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Passando apenas para divulgar meu blog/Tumblr pessoal que eu criei para postar minhas coisas pessoais, quem tiver interesse, fique a vontade para dar uma olhada
Passando apenas para avisar que os pedidos de imagines estĂŁo fechados, estarei atendendo apenas pedidos de headcanons, minhas aulas voltaram e nĂŁo estou com tanto tempo livre no momento e os imagines demoram demais para serem feitos, mas os pedidos de HC continuam abertos.
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Escrito e postado por mim em minha conta no Social Spirit: https://www.spiritfanfiction.com/historia/chocolate-day-happy-birthday-ramuda-amemura-imagine-23610374
Sempre que o estilista se encontrava muito cansado ou estressado com algo, vocĂȘ o abraçava e isso era tudo que ele precisava, o calor de seu corpo, a segurança de seus braços, a maciez da sua pele e o seu cheiro eram como uma droga, se vocĂȘ fizesse carinho nos cabelos dele, o estilista se transformava em uma poça, derretendo a cada um de seus toques. Ter vocĂȘ em sua vida jĂĄ era uma necessidade, o garoto estava caĂdo de amores e nĂŁo conseguia mais imaginar sua vida sem vocĂȘ, sem seus sorrisos, sem sua voz, sem seu olhar ou sem seus toques, ele precisava de tudo isso para se manter firme nessa dura vida e esperava, do fundo do coração, que esse amor durasse para sempre.
Como hoje era o dia dos namorados, Ramuda queria passar seu tempo livre com vocĂȘ, ele havia recebido convites de Gentaro Yumeno e Dice Arisugawa, companheiros que pertenciam ao Fling Posse e amigos queridos, esses que queriam comemorar o aniversĂĄrio com ele, convidando-o para beberem em algum lugar e jogar conversa fora. Por mais que Ramuda gostasse deles, preferia passar a data com sua namorada, afinal, era dia dos namorados e sentia muita falta de vocĂȘ, mesmo que se vissem com frequĂȘncia ou mandassem mensagens todos os dias, nada se comparava a um momento tranquilo e relaxante a sĂłs, se Ramuda pudesse, pararia o tempo para que ficassem nessa utopia relaxante e amorosa para sempre.
Por conta disso, o rapaz fez questĂŁo de comprar itens para passarem o dia dos namorados, as famosas rosas que eram um sĂmbolo da data e um bom vinho, este que combinava perfeitamente com os chocolates que havia comprado, bombons de chocolate ao leite com recheios sortidos, tudo pronto para que passassem uma noite romĂąntica, relaxada e tranquila. Devido a isso, o rapaz mal podia se aguentar de ansiedade, jĂĄ sentindo seu coração acelerar por antecipação, cantarolando para si mesmo enquanto jĂĄ sentia seu estresse sumir, era como um milagre, pois estava apenas pensando em vocĂȘ, sequer havia visto vocĂȘ naquele dia e pensar que estava a poucos minutos de lhe ver o deixavam mais agitado.
O romĂąntico e travesso rapaz estava tĂŁo perdido em seus prĂłprios pensamentos, assim como em sua imaginação, que mal percebeu quando chegou em seu endereço, parando de entrar assim que se deparou com a fachada jĂĄ conhecida, afinal, namoravam a alguns anos e jĂĄ havia vindo aqui milhares de vezes. Assim que se viu parado em frente Ă sua moradia, um sorriso espontĂąneo surgiu nos lĂĄbios do rapaz, um sorriso tĂŁo natural que ele mal percebeu quando ele surgiu, apressando o passo em direção ao local onde vocĂȘ morava, desejando entrar logo apenas para lhe ver, jĂĄ imaginando como seria quando o recebesse.
â Feliz dia dos namorados! â Ramuda bradou em um tom mais alto que o normal assim que a porta foi aberta, esboçando um largo sorriso enquanto erguia a mĂŁo livre para cima, queria erguer os braços e pular em vocĂȘ, mas sabia que estava levando uma garrafa de vinho da sacola e nĂŁo podia correr o risco de quebrĂĄ-la â Vim fazer uma surpresa.
