa o quanto ele ficava na sua cola, vocĂȘ o ignorava, falava mil vezes âeu nĂŁo gosto dissoâ, mas Haechan via em seu olhar que vocĂȘ nĂŁo falava o que realmente estava sentindo.
Era sexta Ă noite e vocĂȘ nĂŁo imagina que estaria em uma festa de final de perĂodo na casa de uma pessoa que vocĂȘ nĂŁo conhecia, tudo por culpa dos seus amigos que te arrastaram pra lĂĄ.
Depois de um tempo que vocĂȘ tinha chegado, Wonbin tinha se aproximado de vocĂȘ. Conhecia ele de vista, mas sabia muito bem a fama dele. Mulherengo nato. Visivelmente bĂȘbado, tentava puxar papo, com uns comentĂĄrios bem inconvenientes e vocĂȘ apenas ignorava. NĂŁo tinha reparado que Haechan observava aquilo tudo de longe, tinha chegado a pouco tempo na festa, viu que vocĂȘ estava desconfortĂĄvel e, quando o homem pegou no seu braço, decidiu agir.Â
âCom licença, algum problema?â Haechan disse entrando no meio de vocĂȘs dois.
âN-nĂŁo. EuâŠeu sĂłâŠâ VocĂȘ estava meio atordoada, nĂŁo sabia o que responder, afinal, queria se livrar daquele, mas nĂŁo queria causar uma confusĂŁo. EntĂŁo, falou a primeira coisa que veio da sua mente. âEu tava esperando vocĂȘ chegar. Foi bom falar com vocĂȘ Wonbin, mas meu amigo jĂĄ chegou. Tchau.â E puxando Haechan pela mĂŁo, foi em direção ao jardim da casa, querendo sair dali o mais rĂĄpido possivel.
âEntĂŁo, eu sou seu amigo?â Haechan disse num tom que sabia que iria te provocar e tudo que vocĂȘ fez foi revirar os olhos.
âAi, cala a boca!â
âEi! Foi vocĂȘ que disse! E se vocĂȘ realmente nĂŁo gostasse de mim, nĂŁo estaria de mĂŁos dadas comigo.â
VocĂȘ reparou que ainda estavam de mĂŁos dadas e soltou rapidamente, completamente envergonhada.
âĂ melhor eu irâŠâ Estava se virando para ir para casa, quando Haechan te chamou. âO que foi hein?!â
âPor que nĂŁo fica mais um pouco?â. Estava pronta para recusar e dar algum fora em Haechan, quando ele continuou: âCalma, juro que nĂŁo vou tentar nada. SĂł acho que vocĂȘ nĂŁo deveria deixar aquele idiota estragar sua noite. Sei que vocĂȘ odeia sair, mas aproveita a noite, depois eu te deixo em casa.â
âE o que faz vocĂȘ pensar que eu vou aceitar?â Disse cruzando os braços e Haechan, com seu sorriso sapeca nos lĂĄbios, respondeu:
âVamos fazer uma aposta. Se vocĂȘ odiar essa noite, eu te deixo em paz por um tempo.â
âE se eu gostar?â
Haechan se aproximou de vocĂȘ e sussurrou em seu ouvido: âVocĂȘ vai ter que me dar um beijoâ
Tinha ficado nervosa com aquela proposta e com a proximidade com homem, mas, como queria parecer que nĂŁo tinha sido afetada por ele, apenas concordou.
NĂŁo queria admitir, mas hĂĄ muito tempo que vocĂȘ nĂŁo se divertia daquele jeito. Tinha tomado uns dois drinks, o suficiente para te deixar um pouco mais solta, mas nĂŁo bĂȘbada. Passou um tempo conversando com Haechan, que contava algumas coisas engraçadas sobre algumas pessoas que estavam ali, participou de alguns joguinhos, mas se divertiu mesmo quando foi para o meio da pista de dança junto com o homem. Haechan fazia uns passos engraçados em alguns momentos que te tiravam uma gostosa risada, Ă s vezes ele te tomava pela mĂŁo, fazendo com que vocĂȘ acompanhasse o ritmo dele. No meio da dança, vocĂȘ se virou de costas para Haechan, sentiu as mĂŁos dele tocando o seu quadril, vocĂȘ tomou um susto mas rapidamente deu um sorriso, gostando do toque do seu âinimigoâ. Haechan pensou em se afastar,quando vocĂȘ jogou sua cabeça para trĂĄs e suas mĂŁos tocaram as dele, num pedido silencioso para que ele nĂŁo saĂsse dali.
O clima gostoso entre vocĂȘs durou atĂ© o momento que vocĂȘs dois estavam na porta do seu dormitĂłrio, rindo e lembrando de algo que tinha acontecido na festa. O riso foi cessando quando vocĂȘs perceberam que estava na hora de se despedir.
âAcho que tĂĄ na hora de ir.â
âEspera.â Haechan pegou na sua mĂŁo, impedindo que vocĂȘ entrasse no seu apartamento. âNĂŁo tĂĄ esquecendo nada nĂŁo?â
âEsquecendo do que?â VocĂȘ claramente estava se fazendo de desentendida, fazendo com que Haechan passasse a mĂŁo pelo cabelo, meio que impaciente com a sua cara de pau.
Ele foi se aproximando, tirando uma mexa do seu cabelo, colocando atrĂĄs da sua orelha, fazendo um carinho na sua bochecha. âDo meu beijo nĂ© gatinha? Porque eu tenho certeza que vocĂȘ amou essa noite.â
NĂŁo queria negar. Tudo que vocĂȘ mais queria era beijar ele naquele momento.Â
E foi o que vocĂȘ fez.
