legal da faculdade é que conhecemos varias pessoas e fazemos varias amizades diferente, e foi assim que eu conheci a Duda em poucos meses nos tornamos super amigos daqueles que se pode falar sobre tudo. Varias vezes dormimos na mesma cama apesar de nada ter rolado entre a gente além de provocações.
Sempre fui um cara serio bem reservado, mas minha mente é pior que o xvideos e a de Duda não ficava pra trás, porém ela tem um rostinho de anjo que me deixava sem jeito de tentar algo mais, ate por medo da propria amizade acabar, ate que certo dia estavamos falando de brinquedos sexuais e a Duda me disse que queria um plug anal daqueles de rabinho, eu fingi não dar confiança ( mas já estava imaginando ela de 4 e eu brincando com aquele cuzinho virgem apertadinho) acabei ficando de pau duro com aquela conversa e a Duda não tirava os olhos do meu pau as vezes. A putinha queria meu pau eu percebia pelo jeito que olhava, era dificil me controlar, ate pelo fato de estarmos sozinho dentro do quarto, então esperei o meu pau ficar bem duro e a joguei na cama ficando por cima dela olhando nos olhos e falei _ você ta me deixando com muito tesão falando disso e você sabe que mesmo sendo minha melhor amiga eu quero te comer né?
E a cachorra so mordeu os labios e saiu debaixo de mim, porém aquilo não iria sair barato claro que eu iria dar o troco deixaria ela com vontade tbm.
Foi quando passei no sexshop e comprei um plug não muito pequeno e guardei no meu quarto onde a Duda iria passar a noite.
Era mais ou menos umas 8hrs da noite ela chega com um vestidinho decotado, um tecido fininho que batia quase no seu joelho, minha mente foi a mil com ela vestida daquele jeito assim que ela entrou eu já disse que tinha comprado um presente pra ela, quando ela abril e viu aquela peça metalica brilhante com um rabinho pouca luz que entrava no quarto refletiu numa das pontas, denunciando uma pedra lapidada lilás, enquanto a outra extremidade terminava como uma bala. – De quatro, cadelinha.
Ela estremeceu sem tirar os olhos do objeto. Sabia o que era, mas tinha medo. Aquele era um território desconhecido para ela, mas sua submissão obrigou-lhe a responder. Apoiou as mãos na cama, avançou com a ajuda dos joelhos e empinou seu quadril, provocando-lhe um suspiro. Fui até o armário e busquei um lubrificante que vinham usando para explorar aquele território, uma atividade calma, sem pressa, respeitando seus limites. Espremi um pouco da bisnaga e lambuzei o dedo indicador, levando-o até ela.
O toque gelado na escuridão foi familiar, Duda já vinha brincando com ele assim, sentindo seu dedo acariciar seu esfíncter, brincar com a entradinha do seu bumbum. Ela sentiu seu dedo lambuzar todo o orifício e então houve uma pausa, que foi interrompida por algo inédito. Sentiu a ponta de metal abrir seu cuzinho, e imaginou que ela também estivesse lambuzada pelo lubrificante. Embora ela estivesse bem empinada, eu coloquei uma das mãos entre suas ancas, abrindo-a. Ela se sentia vulnerável, exposta, e isso a excitava. Eu introduziu o plug vagarosamente, e então o diâmetro do objeto ficou maior que a ponta do dedo que ela estava acostumada quando se masturbava . Protestou, mas eu não me importei, forçando o corpo cilíndrico pelo seu esfíncter. Ela sentiu dor, o medo era grande, protestou novamente virando o rosto para trás, os cabelos pretos capturando a pouca luz do ambiente.
- Calma… – sua voz era mansa, sensual. – ele já está quase todo dentro, a parte mais grossa já entrou. – falando isso, terminei de introduzir o pequeno plug, observando o resultado final, a abertura oculta por um rabinho , faiscando na escuridão.
O objeto estava inerte dentro dela, e assim ficou pelos instantes em que ela fechou os olhos, sentindo seu reto pulsar e se acostumar com aquele toque diferente. As minhas mãos acariciaram suas ancas e ela sentiu sua respiração em suas nádegas, seguida por beijos e mordiscadas.
