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@cygnus-sirius
EUPHORIA: 1x04, “Shook One: Pt II”

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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🎀 give my muse a gift (yeri)
to @warlocks-yeri
Era estranho como agora ele se sentia seguro no território da Warlocks. Aquele era o último lugar onde poderia encontrar pessoas com boas relações com a Orion e só isso já era um alívio enorme para Minsoo, que ficava bastante satisfeito quando alguém lhe mandava fazer alguma entrega na oficina, já que era uma oportunidade de sair de casa sem ter que se preocupar muito com quem encontraria. Claro, sua razão principal para gostar de ir ali não era bem essa, mas tinha nome, sobrenome e um sorriso que o rapaz tinha aprendido a apreciar e que o deixava estranhamente com saudades quando ficava muito tempo sem ver. Ele não era lá o cara mais romântico do mundo, tampouco acreditava que paixão ou amor de fato existissem, mas se sentia bem na companhia de Yeri, gostava de como ela o fazia se sentir quase como um cara normal cujas maiores preocupações eram coisas mundanas como garotas e coisas assim. Gostava de como o sorriso dela lhe dava borboletas no estômago e de como estava quase começando a pensar que poderia confiar em alguém de novo. Quase. E por isso, quando lhe mandaram fazer uma entrega da Cygnus no QG da gangue dela e ele passara na frente de uma floricultura, Sirius comprara uma rosa para levar para ela. Era um presente bobo e ele se sentia como um maldito adolescente, mas ela era sempre tão doce com ele que não lhe custava nada fazer uma gentileza. Depois de entregar o que deveria ele procurou por ela e abriu o sorriso mais sincero e nervoso que tinha, por dentro desejando que ela não achasse graça daquela bobagem que ele estava fazendo. “Hey. Eu… Aproveitei que ia ter que passar aqui pra ver como você está.” cumprimentou, envergonhadamente coçando a própria nuca e tentando não parecer tão inseguro.
love is love
cygnus-danny:
Dakho adorava passear com Hansol e apesar de preferir a companhia da mãe do garoto — tinha seus motivos — tinha se acostumado a dividir esse tempo também com Sirius. Apesar dessa sendo tão difícil de conseguir, já que parecia que a maioria dos motivos para tirá-lo de casa não eram válidos. E gostava da companhia do amigo, conversavam sobre coisas aleatórias, enquanto distraiam o pequeno, cada um segurando suas mãozinhas de um lado. Estavam simplesmente se divertindo de uma forma comum, longe de toda a confusão que geralmente envolvia suas vidas. E em como a maioria dos passeios com o garoto, obviamente pararam para tomar sorvete, a mãe dele costumava dizer que mimava o menino, mas não era como se pudesse controlar isso de qualquer forma. Uma risada escapou de seus lábios ao ver a camisa de Hansol e a careta do amigo. “ Mini provavelmente vai nos matar simplesmente por ter dado sorvete para ele antes do jantar.” O seu olhar seguiu para onde ele indicava, e deu de ombros. “ Sim, esses lugares geralmente tem entre meio os banheiros… As vezes meio cheio.” Se abaixou e pegou o mais novo no colo. “ Vamos lá mudar esse estilo garotão.” Caminhou ao lado do outro até o local, indicando com a cabeça. “Ali ao lado do banheiro feminino.”
“Ela não precisaria saber dessa parte.” torceu o nariz, antes de dar uma risadinha travessa. Ele não costumava mimar o garoto daquela forma sem que Mini soubesse, mas de vez em quando não fazia mal. Enquanto Dakho pegou o menino no colo, Sirius procurou a camiseta dentro da mochila e por um minuto analisou se combinaria com o restante da roupa. Não queria o guri andando por aí parecendo um palhaço. Então seguiu o outro até o trocador, franzindo a testa ao perceber que havia uma mulher trocando um bebezinho de colo. Mas eles esperaram e quando ela terminou e deixou o lugar livre Sirius agradeceu a ela polidamente. “Que horas são? Será que dá tempo de passar no mercado antes do jantar? Ele não comeu nada de verdura hoje e lá em casa tá quase sem nada.” murmurou para si mesmo, calculando mentalmente o horário. “Nem adianta me olhar com essa cara, garoto. Tem que comer verdura sim, Você não disse outro dia que queria crescer e ficar forte igual ao Dakho hyung? Então.” riu, antes de virar-se para o outro adulto. “Coloca ele aí em cima.”