Foi sĂł um selar (demorado) de lĂĄbios, mas o suficiente para deixar Haechan louco.
Assim que vocĂȘs se separaram, vocĂȘ entrou no seu apartamento, fechando a porta na cara de Haechan, o deixando ali, com cara de bobo. Ele apenas colocou a lĂngua por lado de dentro da bochecha, dando uma risadinha nasalada.Â
No outro lado da porta, vocĂȘ tambĂ©m estava feito boba, sorrindo, com a mĂŁo na boca como se pudesse sentir ainda o gosto dos lĂĄbios do homem e, nĂŁo querendo acreditar que estava extremamente atraĂda por Haechan.
Seus pensamentos foram interrompidos pelo barulho do celular, indicando que tinha uma nova mensagem. Se surpreendeu ao ver que era de Haechan e seu coração disparou quando leu o que tinha nela.
âVamos fazer mais uma aposta?
Agora quero apostar que vocĂȘ vai ser minha.â

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you got me confused
w.c: 1.1k a little suggestive, angst
After a long, exhausting day, all you wanted was to take a shower and fall asleep without any more worries. But that plan was ruined by a single message:
âI need to see you tonight. Iâll be there in 15 minutes.â
You couldnât ignore your best friend, Hyuck.
Your relationship with him had always been complicated. Youâd known each other since the first year of high school and had been inseparable ever since. You even went to the same university, and thatâs when things started to shift.
Hyuck had always been charming. In his own words, âI flirt with anything that moves.â He became more popular, more loved by everyone. But with you⊠he was still the same Hyuck from high school â just in a attractive version.
Then came the night you kissed for the first time at a college party. What was supposed to happen just once ended up happening again. And again. And again. Until, one day, you woke up in his bed.
After that, you made a deal: no feelings involved.
You went from best friends to friends with benefits. And for a while, it worked. Even though you sometimes felt something stirring deeper inside, you convinced yourself that youâd always be just friends. What you didnât know was how he really felt about you.
And there he was. Frustratingly punctual, standing at your apartment door. When you opened it, he greeted you with that usual smile and stepped inside like he belonged there.
"So, why did you want to see me?"
"Is that how you greet your best friend?" he asked, following you to the kitchen.
"You must be up to somethingâŠ" you leaned against the table, eyeing him. "Come on, spill it."
"I swear Iâm not. I just missed you."
You searched for sarcasm in his voice, but it wasnât there. He sounded genuine.
"Oh, I thought one of your flings turned you down."
"Ohh, whatâs this? Jealousy?" Hyuck teased, stepping closer, placing his hands on your waist and pulling you to him.
"Yeah, totally" you replied, clearly sarcastic. You tried to push him away, but that only made him hold you closer. Then he leaned into your neck and started placing soft kisses, sending shivers down your spine.
"I had such a crappy day. Just wanted a kiss from my best friend."
"Youâre the worst, you know that?"
"And you canât live without me."
Then came the kiss â intense, familiar. Hyuckâs hand moved slowly along your waist, while you ran your fingers through his soft hair.
When you both pulled away for air, he didnât say anything. He just took your hand and gently led you toward your bedroom. He knew the way perfectly.
The room was dimly lit by the full moon outside the window. He closed the door and looked at you in silence, as if memorizing every inch of your face â like you were a masterpiece hanging in a world-famous gallery.
"What?" you asked, expecting some silly comment.
But instead, he stepped closer, tucked a strand of hair behind your ear, and gently caressed your cheek.
"Youâre so beautiful."
And thatâs when you noticed there was something different in his eyes.
You kissed again â this time softly, slowly, like it meant something more. It was different. Strange, but not unwelcome.
Still kissing you, Hyuck gently laid you down on the bed, settling on top of you. Each touch of his hands was careful, affectionate.
His hands roamed your thighs, while yours traced his back, lifting his shirt as you went. You paused to pull it off him, and then did the same with your own, now in just your bra.
He began kissing your collarbone, your shoulder, then down your neck â one of his favorite spots. You tugged lightly at the hair at the nape of his neck â a sign you liked what he was doing. In one swift move, you flipped positions, straddling him. You were sitting dangerously close to where you could feel exactly what effect you were having on him.
It was your turn. You kissed his stomach, up to his chest, then reached his neck. Hyuck let out low, raspy moans, pulling you even closer, letting you feel how hard he was. You smiled â that was exactly the reaction you wanted.
And then, right in the middle of those moans, you heard the words you feared most:
âI love you.â
You froze.
Eyes wide, you stared at the man you were just about to have casual sex with. Hyuck realized it too. He opened his mouth to say something, but nothing came out.
You quickly climbed off him and looked around for your shirt.
"Iâm sorry⊠IâŠ"
"You promised this would never happen" you said, pacing the room, clearly shaken.
"Let me explainâŠ" he stepped toward you, trying to calm you down.
"Explain what? You promised it would stay casual! That youâd never fall for me!"
"And I could control that?!" he raised his voice. He had never spoken to you like that. Then he took a deep breath and softened his tone. "It wasnât hard to fall for you. Youâre always there for me. You understand me like no one else does. Are you really saying you donât feel anything for me?"
His voice trembled. He was on the verge of tears. And you hated seeing him like that. But you were overwhelmed.
"I donât know. You confuse me!" you said, wiping your face in frustration. "I need to think. Please, just leave me alone."
"But IâŠ"
"Please, Hyuck. Just go homeâŠ"
He grabbed his shirt from the floor, slipped it on, and walked over to you one last time.
"Fine, Iâll go. But just so you know: nothing will ever change how I feel about you. I love you."
