Non, só … Fique por perto…
A mão dela estava muito fraca, mas Francine fez um esforço para levantar a mão e delicadamente tocar o rosto do albino, ainda que fosse por poucos segundos.Â
Também não sabia quanto tempo ficou olhando para aquele rosto e suas cicatrizes, quando começou a chorar. Lágrimas escorriam pelos dois lados do rosto, e com alguma dificuldade ela levantou-se, para abraçá-lo. Sentia-se só, e com muito medo.
Antes de desmaiar, eu pensei … Pensei em você, que não era seguro andar pelo centro, não dá mais pra passear… Eu ia ligar pra você convidando-o pra passar um tempo aqui, mas agora é perigoso. E se fosse você a tomar os tiros ?Â
As mãos pequenas estavam agarradas na blusa preta do prussiano , agarrando-as com toda força que tinha. Até que alguns miadinhos a tiraram daqueles lamentos, e viu que alguns filhotes estavam subindo na cama também, com as pequenas garras.
Gilheim levou sua mão junto com a dela, e segurou quando esta não teve mais forçar para continuar levantada, repousando levemente ao lado da francesa. E assim também secara suas lágrimas quando elas apareceram.
Também a ajudou a se levantar e a abraçou com cuidado, mas firmemente, para não deixá-la escorregar, Ela realmente estava muito fraca.
"Francine, eu preferiria mil vezes ter tomado os tiros te protegendo do que vê-la ferida. Desculpe por isso. E agora não se force muito, descanse até se recuperar totalmente."
Diz com um nó se formando na garganta até ver os animaizinhos. Pareciam um bocado espertos para gatos, e ele ajudou os pequenos animais a subirem na cama. Ele sabia como eles significavam tudo para ela.