if the sky comes falling down for you, there’s nothing in this world i wouldn’t do
orion-taeoh:
Não foi necessário muito tempo para ouvir a voz do mais novo e logo ver a figura do mesmo vindo em sua direção. Um sorriso que há muito tempo ele não abria surgiu em seus lábios, o abraço se tornando apertado instantaneamente assim que chegaram ao encontro um do outro. “Desgraçado.” Disse com euforia, os olhos transbordando de felicidade e alívio. Dentre todos os irmãos Taeoh tinha um contato diferente com Minsoo, um elo forte e protetor. Não que não fosse protetor com os outros, mas com o garoto era diferente. De algum modo o sentia mais próximo de si, mais próximo do seu verdadeiro eu, o mesmo que já estava escondido no lugar mais ; e talvez isso se desse ao fato de ter feito a figura paterna na vida dele. “É bom você me respeitar, pirralho, eu ainda sou seu irmão mais velho.” Riu, afastando-se enquanto o segurava pelos ombros apenas para encará-lo, os olhos marejados entregando sua emoção por estar ali com ele. “Puta merda, olha só pra você! Cadê aquela cara de nerd que você tinha?” O abraçou novamente, dessa vez enfiando a cabeça no ombro do mais novo, o ar melancólico instaurando-se e fazendo com que as lágrimas escorressem por seu rosto, ocupando pouco a pouco o espaço do riso. “Eu estava tão preocupado. Tão preocupado e tão culpado. Eu sonho com você desde aquele dia e não consigo passar uma porra de um dia sem me perguntar como você está, ou o que está fazendo, ou se está seguro.” Fez uma pausa, precisando daquilo para engolir a vontade de chorar de verdade. “Me perdoa, Buzz.” Pediu com toda a sinceridade que havia dentro de si. A responsabilidade que sentia à respeito dele fazia com que a culpa o consumisse cada vez mais.
O mais novo não conseguiu evitar a risada ao ouvir o xingamento, um alívio tão grande lhe percorrendo por finalmente estar na presença do irmão, que o fazia se sentir feliz como não ficava em muito tempo. “Já está com quantos anos, Tae? 50? Vou começar a te chamar de ahjussi.” brincou, a sensação de familiaridade o fazendo pensar que era quase como se nunca tivessem se separado por um dia sequer. Minsoo riu novamente com o próximo comentário, dando de ombros de forma contida, um tanto sem graça. Era mesmo injusto que mesmo que Taeoh soubesse que ele estava vivo, os dois não pudessem se ver quase nunca. Mas claro, era mais seguro (para eles e para o resto da família) que as coisas fossem dessa forma. “Acho que morrer fez de mim um cara durão.” respondeu, estufando o peito, antes que o abraço repentino enchesse seus olhos de lágrimas novamente. E então ele ouviu as palavras do irmão, aos poucos a graça do reencontro dando lugar à toda a tristeza que ele sentia por estarem naquela situação. Doía, e como doía, que dois irmãos tão próximos tivessem que passar por uma coisa tão sórdida apenas para que ambos continuassem vivos. Doía, e como doía, que o mais velho tivesse que carregar uma culpa que não era dele e que o mais novo tivesse que carregar o fato de não poder simplesmente viver. Doía como o inferno, como o diabo que era o pai dos dois e todas as suas decisões imundas. “Eu estou bem, Tae. Estou vivo, estou em boas mãos.” respondeu, a voz embargada pelo choro. Bem não era exatamente a palavra mais adequada para seu estado, mas o jovem sabia que estava melhor agora do que antes. “Não me pede pra te perdoar quando você só fez o que precisava, imbecil.” reclamou, aborrecido porque sabia que o outro sentia uma culpa que não deveria. “Se não fosse por você eu nem estaria aqui agora, não é? Nunca te culpei por nada, irmão. E eu que deveria te pedir desculpas por terem te colocado nessa situação por causa das coisas que eu fiz.” deu de ombros, soltando-se do abraço para olhar para o rosto do outro por um instante. “Como estão as coisas? estou contando com você pra não deixar a Orion desgraçar a vida dos nossos irmãos como já desgraçou a nossa.” pediu, embora soubesse que aquele talvez não fosse um pedido muito justo; quando se tratava da família Son, a influência da gangue era muito maior do que qualquer um dos dois poderia controlar. “Queria poder estar com vocês e ajudar de alguma forma.”
