"bloom!" deu um grito exagerado quando encontrou a amiga no meio da multidão, dando um abraço apertado nela, como se não a visse a muito tempo. "eu achei que nunca mais veria você de novo." respirou fundo, o tom de voz levemente arrastado denunciava sua embriaguez e também explicava o motivo de estar agindo de forma tão exagerada, entrando em choque com a sua personalidade contida do dia a dia. "vamos! você tem que cantar olivia rodrigo comigo no karaokê!" ela riu, animada. "quero muito cantar drivers license e fingir que estou sofrendo de amor por alguém!" // @cvllmebloom
tapou os ouvidos quando ouviu o grito que saiu de sylvia, mas acabou soltando uma leve risada enquanto lhe retribuía o abraço. "quanto drama, não é como se tivesse morrido" comenta, mas ainda leva um sorriso nos lábios. "embora eu poderia ter morrido de fome, você viu o tamanho dos aperitivos daqui?" a indignação poderia ser até palpável para bloom e ela soltou um suspiro. bloom não era de beber, ainda mais em festas como aquela, mas trazia um pequeno copo nas mãos. soltou outra risada com o comentário dela. "tudo bem, vamos cantar o que você desejar. é sempre bom fingir que está sofrendo de amor, pode ser ainda mais realista se você chorar um pouco. o quanto você já bebeu? tava na competição de beer pong? vi umas pessoas que saíram meio... alteradas demais de lá."
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
De óculos escuros na cara, blusa preta colada e músculos definidos conforme remexia na geladeira das O.K, Harvey Marshall não percebeu a presença de MUSE se aproximando, estava ocupado demais roubando comida das patricinhas. O estudante de medicina não era chegado em bebidas ou outros tipos de substâncias, dizia que afetariam seu histórico de atleta perfeito.
A figura loira e alta se virou no mesmo instante em que roubava um dos iogurtes das omegas, levando uma colherada generosa à boca. Ao perceber MUSE o observando, Harv franziu o cenho, terminando de engolir o doce.
— Não te deu fome essa bagunça aí fora também não? Elas escondem o melhor aqui dentro, olha. Abre a geladeira! Tem até um champanhe francês de alta qualidade aqui. Te ajudo a roubar se não contar que eu tô inspecionando a alimentação delas aqui. Trato feito?
nem era a sua fraternidade e ela não se importou de ver o outro roubando comida, porque era exatamente isso que bloom ia fazer também, quando entrou na cozinha. o que lhe chocou, porém, foi ver que a figura que o fazia não tinha cara de ladrão e isso a chocou ainda mais, porque nem sabia que ladrão precisava ter cara. se recostou no balcão esperando que o outro saísse de perto da geladeira para que ela pudesse se aproximar e roubar alguma coisa também, estava realmente morrendo de fome. só os aperitivos não eram nada. "eu aceito a oferta, porque estou morrendo de fome, parecem passarinhos comendo só coisas minúsculas" comentou revirando os olhos. "o que mais tem aí dentro? estou quase pedindo um mcdonald's para entrega, não posso mentir pra você. se tiver alguma coisa que valha a pena aí dentro, podemos até dividir."
sabrina não ficou mais do que quinze minutos com a máscara da fantasia, afinal, por que iria esconder a maquiagem que ela fez? a garota estava no quintal, em pé, do lado da cabine de karaoke, um copo de uma bebida cor de rosa neon na mão. o olhar de crawford era entediado enquanto ouvia um garoto da beta phi se gabar sobre os feitos que dele em algum esporte que, sinceramente, a garota não prestou atenção, ela apenas acenava com a cabeça e revirava os olhos, se perguntando se aquele cara sabia que tortura psicológica não era entretenimento. foi quando sabrina viu alguém de aproximando e, rapidamente, ela ergueu uma mão, parecendo estranhamente animada. "muse! finalmente!" o tom era contente enquanto a patinadora se afastava do rapaz e se aproximava do recem-chegade. "eu estava louca te procurando. meu deus. você sabe que eu detesto atrasos." ela continuou, passando um braço preguiçosamente ao redor dos ombros de muse. "estava te esperando para cantarmos juntes. exile, sabe? da taylor swift. você prometeu!" e então, com uma voz baixa. "entra no clima e eu te conto aonde tem um cheque de duzentos dólares na caça ao tesouro."