And then he left.
You stood in the middle of your room. Only when you heard the front door close did the tears finally fall. Your face grew hot, your vision blurry.
You wanted to run after him. To say you loved him too.
But at the same time, you were scared. Scared of surrendering.
The truth was, when it came to your best friend, your feelings were a mess.
Hyuck got you confused.
you got me confused
w.c: 1.1k um pouco sugestivo, angst
Depois de um dia cansativo, tudo o que vocĂȘ queria era tomar um banho e dormir sem mais preocupaçÔes, mas esse plano foi destruĂdo por uma mensagem.
âPreciso te ver hoje. Chego em 15 minutosâ
VocĂȘ nĂŁo conseguia ignorar o seu melhor amigo, Hyuck.
A relação de vocĂȘs era bastante confusa. Se conheciam desde os tempos de escola, mais precisamente desde o primeiro ano do ensino mĂ©dio e nunca se desgrudaram. Foram para a mesma universidade e foi aĂ que as coisas mudaram um pouco.Â
Hyuck sempre teve foi carismĂĄtico. Usando suas palavras, âflertava com qualquer coisa que se moviaâ. Ele foi ficando mais popular, mais querido por todos, mas, com vocĂȘ, ele era o mesmo Hyuck do ensino mĂ©dio, sĂł que numa versĂŁo bem mais atraente.
AtĂ© que chegou o dia que vocĂȘs ficaram pela primeira vez em uma calourada da universidade. O que vocĂȘs tinham prometido que sĂł iria acontecer aquela vez, acabou acontecendo mais uma, duas, trĂȘs, incontĂĄveis vezes e um dia, vocĂȘ parou na cama de Hyuck no dormitĂłrio.
A partir desse dia, fizeram um acordo: nada de sentimentos envolvidos.
De melhores amigos, viraram amigos coloridos. Para vocĂȘ estava tudo certo, mesmo que Ă s vezes sentisse que estava confundindo os sentimentos, sabia que sempre seria amiga do homem, mas vocĂȘ nĂŁo sabia o que ele realmente sentia por vocĂȘ.
E lĂĄ estava ele, estupidamente pontual, na porta do seu apartamento, lançando aquele sorriso quando vocĂȘ abriu a porta, dando passagem para que ele entrasse.
âQueria me ver porque?â
âEsse Ă© o jeito de receber seu melhor amigo?â Disse ele enquanto te seguia a caminho da cozinha.
âVocĂȘ deve tĂĄ querendo alguma coisaâŠâ VocĂȘ se apoiou na mesa, olhando para o homem. âAnda, fala logoâ.
âSĂ©rio, nĂŁo quero nada, sĂł senti a sua falta.â VocĂȘ queria encontrar algum sinal de ironia na voz dele, mas aparentemente ele estava falando sĂ©rio.
âAh, pensei que tinha sido rejeitado por alguma de suas peguetesâ
âIIIIH, qual foi? TĂĄ com ciĂșmes?â Hyuck disse se aproximando, colocando as mĂŁos em sua cintura e te puxando para perto dele.
âAham, com certeza.â Disse em um tom de ironia. Tentou empurrar o amigo, mas isso sĂł fez com que ele grudasse ainda mais o seu corpo no dele. EntĂŁo, Hyuck se aproximou do seu pescoço e começou a depositar alguns beijinhos no local, fazendo com que vocĂȘ se arrepiasse com o toque dele.
âTive um dia tĂŁo ruim, sĂł queria um beijinho da minha melhor amiga.â O moreno disse entĂŁo continuava com os beijos.
âVocĂȘ nĂŁo presta nĂ©?
âE vocĂȘ nĂŁo consegue viver sem mim.â
E começou um beijo intenso, o que nĂŁo era novidade para vocĂȘs. Hyuck fazia um carinho gostoso na sua cintura, enquanto vocĂȘ bagunçava o cabelo macio do seu amigo.
Quando se separaram para recuperar o ar, ele aproveitou para te puxar pela mĂŁo e te levar para o seu quarto, jĂĄ que sabia o caminho perfeitamente.Â
O quarto estava apenas iluminado pela luz da lua cheia que entrava pela janela. O homem aproveitou para te observar depois que fechou a porta. Te olhava como quisesse decorar cada detalhe do seu rosto, como se vocĂȘ fosse a obra de arte mais importante de um artista super renomado.Â
âO que foi?â VocĂȘ disse, esperando que ele fosse fazer algum tipo de piada como sempre. Mas, ele se aproximou, colocou uma mecha do seu cabelo atrĂĄs da orelha e vez um carinho gostoso no seu rosto.Â
âVocĂȘ Ă© tĂŁo lindaâ
E foi naquele momento que vocĂȘ percebeu que tinha algo diferente no olhar do seu melhor amigo.Â
NĂŁo demorou muito para que vocĂȘs voltassem a se beijar, mas dessa vez, era um beijo doce, calmo, diferente dos outros. Era tudo muito confuso, mas vocĂȘ nĂŁo achou estranho.
Sem separar o beijo, Hyuck foi te deitando delicadamente na cama, ficando por cima de vocĂȘ. Ele estava sendo muito delicado ao te beijar naquele momento.Â
As mĂŁos dele passeavam pelas suas coxas, enquanto as suas começaram a percorrer as costas do homem, levantando a camisa dele ao mesmo tempo, separaram o beijo para que ele pudesse tirĂĄ-la e vocĂȘ fez o mesmo com a sua blusa, ficando apenas de sutiĂŁ.
