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(BILL SKARSGARD, 34 anos, ele⁄dele) Atenção, atenção, quem vem lá? Ah, é [ERIK COLEMAN], da história [O FANTASMA DA ÓPERA]! Todo mundo te conhece… Como não conhecer?! Se gostam, aí é outra coisa! Vamos meter um papo reto aqui: as coisas ficaram complicadas para você, né? Você estava vivendo tranquilamente (eu acho…) depois do seu felizes para sempre, você tinha até começado a [ESCREVER ROMANCES]… E aí, do nada, um monte de gente estranha caiu do céu para atrapalhar a sua vida! Olha, eu espero que nada de ruim aconteça, porque por mais que você seja [PERSPICAZ], você é [POSSESSIVO], e é o que Merlin diz por aí: precisamos manter a integridade da SUA história! Pelo menos, você pode aproveitar a sua estadia no Reino dos Perdidos fazendo o que você gosta: [Escrevendo livros de romances que nunca viveu ou irá viver, e administrar sua livraria].
Resumo - background:
Erik não teve uma vida fácil, mas quem poderia ter nas condições em que cresceu? Abandonado muito jovem, teve que se virar desde muito cedo, aprendendo uma coisa aqui e ali. Foi ilusionista por um tempo, arquiteto por outro, cantor de ópera e agora apenas um escritor de romances. Se perguntarem por aí, todos vão dizer conhecer a história de Erik, ou melhor, do fantasma da ópera. Mas acredite, ele tem uma versão bem diferente dos fatos. Costuma ser bem reservado, escuta bem mais do que fala e tem dificuldade em se aproximar e confiar nas pessoas. Mas, depois que se acostuma, pode demonstrar ser uma pessoa minimamente interessante em se conviver, é polido, educado, atencioso... uma ótima pessoa. (Até a página dois)
Conheça a Dusty Books:
Uma livraria com os mais repletos livros: romances, ficções, policiais e claro: contos, muitos e muitos contos numa sessão especial dedicada apenas para eles, no subsolo. É lá, também, que Erik costuma escrever em suas horas vagas. A livraria tem ar intimista, com iluminação em tom morno, paredes em marrom terra, verde e um pouco de cinza, que aumentam a sensação de estar num lugar antigo, um tanto empoeirado como o próprio nome propõe. Dizem por aí, que alguns contos parecem estar alterados, como se fossem capazes de levar o leitor para uma viagem bastante… vivida dentro deles. Erik não nega e nem afirma, pois no fim, isso acaba atraindo as pessoas para sua loja, e quem não gosta de uma boa clientela?














