Preto e branco contado no relógio.
Liberdade é sempre colorida.
D.A.C.R
-x- Tema livre do capítulo 9. Imagens do Canva.
AnasAbdin
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Love Begins
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@generalafavel
Preto e branco contado no relógio.
Liberdade é sempre colorida.
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-x- Tema livre do capítulo 9. Imagens do Canva.

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A fuga. A escapada. A pulada de cerca. A espiada de cerca. A inveja, desejo. Ignora a grama alta. Cenoura numa vara. Bota o burro pra correr. A questão é quem segura. E a firmeza de sua mão.
D.A.C.R
-x-
Postagem sobre Utopia. Imagens de uso grátis do site Canva.
Foi-se.
Não adianta perguntar o porquê. Se está bem. Oferecer um copo d’água.
A mera mentira descarada. Tentas arrancar dos outros. Dos outros que sabes que responderão. Que sim. Dos outros que talvez fizeram ele ir.
Não quero. Ninguém quer. Subir.
Ou melhor, descer para o sucesso. Mas o que mais há de fazer? Não dá notícias Não aparece em casa para bater na porta. Só resta um fiozinho de esperança. Impedindo que admita
Foi-se.
Mas os homens lá de fora continuam lá. As sombras lá de fora continuam lá. E talvez a esperança. Que te mantinha de admitir a verdade. Impedia que mais um.
Foice.
D.A.C.R
-x-
Tema livre do capítulo 8. Imagens do Canva.
“Os mansos herdarão a terra”
Mas, enquanto isso não acontecer, é melhor pisotear.
D.A.C.R
-x-
Tema fixo - Cavalos no armazém do capítulo 8. Feito com Canva. Arte da pessoa sendo pisoteada de Robodread. Efeitos de cor do aplicativo Picsart
Sobe, bota a capa vermelha.
Champanhe na mão
Salva o mundo, monarca.
Mas é melhor não se olhar no espelho.
Arrebentarão
A escotilha fechada.
D.A.C.R
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Tema fixo - Capítulo 7. Canva, como sempre.

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- Companhia cega, de onde você vêm?
- Do teu tio rico
- O que é que trás?
- Pão e circo.
- Me dá um pouquinho?
D.A.C.R
-x-
Postagem de tema fixo - Fórum do Grande Usk.
Imagens de uso grátis do aplicativo Canva. Arte do homem sendo alimentado encontrada em https://www.todadisciplina.com.br/manipulacao-da-midia/
Espetáculo. Entra na tua cabeça. E te consome.
Os poderes. Deles. São maiores que cartolas com coelhos.
D.A.C.R
-x-
Postagem livre sobre o Capítulo 6. Imagens de uso grátis do aplicativo Canva. Efeito de desaparecimento da bola de bilhar do aplicativo Picsart.
doente.
Com as manchas de sangue tingindo o ladrilho bege. Seu corpo deitado no chão, imóvel. O olho aberto, vazio. Seus pulsos recaindo sobre o chão, indefeso. Queria se mover. Queria se mover?
Já não dava mais para saber. A situação o consumiu. Sua mente já não pensava. Tentou lutar. Tentou. Mas não era o suficiente. Aceitou.
Ele aceitou.
Num passado não tão distante, ele teria empurrado. Teria rebatido. Teria reprimido. Teria se lembrado do próprio sofrimento, combateria.
Será?
Será que sempre foi assim?
Uma cobra coral falsa. Sentia culpa. Tinha culpa. E era difícil saber, com a chuva que agora vinha e banhava seu corpo com um pouco mais de tristeza, mas isso era exatamente o que ele queria. O que buscava, ao menos. Seu objetivo muito bem escondido em um labirinto bem fundo nos corredores de suas memórias alegres de si mesmo. Já não sabia se era o ofensor ou a vítima. Talvez os dois? Passava a pensar que era o ofensor por se pensar de vítima.
Não o defenda. Não. Deixe de piedade. Deixe de tentar ajudar. Ele se batia, contorcia, puxava os cabelos. Sua imagem degradante atraia a atenção de pessoas bondosas. Tudo que fazia se contradizia, alcançava o oposto do que queria, que às vezes se tornava por ser o que dizia querer.
Quando se cortava, não saía sangue, saía parentes. Parentes que poderiam estar muito melhores em suas próprias vidas, sem ele. Quando tentava melhorar, seu corpo, os químicos que corriam nas suas veias, o faziam voltar. O faziam piorar. Quando mais tentava, mais desistia. Aquilo não era algo que se podia curar.
Estava doente. E por quando mais tempo que demorasse, contaminaria mais e mais pessoas.
Reclamava de boca cheia, gritava. Depois se recolhia num canto, e chorava baixinho. Quando mais chorasse, mais se batia. Quando mais se batia, mais chorava.
Era capturado por cada uma das redes que o jogavam. Melhor, se jogava nelas. Não era bom ser capturado. Só virou hábito.
No piso frio, escuro. A luz branca do céu nublado passando pela pequenina janela. Quis chorar. Quis parar. Quis parar de existir. Quis bater, quis retroceder, quis se bater. E queria alguém com quem conversar, mas quando se olhava no espelho enchia de raiva, desapontamento, e tentava arrancar as lágrimas a força.
Chora colega. Chora. Que tudo por fim vai acabar.
-x-
DACR. Postagem livre, “o caderno proibido” (capítulo 7). Desculpa por estar fora de ordem, mas eu precisava escrever isso.
São translúcidas. As cordas que seguram. Os braços pernas e pescoços.
Numa angústia corriqueira na mente. O corpo vira pedra, Relógio,
E a pouca mobilidade que te tiraria da cadeira elétrica Vira inconveniência.
Melhor um cochilo.
D.A.C.R
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Postagem sobre resignação. Desenho de autoria de Daniel Ramos
A cidade e os urubus.