Hyuck começou a beijar o seu colo, passando pelo seu ombro, indo em direção ao seu pescoço, era um dos lugares onde ele mais gostava de te beijar. VocĂȘ dava leves puxĂ”es nos cabelos da nuca do seu amigo, era um sinal de que estava gostando do que ele estava fazendo. Em um movimento repentino, vocĂȘ fez o homem se deitar, ficando sobre ele. Estava sentada perto de uma ĂĄrea perigosa, conseguia sentir a excitação do seu melhor amigo. Foi a sua vez de retribuir os beijos que começaram pelo abdĂŽmen, passando pelo peitoral e chegando no pescoço.Â
Hyuck dava uns gemidos roucos, te puxando para que vocĂȘ pudesse sentir o que estava causando dele, isso te fez sorrir porque era exatamente aquela reação que vocĂȘ queria dele.Â
E foi no meio daqueles gemidos que vocĂȘ escutou o que mais temia:
âEu te amoâ
VocĂȘ parou tudo o que estava fazendo e olhou com os olhos arregalados para o homem com quem estava prestes a ter uma noite de sexo casual. Hyuck tambĂ©m percebeu o que tinha acontecido. As trĂȘs palavras mais temidas tinham saĂdo de sua boca. Ele tentava falar algo, mas estava mudo. NĂŁo conseguia raciocinar o que falar.
VocĂȘ saiu de cima dele e procurou a blusa para vesti-la novamente.
âDesculpa⊠euâŠâ
âVocĂȘ prometeu que isso nĂŁo iria acontecer.â Disse andando de um lado para o outro visivelmente nervosa com o que tinha acontecido.
âDeixa eu me explicarâŠâ Hyuck disse indo em sua direção tentando te acalmar.
âExplicar o que? VocĂȘ prometeu que ia ser sĂł algo casual, que nunca ia se apaixonar por mimâ
âE eu posso controlar isso?â Ele aumentou o tom da voz, nunca tinha falado assim com vocĂȘ. EntĂŁo, ele respirou fundo e continuou de uma maneira mais calma. âNĂŁo era difĂcil eu me apaixonar. VocĂȘ Ă© a pessoa que estĂĄ comigo sempre e que me entende como ninguĂ©m. SerĂĄ que vocĂȘ tambĂ©m nĂŁo sente nada a mais por mim?â
Ele estava prestes a chorar e vocĂȘ odiava ver seu amigo assim. Mas, nĂŁo sabia o que fazer.
âNĂŁo sei. VocĂȘ me deixa confusa!â Disse passando a mĂŁo pelo rosto, totalmente frustrada. âEu preciso pensar, por favor, me deixa sozinha.â
âMas euâŠâ
âPor favor Hyuck, vai pra casaâŠâ
Ele pegou a camisa dele, que estava jogada em algum canto do seu quarto, vestiu e foi em sua direção.
âTudo bem, eu vou, mas fique sabendo que nada vai mudar o que sinto por vocĂȘ. Te amoâ
E saiu, te deixando para no meio do seu quarto. Foi sĂł quando vocĂȘ escutou a porta da sala se fechar que as lĂĄgrimas começaram a sair de seus olhos e percorrer o seu rosto.
Queria poder correr atrås dele e dizer que também o amava.
Ao mesmo tempo que sentia amor, sentia medo de se entregar.
A verdade Ă© que vocĂȘ nĂŁo entendia muito bem os seus sentimentos quando o assunto era o seu melhor amigo.Â
Era assim que Hyuck te deixava, confusa.
â.á hangover chasing
john logan x reader
summary: drunk reader confesses her feelings to logan. short fic, requested (via dm)
The glittery eyeshadow makes your eyes pop, Logan thinks as he stares down at you. Itâs a shame he has to take it off.
âWhy are you staring at me?â You say, giggling.
 He shakes his head, âNothing. Your makeup looks really nice.âÂ
âThank you.â You say, beaming up at him. âYour face looks really nice.â
Logan lets out an incredulous laugh, but how could he not? Youâre stupidly drunk after one of the infamous Briar U Hockey Team parties, and the alcohol seems to have completely removed the filter between your mind and your mouth, leaving you rambling your every thought to him as he decided itâs time for you to go to bed.Â
Now, there you are, shiny eyes looking tired under the low lights of his room, wearing his clothes, sitting cross-legged on his bed, calling him pretty. It's both adorable and nerve wracking.Â
âYouâre just drunk, honey.âÂ
âI am so drunk.â You nod, chuckling, âBut Iâve always thought you were pretty.â
He looks at you, âYeah?â
âYes, sir.â You say, solemnly.Â
Logan shakes his head, grabbing a makeup wipe he got from Hannahâs tiny box of supplies in Garrettâs bathroom. He sits by your side and delicately grabs your chin, holding you in place. âWhat are you doing?â
âTaking your makeup off.â He says, concentrating on wiping your face gently enough.
âWhy? You just said you liked it.â
âBecause itâs time for bed. Close your eyes for me?â
You do, and Logan carefully starts removing the smudged glitter on your eyes. You hum as he wipes the make up off of your eyes, âThis feels nice.â
âYeah? Not too harsh on your skin?â
You try shaking your head no, Loganâs hand still holding you in place. You giggle, âNo, itâs not harsh at all. Well,â You say, âYour fingers are a bit callous.â
He smiles at your sincerity, âIâm sorry.â
âDonât be. I like them,â You say, then a little more sure, âI like you.â
Loganâs grip completely falters, and he lets his hands fall to his lap.