â Ramuda. â VocĂȘ pronunciou em um tom divertido e bobo, soltando uma risadinha suave logo em seguida, esboçando um sorriso tĂmido enquanto olhava ele de maneira amorosa, realmente havia se surpreendido com a visita dele, e era sempre bom vĂȘ-lo â Que coincidĂȘncia, estava prestes a ligar para vocĂȘ.
Após dizer isso, abriu a porta por completo e deu espaço para o rapaz entrar em sua casa e sem esperar nem mais um segundo, ele adentrou o local e rapidamente seus olhos se depararam com algo que chamava atenção. Diante dos olhos dele se encontrava sua sala de estar, estå que estava decorada com balÔes em formato de coração nas cores vermelho e rosa claro, uma coberta fofa e macia vermelha havia sido esticada em um dos sofås, enquanto outros detalhes chamavam a atenção do aniversariante.
â Eu nĂŁo sabia, eu ia te ligar pedindo que passasse aqui. â Disse em seguida em um tom de voz divertido, soltando uma risadinha que fez a pele de Amemura arrepiar, jĂĄ que vocĂȘ estava com o rosto tĂŁo perto da orelha dele â Foi realmente uma surpresa ver vocĂȘ batendo na porta bem na hora que eu ia te ligar, fale sobre timing.
â SĂŁo lindas, Ramuda. â Disse em um tom doce e gentil, olhando para ele com amor nos olhos, aproximando-se para pegar o buque e assim que o fez, depositou um beijinho rĂĄpido e amoroso em uma das bochechas de seu namorado â Eu amei elas, muito obrigada.
â O que estĂĄ fazendo? â Ele perguntou em um tom curioso e manhoso, agindo como o tĂpico Amemura de sempre, esboçando um sorriso travesso enquanto olhava vocĂȘ com curiosidade, depois de cortar a parte de baixo das flores, foi em busca de um recipiente para colocĂĄ-las.
â Eu estava fazendo chocolate-quente, como o tempo tem esfriado, pensei que seria agradĂĄvel de se tomar durante a noite. â Respondeu de maneira gentil, esboçando outro sorriso bobo enquanto deixava o rapaz e caminhava rumo a sala, colocando o vaso no meio da mesa de centro, reorganizando-a para que tudo conseguisse se manter dentro do espaço â Eu ia finalizar a bebida e colocar em canecas com marshmallow assim que ligasse para vocĂȘ, quando chegasse estaria pronto, mas vocĂȘ foi mais apressado.
â Eu nĂŁo podia esperar nem mais um segundo para lhe ver, assim que saĂ do trabalho vim direto para cĂĄ, bem, eu passei em algumas lojas antes para comprar as flores e o vinho, mas nem demorei tanto, eu acho. â Amemura comentou, falando mais consigo mesmo do que com vocĂȘ, claramente perdido em seus pensamentos, aproximando-se do sofĂĄ e se sentando nele e na coberta que vocĂȘ havia deixado ali para se cobrirem assistindo algo â Por que nĂŁo começamos nosso dia dos namorados? Por que nĂŁo se senta ao meu lado?
â Ă uma proposta muito tentadora, mas nĂŁo acha que estĂĄ sendo um pouco apressadinho? â Retrucou em um tom divertido, esboçando um sorriso divertido enquanto olhava para ele com diversĂŁo, era sempre divertido estar na presença de seu namorado e ao mesmo tempo, os momentos mais adorĂĄveis que jĂĄ viveu â Eu comprei um bolo para o seu aniversĂĄrio, nĂŁo quer cortar ele? Podemos comer com um chocolate-quente ou um vinho, vocĂȘ quem escolhe.
â Quando eu vi isso eu lembrei na hora de vocĂȘ, sempre com os bolsos cheios de pirulitos. â Disse em um tom divertido, lembrando de todas as vezes que lhe oferecia pirulitos e retirava um monte deles de seus bolsos, possuindo um sabor de cada, ver aqueles pirulitos de chocolate fizeram vocĂȘ lembrar dele na hora.
