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OOC. saibam onde me achar ou não quando eu não estiver online aqui!! uwu serve pra simplesmente conhecer meus outros rps, também;;
8 PEOPLE IâD LIKE TO GET TO KNOW BETTER.
( repost, do not reblog !!! )
TAGGED BY.  @starduo TAGGING  ( eight people ).  @winteriing @czochra @aurealux @drottnxng @fortitudx @hxddock @officerslickÂ
ONE ( name / alias ).  kasu! TWO ( birthday ).  december 8th THREE ( zodiac sign ).  sagittarius FOUR ( height ).  159 cm FIVE  ( time ).  5:37 pm SIX ( sleep ).  always, said snape SEVEN ( favorite books ). the raven cycle (all the books tbh), the perks of being a wallflower EIGHT ( favorite artists ). hmm?? ezra miller? adore delano? gerard way?  i canât really remember anyone now lmao. NINE ( last movie watched ). the rise of the guardians, yo TEN ( college ).  i want to do psychology..... sighes............ ELEVEN ( dream job ). uhm. psychologist?? TWELVE ( the meaning behind your url ). itâs just âfrostingâ, no big deal ÂŻ\_(ă)_/ÂŻ
     *â§Â·ËâŒ.âž os grandes olhos verdes piscavam admirados com a escultura feita, de fato havia sido feito como sua imagem && semelhança. diante todo encanto, a loira nem percebeu os suspiros que lhe eram arrancados por entre os lĂĄbios. â legal?! nĂŁo, nĂŁo. ficou incrĂvelâ!!! â o tom de voz entregava toda sua empolgação. cobriu parte da boca, enquanto uma risada vinha em resposta Ă quela brincadeira. â eu acho ele realmente grande, mas eu jĂĄ me acostumei. â todo o encanto radiante em seu rosto fora ofuscado, fazendo com que uma postura de dĂșvida && confusĂŁo tomasse conta de rapunzel. â espera sĂł um poucoâŠ. a neve pode acabar mesmo?! â
    âą. â *.ž   â uau. eu estou feliz de vocĂȘ ter gostado!! â exclamou, sincero. o seu trabalho geralmente nĂŁo tinha tamanho reconhecimento, entĂŁo a mĂnima admiração por algo feito pelas suas mĂŁos trazia-o para aquele estado eufĂłrico; ele sentia que poderia, por instinto, abraçå-la e girĂĄ-la, sĂł por ela ter lhe elogiado. jack era uma pessoa bem simples de se comover.  â nĂŁo-- nĂŁo, nĂŁo pode. enquanto eu estiver vivo, a neve vai existir. foi sĂł um modo de falar. â explicou, procurando tranquilizĂĄ-la. nĂŁo disse aquilo achando que ela acreditaria fielmente em suas palavras; ele estava sempre brincando! todo mundo sabia disso!
     Os olhos pareciam realmente incomodados de observar aquele garoto a sua frente, imaginaria tudo - menos aquilo. âCerto⊠agora deve ser moda pintar o cabelo de branco.â
      âą. â *  â moda? do que vocĂȘ âtĂĄ falando? â o guardiĂŁo indagou, um pouco indignado; nĂŁo por ser acusado de seguir uma moda, na verdade, e sim por ser abordado de um jeito tĂŁo hostil.Â

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LONG TIME NO SEE GUYS!!
    â    â Okay entĂŁo, amigo.  VocĂȘ pode pelo menos me dizer o que tem ali?
    âą. â *.ž  â umas coisas que vocĂȘ com certeza nĂŁo quer ver hoje. â fez uma pausa, como se sĂł lembrar-se da visĂŁo fosse o suficiente para afetĂĄ-lo de tal forma.  â umas coisas que cheiram mal. e que cheiram assim porqueâtĂŁo mortas. â
    â    â Por acaso vocĂȘ estĂĄ tentando me assustar?