He wishes he couldâve said it took him by surprise, but honestly, no, not really. Actually, he shouldâve seen it coming tonight.Â
It was pretty obvious that Logan had a soft spot for you from the moment you got introduced into the group by Hannah, and he might be slow, but heâs not blind â he knows you like him too. Itâs like youâve been playing a silly game of will they, wonât they, both too coy to take the initiative. Until alcohol gets involved, that is. Then all your inhibitions are swallowed down, and next thing he knows, youâre a dream come true confessing your feelings for him.
It canât be like that, Logan thinks.
You open your left eye just slightly, peeking through your lashes, âLogan?â
âIâ I think you should go to bed,â he says, not giving you any time to repeat yourself, getting up from his bed, âWe can talk in the morning, yeah?â
You blink, face turning from giddy-drunk to frowny-drunk, âOkay.âÂ
Not okay, he can tell from your curved lips. âYeah? You good?â
âYeah.â You say, crawling to the top of his bed. âAll good. Night, Logan.â
âHey,â he says before you can close your eyes, âWe talk in the morning, okay?â
You nod, then hide under the covers.
â
Logan doesnât see you in the morning.Â
In fact, he wakes up with an awful back pain from sleeping on the big chair near his bed, just to find his bed empty, clothes carefully folded and not another sign of you.Â
Fuck, he thinks, grabbing his phone from the nightstand to check if thereâs any phone calls or texts from you, to no success. Fuck, fuck, fuck.
Logan gathers his last bits of hope to go downstairs, but the house is silent, and everyone seems to be asleep still.Â
He tries calling you, but you wonât answer. He texts you, hey, can we talk? Then, please? to no avail.Â
By the end of the morning, heâs desperately knocking on your bedroom door.Â
âOh, my God,â You show up at the door, flunging it open, âWhat the fuck is wrong withâ Oh. Logan. Iâ I wasnât expecting youââ
âI called you.â He cuts you off, âI mean, you werenât there this morning, and I tried calling but you wouldnât answer. Iâ I was hoping we could talk?â
You frown, âSo you can reject me to my face? Again? No, thank you. Iâm too hungover for this.â
âNo, no. What are you talking about?â
âIâm talking about me reading this,â you point between you both, frustrated, âall wrong. Look, Iâm sorry, but I thoughtââ
âI like you.â He says, watching as you close your mouth, taking a step back. He follows your step, getting an inch closer.
âYou do?â
He scoffs, âHoney, you know I do.â
âI donât know anything, Logan.â You answer softly, âI thought I did, butâŠâ
âBut you were really fucking drunk,â he says, hiding back a laugh as he gets closer, âAnd calling me pretty, andâ And I was thinking, god, I like you so fucking much.âÂ
You grin at him, âReally?â
Logan refuses to answer you, his lips finding the corner of your mouth, chasing your kiss over and over and over again til youâre dizzy again, drunk on something much stronger this time.
notes: thank you for reading! requests are open! likes/reblogs/thoughts are appreciated! <3
john logan masterlist
Bom dia linda
bom dia
juro que queria ter a capacidade de aguentar esse homem, mas acho que jamais conseguiria
OI MIKA! TUDO BEM?
Passando aqui pra pedir desculpas e dar um feliz aniversĂĄrio muito atrasado, eu nĂŁo esqueci, viu!? Eu sĂł estava viajando e fiquei com uma internet pĂ©ssima na praia, mas voltei e vim aqui te felicitar. Eu espero que tenha sido um dia maravilhoso e que vocĂȘ tenha muitas realizaçÔes, anos de vida e realize todos os desejos do seu coração. BeijĂŁo! <3
AAAAAAAAAAAAAAAH muito obrigada meu anjo!!!
finalmente a idade bateu, agora nĂŁo sou mais uma adolescente e jĂĄ cheguei nos 30, mas eu vou sobreviver!
obrigada pelo carinho e por ter se lembrado do meu aniversĂĄrio â„

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jĂĄ que estamos em falta de fanfic do johnny, jeno, jaemin, estou me esbaldando nas fanfics de off campus
can you do a gym!johnny texts? please! đđ»
a/n: this oneâs a little shorter. they are soooo stupid. pure crack. suggestive!! . Ęâ âč . Ę âĄ Ę . âč â Ę.
â  â ââ â â đŻđ«â đȘœđ„Š fwb dream !
đđŒđ đœđđŸđșđă € âă € đđșđđ㠀㠀 đă € đđŸđđđŸđđđŸđœă € đ§ă €ă € àšà§ đđđđ đđđđđŸđđđđđŸ ă €Ë àŒ đȘ»ă €ă €ă €âą đ đđ»đđșđđă € đ àŁȘ àŸàœČ ăŸ
haechan. âyouâve got to be kidding me.â even the boy is surprised to hear him laughing mockingly. for haechan, how dare he ask you out when heâs right next to you? do you actually like him? you must be messing with him. pure arroganceâof course heâs not jealous, because if he were, then youâd be his girlfriend, and youâre not, but the thought of you being with someone else really bugs him. maybe next time he should fuck you so hard that you forget everyone but his name.
jeno. âsheâs busy.â itâs hard to read his expression right now, but he hopes the other guy will feel intimidated enough by it that heâll end up canceling his date with you; if not, then heâll have to give him a reason to do so. heâs not the type to pick fights, and heâs certainly not possessive, but when it comes to you, he really wants to make it clear that youâre only available for him. no one else. heâll spend the whole night looking for an excuse to beat the crap out of him, because then, youâd go with him to tend to his knuckles, and completely forget about that jerk.