Levado pela sua personalidade relaxada e descontraĂda, seu namorado resolveu dançar conforme a mĂșsica e se aproximou do doce, pousando a mĂŁo sobre a sua que segurava o cabo do pirulito para obter algum apoio. ApĂłs fazer isso, avançou com tudo o chocolate e o mordeu, e agradeceu pela camada do doce ser grossa, pois se fosse fino, jĂĄ teria desmanchado em milhares de pedaços, enquanto o rapaz em si parecia muito feliz.
Como nĂŁo se viam todo dia, jĂĄ que trabalhavam em lugares opostos e moravam longe um do outro, sempre que se beijavam era com muito amor e intensidade, a saudade se mostrando presente quando tomavam os lĂĄbios um do outro, obviamente mesclados a paixĂŁo intensa que sentiam. Apesar do rosto infantil e fofo de Amemura, os beijos dele eram sempre maduros, afinal, ele jĂĄ era um adulto com mais de vinte anos, e amava essa mistura que apenas Amemura possuĂa.
â Eu sempre sinto falta dos seus beijos. â O rapaz sussurrou assim que separou os lĂĄbios do seu, soltando um suspirando e recuperando o ar apĂłs um beijo daqueles, abrindo os olhos logo em seguida para lhe olhar com amor e admiração â Eles sĂŁo melhores do que qualquer pirulito ou chocolate.
â Ă o melhor presente de aniversĂĄrio que eu poderia querer! â Ramuda bradou de repente em um tom extremamente alto, claramente nĂŁo conseguindo se aguentar de felicidade, possuindo um sorriso largo e um brilho nos olhos enquanto encarava vocĂȘ diretamente com alegria â Morar com a pessoa que eu amo seria a melhor coisa do mundo! Eu adoraria!
Headcanons com Amemura Ramuda convivendo com sua namorada que tem diabetes? Pfv đ”
Escrever para Ramuda sempre serĂĄ um prazer! Eu simplesmente amo esse menino adorĂĄvel :3 Eu adorei sua ideia e adorei escrever esse headcanon, espero que goste <3
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O imagine de aniversĂĄrio do Jakurai ficou perfeito đŁïž muito muito muito obrigada đ
Boa noite! Fico contente que tenha gostado do imagine, e novamente, perdĂŁo pela demora em atender o pedido, mas fico muito feliz em saber que gostou <333
Oi !! Ontem 09/01 foi aniversĂĄrio do Jakurai (Hypmic), entĂŁo eu queria pedir, se puder, um imagine onde Jakurai e sua esposa saĂssem pra comemorar seu aniversĂĄrio.
â A sobremesa estĂĄ boa? VocĂȘ estĂĄ se divertindo? â Uma voz masculina extremamente familiar surgiu no recinto apĂłs um tempo em silĂȘncio, fazendo tais perguntas em um tom de legĂtima preocupação â Diga-me caso queira mais alguma coisa.
ApĂłs dizer isso, pegou outra colherada generosa da sobremesa qual estava comendo e se inclinou mais para frente, quase se levantando no intuito de alcançar o outro lado com mais facilidade, e Jinguji apĂłs perceber suas intençÔes, decidiu lhe ajudar, inclinando o corpo mais para frente para que vocĂȘ nĂŁo precisava se inclinar tanto. Assim que Jinguji fez isso, automaticamente se encontrou mais prĂłximo da colher que vocĂȘ segurava na ponta dos dedos, apontando-a em direção a boca do rapaz que ao se ver tĂŁo perto, abriu a boca e abocanhou o conteĂșdo da colher, fechando os olhos logo em seguida.
â Realmente, estĂĄ Ăłtimo. â Jinguji respondeu com seu comum tom, ainda mantendo os olhos fechados enquanto sentia cada sabor do doce se espalhar pela sua boca, poderia nĂŁo ser um grande fĂŁ de doces, mas de vez em quando eram bem-vindos â O restaurante fez um excelente trabalho, tanto o jantar quanto a sobremesa estavam Ăłtimos.
