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@leekyung

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Kyung estava tendo um dia para dizer o mínimo do mínimo esquisito. Ao chegar no bar, se sentou e pediu uma bebida, tomando um longo gole, quando percebeu que @colleezn estava encarando a sua mão enfaixada, ele deu levemente de ombros. - Pareço super badass com essa mão enfaixada, né? Só que na realidade uma criança me mordeu com tudo hoje, ser professor tem dessas. - Deu de ombros.
@chasoojin
Kyung estava nervoso, seu coração batia tão forte que provavelmente se alguém o examinasse acharia que estava para ter um troço. Naquele momento estava bem diferente do que o habitual, seus cabelos estavam um pouco maiores que geralmente deixava e um pouco bagunçados, além do moletom que usava dar a ele um ar mais jovial e menos sério. Respirou fundo e bateu na porta da ex namorada, dando um pequeno sorriso assim que a viu, os olhos encontrando os dela. - Hey, vim para ajudar como você pediu. - Ela não havia exatamente pedido, havia basicamente dito que ele devia isso a ela, Kyung jamais iria reclamar de passar tempo com a garota, então aceitou de bom grado.
O tio da música da escola. Lee Kyung. 26 anos.
leekyung:
— Olha, pelo menos acho que com isso a cidade toda vai parar. — Disse calmo, dando levemente de ombros. — Sou sim, olha… Normalmente não tem essas tempestades não. — Explicou calmo para a mulher. — Tenta não ficar tão estressada, sério… A cidade toda deve estar parada com essa tempestade, você não vai se atrasar.
Falando assim, parece que a gente ta falando de Paris que realmente precisa de uma pausa e não um fim do mundo no pé da montanha - era incrível como toda oportunidade que tinha, Sophie fazia questão de atacar a pequena cidade, algo que era mais forte que ela, ainda mais que não teve paz nem um dia sequer, assombrada por fantasmas do passado - Ótimo, além de tudo tenho sorte de pegar isso - rolou os olhos, não queria ser tão indelicada ou rude com ele, só não estavam sendo uns bons dias - Desculpa, é só… Uma péssima hora.
Kyung a observou e deu de ombros suavemente. — Todo mundo tem dias ruins, eu também não sou muito fã de tempestades, mas infelizmente a gente vai ter que ficar aqui. — o professor falou calmo, porque realmente não havia outro jeito.

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leekyung:
- Você continua bonita Chasoo, você sempre foi e sempre vai ser bonita. - Deixou escapar, meio sem jeito e a observou, queria que ela soubesse que o que estava falando era sincero. Realmente acreditava naquilo. Entrou em casa, o local perfeitamente arrumado porque Kyung era certinho demais para deixar que a casa virasse uma bagunça. - O banheiro é a segunda porta a esquerda no corredor, eu… eu vou te levar lá. - Kyung falou caminhando com Chasoo, ouvindo o que ela dizia, as bochechas esquentaram e ele sentiu as mesmas ficarem vermelhas. - Eu continuo? - Perguntou meio confuso então a olhou, respirando fundo e observando Chasoo, parando em frente a porta do banheiro. - Você também continua linda Chasoo. - Falou baixinho, engolindo em seco e juntou toda a coragem que tinha para dizer as palavras que viriam a seguir. - Já que nos esbarramos, tem algo que eu sempre quis dizer pra você. - Kyung começou a falar, engolindo em seco, mas dando uma pausa, pois era difícil para o homem falar dos seus sentimentos, fossem quais fossem. O professor era muito mais de demonstrar seu afeto pelos outros através de atos de serviço e aquilo por mais que tivesse um lado bom, também afastava as pessoas.