mark. âah, seriously?â after treating everything like a game and joking around, youâd think he wouldnât act so hurt or offended, but he does. it was clear that there were no strings attached; he used to be fine with that because of the long list of women he had, but up until that moment, he hadnât really stopped to think that you might also be also seeing people, let alone that you were doing it right there in front of him. he felt that if he didnât overthink it and stayed oblivious, he could handle it, but heâs always known that you wanted to take things seriously, and he just wasnât ready âuntil now.
anton x reader
part 1 from the ÂżDĂłnde es el after? series
Song: inglés en miami by rawayana.
summary: you are an exchange student and anton likes you.
word count: 1.3k
warnings: suggestive at the end, non idol and music student! anton. fem! reader. fluff. reader is studying photograph and i know nothing about it so i apologize for any dumb shit said.
a/n: sooo. i was writing something else entirely. and this idea came up to me. ingles in miami has another vibe, more flirsty and stuff but i dont think i really see anton like that, heÂŽs more like a yearner so i kinda gave it a little twist here. first time writing anton, so i hope i did some justice! hope you like it and thanks for reading <3
· · âââââââ ·đ„žÂ· âââââââ · ·
goodbyes suck. anton had always known that. every time he went back to korea to visit his family on christmas, he and his family suffered after waving goodbye, knowing it would be another year before he could see them again.
now, watching you gulp down a vodka cranberry, with the sun hitting your skin, glowing golden by the beach water and the sand. you laughed, barely understanding the joke one of antonâs friends made, one of the girls leaning to your side, doubling over with laughter; his heart felt heavier than ever.
you noticed him looking at you. you stared into his eyes for a second longer, then smiled coyly before looking away. he felt his cheeks warm up and sighed deeply. despite the beautiful sunset by the beach, his friends cracking jokes, having drinks and snacks. it was the perfect setting. they were all having fun. so why was he feeling so blue?
right. this was a meeting to say goodbye to you. you had all gotten together to have your final moments as a group.
at least, as a group with you in it.
anton could only remember the day he first saw you, six months ago, at the beginning of the new year.
your bright eyes as one of antonâs friends gave you a quick tour of the university. you were bundled up in a scarf and a padded jacket, asking questions and making his friend laugh. she caught sight of him and walked closer, you trailing behind her.
âanton, hi,â she smiled at him, but he couldnât help but stare at youâbright, inquisitive eyes looking him over, stopping for a second on the cello case sitting on his right shoulder. âthis is y/n, sheâs an exchange student. she studies photography. iâm showing her around.â she turned to you, who smiled at him excitedly. ây/n, this is anton, heâs one of my friends.â
you held out your hand to him, and he shook it slowly.
ânice to meet you, anton.â your smile melted his insides. it was so sweet. he felt his chest warm despite the cold weather. Even the cello resting on his right shoulder felt lighter when you smiled at him. Â
âwelcome to our school, y/n. youâre gonna hate it here.â
the three of you laughed.
two days later, your extroverted personality had already made its way into antonâs friend group. even if your english wasnât the best, your expressive face and your ability to read people were enough to help you communicate.
you had managed to explain, in somewhat broken english, that you decided to study abroad to build your resume, to take pictures of different scenery and landscapesâother than the ones in your country. besides that, you wanted to improve your english speaking.
anton thought, honestly, watching you down tequila shots like they were water, ânobody really learns english like that.â
he didnât mind, though.
he enjoyed your company, and you made him come out of his shell a little.
âwhat do you like to do best, anton?â you had asked one time, when he came to help you look for a specific flower that grew near campus, in a small park with a flower field. you needed to photograph it for your final portfolio. âin your free time, i mean.â
he smiled at you as you both walked along a small stone path, complimenting your improving english.
âi like making music,â he said, shrugging.
you crouched down, finally seeing in real life the orange flower you had dreamed of photographing since before your trip. you looked at him disapprovingly and shook your head as you began taking pictures of it, using the natural light.
âthatâs what you do in school every day, anton.â the camera clicked as you angled it different ways, trying to capture the flower and the small field around it. âthere has to be something else. or is music all you think about?â
you seemed pleased with one of the pictures after reviewing it, so you stood up, finding him in the same spotâtall, hair slightly tousled, wearing a denim jacket. you swallowed and aimed your lens at him.
blue sky behind him, his sharp, handsome features slightly surprised for a second before turning into a small, awkward smileâalready used to your impromptu photography shenanigans.
you smiled at him when you were done capturing him, then began looking through your pictures.
anton stepped closer and leaned down to your level to look at them as you reviewed them again. you were very close to each otherâyou could feel his breath on your face.
and you could feel him looking at you, instead of your camera.
âi also think about you, sometimes,â he muttered. you could have missed it if you hadnât been so close. your eyes lifted to his. his were already on yours.
your hands went to his neck and jaw, pulling him toward your lips. he sighed into you and wrapped his arms around your waist, bringing you closer. your lips moved softly against each other, and you tilted your head, deepening the kiss. antonâs hands felt hot against you through your clothes.
you pulled apart after a while, breaths uneven, eyes closed. only then did you realize you were on your tiptoes, holding onto his shoulders.
âokay, i lied,â anton said, brushing your lips with his. âi actually think about you all the damn time.â
you laughed against his mouth and kissed him again.
after that, you had been attached at the hip. in every possible sense. the months that followed were filled with anton walking you to and from your classes, giving you very private (and nicely rewarded) english lessons, and lots of coffee dates in his improvised studio.
you had grown used to each otherâs presence. anton had sung countless unfinished songs into your ear. you had taken pictures of him every chance you got, and you had always found ways to sneak away together during group hangouts.
the six months you spent with themâwith himâhad been amazing. you were sad to see it end. but you were sure you would meet again.
even if your ârelationshipâ with anton had never been defined, he couldnât help but develop feelings for you. so now, sitting on the sand with your friends, drinking and laughing, he felt his heart ache as he watched you smile.
he knew it wasnât a fully happy smile. Because he knew you better than anyone on that beach. And he didnât want you to go.
he offered to drive you home, since you were leaving early in the morning and had asked everyone not to go to the airportânot even him. so dropping you off at your apartment would be the last moments he had with you.
he parked in front of your building. you both looked at each other with a heavy silence filling the car.
