O poder da Decisão - Como realmente manifestar.
Oi amores, decidi trazer esse post aqui pra vocês, um pouco na minha visão de manifestação e como eu uso a lei da suposição e o não dualismo na minha vida e realmente foi a melhor coisa que eu fiz na minha vida foi viver com esse pensamento. Espero que vocês gostem e em caso de dúvidas podem deixar nós comentários ou me mandar no privado ou em alguma aks. Beijinhos da gabi 🩷
Eu não sigo método, não crio rotina espiritual, não me prendo a técnica. As vezes gosto de visualizar e isso e bem pessoal meu que me ajuda bastante mas na maior parte do tempo, eu simplesmente decido. Nada além disso. Não porque métodos sejam errados, mas porque eu não terceirizo poder.
Ferramentas (sublimais, afirmações e etc) não manifestam nada sozinhas. Elas só funcionam porque você decide que funcionam. O comando nunca esteve fora.
O que confunde muita gente é essa crença silenciosa de que decidir não basta. De que em algum nível, sempre vai ser necessário esforço, insistência, convencimento interno. Essa ideia aparece sim, inclusive em mim. Mas existe uma diferença, eu não negocio com ela.
Pensamentos contrários surgem. Sempre vão surgir. Mas eu não vou discutir, não tento calar, nem provar nada. E como comprar a briga do seu vizinho que está brigando dentro da casa dele.
O segredo está na observação. Desisto da briga antes mesmo dela começar. E assim que nós não se perdemos nós nossos pensamentos e manifestações.
- não lute para sustentar uma ideia contrária de quem você já decidiu ser.
Você não precisa ignorar o mundo, nem fingir indiferença, nem forçar estados mentais. Isso e uma ausência disfarçada de manifestação ela cansa e cria resistência. A luta só existe porque você parte da ideia de que isso exige esforço. Quando você prova, nem que seja uma vez, a simplicidade de apenas saber, algo muda. Por exemplo, quando você sabe que uma pessoa esta falando mal de você, a sua visão sobre ela não muda? a sua postura não muda? então e a mesma coisa, e mesmo que ela venha pedir desculpas é difícil voltar atrás a mesma visão que você tinha sobre ela.
Confiar na própria identidade muda tudo.
Quando você entende que consciência não precisa provar nada, você para de pedir permissão ao ego. Ele pode duvidar, reclamar, se agitar e tudo bem. Eu não tento silenciá-lo. Eu deixo passar.
Nada é reprimido. Nada é combatido. Porque eu não sou nenhuma dessas reações. (VOCÊ não é nenhuma dessas reações).
A ilusão só dói quando você acha que ela e a verdadeira manifestação.
Quando você percebe que pensamentos e emoções são movimentos, não identidade, tudo fica mais leve. Observar sem resistir não é apatia é clareza. E essa clareza muda vidas. Assumir um desejo não é sentir euforia, nem agir teatralmente, nem pensar certo o tempo todo. É uma certeza silenciosa, sutil.
Um saber que não pede aprovação. O ego pode discordar à vontade isso não muda o fato de que você já decidiu.
Quando percebo que estou validando o físico ou me identificando com o barulho mental, eu apenas retorno. Sem drama. Sem culpa. Volto a reconhecer quem eu sou sendo aquilo que desejo. Como se eu estivesse seguindo uma "dieta" entende, por exemplo quando você fura a dieta e come um doce diferente do que não estava no seu plano alimentar, no outro dia você vai voltar ao foco, entende? Não existe esforço nisso, porque ser não exige energia.
Nada está separado de você.
O desejo não é algo fora, esperando ser alcançado. Essa separação cria atraso. Quando você entende que não há dois, você e o desejo mas apenas consciência reconhecendo a si mesma, tudo se organiza com naturalidade.
- Eu não manifesto “algo”. Eu reconheço algo como meu porque já existe em mim.
- E se já existe, não há busca. Só há experiência.
No fim das contas, não tem truque.