     âą. â *.ž  â eu nĂŁo âtĂŽ tentando nada. sĂł foi um aviso. quem avisa, amigo Ă©, ânĂ©? â
â âBota intenso nisso.â Murmurou ao ouvir o albino. Sua vida nunca fora tĂŁo intensa antes de viver tudo aquilo. AtĂ© porquĂȘ que vida de um mero garoto de treze anos seria intensa? Sua Ășnica obrigação era estudar pra ser alguĂ©m nesta vida injusta. âSabe a pirĂąmide illuminati? Ă tipo isso sĂł que ele fala, Ă© estupidamente irritante e adora possuir as pessoas. Ah! E ele Ă© um demĂŽnio.âÂ
  O moreno ainda continuava anotando algumas coisas bestas em seu diĂĄrio atĂ© que, sĂł depois do mais alto falar, foi que percebeu que o mesmo estava flutuando. âWow!â Exclamou ainda surpreso. âPor Deus! VocĂȘ âtĂĄ flutuando!â Falou com empolgação. Empolgação atĂ© de mais. Virou rapidamente a pĂĄgina do diĂĄrio para uma em branco e começou a fazer um rascunho do albino.Â
  âEspera⊠Qual Ă© seu nome? Fica parado, ok? E me conta tudo o que âcĂȘ sabe fazer. VocĂȘ acabou de ganhar uma pĂĄgina sĂł pra vocĂȘ aqui.â Riu. âNĂŁo que vocĂȘ seja um monstro.â Tentou se concertar. â⊠VocĂȘ nĂŁo Ă© um monstro, nĂ©? AtĂ© porquĂȘ Ă© bonito de mais pra ser um.â Murmurou totalmente alheio a situação, pois se concentrava no desenho e sĂł entĂŁo percebeu o que tinha falado e acabou corando levemente. âQ-quer dizer⊠Ah, cara vocĂȘ entendeu. NĂŁo Ă© como se fosse um dragĂŁo de sete cabeças.â
   âą. â *.ž   sorte a dele que jack era propenso a acreditar em coisas bizarras. apostava que,  se uma pessoa normal ouvisse tudo o que o mais novo estava falando agora, provavelmente o taxaria de louco. o guardiĂŁo via coisas parecidas e piores do que o descrito o tempo todo, entĂŁo nĂŁo estava tĂŁo desacreditado assim.  â demĂŽnios sĂŁo perigosos. tenta ficar longe deles. e das outras formas geomĂ©tricas tambĂ©m, jĂĄ que vocĂȘ jĂĄ viu o que um triĂąngulo pode fazer. â
                     apĂłs feita a brincadeira, frost quase se assustou com a reação seguinte do outro; todavia, o que tomou os seus pensamentos de primeira fora o quanto aquele garoto parecia gostar de coisas estranhas como ele para empolgar-se tĂŁo rĂĄpido. aquela era a sua parte favorita das crianças: elas se impressionavam muito com o que jĂĄ lhe era cotidiano.  â pois Ă©. legal, nĂ©? â
                â vocĂȘ nĂŁo sabe mesmo o meu nome? jack frost, â respondeu a primeira questĂŁo, um pouco mais confuso do que estava no começo da conversa. como ele nĂŁo o conhecia e podia vĂȘ-lo?  â eu faço os dias frios e a neve. eu posso fazer gelo, tambĂ©m. e eu sou um guardiĂŁo. â pausou-se para dar um risinho; nĂŁo sĂł pelo prĂłprio constrangimento, mas pelas tentativas do outro de se justificar, tambĂ©m.  â eu acho que nĂŁo sou um monstro. quer dizer, depende do que vocĂȘ chama de monstro. o coelho da pĂĄscoa me chama de monstro quando eu ignoro os chocolates dele-- ele existe, aliĂĄs. â confirmou. nĂŁo sabia mais no que aquele menino acreditava ou deixava de acreditar, afinal.  â o papai noel tambĂ©m. e a fada do dente. eu sou tipo eles. entĂŁo, eu âtĂŽ meio confuso-- porque eu nĂŁo sei como vocĂȘ consegue me ver, se vocĂȘ nem sabia quem eu era..? â
âą hey
âą = reading them a story .
    âą. â *.ž  o guardiĂŁo ouviu atentamente Ă histĂłria da pessoa que, voluntariamente, sentou em sua frente; nĂŁo era o tempo todo que aquilo acontecia, porque a maioria das pessoas sequer o viam no dia-a-dia. ele nĂŁo entendeu direito o contexto daquilo, nem a razĂŁo para que ela estivesse escolhido, entre todos os contos que possivelmente encontravam-se naquela coletĂąnea, justo algo como aquilo; todavia, aquele mistĂ©rio que florescera no fundo de sua mente, de certa forma, intrigou-lhe.Â
                       â Ă© uma histĂłria bem bonita. â o menino comentou, deixando a expressĂŁo curiosa um pouco Ă mostra.  â eu acho que eu nunca tinha escutado essa. e eu jĂĄ li muitas histĂłrias... onde vocĂȘ conseguiu esse livro? â

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Î
Î = playing with their hair .