pra falar a verdade era difícil encontrar qualquer pessoa naquela multidão, pelo menos do lado de fora era mais fácil de respirar, mesmo em meio a fumaça dos cigarros dos alunos. era talvez seu terceiro ano na faculdade e mesmo assim ainda ficava meio perdida naquela festa, ainda mais porque não era exatamente o ambiente em que ela estava acostumada. o lugar mais legal, sem dúvida, era a cabine de karaoke e parecia estar com uma fila infinita, bloom odeia filas. revirou os olhos e ia saindo de fininho, quando foi basicamente puxada para perto de sabrina, que parecia entediada enquanto algum garoto aleatório falava alguma coisa igualmente aleatória para ela. bloom se compadeceu antes mesmo do cheque de 200 dólares chegar a conversa e havia decidido entrar na dança. "desculpe, a fila do banheiro estava enorme, acho que tinha um casal se pegando lá dentro, ou alguma coisa assim" franziu o nariz levemente, a parte da fila era mentira, mas a do casal não, bloom viu o casal entrando pouco depois que ela saiu. "claro, estava te procurando nessa multidão, estou pronta!" ela nem conhecia aquela música, não era muito fã de taylor swift, mas talvez dizer isso em voz alta a fizesse ser expulsa... da faculdade. "vamos, antes que a fila dobre de tamanho!"
ayliz conseguiu entrar na festa com a boa e velha falsificação, basicamente apenas comprando um dos convites falsos que estavam vendendo pela universidade. a parte ruim: ela odiou a escolha da própria fantasia, mas não tinha muito o que fazer além de improvisar. a turca poderia ter, sei lá, ido de uma das monster high? talvez, mas iria exigir muito trabalho, e a última coisa que ayliz queria era trabalhar. nah, ela estava ali para se divertir, e era exatamente o que estava fazendo naquele momento. ayliz sorria abertamente, em pé de frente para uma das mesas de beer pong, os copos vermelhos cheios das piores misturas de bebida alcoólica que um ser humano normal poderia imaginar. a líder de torcida havia entrado numa competição com um dos caras do dormitório, e errado apenas em momentos estratégicos: no copo de vodka com coca-cola e no copo de energético com whisky. o adversário dela, por outro lado, apenas desistiu depois de tomar pelo menos cinco copos com misturas que ele nem tentou entender. "franguinho." ayliz disse em um tom alto e risonho enquanto o rapaz se afastava aos tropeços. ela se virou então para a pequena plateia, o sorriso tão largo que quase rasgava a cara dela. "e então? quem é o próximo? aproveitem que a mamãe aqui está só começando."
na verdade bloom nunca entendeu muito o objetivo do beer pong, achava uma competição meio sem nexo e não podia ser tão difícil como os jogadores deixavam aparentar, além de ser, claramente, uma desculpa pra beber qualquer coisa, o que parecia meio perigoso. não ia jogar, mas estava minimamente entretida vendo a partida acontecer, precisava admitir que a mulher era realmente boa. "tenho dó da próxima pessoa que te enfrentar, essa que é a verdade" comentou com ayliz, sorrindo para ela. "o que você está colocando nessas bebidas? parece que o guri vai vomitar a qualquer momento" aponta com a cabeça para o homem que havia acabado de sair da mesa de beer pong, depois de ter perdido a partida.