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Mensagem a pombo correio.
Lenta. Certamente. A mensagem, a mesma.
Mas num olhar de relance, O pássaro, Papagaio coruja ou morcego.
É especial. Pois em suas asas. Está escrito liberdade.
Liberdade, Um breve momento de contemplação,
Antes da inevitável volta à rotina de nunca mais olhar para o céu.
D.A.C.R
-x-
Postagem de tema livre do Capítulo 5 de Sombras de Reis Barbudos. Imagens de uso grátis do site canva.com. Poema e Imagem de Daniel Ramos
Baralho.
Numa guerra, De copas e espadas.
Quem vence. É quem olha para o outro sem chorar.
D.A.C.R
-x-
Imagem para representação do pai do Lucas no capítulo 4. Imagens de uso grátis do site Canva.com. Poema e imagem de Daniel Ramos
Impureza
Espalha, Pelo poder.
E faz o que te pedem. Se tiverem numa escada.
Porque a lama, ninguém quer no palitó.
D.A.C.R
-x-
Imagem representativa do capítulo 4. Imagem de uso grátis do site Canva.com e efeito Sepia do site Fotor.com. Poema e Imagem por Daniel Ramos.
res·pei·tá·vel
(
respeitar + -ável
)
adjetivo de dois gêneros
Olhares mudam num piscar.
A inveja se confunde com uma realidade tempestuosa.
E um buraco vai se cavando.
Só não se sabe se ele é somente uma ilusão.
D.A.C.R
Imagem e poema inspirados no capítulo 3 do livro Sombras de Reis Barbudos. Imagens de uso grátis do site Canva. Pôr do sol do site envolverde.cartacapital.com.br

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Controle.
Terno. Azul marinho. Aquela marca. Estampada na testa. “Sou melhor que você”.
Posse. Éden piramidal. A escalada. É sua opção.
Mas exclusiva da realidade.
Botar a mão na massa. Seria babilônico desperdício.
É o elefante branco. Que todos anseiam. Lente magnificadora. De insignificante. Holofote de triunfo-detrimento.
É um cassino. Loteria disfarçada. Em que a casa conta as cartas.
D.A.C.R
Baseado no segundo capítulo de Sombras de Reis Barbudos. Elementos de uso grátis do site Canva.
Papelada mental. Deixe-me sair dessa pirâmide. Pare de me fazer pagar pelo meu próprio tempo.
Tirem-me dessa tempestade de areia, da qual a maioria das pessoas não sabe, que é a parte de baixo de uma ampulheta.
A corrida de ratos, Não é de muitos. É de todos.
Puxe a alavanca. Aperte o botão. Num ciclo infinito.
Eles enchem linguiça. Pra te fazer pagar. Pelo tempo desperdiçado.
É infindável, caso entre no costume.
More numa floresta. E virão com machados.
D.A.C.R
Imagem e poema do conceito de “Kafkaniano”. Autoria de Daniel Ramos.