- Boa cadelinha. – eu ainda admirava a obra. – Ficou lindo em você, vou te mostrar. – sacou seu celular, ligou a câmera com flash e tirou uma, duas, três fotos. – Empina mais… – eu dirigia meus movimentos, pedia para encolher mais a perna, virar o rosto, se submeter.
Ela o fez, enquanto eu soltava interjeições de admiração às suas costas. Suas mãos, então, deslizaram por sua cintura, seu dorso, enquanto eu subia na cama, chegando mais perto do seu rosto. A tela do celular iluminava o ambiente, e ele aproximou para que ela visse o resultado. Ela observou as fotos enquanto ele passava por todas da galeria, demorando em algumas que considerava excepcional. Na luz, via uma mulher submissa, de quatro, com o ânus adornado por um rabinho, totalmente entregue para mim
- Linda! – eu sorri, seus olhos brilhando na penumbra. – Levanta, veja se sente alguma coisa.
Mais uma ordem, e mais seu desejo crescia. De quatro, engatinhou para fora da cama, primeiro um joelho, depois outro e finalmente ergueu o corpo, olhando para cima, respirando profundamente.
- Sinto ele dentro… – ela começou, insegura. – Mas não dói. É mais uma sensação…
- - Minha vadia tesuda, você está me deixando louco. – mantinha uma expressão tranquila enquanto dizia isso.
. Percebia, com sua visão periférica, que eu me despia enquanto ela caminhava. Entrou no quarto e abriu o vestido, deixando-o na entrada do quarto. Subiu na cama como ordenada, de sutiã, meias e salto. Empinou o quadril o máximo que pôde, apoiou os calcanhares na cama e sentiu o frio da noite beijar seus lábios inferiores. Então sentiu minha presença, despido, atrás dela.
Estava de quatro como eu tinha mandado, e a visão dela assim encheu meu membro de tesão, que pulsou forte e apontou para frente, como uma lança. Assim me aproximei, com minha arma em riste e, de pé, tocou-lhe a bunda, sentindo sua maciez e admirando sua umidade que pingava sobre o lençol. Peguei a rola com a mão direta, pela base, e apliquei-lhe uma pancada forte na nádega direita, fazendo um estalo, deixando o local do impacto completamente melado, uma vez que ele próprio também estava encharcado. Segurando o cacete com uma das mãos e abrindo sua bunda com a outra, fez a glande percorrer toda a boceta, do períneo até o clitóris, demorando-se na entrada da grutinha, até que ela gemeu mais alto.
Sentiu que eu a provocava-a com aquela rola enorme, roçando vagarosamente, pincelando toda a sua xoxota. Tinha urgência, mas eu sabia o momento. Eu decidia quando entrar. Eu era o seu dono, ela era, apenas, uma cadelinha no cio, implorando para ser fodida com força. Jogou os cabelos pretos para trás e colocou as mãos em sua bunda, abrindo bem para mim e gemendo baixo, fazendo entender sua necessidade. E eu entendi, pois a rola começou a entrar, primeiro a glande inchada e melada, abrindo caminho pela sua boceta completamente molhada. Ela sentia a cabeça rasgar sua boceta, seguida do corpo que latejava, centímetro a centímetro dentro dela, enquanto o plug fazia pressão pelo seu ânus, deixando-a mais fechada, sentindo ainda mais atrito. Sentia o caralho duro do seu dono entrar com segurança, firme, até o talo, ficando assim por um tempo, as paredes da sua xota se acomodando com aquele volume e tentando adivinhar a cadência de suas pulsações.
Eu estava todo dentro dela e sentia sua boceta morder meu caralho, apertar e contrair em volta da glande, sugando e puxando aquela pica com vontade, a vontade de uma puta. Eu soltei a base quando a rola estava toda dentro e suas mãos encontraram as dela, abrindo sua bunda. Socou com força, então, recebendo gemidos abafados como resposta. Ela tinha baixado a cabeça, enfurnando-a no travesseiro, enquanto eu metia sem dó, entrando fundo, socando seu útero com aquela piroca grossa. Quanto mais fundo ia, mais rápido metia, entrando e saindo, a pica entrando até o talo, fazendo barulho enquanto arrombava a grutinha daquela loira deliciosa. Meti assim por bastante tempo, até que ela começou a gemer alto e se ergueu, feito uma cadela.