ApĂłs dizer isso, apontou com a colher para a sobremesa de seu marido, este que estava quase finalizando o doce, havia apenas um pouco e havia ficado de pedir uma mordida, mas a conversa foi ficando cada vez mais sentimental de forma que nĂŁo encontrou brechas para fazer tal pergunta. Seu marido ao ouvir sua pergunta, abaixou a cabeça e olhou o doce, percebendo que havia comido quase tudo, havia ficado de oferecer um pouco para vocĂȘ, mas foi se perdendo na conversa de uma maneira que quase esqueceu.
â Nem se eu quisesse, estou cheia. â Respondeu com seu tĂpico tom, o jantar havia sido Ăłtimo e como de costume, haviam comido bem, estava completamente cheia e aquela sobremesa era a Ășltima coisa que cabia em seu estĂŽmago, sentindo que seu ĂłrgĂŁo poderia explodir caso comesse mais alguma coisa â JĂĄ termino a sobremesa.
Após dizer isso, Jinguji se levantou e caminhou em direção ao caixa que se encontrava um pouco distante, uma årea própria onde os clientes fechavam a conta após terminarem a refeição, pagando logo em seguida. Como eram casados, dividiam todas as despesas, não havia aquilo de conta de um ou de outro, ambos trabalhavam e com o trabalho de ambos, pagavam suas contas juntos, como um casal, mesmo que o aniversårio fosse de Jinguji e ele estivesse no caixa pagando, a conta em si era de ambos, independente de quem pagava.
Enquanto seu marido fechava a conta, aproveitou para se deliciar com o resto de sua sobremesa, podia estar cheia apĂłs uma refeição tĂŁo boa e farta, mas nunca deixaria um pedaço de sobremesa para trĂĄs. Havia sido um jantar tranquilo, assim como havia planejado, seu marido havia vindo em seu restaurante favorito, pedido seus pratos prediletos enquanto jogavam conversa fora, e agora, dariam um passeio noturno onde quer que ele quisesse, estava sendo a noite perfeita, assim como vocĂȘ queria que fosse.
â EstĂĄ tudo feito. â A voz de Jinguji surgiu de repente, retirando-a de seus devaneios, estava tĂŁo imersa em seus prĂłprio pensamentos que sequer havia notado a aproximação dele, apenas escutado a voz assim que ele se chegou â Se estiver cheia, nĂŁo se force a comer por obrigação, nĂŁo vai lhe fazer bem.
â Agora que vocĂȘ terminou, acho que podemos ir indo. â O homem retrucou em seu comum tom calmo e descontraĂdo, levantando-se de seu assento e caminhando em sua direção, puxando a cadeira na qual vocĂȘ estava sentada com cuidado â Devemos aproveitar que nĂŁo estĂĄ tĂŁo tarde.
O homem, lĂder do grupo Matenro, nunca teve problemas para sair a noite por Shinjuku, independente de ser tarde da noite ou durante a madrugada, mas agora que era casado, sabia que deveria ser mais cauteloso, tanto por ele quanto pela pessoa que amava, por isso, nĂŁo queria ficar muito tarde na rua para segurança de ambos. Assim que ele puxou a cadeira para vocĂȘ, sempre agindo com atenção, afinal, nĂŁo era porque havia se casado que deveria de deixar de ser atencioso, pelo contrĂĄrio, era agora que realmente deveria cuidar de vocĂȘ, esse tipo de gesto sempre aquecia seu coração.
â EntĂŁo, para onde quer ir? â Perguntou em seu tĂpico tom, erguendo a cabeça para olhar o rosto de Jinguji, jĂĄ que este era muito maior do que vocĂȘ, olhando-o com certa expectativa e curiosidade â Ainda temos tempo, podemos passear onde vocĂȘ quiser, assim como havĂamos combinado.
â Mas vocĂȘ vĂȘ Shinjuku todos os dias. â Protestou em seguida, olhando para o homem com um olhar levemente decepcionado, afinal, Shinjuku estava por toda parte, pois se encontravam exatamente em seu centro â VocĂȘ trabalha em Shinjuku, moramos em Shinjuku, nĂŁo acha que deverĂamos fazer algo diferente?