O coração de Chasoo quase explodiu quando ouviu ele a chamar de bonita. “PARADESEMOVERPORISSOELENAOGOSTADEVOCE”, ela gritou mentalmente para si mesma. Havia se prometido que não iria mais se emocionar com palavras, mas ouvir isso dele depois de tanto tempo deu um efeito muito louco no coração dela. Algo como as memórias do porquê ela sentia falta e gostava dele, os motivos também pelos quais havia se apaixonado pelo rapaz. - É lá? Nossa que casa grande, você mora aqui sozinho? Tá. - Deixou ele guiar o caminho enquanto aproveitava para esticar o pescoço e ver tudo o que tinha na cada dele. - Tsc, não é como se não soubesse. Não vou repetir, sei que você não gosta quando falo essas coisas. - Falou, parando de novo na porta do banheiro. - E não precisa dizer isso também. - Falou, balançando a maçaneta do banheiro, sem jeito de entrar. - Quê? Dizer o quê? - E ela ficou com medo de ele pedir desculpas e dizer que não devia ter namorado com ela pois não gostava dela e Chasso sabia que não aguentaria ouvir isso dele. - Não precisa! Eu já sei! - Botou a mão na boca dele, tampando, mas logo arregalou os olhos olhando da mão pra ele e o soltou. - Ai, me desculpa! - Ficou a marca de tinta seca no molde da mão dela no rosto dele, e ela abriu o banheiro e buscou uma toalhinha de rosto logo para limpar o que tinha feito. - Foi sem querer, é que você ia falar e já passou, não precisa. Eu só… - Ela se olhou no reflexo do espelho e de um micro gritinho. - POR QUE VOCÊ NA FALOU QUE EU ESTAVA HORRÍVEL? EU PAREÇO UM FANTASMA! - E ela se trancou pra se limpar, sentindo tanta vergonha, mas tanta vergonha que não conseguia parar de dar microsurtinhos.
Kyung nunca havia descoberto exatamente o que Chasoo tinha que o deixava completamente desestabilizado, mas havia algo naquela mulher que sempre o desmontava. No momento, seu coração estava acelerado, batendo contra o peito de uma forma rápida e forte, porque ela fazia exatamente aquilo com ele a mesmo depois de tanto tempo nada mudara. Quando ela tapou sua boca e ele sentiu o toque alheio depois de todo aquele tempo, Kyung fez um esforço enorme para não querer beija-la. — Eu só queria te pedir desculpas por tudo. — Falou enquanto ela passava a toalhinha em seu rosto. Ouviu as palavras seguintes dela e sua cabeça girou, confusa. Não achava que ela estava parecendo um fantasma, mas não adiantava falar aquilo para Chasoo. Kyung levou uma mão aos lábios, onde ela havia tocado e suspirou baixo. — Queria que ela me deixasse terminar... — Suspirou, pensando no discurso que havia pensado por tantos dias.
Closed starter to @ericliketheprince
— Hahaha, não, eu não estou indo para uma festa a fantasia... Eu sou professor de crianças e esqueci de tirar esse troço da cabeça. — Suspirou, tirando os chifres e guardando na mochila. — Um aluno levou isso pra sala... Enfim.
“Tudo bem, eu não vou contar pra ninguém que você gosta de se fantasiar.” disse em brincadeira, o celular em mãos, que por acaso estava aberto na câmera, e poderia ou não ter tirado foto do rapaz vestindo o adereço. “tá fofo.”
Kyung fez uma careta, tentando cobrir o rosto e evitar aquilo. — Ei! Não! — Fez uma expressão séria, tentando se fingir de bravo, mesmo que soubesse que não conseguiria.
leekyung:
— Podemos ir, acho que seria legal e eu também preciso de mais amigos… — Fez uma careta e riu baixo. — Então podemos mesmo combinar de ir qualquer dia. — Sorriu de leve e passou uma mão pelos cabelos curtos. — Pronunciou sim, tudo certo. — Respondeu sorrindo de lado. — Sou e não sou, eu nasci na Coreia do Sul, mas cresci a maior parte da vida aqui e você?
Precisa de mais amigos? Então acabou de conhecer a pessoa certa, porque eu acho que valho por 10. - piscou para o outro, dando uma risada em seguida, claramente brincando. - Não me vou esquecer, por isso prepare a sua voz, vamos nos divertir imenso. - terminou de tomar o seu café, pousando o copo por cima de uma mesa. - Sério? Como nunca nos cruzámos antes? Eu também sou um pouco distraída, por isso nem sei porque me surpreendo… eu nasci e cresci por aqui.