Era impossível resistir por mais tempo, ela ia gozar. Ela precisava gozar. Sentiu aquele caralho grosso entrar e sair rápido da sua bocetinha, metia sem piedade, entrando fundo, misturando dor e prazer. E, além da rola, sentia a pressão do plug no seu cuzinho, uma sensação diferente de quando metia o dedo, pois o plug era duro e maciço, preenchendo espaços diferentes, além de ser algo totalmente novo e ousado. Então aconteceu, sem aviso, consequência de tanto tesão e vontade.
- Eu vou gozar! – ela rosnou, sem discernimento, enquanto eu bombeava o caralho grosso dentro dela.
- Goza, minha puta. – eu disse, a voz altiva, sorrindo. – Goza feito a cadela que você é merece!
Perceber seus espasmos era um deleite. Eu metia e ficava fascinado com a reação de seu corpo, uma máquina talhada para aquele momento de prazer. Ela rebolava e saltava, enquanto eu segurava sua cintura e socava o caralho, sem pressa, prolongando aqueles minutos de êxtase. Observei-a gozar com seu pau todo enfiado, até o talo, naquela bocetinha apertada, mas eu ainda queria mais.
Passaram alguns instantes até que ela recobrasse a noção do que se passava. Tinha tido um orgasmo profundo, amplificado por todo o tesão daquela noite. Suas pernas estavam trêmulas, o corpo desabara na cama, mesmo mantendo-se de joelhos. Sentia as mãos dele segurando sua cintura, meu caralho duro feito pedra, as pulsações daquela pica dentro dela. Então umas de suas mãos deixaram sua cintura, e ela sentiu movimento no plug.
Vendo que ela se recuperava, eu decidiu que era hora de explorar algo novo. Com a mão direita, segurei o rabinho puxou bem devagar, sentindo como aquele cuzinho tinha se acomodado e incorporado o novo acessório. Sentia o plug pressionar a parede da sua vulva no corpo do meu pau, enquanto eu puxava, firme, fazendo o artefato se deslocar. Pouco a pouco, a entradinha do seu cuzinho ia se alargando, sendo preenchida pelo corpo de metal do plug, até que o diâmetro maior passou e a bundinha dela expulsou todo o brinquedo.nadmirando seu buraquinho e, colocando o plug de lado, tirou a rola completamente dura de sua xoxotinha.
Era estranho não ter mais o plug dentro dela, e mais estranho ainda quando eu tirei a rola. Sentiu-se vazia, incompleta, precisava dele dentro, precisava sentir a rola acomodada no fundo, latejando com força. Então, sentiu a glande melada tocar sua bunda, novamente, resvalando nos seus lábios inferiores, roçando sua boceta e deslizando até a entrada do seu cuzinho, que latejava de excitação. Sentiu que aquele melado todo não era normal, eu havia besuntado meu cacete com lubrificante, e aquela rola descomunal forçava a portinha do seu bumbum, impiedosamente. A pontinha da cabeça estava dentro, então ela sentiu o restante da glande enorme invadir seu bumbum, laceado pelo plug durante a noite. Ela estava amortecida pela excitação, anestesiada pelo prazer que eu a proporcionei, enquanto sentia o cacete entrar, bem devagar, com muito jeito. – agora provava algo tanto prometido, que eu saberia foder seu cuzinho e lhe dar ainda mais prazer.
- Assim mesmo, cadelinha! – rosnei, enquanto a cabeça entrava devagar no cuzinho dela. – Sente esse caralho fodendo teu cuzinho! Sente essa pica grossa te enrabando, minha vadia!
- Ah, meu dono! – ela reuniu forças para olhar para trás, ao me ver forte, poderoso, incansável, pronto para tirar-lhe a virgindade anal. – Me fode, me come!