ApĂłs ouvir essas palavras de seu marido, resolveu fazer como ele, este que apesar de estar falando com vocĂȘ, encontrava-se olhando os arredores com um sorriso leve no rosto, parecendo pleno de alguma maneira. Levada pelas palavras dele, decidiu virar seu rosto e olhar ao redor, realmente olhar, prestar atenção e sentir o ambiente, assim como ele havia recomendado.
â Venha comigo! â Bradou em um tom mais alto que o normal, erguendo a cabeça para olhar diretamente nos olhos dele, retirando seu braço de onde estava para segurar o dele com as duas mĂŁos â Por favor, quero lhe mostrar algo.
â NĂŁo vamos atravessar, vamos apenas subir nela. â Respondeu com seu tĂpico tom, como se sua resposta fizesse todo sentido do mundo, e antes que ele pudesse retrucar, começou a subir os degraus â Vem, estamos perto.
â Venha aqui. â Pronunciou assim que chegou na mureta, apoiando uma de suas mĂŁos nela enquanto utilizava a outra para chamar seu marido, fazendo um sinal com as mĂŁos enquanto sorria.
â Encontrei por acidente enquanto andava por aĂ, pensei que era perfeito para o que vocĂȘ queria. â ApĂłs vocĂȘ dizer isso, Jinguji escutou o comum barulho de embalagem vindo de sua direção, aquele barulhinho de papel muito caracterĂstico, este que acabou chamando a atenção do maior â Eu nĂŁo sabia que queria um tempo para admirar Shinjuku, mas fico feliz que o ponto que eu escolhi bateu com sua vontade, pois eu queria lhe trazer aqui para entregar isso.
â Eu comprei para vocĂȘ. â Disse em seguida ao ver que tinha a atenção de seu marido, aproximando sua mĂŁo que segurava o pacotinho dele, querendo que o mesmo pegasse, jĂĄ que havia comprado para ele â Ă um presente de aniversĂĄrio.
Apesar disso, Jinguji aceitou seu presente, pegando o pequeno presentinho sem dizer uma Ășnica palavra, abrindo a embalagem com cuidado enquanto enfiava os dedos compridos no interior do pacotinho, sentindo algo frio no interior. Assim que seus dedos tocaram, seja o que fosse, seguraram com firmeza e puxaram, vendo que era uma corrente de outro com uma linda estrela feita de mesmo material na ponta.
â Ă um pingente, mas no estilo relĂłgio de bolso, vocĂȘ prende uma ponta da corrente no interior do bolso do seu jaleco para nĂŁo soltar e correr o risco de perder, entĂŁo o pingente fica guardado ou pendurado, vocĂȘ quem decide. â VocĂȘ começou a explicar assim que seu marido retirou o presente do pacote, reparando que ele olhava pingente com certa curiosidade, tentando entender como aquela corrente funcionava, achando certa graça da confusĂŁo dele â Eu pensei que fosse gostar, assim vocĂȘ sempre teria uma parte de mim com vocĂȘ, quando estivesse trabalhando e olhasse para o pingente, lembraria de mim.
â Eu adorei seu presente, minha estrela, mas nĂŁo era totalmente necessĂĄrio. â Jinguji disse em um tom calmo, possuindo um sorriso sutil nos lĂĄbios enquanto abria os olhos e olhava diretamente para vocĂȘ, erguendo a mĂŁo esquerda de maneira que ficasse diante de seus olhos â Eu jĂĄ tenho isso.
ApĂłs dizer isso, Jinguji deixou bem claro que estava mostrando o anel de casamento, este que brilhava com certa intensidade, refletindo um pouco da luz que vinha das luzes ao redor de vocĂȘs. Quando ouviu ele a chamando de estrela, sentiu seu coração falhar como sempre falhava quando ele lhe dava algum apelido, mesmo casados ele sempre mexia com vocĂȘ, independente da maneira que fosse.
Assim que pronunciou a Ășltima frase de maneira manhosa e emburrada, Jakurai esboçou um sorriso um pouco mais largo que o normal, achando sua resposta adorĂĄvel, mesmo que vocĂȘ na verdade estivesse se sentindo derrotada. Queria que o aniversĂĄrio de seu marido fosse especial, queria dar um presente que se tornasse especial para ele, mas a resposta que havia recebido havia quebrado tudo isso, assim como suas forças.