— Com toda a certeza, eu sou péssimo para socializar, então eu acho que uma amiga que vale por dez é um ótimo negócio. — Falou deixando uma risada baixa escapar, dando de ombros. — Então acho que é destino mesmo nos encontrarmos agora, vamos trocar contato e combinar o karaokê?
chasoojin:
Apesar da micro raiva com o universo por não estar maravilhosamente bela e mostrar que o tinha superado para que ele “morresse de arrependimento por tê-la perdido”, ela não imaginou que ele levasse a sério a frase de não poder rir. - Ai Kyung! Pode rir, é só que… eu queria estar mais bonita quando te encontrasse e.. ah, esquece. - Ajeitou o cabelo o máximo que pôde, mas eles estavam embaraçados e doeu quando ela puxou, logo ela disfarçou a careta de dor e fingiu que nada estava acontecendo… de um modo péssimo, por sinal. Ela foi ao lado dele, um pouco perto demais antes de se policiar de que eles não namoravam mais, mas ela estava com medo da noite daquela cidade, ainda não estava acostumada com as ruas. Quando chegou na casa dele logo entrou, bem rápido e se assegurou de que a porta estava bem fechada. - Quero! E um espelho e um banheiro… Geralmente banheiros tem espelhos… esquece… só preciso ir a um banheiro. - Ela dizia, agitada. Tentando não olhar para o ex e achar ele bonito, era seu grande pecaso e medo, continuar achando ele tão bonito quanto ele era quando se conheceram. - Por que você não ficou mais feio? É injusto você continuar bonito assim!
- Você continua bonita Chasoo, você sempre foi e sempre vai ser bonita. - Deixou escapar, meio sem jeito e a observou, queria que ela soubesse que o que estava falando era sincero. Realmente acreditava naquilo. Entrou em casa, o local perfeitamente arrumado porque Kyung era certinho demais para deixar que a casa virasse uma bagunça. - O banheiro é a segunda porta a esquerda no corredor, eu... eu vou te levar lá. - Kyung falou caminhando com Chasoo, ouvindo o que ela dizia, as bochechas esquentaram e ele sentiu as mesmas ficarem vermelhas. - Eu continuo? - Perguntou meio confuso então a olhou, respirando fundo e observando Chasoo, parando em frente a porta do banheiro. - Você também continua linda Chasoo. - Falou baixinho, engolindo em seco e juntou toda a coragem que tinha para dizer as palavras que viriam a seguir. - Já que nos esbarramos, tem algo que eu sempre quis dizer pra você. - Kyung começou a falar, engolindo em seco, mas dando uma pausa, pois era difícil para o homem falar dos seus sentimentos, fossem quais fossem. O professor era muito mais de demonstrar seu afeto pelos outros através de atos de serviço e aquilo por mais que tivesse um lado bom, também afastava as pessoas.
1035donghyun:
- Quase a mesma coisa, acho. Só que um pouquinho mais complicado pois eu não tenho essa cara de bom rapaz que você tem. - A ironia do destino era grande, ele também se sentia um idiota e mesmo assim tinha uma mulher apaixonada por ele, ele sentia isso pois também estava apaixonado e quem olha assim só pode estar sentindo a mesma coisa. - Você vai descobrir no jeito que ela te olha, cara. - Secou o copo e esfregou o rosto, lembrando de como Anabelle o olhava quando estava dentro dela. - É aquele maldito olhar que te derruba e faz você querer acabar aqui, bebendo para tentar esquecer. - Seus olhos subiram para ver o rapaz, as pálpebras quase se fechando. - Vai pedir perdão? Tomara que ela não dê um soco como a Belle fez comigo, e pior… que não chore, odeio isso de ver os outros chorar, faz eu me sentir um idiota. - Ele aproveitou e quase deitou no banco que estava, erguendo o braço para pedir mais uma bebida. - Por isso que eu não namoro, não sirvo e não presto, eu cometo os mesmos erros uma, duas, três vezes e cometeria mais vezes. Sou um mau caráter sofrendo as consequências dos meus atos enchendo a cara todo santo dia!