âyou sure you donât want me to drive you to the airport tomorrow?â he asked, hands gripping the steering wheel. âi think itâs better if you donât,â you said quietly.
anton nodded, exhaling, âcan i kiss you one last time, then?â
your shoulders relaxed, and you smiled, leaning across the console to press your lips to his.
âiâll miss you,â he exhaled between kisses. you didnât answerâyou just climbed onto his lap, straddling him. you hugged him closer, arms around his neck, pressing your chest to his as you kissed him again, more desperate this time.
his hands moved over you, holding onto every part of you he could reach. the faint smell of salt from the beach still lingered. your hips began moving slowly against him, and you both sighed, and he held you tighter.
you bit his lip and pulled away, looking at him with a mischievous smile. his eyes were wideâyou were sure yours looked the same. âcome inside?â you asked.
and he kissed you again.
[11:17 pm]
(cw: f!reader, Mark is high)
Your boyfriend, Fratboy!Johnny, never held it against you when you didn't attend parties at his frat. You attended a few here and there, getting your fill for a few months' time before you inevitably decided to spend your Fridays or weekends at home. Sometimes Johnny would join you, but even if he didn't, he made sure to check in with you.
Tonight was one of the rare nights you'd decided to join in on the partying. Well, not really partying so much as it was just hanging out while the partying happened around you.
Beside you, Mark passionately ranted on and on about how one of the cookies he'd had in he dining hall a few days ago was the best he'd ever had. You smiled and you nodded along, finding his excitement rather endearing. The heaviness in his eyelids told you that he must have partaken in some... substances before the conversation.
A few months ago, you'd have been awkward about being left alone with Mark, but not now. Now, you talked to Mark like he was your younger brother, sharing jokes and poking fun.
Johnny had stepped away a few minutes ago when Jaehyun had angrily come storming down the stairs looking for Johnny and Taeyong. There had been some shouting and a couple led out of the house, but your boyfriend still wasn't back. You weren't too bothered and Mark was good company.
The couch cushions shifted to your left, right where Johnny had been sitting. You turned with a hopeful smile that faltered upon seeing that it was not your boyfriend.
The stranger smiled, leaning in so close that you felt his hot breath on your ear, "hey! You looked so beautiful I couldn't resist coming over to introduce myself."
He tells you his name and tells you heâs a brother at Pi Kappa and Mark gags loudly. You shrug off Markâs dramatics and introduce yourself, âbut everyone calls me Bee.â
The guy smirks, âwell, hopefully I wonât be just anyone for too long. What do special people call you?â
His arm hangs like a lead weight over your shoulders, you fight back the grimace and laugh awkwardly, âI guess the special nickname is Honey.â
âHoney,â the guy drawls out, leaning in again to look you right in the eye, âI like that. Sweet like honey, itâs a suiting nickname for a pretty girl like you.â
You nod slowly, looking away from him in favor of scanning the room. You feel his fingers play with your hair and start to turn your head away. Youâre hoping to find Mark, but unfortunately find the seat empty.
âWhat do you like to do, Honey?â Pi Kappa asks.
You try your best to subtly scoot away from him while answering, âreading, mostly.â
âSo if a guy like me wanted to take you out, we could go to the library or something?â
âIf a guy like you wanted to take her out, Iâd have to be dead and sheâd have to be blind,â a new, familiar voice joins in, sending a wave of relief over you. âGet the fuck away from my girlfriend, Tyler.â
âSuh! Hey man, my bad, I didnât know she was your girl!â The stranger laughs, holding his hands up defensively.
Johnny rolls his eyes, ânow you do. Now stop hitting on my girlfriend and get away from her.â
Johnny shoos him away, taking his rightful spot beside you before taking your hand in his. You squeeze his hand, âI donât think he was hitting on me.â
Johnny turns to you slowly, his eyes as wide as saucers, âyou didnât think he was flirting with you?â
âHe was just being friendly.â
âHoney, guys who are friendly donât ask you for special nicknames, ask you where theyâd take you out, or sit that close to you,â Johnny explains, snapping to get Markâs attention, âbro, play with Beeâs hair.â
Mark shakes his head with a laugh, âman, Iâm not high enough to do that. I love her, but not like that. You play with her hair since youâre her boyfriend.â
Johnny raises his eyebrows as if to say, âsee?â You cross your arms, cheeks hot with embarrassment, âguys donât hit on me! How was I supposed to know?â
âThe student library assistant on Tuesday and Thursday afternoons flirts with you every time we have a tutoring session,â Mark notes, laughing as your jaw drops, âwhat? You never noticed how he goes up three floors and only checks on you?â
Johnny cups your cheeks with an endeared smile and sparkling eyes, âoh my sweet Honeybee. My irresistible girl.â

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đŽđđ đđđđ?
Sugestivo | Friends to lovers | Protagonista noiva do Johnny đ
[Fala Gabz!]: Ah, sei lĂĄ, gente⊠aquela mĂșsica lĂĄ do The Weeknd KKKKKK
VocĂȘ bebericou o drink de Jeno, porque felizmente tinham o mesmo gosto pra bebida alcoĂłlica, nem tĂŁo doce, nem tĂŁo amargo. A mĂșsica animada no meio da pista daquela balada deu lugar a uma mĂșsica devagar, Moth to a Flame, do The Weeknd.
