Projetos em espaços culturais e patrimônios históricos envolvem um desafio constante de compatibilização entre preservação e atualização tecnológica. A introdução de novos sistemas precisa respeitar a estrutura existente, ao mesmo tempo em que atende às exigências de desempenho, segurança e operação contemporânea. Nesse contexto, a engenharia atua como elemento de integração entre diferentes camadas do projeto. O resultado depende do equilíbrio entre manter o que é essencial e viabilizar o que é necessário. Como encontrar o ponto de equilíbrio entre preservação e evolução em projetos culturais?