- Esse negócio de vida amorosa é uma merda. - Disse fazendo uma careta e virou mais uns bons goles de sua bebida. Ouviu o outro falar e pensou um pouco em como Chasoo olhava para ele, mas não era bom em ler os sentimentos das pessoas, seus pais até haviam suspeitado que Kyung poderia estar no espectro autista quando criança, mas no fim a psicóloga concluiu que não era. - Eu não sou muito bom nisso... Mas vou tentar notar como ela me olha. - Respondeu, dando de ombros, bebendo um pouco mais, começando a se sentir mais alterado. - Eu acho que você se sente tão idiota quanto eu por ter perdido a sua garota. - Kyung disse baixo, dando um suspiro cansado. - Se a Chasoo me der um soco eu vou merecer, eu fui um tremendo idiota com ela, mesmo que tenha sido sem querer. - Era apenas a verdade, havia vacilado e sabia bem disso. - Eu também espero que ela não chore, ela merece só ser feliz... - Suspirou frustrado e encostou a testa na bancada do bar, antes de erguer a cabeça novamente. - Mas por que você a Belle não podem ficar juntos? Se vocês se amam, com certeza você consegue controlar o impulso de fazer idiotices.

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Kyung feelings for @chasoojin a moodboard
If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?
I don't quite know
How to say
How I feel
Those three words
Are said too much
They're not enough
leekyung:
- No momento não, por enquanto meu único público são crianças de quatro, cinco e seis anos. Mas quem sabe mais pra frente, né? - Assentiu, rindo baixo com o que havia acabado de sair da própria boca. - Imagino que não tenha sido mesmo, tem muita gente escrota no meio do mundo que pode questionar as pessoas por motivos que não devem. - Respondeu ela, tomando um longo gole de café, então ofereceu uma mão para se apresentar. - Kyung, eu me chamo Kyung. É um prazer te conhecer Alice.
Quem sabe não te desafio a irmos a um bar de karaoke só para eu ouvir a sua voz, mas aviso já que não me responsabilizo por danos auditivos se eu tiver de cantar. - levantou as mãos em sinal de rendição, dando uma risada em seguida. - Eu não ligo, se na altura já não liguei, agora muito menos. - deu de ombros, demonstrando que o assunto não a afetava, ainda que a algumas pessoas pudesse fazê-lo. - Prazer Kyung… pronunciei bem? você é daqui de SG?
— Podemos ir, acho que seria legal e eu também preciso de mais amigos... — Fez uma careta e riu baixo. — Então podemos mesmo combinar de ir qualquer dia. — Sorriu de leve e passou uma mão pelos cabelos curtos. — Pronunciou sim, tudo certo. — Respondeu sorrindo de lado. — Sou e não sou, eu nasci na Coreia do Sul, mas cresci a maior parte da vida aqui e você?
chasoojin:
- Eu.. vou.. ficar.. bem. - Disse, tentando pausar os espirros. - Não tem graça! Eu fiquei sem graça em te ver de novo. - Todos os planos de reencontrar kyung maravilhosamente bem vestida e com aquela aura de mulher bem sucedida foi por terra. Ainda lhe doía ele nunca ter dito que a amava, embora ela se arrependesse de ter terminado, ela sabia que estaria até hoje tentando e recebendo pouco carinho. Ela quis chorar, mas segurou. - Que bom, eu sei que falo demais mas não vou te explicar nada! - As lágrimas que caíam eram da poeira e ela colocou as mãos na cintura, muito determinada. - Na sua casa?! - Os olhos arregalados por um momento sentiram surpresa e as bochechas coraram, eles nunca ficaram juntos de forma íntima e ela jurava que sua primeira vez seria com ele, mas foi justo com o idiota que a roubou. - Não precisa ser banho, só… vou disfarçar esse desastre. É pior eu ter que explicar isso para o meu irmão. - Claro que ele não iria querer ela, se não queria quando namoraram, imagina agora com ela toda acabada. - É o mínimo que você pode fazer por mim, vamos, vamos que agora eu estou ficando com medo. - Se abraçou e esperar ele guiar o caminho, por mais que estivesse falando daquela forma, algo no tom dela dizia que ela não queria magoar ele.