the walter white to my jesse pinkman
Sirius ainda estava se acostumando à Cygnus. Quando forjara sua morte, de primeira ele achou que jamais se envolveria com outra gangue. Mesmo que tivesse seus muitos motivos para odiar a Orion, ela ainda era sua família e pessoas muito importantes para ele ainda estavam lá. Contudo, ele precisava de proteção e era muito mais fácil conseguí-la se filiando a outro grupo. A Cygnus o recebera de braços abertos e embora pouquíssimas pessoas lá soubessem sobre sua verdadeira história, aos poucos ele começava a se sentir em casa com muitos dos outros membros. @cygnus-naked era um desses. Enquanto começara a aprender sobre o processo de fabricação das drogas, o jovem teve de se aproximar bastante dos outros fabricantes e no início ele subestimara um pouco a inteligência do outro, afinal ele tinha um jeitinho tão engraçado que não parecia o grande gênio que os outros diziam que era. Mas, de fato, o rapaz tinha uma inteligência que deixara Minsoo de queixo caído. E daí pra frente a amizade dos dois cresceu. Quando chegou no laboratório improvisado da gangue naquele dia, Sirius estava cheio de ideias. “Então, o que vamos fazer hoje? Tô animado pra fazer alguma coisa que deixe todo mundo doidão.” riu animadamente.

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Ser um Son podia ser considerado quase como uma maldição; eles eram uma família amaldiçoada pelo diabo encarnado na forma de seu próprio patriarca. E, apesar de todas as monstruosidades que Taeoh sabia que Rigel seria capaz de fazer - e que fazia - ele não esperava pela ordem de matar @cygnus-sirius. Sinceramente não se surpreendia com o fato do seu pai ter o mandado matar um irmão, mas se surpreendia porque achou que quando isso acontecesse o escolhido seria o ilegítimo Heejun, e não o segundo caçula. Pensar que um homem daquele, que era capaz de mandar um filho matar o outro, era seu pai o deixava completo por fúria e frustração, o medo de tornar-se tão cruel quanto ele o assolando mais e mais a cada dia que passava. Contudo, mesmo não sendo uma pessoa assim tão boa, Taeoh jamais mataria um dos seus, especialmente um que ele amava tanto. O encontro com o jovem foi marcado muito tempo depois da morte forjada, e o homem não poderia estar mais ansioso para encontrar o irmão e pedir-lhe desculpas por tudo o que aconteceu, sentindo-se responsável pelo ocorrido. Por mais que tenha feito o seu máximo para ajudá-lo ele sabia que não fora o suficiente, e isso o torturava todos os dias, assim como não saber o que se passava com o outro. “Buzz?” Chamou ao chegar ao local de encontro, esperando que ele já estivesse lá.
