Week 12: significant other.
One Nice Bug Per Day
Alisa U Zemlji Chuda
h
dirt enthusiast
Jules of Nature
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Janaina Medeiros
NASA

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Discoholic 🪩

oozey mess
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
🪼
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

shark vs the universe
RMH
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@theartofmadeline

Andulka
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@lazytami
Week 12: significant other.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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Week 11: hair removal.
Week 10: encounters with strangers.
Week 9: wardrobe.
Week 8: sleep.

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Week 7: emotions.
Week 6: music.
Week 5: music.
Week 4: poop.
Week 3: trying new things.

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Two Weeks of Dear Data.
Duas semana atrás a Shaina propôs que começássemos uma versão nossa do Dear Data. A proposta deste projeto é fazer uma coleta de dados pessoais em um tópico específico, por uma semana, e depois desenhar os dados em um cartão postal.
Achei isso lindo! Primeiro que é uma maneira inteiramente única de se manter contato com um amigo à distância, e segundo, é uma forma de transformar análise e coleta de dados -- algo geralmente visto como hors concour em ciências exatas -- em arte, ou em uma infantil tentativa de.
A ideia casa bem com nosso relacionamento, já que somo amigas à distância há uns bons três/quatro anos, e durante esse tempo nos falamos (pelo menos) toda semana, e sempre temos coisas interessantes a relatar sobre nossas vidas relativamente monótonas. E óbvio, somos “data enthusiasts” incorrigíveis.
Legal também é o propósito das autoras de mostrar, através deste projeto, que trabalhar com dados não é assustador, e que um banco de dados não precisa necessariamente ser grande*. Enfim, é isso o que acontece quando mulheres invadem um campo de trabalho tradicionalmente dominado por homens: a ideia mais legal do mundo :)
*http://www.dear-data.com/about/
Week 1: 5 Days of Moving Around
Conceito
Penso que uma pessoa é muito mais o que ela faz em seu tempo livre do que em seu tempo “ocupado”. Por exemplo, somos muito mais o que ouvimos ou lemos no trem a caminho do trabalho, do que a profissão que exercemos quando chegamos no destino. Logo, foi nisso que tentei focar.
Representatividade/Desenho
Nossa primeira semana só teve seis dias, sendo que em um deles e não saí de casa. Não foi uma semana representativa, mas o banco de dados pequeno me permitiu adicionar cada detalhe da coleta no desenho.
O que achei legal
O caminhozinho que fiz, embora infantil, contém dados sobre quantos quilômetros me desloquei, em que dia, qual meio usei, e como me distraí. E tudo bem padronizado.
Week 2: Micro Accounting
Conceito
No fim das contas, controlar as próprias finanças não é uma coisa lá muito inspiradora. Logo foquei em conceitos bem básicos -- despesas planejadas e não planejadas, e consumo imediato ou futuro -- e optei por omitir boa parte do que coletei. E é lógico, a primeira motivação de tudo foi fazer com que o desenho não remetesse a dinheiro.
Representatividade/Desenho
Os números são bem representativos, quando se calcula 50 centavos em vez do “1 Euro”, já que divido praticamente todas minhas despesas em dois. O desenho, por sua vez, acabou saindo bem diferente da ideia que tive inicialmente. A cada rascunho que eu fazia, acabava excluindo um indicador para o qual dados haviam sido coletados. Mas no final, até que gostei do resultado minimalista.
O que achei legal
Nenhuma das minhas despesas não planejadas aconteceram quando eu estava sozinha. Ou seja, me controlo bem.
Querida Tamiris do Futuro
Querida Tamiris do Futuro,
Imagino que você ainda se ache muito "cool" pra ficar postando coisas no Facebook, e muito sem talento pra levar a sério um blog ou Flicker, ou qualquer coisa que exija criatividade, portanto, vai entender a Tamiris do Passado, e aceitar as desculpas da Tamiris do Presente por passar tanto tempo sem expressar nenhum sentimento, ou pensamento, criativamente.
No entanto, postar coisas de vez em quando (nem que seja só pra você mesma) é importante; primeiro, porque você sempre tem ataques de nostalgia e sente necessidade de reviver o passado; segundo, e mais urgente, porque você tem várias fases obsessivas e intensas que merecem ser registradas. Afinal, essas fases se desenvolvem em um fluxo interessante, mas depois fazem parte de você de uma forma completamente absorvida, e se não registradas separadamente, não podem mais ser destacadas...a não ser pelo intermédio de tatuagens.
Obsessões do momento (Não sei qual veio primeiro, mas todas se desenvolvem de forma conectada):
A ideia de pescaria como metáfora para infância, baseada no livro do momento, Coming Up For Air do Orwell, que é sobre o estilo de vida Britânico, do ponto de vista mais normal possível.
Fotógrafos da Agência Magnum: começou com Bruce Davidson e Brooklyn Gang, mas daí fiquei sabendo que estava tendo uma exposição de outro cara da Magnum em Hannover, o Martin Parr, que coincidentemente documenta o estilo de vida Inglês, e assim também como Orwell, foca nas diferenças entres classes sociais.
Rule of Thirds: Parr usa e abusa da Regra dos Terços, de uma forma tão óbvia que até eu reparei. Me fez pensar que ignoro essa regra por esquecimento, e que talvez usá-la possa ajudar, pelo menos um pouquinho, a colocar mais vida nas minhas fotos.
Indie Rock Islandês, Shoegaze (Inglês, final dos anos 80, começo dos 90), e um cantor sueco, Jens Lenkman, que assim como o Belle and Sebastian, conta histórinhas nas músicas. Só que histórinhas totalmente não-fictícias, e tão cheias de detalhes que já estou me sentindo a melhor amiga do cara.
Políticas sociais, e métodos de avaliações de políticas sociais que possam trazer melhora à qualidade do sistema educacional de países em desenvolvimento- foco na Índia.
Aqui vão algumas fotos de Göttingen e a promessa de não demorar 3 anos para postar novamente.
Tamiris.
Cinco Estágios do Luto, e as três coisas boas de hoje.
Os estágios são:
Negação e Isolamento.
Cólera (Raiva).
Negociação.
Depressão.
Aceitação.
Desde o dia em que decidi (não cem por cento voluntariamente) deixar Nova York, me vejo presa no estágio 1; Negação e Isolamento. Mais isolamento do que negação, devo dizer.
Nas últimas semanas tive grande dificuldade em evoluir de estágio. Tenho evitado ficar em casa, ouvir músicas sentimentais, arrumar meu quarto, sentar em parques, fazer malas, ou até mesmo longas caminhadas. Resumindo, tenho evitado tudo o que me faça pensar!
Eu sou assim mesmo. Sempre preciso de um tranco maior pra tomar alguma atitude, cair na real... e o tranco veio com o fatídico roubo da minha bolsa nesse maldito St. Patrick's day, que já era uma comemoração odiável pra mim mesmo antes de ontem.
Enfim, pelo menos no quesito bolsa roubada passei pelo cinco estágios do luto num piscar de olhos; lidei com meu cartão de crédito, dei queixa na polícia pra proteger minha identidade, e já até esqueci que perdi minha camera, ipod, óculos e meu chaveiro de ET mais do que preferido.
Já me vejo chegando perto da aceitação, e não só no caso bolsa, mas no geral. Três coisas boas já me aconteceram hoje, e é nelas que vou focar.
As coisas boas são:
Comecei a fazer as malas e achei uns seis pares de calça jeans (Triton e Opera Rock- marcas preferidas) que eram pequenos pra mim, mas agora servem
Saiu unlock para Iphone baseband 04.11.08, o que significa que vou ter celular quando voltar para o Brazil.
Achei meu relógio calculadora, que eu perdi há mais de duas semanas atrás, debaixo da mesa da cozinha.
Too cute!
Happy V-day!
New Year's resolutions:
To be physical, not synical. Lyrical, not logical, and not to talk metaphor.
To be curious, not so serious. And to belong.
"cause trouble don't rhyme
Trouble don't rhyme
Well, they do sometimes"
Minha música de 2012 :)