Satisfeito pela aprovação dela, eu seguro a rola com uma mão enquanto a outra foi até seu cabelo, puxando como rédea, fazendo-a vir ao seu encontro e empinar ainda mais a bunda. Sentiu o atrito e como ela era apertada, o cuzinho sendo arrombado pelo meu pau grosso, que entrava devagar, cada milímetro acompanhado pelos gemidos dela. Viu, com orgulho, que metade do caralho de 19,5 cm já estava dentro da bundinha dela, e sorriu. Puxou-a pelo cabelo e chegou bem perto do seu pescoço.
- Sente essa pica te arrombando! – sussurrei, mas para ela parecia um grito. – Que delícia ser o primeiro macho a foder esse cuzinho apertado, minha putinha!
Ela sentia a rola entrar cada vez mais, e gemia sem parar, sentindo dor e prazer, sendo dominada pelo seu dono. Ela já não sabia mais quem era, só sentia prazer, só sentia que estava ali para dar o cuzinho apertado pra mim. Foi quando eu parou, e ela soube que estava todo dentro. Assim ficou, latejando, enquanto ela sentia seu bumbum acomodando aquela tora, piscando seu esfíncter na base daquela rola, devorando cada centímetro do seu macho.
- Sou sua, meu macho! – ela encheu a boca pra falar, de olhos fechados, os dentes cerrados, numa expressão de prazer que eu nuca tinha visto. Encarou sua fala como um incentivo e começou a puxar o caralho, sentindo aquele cuzinho mamar o seu pau, puxá-lo e não deixa-lo sair. Mas ele não saiu, apenas retirou metade, e voltou a enfiar, dessa vez mais rápido, fazendo-a gritar – uma vez, duas vezes, três vezes, na quarta estocada ela já parecia acostumada e comecei a meter e tirar, mais rápido, socando sem dó a rola grossa naquele buraquinho apertado.
Eu entrava e saia dela, e ela estava sentindo muito prazer em ser usada daquela maneira, sem um beijo, sem carinho, apenas um macho brutal socando sua rola, querendo vê-la arrombada. Ela não tinha mais forças, só conseguia gemer e apertar aquele pau com sua bundinha. Tentava morder aquela pica com toda a força que tinha, e isso lhe dava um prazer incrível. Tanto que recuperou um pouco da força e deslizou a mão esquerda para a bocetinha, se masturbando devagar enquanto sentia as estocadas entrando fundo em sua bundinha. Eu metia vigorosamente, parecia que nunca ia parar, e ela estava adorando, praticamente gozando a cada metida, sentindo um prazer inédito. Eu urrava e ela sentia seu caralho latejar ainda mais forte.
Finalmente me proximei do gozo, e sentia que inundaria todo aquele conquistei o cuzinho da minha vadia. Seu pau entrava e saia rápido, até o talo, quase saindo totalmente, fazendo barulho e estocando com força, até que eu não aguentei mais e entrou de uma vez, fazendo-a gritar. meu pau ficou assim, enterrado em suas entranhas, latejando.
- Ah, vagabunda! – gemi, quase inaudível. – Vou esporrar dentro desse cuzinho!
Ela abriu os olhos e virou o rosto para me ver. Adorava sua expressão quando gozava, e dessa vez era a primeira vez que eu teria um orgasmo comendo um cuzinho virgem. A experiência era, de certa forma, inédita para ambos. Viu seu rosto de contorcer, seus olhos revirarem e seu sorriso dar lugar a uma boca escancarada, selvagem, que grunhia enquanto eu enterrava a rola no fundo. E foi assim que ela sentiu o primeiro jato de porra, bem fundo em seu cuzinho. A sensação de ser preenchida pelo leite viscoso do seu homem era indescritível. Sentia os jorros quentes, fartos, fazendo pressão e se espalhando, pra dentro de si e ocupando os espaços que o caralho deixava. O meu pauzão latejava bem enfiado em sua grutinha, derramando toda sua virilidade dentro dela. Eu terminei e desabou, o caralho enfiado bem fundo, seu peso em suas costas, suado, respirando ofegante, cansado. Sentiu ele assim por alguns minutos, seu pau amolecendo devagar, até sair do seu cuzinho.
Ficamos assim, por vários minutos, sentindo o cheiro de sexo que preenchia o quarto escuro. Eu logo iria quere mais, e ela estaria pronta para fazer todas as suas vontades, como boa cadelinha no cio que era.