Oii sou a anon que pediu os headcanons de namoro com Kaneki e Hide, eu amei viu? muito obrigada đșđ
OlĂĄ! Fico muito feliz que tenha gostado dos headcanons, foi muito divertido escrever eles đ„° Muito obrigada pelo pedido, sinta-se a vontade para pedir sempre que quiser â€ïž
Olå, espero que estejam todos bem. Estou passando aqui apenas para dar alguns råpidos recados e peço que leiam com atenção, por favor.
Antes de ir direto ao ponto, queria agradecer por todos os pedidos que recebi, estou muito feliz com isso e com o rumo que o blog estĂĄ tendo, estou contente demais e feliz por ter criado este blog, muito obrigada a todos que estĂŁo me dando apoio <3
Era apenas isso, agradeço a todos que estão apoiando o blog e estou muito feliz em estar atendendo pedidos, queria apenas que se atentassem a esses detalhes, tenham uma boa semana <3
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Ok, isso vai se aleatĂłrio mais-
Eu poderia pedir um headcanon para Lilia ou Kalim onde o leitor fica com saudade de casa e faz algum doce tradicional de seu paĂs? đ E dĂĄ de presente para um deles com algum detalhe que ele goste? (TIPO BRIGADEIRO COM PEDACINHOS DE TOMATE DENTRO PRO LILIA OU UM PĂO DE SONHO EM FORMA DE TAPETE MĂGICO PRO KALIM? *Cof, cof* Desculpe o surto.)
Enquanto colocava os ingredientes do brigadeiro dentro da panela, por algum motivo, lembrou-se de Lilia Vanrouge, um amigo muito prĂłximo e sua atual quedinha, ou melhor, a pessoa por qual estava apaixonada/o. Ao pensar nele, passou pela sua cabeça a ideia de presentear Lilia com alguns brigadeiros, desde que havia chegado ao NRC, o rapaz sempre lhe tratou bem, sendo gentil e simpĂĄtico a sua maneira, e graças a ele, experimentou muitas coisas novas, diferentes e com gostos peculiares, nĂŁo podia negar. Lilia havia apresentado uma parte de seu mundo para vocĂȘ, por isso, nada mais justo do que apresentar uma parte de seu mundo para ele.
Possuindo tal pensamento em mente, começou a pensar nas coisas que gostava de comer em seu mundo, como nĂŁo podia voltar para casa, poderia ao menos preparar alguma coisa que lembrasse seu lar, alguma comida com uma memĂłria afetuosa ou algo que fizesse vocĂȘ se sentir em casa. De repente, lembrou-se do pĂŁo de sonho, um doce que trazia algumas memĂłrias afetivas de sua casa, sem contar que era algo que vocĂȘ adorava comer e como estava alguns meses no NRC, fazia um bom tempo que nĂŁo provava.
Enquanto preparava a massa do pĂŁo de sonho, por algum motivo, lembrou-se de Kalim Al-Asim, um de seus grandes amigos e sua atual queda, ou melhor, a pessoa que vocĂȘ estava se apaixonando, afinal, era impossĂvel nĂŁo se apaixonar por aquele sorriso radiante como o Sol. Assim que pensou nele, lembrou-se de todas as vezes que Kalim havia sido hospitaleiro com vocĂȘ, apesar de tudo, o rapaz sempre havia sido gentil e simpĂĄtico, tratando-a bem e cuidando da sua maneira, e ao se lembrar disso, decidiu fazer aquele pĂŁo de sonho para ele. Kalim sempre havia sido bom para vocĂȘ, sempre havia sido gentil e sempre a tratava como parte de sua famĂlia, nada mais justo do que apresentar uma parte de sua cultura para ele que jĂĄ havia mostrado tanto da sua para vocĂȘ.
Boa noite!! Queria pedir um cenĂĄrio com Jyushi Aimono, de Hypmic, onde ele fosse a praia com sua namorada. E ah, estou tĂŁo contente que vocĂȘ tenha criado esse blog đ