     âą. â *.ž  ele se sentia especial. e nĂŁo provava daquela sensação hĂĄ muito tempo; o toque delicado dos dedos finos da moça passava pelos seus cabelos com tamanha delicadeza que, se aquela nĂŁo fosse elsa e se a situação fosse outra, concluiria que estava lhe sendo feito um convite para adormecer ali mesmo. Â
                     â eu nĂŁo sei se vocĂȘ 'tava fazendo isso para bagunçar o meu cabelo ou sĂł pra agradar, mas de qualquer jeito, eu âtĂŽ adorando. â admitiu. o tom de voz estava mais calmo que o comum; porque ele estava mais relaxado do que normalmente ficava, tambĂ©m.  â dĂĄ pra te contratar? pra vocĂȘ fazer isso pra sempre? â
     âą. â *  â eu sei, eu sei. eu sou bem habilidoso com as mĂŁos. â  o albino gabou-se, fazendo uma apresentação exagerada para o boneco de neve que assemelhava-se muito Ă loira que encontrava-se parada em sua frente.  â ficou bem legal, nĂ©? sĂł que se eu fosse representar o tamanho do seu cabelo como ele realmente Ă©, a neve do mundo acabava. â brincou.
â +
â = dancing with them . Â
     âą. â *. ele sentiu que toda aquela situação era totalmente favorĂĄvel para o seu lado. frost estava de novo naquele castelo-- que era grande demais e diferente demais de todos os ambientes que ele costumava frequentar ao longo de suas jornadas. a princĂpio, sĂł tinha entrado ali para que levasse a ruiva com segurança para onde ela desejava: e foi atĂ© divertido o caminho que percorrera ao seu lado e as conversas que tiveram, porque alĂ©m de notarem o quĂŁo parecidos eram, eles viram, tambĂ©m, o quĂŁo diferentes podiam ser.Â
                     quando viu-se sozinho com a moça em um corredor pouco iluminado, pensou que, se o seu coração ainda batesse do mesmo jeito que o dos seres humanos normais, ele provavelmente estaria louco agora. os seus passos reduziram-se, atĂ© que nĂŁo mais existiam; o seu corpo tomou a frente do dela por puro impulso-- havia uma mĂșsica calma e tranquila vindo dos fundos de algum lugar, e ele preferiu nĂŁo perder aquela oportunidade. podia perder todas as outras: mas aquelas que faziam com que ele se sentisse minimamente humano de novo, essas ele se recusava a desperdiçar.
                  â ei. sabe o que eu acho? a gente deveria dançar juntos. vocĂȘ pode fazer isso por mim, jĂĄ que eu te trouxe atĂ© aqui. nĂŁo Ă©? â
              o guardiĂŁo nĂŁo era o melhor com investidas. ele era bem pĂ©ssimo nelas, na verdade, porque nunca tinha se dedicado a realmente entendĂȘ-las, saber como elas deveriam ser executadas. mas ele sentiu que a sorte estaria com ele e a garota dos cabelos alaranjados responderia usando a mesma lĂłgica que ele usou para fazer o convite:
                          é uma chance que pode nunca mais aparecer de novo.
âż // PRO TADASHI
âż = buying them flowers .
     âą. â *.ž inesperado. eles dois se conheciam hĂĄ pouco tempoâ e tinha sido, tambĂ©m, de um jeito bem estranho. mesmo assim, o rapaz de cabelos Ă©banos surpreendeu-lhe daquela forma, presenteando-lhe com algo tĂŁo bonito. o guardiĂŁo ficou sem reação por alguns momentos, simplesmente espantado, atĂ© que permitiu-se abrir um sorriso gigante e segurar as flores que outrora estavam nas mĂŁos do rapaz de bonĂ©.  â uau. elas sĂŁoâ lindas. eu atĂ© me sinto meio mal por ganhar tantos presentes de vocĂȘ e nunca ter recebido a chance de te dar algo de volta. muito obrigado, cara. â
send one for my museâs reaction to your muse ---
alternatively send â + â after the symbol for the roles to be reversed where possible !