Os últimos meses tinham sido uma verdadeira montanha russa na vida de Minsoo. Todo o tempo que passara sozinho havia lhe servido para que ele repassasse mentalmente sua vida e sua família incontáveis vezes e hoje ele já nem sabia mais quantos motivos tinha para odiar a maldita Orion e seu maldito pai por amá-la mais do que amava aos próprios filhos. Mas mesmo por baixo de todo o ódio, havia a saudade. Era nos irmãos que ele encontrava o afeto de que sempre precisara e era em Taeoh que ele encontrava uma figura de pai. Sempre tinha sido. E o erro de Rigel tinha sido achar que sua autoridade era maior que o laço dos dois, que o irmão mais velho realmente faria o que ele mandasse a qualquer custo. Minsoo seria eternamente grato ao mais velho por ter salvado sua vida tantas vezes, mesmo quando ele mesmo não queria viver, e estava com tantas saudades dele, que nem o medo que ainda tinha de sair de casa o impediria de ir àquele encontro. Então ele foi, com um maldito boné e uma máscara que ele tirou da cabeça assim que chegou ao prédio em ruínas onde ele costumava andar de skate com os amigos quando era adolescente; quando tudo era tão mais fácil. Chegou uns bons minutos antes por estar ansioso demais para esperar a hora marcada escorou-se numa parede, encarando os próprios pés e esperando o tempo passar. Ouvir a voz do irmão chamando-o pelo apelido de infância que só ele usava fez os olhos do jovem instantaneamente se encherem de água, ainda que tentasse disfarçar. “Filho da puta.” riu “Não acredito que já tô chorando e nem vi sua cara direito ainda.” continuou, ao que se virou para ir ao encontro dele, lhe dando um abraço tão saudoso e desesperado quanto mereciam.
love is love
Apesar de ainda estar saindo muito pouco, Sirius sentia uma satisfação enorme quando podia levar Hansol para passear. E de certa forma ele já tinha se acostumado a dividir frequentemente aquela responsabilidade com @cygnus-danny e os dois o faziam com uma naturalidade tremenda. Enquanto andavam no shopping conversando sobre coisas aleatórias, cada um dos dois segurando uma das mãozinhas do garotinho, ele de fato se sentia como uma pessoa quase normal. Era estranho parar para fazer coisas mundanas como comprar sorvete, mas ali estavam e ele não pôde evitar torcer o nariz quando viu que o menino havia derramado sorvete de chocolate na própria camiseta, deixando-a cheia de manchas. “Vamos ter que trocar essa camisa, hein big boy? Se a mamãe ver que te deixamos assim ela mata a gente.” riu, voltando o olhar para o mais velho. “Acho que tem um fraldário ali, né?” perguntou, meneando com a cabeça em direção a uma placa que levava aos sanitários, já pegando a mochila do menino e fuçando pra ver se tinha outra roupa lá dentro. “Sabia que tinha uma camiseta aqui. Vamos lá?”
“Hmmm, não, acho que você se enganou, nunca te vi antes.”
Son Minsoo, or Sirius: the boy who came back from the living dead◝
Sendo filho da família fundadora da Orion, Minsoo sempre soube que de alguma forma teria que seguir a carreira de gângster. Pouco interessado em ser muito social, ou em se envolver com outras atividades, ele aprendeu o que precisava para se tornar um Hacker profissional e exercia essa função com maestria. No entanto, sua amizade com Seo Chanyeol mudou tudo. O rapaz, que era infiltrado na Orion, foi descoberto e acusado de traição, o que segundo o código da gangue lhe garantiria uma pena de morte como punição. Minsoo, sabendo daquilo, tentou bolar um plano para ajudar o amigo a fugir, mas falhou e acabou sendo acusado também de traição, o que fez com que seu pai mandasse o atual líder da gangue (Taeoh, ou Lupus) matá-lo. Sendo muito próximos, os dois irmãos fizeram um plano para que o mais novo se escondesse e agora, mais de um ano depois, ele retornou como Sirius, fabricante de drogas da Cygnus.
C U R I O S I D A D E S:
Seu codinome de fato veio de seu personagem favorito de Harry Potter, Sirius Black; apesar de ser fabricante, Sirius não tem o costume de usar as drogas produzidas pela Cygnus, fazendo-o muito raramente; ele passou o tempo que estava escondido vivendo no apartamento de Choi Miyoung (Mini) e até hoje os dois são colegas de quarto; ele ainda trabalha como hacker por conta própria e faz alguns serviços por fora para ganhar dinheiro e se manter; apesar de não ser fã de drogas pesadas, frequentemente ele pode ser visto fumando baseados ou cigarros de palha; ele tem uma tatuagem de caveira com a frase “MEMENTO MORI” (algo como “lembre-se que você é mortal”) por cima da antiga tatuagem da Orion.
are you there? (jacket shooting) // minhyuk

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