Sou otimista pela mulher que serei em 2026 — que ela seja feliz, saudável e amada, e que viva uma vida tranquila, leve e cheia de sentido.
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❤️
Valeu natalina ❤️✨🎄

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“É que ninguém me tira os sorrisos que você me tira, e não existe nada melhor do que dividir o riso com você. Eu sinto que a tua alma se mistura com a minha quando nossa felicidade entra em sintonia. ❤️”
“Acredito em interesse à primeira vista. Amor, não. Ele vem com o passar dos dias, com a convivência, com os segredos ao pé do ouvido, com as revelações diárias, com a aceitação do outro exatamente como ele é: imperfeito.””
— Clarissa Corrêa.
Nunca gostei de sinais confusos.
Nunca soube brincar de esconde-sentimento, nem mendigar migalhas de atenção.
Se eu amo, é inteira — corpo, entrega, ruína.
E talvez seja esse o meu erro recorrente:
permitir que me desmontem devagar,
como quem abre uma caixinha frágil só pra ver o que sobra dentro.
Mas comigo sempre foi simples:
se for vir, venha inteiro.
Não traga sobras, não traga medos escondidos no bolso,
não apareça com saudades antigas me rondando a porta.
Eu não sei lidar com quem chega dividido —
uma parte em mim, outra perdida em memórias que não me pertencem.
Nunca fui de correr atrás.
Não por orgulho, mas porque já me ajoelhei demais diante de amores que não souberam ficar.
Recolhi pedaços de gente tentando costurar o impossível,
e no fim, quem faltou fui eu.
Quero um amor que não fuja dos meus silêncios,
que não se assuste com a bagunça do meu peito,
que não me ame pela metade do tempo.
Mas sei que talvez isso exista só na borda do quase —
onde ninguém permanece por muito tempo.
Então, se um amor quiser chegar, que chegue completo ou não chegue.
Eu não vou perseguir sombras.
Ou é inteiro, ou é nada.
E eu, que já sobrevivi ao nada, não tenho mais medo dele.

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amanhã eu volto a ser forte,
amanhã volto a ser sã,
amanhã, talvez, eu volte a lutar.
mas hoje,
hoje não.
hoje me deixo desabar,
me deixo desistir.
Ando aprendendo a dançar na chuva com a minha tempestade interna.
Quem me dera sentir paz florescendo por dentro.
Meu coração é uma bomba-relógio, pulsando ansiedade e desejo.
Anseio ser correspondida, anseio vestir o sorriso sincero na alma calejada !
carregar nos olhos o brilho que hoje me falta.
Mesmo sabendo que até do avesso, minha alma é força .
Resta-me apenas esperar, pois já confiei a Deus, em oração,
o desejo que guardo no peito —
aquele que nasceu para me completar. 🤍✨
Tô escrevendo pra dizer que essa porra de joguinho de desinteresse tá acabando com o meu psicológico.
Eu tô me esforçando pra seguir em frente, e queira Deus que eu consiga dar a volta por cima — porque aí sim você vai perceber o valor que não enxergou quando me deixou pra depois.”

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Confiar em você é como pular sem paraquedas — e eu já cansei de me preparar pro impacto.
Há dias em que sinto o chão se aproximando devagar, só pra me lembrar que ainda estou despencando.
Não há vento que me segure, nem promessa que me amacie a queda.
Tudo em mim é cansaço — um silêncio pesado, um nó que não se desata.
Eu queria acreditar que alguém me seguraria, mas até meu próprio reflexo parece cansado de mim.
As horas passam arrastadas, e o coração bate por costume, não por esperança.
Tem algo de bonito na ruína, dizem. Mas eu só vejo o pó.
O amor virou um quarto escuro onde tropeço em lembranças que doem demais pra serem tocadas.
Sinto falta de mim antes de te conhecer — daquela ingenuidade que ainda achava que amor era abrigo.
Hoje entendo: amor também é precipício.
E você… você foi o empurrão mais suave que já me deu vertigem.
Talvez eu nunca tenha aprendido a cair direito.
Talvez eu só tenha me acostumado ao susto.
A vida anda fria, e eu já nem tremo mais.
Sorrio às vezes, mas é só reflexo — como o eco de uma risada antiga.
Você levou o calor, deixou as cinzas.
E eu fico aqui, tentando encontrar poesia no que sobrou.
Porque se eu parar de escrever, talvez eu pare de existir.
E, no fundo, talvez seja isso que mais me assusta:
a queda nunca foi o problema — foi o costume de cair sozinha.
Você não foi amor.
Você foi desperdício.
Eu te dei tudo e você só sabia morder a mão que te sustentava.
Você se acostumou a me ver sangrar por você.
Eu coloquei casa, corpo e alma, e você só trouxe ruína.
O que você chama de afeto, eu chamo de fome de destruir.
Você nunca me amou — só amou o poder de me diminuir.
Você me ofereceu o vazio como quem oferece um presente.
E eu, cega, aceitei.
Eu deveria ter visto: você é ausência disfarçada de homem.
Um erro com nome e endereço.
Uma soma de mentiras, pausas frias e outras bocas.
Você é o desdém que eu enxuguei no travesseiro.
É a arrogância que me fez duvidar de mim.
Mas acabou.
Hoje eu digo sem tremer: eu sou melhor que você.
Muito melhor.
E você sabe disso, por isso tentou quebrar o que eu era.
Quis me ter pequena, apagada, calada.
Falhou.
Agora, quando alguém disser seu nome, eu vou lembrar:
Você não é nada. E nunca foi.