Era pra ser uma despedida de solteira sĂł de mulheres, mas Jeno era uma de suas madrinhas, o seu melhor amigo da vida inteira, com quem vocĂȘ dividiu um apartamento na faculdade, conhecia seus pais atĂ© melhor do que vocĂȘ mesma e era tĂŁo mimado quanto vocĂȘ.
Mas ele estava diferente hoje, e vocĂȘ nĂŁo sabia ao certo por quĂȘ.
â Que foi? Medo de me perder? â vocĂȘ questionou, brincalhona.
Agora que estavam âsozinhosâ, sem a presença das madrinhas, o clima tinha ficado denso entre vocĂȘs, especialmente porque Jeno estava prĂłximo de um jeito que fazia sua respiração acelerar.
O que era estranho, porque ele era seu melhor amigo.
â Na verdade, sim.
Olhou pra cima, pra ele. NĂŁo deveria estar tĂŁo prĂłxima de um cara que nĂŁo fosse seu noivo, Johnny. No entanto, parecia certo, a proximidade, parecia certo como a mĂŁo de Jeno se abrigava ali na sua cintura.
â Jeno, que papo estranho Ă© esse?
â Eu tĂŽ me sentindo um idiota â ele disse, enfim, na sua orelha, e vocĂȘ quis muito afastĂĄ-lo, rir pra se desviar daquele clima perigoso, mas simplesmente nĂŁo conseguia, nĂŁo podia.
â Por quĂȘ? â vocĂȘ questionou, ao passo que ele se aproximava mais.
Jeno se inclinou um bocado, e vocĂȘ nĂŁo se mexeu, hipnotizada no que quer que fosse aquilo.
â Porque o Johnny... o Johnny Ă© exatamente o cara por quem vocĂȘ esperou por todos esses anos â e isso deveria ser bom, nĂŁo deveria? â e isso Ă© ruim, Ă© ruim porque... ele nĂŁo sabe nada sobre vocĂȘ.
Jeno era seu melhor amigo, mentiria se dissesse que nĂŁo tinha pensado nele dessa forma, mas as coisas entre vocĂȘs sempre foram platĂŽnicas, atĂ© Johnny aparecer, atĂ© o noivado, atĂ© os preparativos, atĂ© esse momento.
VocĂȘ nĂŁo contestou quando Jeno segurou seu rosto com as duas mĂŁos, nĂŁo se importou se as outras madrinhas estavam olhando ou nĂŁo. De uma hora pra outra, parecia que sĂł existiam vocĂȘs dois, e isso era assustador e excitante, tudo ao mesmo tempo.
â Ele nĂŁo sabe que vocĂȘ se aborrece constantemente por coisas tĂŁo pequenas e finge muito bem pra ninguĂ©m perceber, mas comigo vocĂȘ falha, porque eu sempre noto â Jeno aproximou o rosto do seu, o suficiente pra vocĂȘ avançar tambĂ©m, mas nĂŁo te beijou.
Meu Deus, vocĂȘ queria beijĂĄ-lo, queria beijar um homem que nĂŁo era seu noivo, estava ansiosa com isso.
Jeno sorriu, daquele jeito que vocĂȘ sĂł viu ele sorrir para garotas que ele queria dormir.
Por muito tempo desejou ser essa garota, achou que tinha superado, mas quando ele segurava o seu rosto com tanta ternura e dizia coisas sobre vocĂȘ que sĂł ele sabia... era difĂcil se conter.
â Ele sabe o que faz pensando em mim? â questionou de repente, a boca encostando na sua orelha. VocĂȘ sentiu arrepios.
â Desde quando?
â Desde a faculdade... uma vez vocĂȘ sussurrou meu nome enquantoâ
â Jeno... eu nĂŁo posso.
â NĂŁo pode se tocar pensando em mim?
VocĂȘ respirou fundo, tentando acalmar a barulheira incessante do seu coração, tinha que se afastar o mais rĂĄpido possĂvel, mas sĂł conseguia ficar febril, olhar para os olhos e lĂĄbios dele e desejĂĄ-lo.
â Me desculpa, eu demorei tanto pra perceber. VocĂȘ ainda faz isso?
VocĂȘ nĂŁo respondeu, ficou ali encarando-o por segundos que pareciam infinitos, atĂ© os lĂĄbios se colarem, lento no comecinho, progredindo em selinhos e beijos de verdade.
Jeno te beijava solene, mas ao mesmo tempo tinha uma fome de anos que nĂŁo conseguia conter apenas nos lĂĄbios, as mĂŁos te apertavam, instigavam, te arrepiavam inteira, te deixavam fraca.
â Me deixa te dar um presente de despedida de solteira? â ele questionou pertinho de vocĂȘ, e vocĂȘ sorriu. Felizmente estava um pouquinho bĂȘbada, embora consciente, lidaria com aquela loucura na manhĂŁ seguinte.
â Eu nĂŁo sei se ainda vai ter casamento â vocĂȘ admitiu, e Jeno te deu um beijinho, olhando ao redor, pro bar onde as madrinhas tinham se reunido, conversando entre si e alheias ao fogo que queimava na pista.
â Quem disse que nĂŁo vai ter casamento? â Jeno questionou, o sorrisinho tĂpico que vocĂȘ fantasiava muito antes de noivar presente nos lĂĄbios agora vermelhos.
â VocĂȘ sĂł vai mudar o J.
VOCE
NĂO
TINHA
ESSE
DIREITO!!!!!!!!!!!!