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Melancholia.
Acredito que um filme pode ser analizado pela reação do público no cinema. Ainda mais nos Estados Unidos, onde as pessoas, embora às vezes irritantemente barulhentas, são sempre divertidamente espontâneas.
Geralmente em filme bom, mesmo depois do final, todo mundo fica sentado, quieto, introspectivamente olhando para os créditos na telona. Mas em Melancholia a coisa foi diferente. Logo após o planeta azul ter destruído a Terra, quando o nome da Kirsten Dusnt mal tinha aparecido na tela, todo mundo já estava de pé, correndo pra saída, se enfileirando na escada rolante. Eu inclusa. O que me fez pensar que não existe diretor de cinema mais talentoso do que Von Trier! Explico...
Diferente do que esperava, Melancholia não foi pesado, maldoso ou doentio. Também não deu aquela dor de estômago típica dos filmes do diretor. Muito pelo contrário, esse filme me caiu meio que como um conto de fadas. Bonito, lírico, triste mas aguentável.
Embora relativamente 'gostoso', achei Melancholia na linha de Anticristo. Alias, arriscaria brincar que esses dois filmes podem ser parte da Trilogia interminada da Natureza; Não falo só da mesma linguagem metafórica cheia de pontes de madeira, cabanas isoladas, folhas e árvores. Mas falo do fato de que os dois filmes tratam de assuntos similares- Natureza Humana, natureza como força maior, admiração e incompreensão da natureza feminina. E acima de tudo, vida e morte!
Justine representa o medo da vida, enquanto Claire representa o medo da morte. Duas irmãs parte de uma família disfuncional, ou da estrutura disfuncional que somos todos nós. Com medo de morrer, mas com medo de viver também.
Mas é aí que está a genialidade de Von Trier, o maior-mestre-da-manipulação-de-sentimentos-humanos-através-de-imagens do mundo. Por focar na melancolia de Justine, e guardar a sanidade da personagem (ou sentimento) pro fatídico final, esse filme apocalíptico de temas pesados foi ficando leve, aceitável, nos deixando conformados e nos dando uma vontade louca de sair correndo e ver um mundo que não é azul (como [o planeta] Melancolia).
Acho que por isso que subiu uma coceira na gente pra deixar o cinema mais rápido possível.
De qualquer forma, obrigada, Lars, por mais essa obra prima, e por ter pego leve dessa vez. Que meu estômago não aguentaria um outro Anticristo assim tão cedo...
But that's the way that it goes
And it's what nobody knows
Well, everyday my confusion grows