Ouviu Chasoo e assentiu de leve, também estava meio sem graça com a situação. - Eu não tô rindo! Eu só... - Pensou em esclarecer e desviou o olhar, era melhor não piorar a situação, por isso Kyung apenas respirou fundo. - Nada, não é nada, mas eu não estava rindo. - Esclareceu, sentindo as bochechas esquentarem, o que provavelmente queria dizer que estava vermelho, ótimo, realmente ótimo. No momento que viu a reação de Chasoo, suas bochechas esquentaram ainda mais, ela havia entendido errado? Ele esperava que não. Kyung ainda queria pedir perdão para ela, mas aquela situação toda não parecia nem um pouco adequada. - Tudo bem, não tem problema, você pode ficar lá o tempo que precisar. - Disse calmo, olhando para os próprios pés, antes de erguer novamente o rosto. Era meio dolorido para ele, vê-la tão perto e não poder abraçá-la, ou qualquer outra coisa, mas também gostava de ver Chasoo, não sabia explicar direito, de qualquer forma, queria ajudar. - Eu sei que é. - Afirmou, porque realmente tinha noção de que depois de tudo que havia acontecido, era realmente o mínimo que podia fazer por ela. Caminhou junto de Chasoo até a casa onde estava morando, ficava a poucas ruas de onde seus pais viviam, assim era rápido caso precisassem dele. - Chegamos, é aqui. - Parou na frente do local e abriu a porta, ainda segurando a caixa, então a colocou em cima da mesinha de centro. - Você quer água?
1035donghyun:
- Coisa mais fácil de falar - Donghyun disse, no auge da sua ignorância sentimental. Quantas e quantas vezes ele não havia mentido e dito que amava alguém no auge do calor do momento. - Eu, no caso, não sentia isso e se você sentia e não conseguiu… porra… vai saber se era de verdade mesmo. - Ergueu a cerveja, meio que se desculpando pela falta de tato. - Ela ainda te ama ou…? Pede perdão, não sei e segue a vida. Viver arrependido e sozinho é foda, escolhe só um e segue a vida.
Kyung queria que fosse fácil para si, como parecia ser para o rapaz a sua frente falar aquilo. Tomou outro gole da cerveja, terminando novamente e pedingo mais uma, se ia falar sobre aquilo, com toda a certeza precisava ficar bêbado. - Eu não sei. - Respondeu para a pergunta do outro rapaz e pensou um pouco. - Mas eu acho que não? Quer dizer, quem fica apaixonada por um idiota que nem consegue falar dos próprios sentimentos. - Explicou, dando de ombros, bebendo um pouco mais. - Pedir perdão parece uma boa, talvez eu me sentisse melhor, eu acho. - Fez uma careta, então olhou para o outro homem. - Mas e você? O que tá acontecendo?
missxdeneuve:
Você toca e canta em algum bar da cidade? Gostava de te ouvir algum dia desses. - sorriu com a referência a Ed Sheeran, já que apesar de não fazer parte do estilo musical de Alice, era um artista bastante interessante. - Ah o meu irmão de outra mãe. - brincou se referindo ao fato de ambos serem ruivos, dando uma risada em seguida. - Ah obrigada… é uma paixão que tenho desde pequena, por culpa do meu pai. Não foi fácil passar por um curso onde estavam mais homens do que mulheres, mas foi desafiante e eu gosto de desafios. - piscou para o outro mantendo um sorriso no rosto. - Me chamo Alice, e você?
- No momento não, por enquanto meu único público são crianças de quatro, cinco e seis anos. Mas quem sabe mais pra frente, né? - Assentiu, rindo baixo com o que havia acabado de sair da própria boca. - Imagino que não tenha sido mesmo, tem muita gente escrota no meio do mundo que pode questionar as pessoas por motivos que não devem. - Respondeu ela, tomando um longo gole de café, então ofereceu uma mão para se apresentar. - Kyung, eu me chamo Kyung. É um prazer te conhecer Alice.

