Sinto falta de quando me achava capaz de algo. Quando ao menos tentava fazer disso uma capacidade. Hoje murmuro a palavra falta como um mantra. Pedindo silenciosamente através disso para que os deuses me mandem de volta para mim. Meu corpo anda, mas minha alma vaga. Estou só em mim, perdida em um labirinto incomunicável, confundindo o amor e a dor para que tudo passe por mim como névoa fina, apenas margeando.