â = hugging them . Î = playing with their hair . †= kissing them . âȘ = asking them out for dinner . â = giving them a gift of ___ ( askerâs choice ) . â = stabbing them . â = bowing down before them . â = lying to them .  ⿠= buying them flowers . ⟠= being found shirtless . âą = reading them a story . â = giving them their jumper to keep warm . â = speaking in a different language . â = teaching them a different language . â = telling them a joke . ⏠= singing to them . âč = insulting a loved one . àź = slapping them . â = threatening them . â = dancing with them . †= falling asleep on them . âź = waking them up after a nightmare . ⣠= discovering them crying . ć = patching a wound . ⟠= stargazing . â = caught stealing their belongings . ✠= wandering alone at night . ⥠= complimenting them . ⥠= offering a place to stay overnight . âą = falling over . ⊠= being well-dressed . â = wiping blood off their face . â = taking care of them while ill . â = being caught in the middle a storm with them . â = holding their hand . â± = being lost with them . â = pushing them against a wall .

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Jå havia desistido da ideia de dormir naquela noite, a caneta que tinha em mãos sendo guardada no bolso interior do terno enquanto desistia de escrever. A destra sinalizou para alguém perto que registrasse determinado local para que depois pudesse adicionar os detalhes das fotos ao relatório, mas, momentaneamente Sakaguchi colocou de lado os documentos para se sentar ao lado de uma criança.
â- VocĂȘ estĂĄ bem?
   âą. â *.ž  jack sabia o quĂŁo tarde estava, assim como sabia das consequĂȘncias de sair sozinho de casa em tal horĂĄrio. ele tinha uma causa maior, no entanto-- ele era o Ășnico da famĂlia que estava disposto a fazer tudo pela irmĂŁ; isso incluĂa ir para a rua em busca de um remĂ©dio, mesmo que sĂł fosse encontrar uma grande quantidade de portas fechadas. a Ășnica que parecia aberta era intimidadora demais, portanto apenas tratou de sentar pelos arredores, quase desesperançoso. atĂ© que alguĂ©m resolveu se aproximar-- uma pessoa que, para ele, tinha uma natureza bem parecida com a daquela porta de antes.  â bom, eu nĂŁo estou mal. vocĂȘ conhece alguma farmĂĄcia que fique aberta por aqui? â
â âGravity Falls. Ă uma cidade onde meus tivĂŽs moram. Eu e minha irmĂŁ estamos passando o verĂŁo com eles.â Deu de ombros para aquilo e a cada passo que dava e via algo diferente anotava no diĂĄrio. âOlha, eu superei o fato de ter presenciado um apocalipse e minha famĂlia e meus amigos quase morreram por causa de uma pirĂąmide caolha escrota.â Lembrar-se de Bill mexia com seu consciente, porĂ©m bem, mais bem lĂĄ no fundo sentia falta daquele idiota. Seus dias viraram monĂłtomos depois que conseguiu se livrar de Cipher. âE estamos todos aqui, nĂŁo? Relaxa, cara. Sei me virar. Qualquer coisa a gente sai correndo.â Riu.
     âą. â *.ž  â acho que faz mais sentido agora. â o menino pensou alto, satisfeito do moreno ter se prestado realmente a esclarecer algo sobre a sua vida para um desconhecido. nĂŁo que fossem completamente estranhos agora-- porque aparentemente teriam que confiar um no outro para avançar ali dentro, tambĂ©m. talvez acabasse ganhando mais um amigo no fim de toda aquela coisa. frost nĂŁo tinha muitos deles.  â apocalipse, pirĂąmide caolha...? isso soa intenso. â comentou, devaneando, por um segundo, sobre visitar a tal gravity falls um dia. quando nĂŁo tivesse nada pra fazer. â correção, vocĂȘ sai correndo. nĂŁo sei se vocĂȘ nĂŁo viu atĂ© agora, mas meus pĂ©s nĂŁo estĂŁo tocando o chĂŁo. â admitiu, despreocupado; jĂĄ que, para que aquele garoto conseguisse vĂȘ-lo, ele jĂĄ deveria saber quem era e o que era. ou era o que geralmente acontecia.