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leekyung:
— Eu moro, não podia deixar meus pais sozinhos. — Falou meio sem jeito, sua mente rodando um tanto por aquele reencontro inesperado. Se havia algo que se arrependia em sua vida era ter machucado Chasoo, ela tinha feito ele tão feliz, de tantas formas e no fim Kyung tinha estragado tudo. — Você… — Sussurrou, mordendo a parte interna de sua bochecha, então respirou fundo. — Nada não… — Preferiu conter a preocupação, não tinha direito de absolutamente nada e tinha sorte que Chasoo sequer falasse com ele. — Eu não estava me sentindo muito bem, então precisei dar uma volta. — As palavras pularam de sua boca, antes que pudesse dizer outra coisa. Kyung se aproximou e segurou a caixa de cerâmicas junto dela, não encostando em Chasoo. — Desculpe… Eu pensei que ia cair. — Sussurrou, havia realmente pensado que tudo iria cair e se quebrar se ele não segurasse.
Chasoo elevou a mão, pedindo para ele esperar e continuou espirrando e espirrando. Ela tentava falar e espirrava, seus olhos marejaram e ela quis discutir com o universo por estar passando duas situações embaraçosas de uma vez só naquela noite e logo com ele. - Eu.. o quê? Só… porque… eu estou… descabelada e de madrugada? Eu estou trabalhando! - Ela queria chorar, mas era só por causa da poeira e ela se segurou no ombro dele buscando apoio. - Odeio homem! ODEIO! - Estava brava demais, mas também estava feliz por ver ele e não um ladrão. - Se quebrar eu perco todo o dinheiro do mês… digo… da semana - Fingiu uma risada. - Eu ainda tenho dinheiro, claro! - Mentiu e ela era óbvia demais na mentira, por isso fugia das perguntas dos irmãos sobre seus negócios. Seu nariz estava vermelho e ela ainda coçava. - Por falar nisso, que horas são? Eu não posso aparecer assim. - Ela se desesperou, com certeza Roman iria encher ela de pergunta. - Me ajuda! Eu estou muito acabada? - E sim, ela estava.
— Eu ia perguntar se você tá bem... — Kyung observou Chasoo por alguns minutos, os olhos parados nela e sorriu por um momento, um sorriso meio triste, sentindo o coração apertar dentro do peito. Ainda se odiava por tê-la perdido. Como podia ser tão idiota? Nem ele sabia responder aquela pergunta. — Tá tudo bem Chasoo, você não precisa me explicar nada, de verdade. — Disse calmo e pegou a caixa, segurando para a mulher, assim não tinha risco de cair e quebrar. — Eu não estou com relógio nem celular, mas deve ser tarde. — Explicou calmo e olhou ao redor. — Bem, a minha casa é aqui perto, você pode tomar um banho lá e depois ir pra casa se quiser. — Sugeriu baixinho, sem maldade, ainda segurando a caixa.
leekyung:
— Ok, eu tô fazendo drama, mas isso tá ardendo pra caramba. — Suspirou, deixando que a mulher guiasse ele. — Bem, ele não estava carregando, a professora estava e na hora da aula de música esqueceu em cima da mesa… O menino pegou e bem, não preciso contar o resto, né? — Piscou, tentando abrir os olhos.
“Ok?” a história conseguia fazer menos sentido ainda, não entendia porque alguém carregaria spray de pimenta, ainda mais quando não tinha nenhum perigo, mas quem entende humanos? “Não mesmo, mas vai ficar tudo bem.” reassegurou, colocando a mão na cabeça do rapaz. “Ok, agora você precisa abaixar, pode fazer isso?”
— Essa professora precisou lidar com um ex abusivo, ela ainda sente medo. — Esclareceu, não querendo fazer a pobre colega de trabalho parecer uma doida. Ouviu o qu ela falou e obedeceu com cuidado para não se estabanar no chão.