˛ ⠀ * ⠀ ౨ৎ ⠀ ⸻ olivia apoiou os cotovelos no balcão do bar, o olhar levemente divertido enquanto observava um barman - ou melhor, zumbi - encharcar um rapaz insistente com a mangueira de alta pressão. o som das risadas se misturava ao grave da música, e o ar cheirava a álcool doce e fumaça artificial. ela girou a taça de drink roxo nas mãos, observando o líquido borbulhar de maneira quase teatral, como se o próprio halloween tivesse decidido brilhar por dentro do copo. "pelo menos alguém está mantendo os padrões da casa," comentou, o tom de voz tão leve quanto o sorriso enviesado que brincava nos lábios. quando percebeu a aproximação de alguém, arqueou uma sobrancelha, o sorriso voltando aos lábios. "vai pedir uma água também?" perguntou, num tom entre o desdém e a provocação. "posso te garantir que é uma péssima ideia."
era tão divertido ver as pessoas desesperadas depois de ter os trajes molhados pelos zumbis/garçons, que a própria bloom pedia para alguém ir até o bar pedir água de vez em quando, só pela risada. aquele era o caso no momento. o garoto era claramente um calouro, talvez doido para conseguir alguns contatos com alunos veteranos ou, em última hipótese, ele podia mesmo ter achado bloom atraente, qualquer que fosse o caso, bloom se aproveitou e quase se mijou de tanto rir da situação do garoto. secou os olhos ao se virar para olívia. "cara, acho que essa é a parte mais legal da festa, já é o terceiro calouro que eu imploro por uma água e vejo eles saindo encharcados" comenta com um resquício de risada que ainda tinha, depois suspira, recuperando todo o fôlego e sorri para olívia. "nunca perde a graça."
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
A St. Laurent University tem o prazer de anunciar sua nova aluna, Magnolia Blair Cruz Bloom Whitmore! Ela tem vinte e quatro anos, e parece ser a grande promessa do campus de Relações Internacionais! Aparentemente, ela é americana, e atualmente é um orgulhosa morador da Delta Kappa. Seus colegas dizem que é mimada e mandona, mas também inteligente e resiliente. Estamos ansiosos para acompanhar sua jornada acadêmica!
Quando o bilionário dono de uma das empresas de tecnologia mais famosas do mundo se casou com uma das modelos mais cobiçadas da Victoria’s Secret, o mundo parou. Foi o casamento do século, com todos os luxos que alguém podia desejar e mais. A fortuna combinada dos dois rendeu uma celebração de cinco dias em uma ilha paradisíaca na Grécia, banhada por um mar tão azul quanto as joias que reluziam nas mesas. A lista de convidados era composta pela elite mundial.
A primeira dificuldade que Henry e Geórgia enfrentaram veio com a notícia da infertilidade. Geórgia não podia engravidar por meios naturais, apesar das inúmeras tentativas ao longo dos anos. Henry queria um herdeiro e estava disposto a fazer qualquer sacrifício para isso. Três fertilizações in vitro depois, o teste de laboratório finalmente mostrou um resultado positivo. Mas a natureza, ou o acaso, tinha seus próprios planos: o que seria um bebê acabou se tornando três.
Magnolia Blair Cruz foi a trigêmea do meio, nascida cinco minutos depois do irmão e três antes da irmã.
O nascimento deles virou manchete em todo o mundo. Revistas de celebridades disputaram fotos exclusivas, enquanto presentes de marcas de luxo chegavam de todos os cantos do planeta. Eram os “herdeiros de ouro”, como a imprensa os chamava.
Magnolia cresceu rodeada por tudo o que o dinheiro podia comprar, e por nada do que realmente importava. A mansão onde viveu era feita de silêncio e mármore: sempre perfumada, sempre impecável, sempre pronta para ser fotografada. Os pais, ocupados demais tentando parecer perfeitos, confundiam afeto com aparência. Henry trabalhava até tarde, convencido de que o amor podia ser transferido por meio de presentes. Geórgia, sempre deslumbrante, ensinou à filha que o sorriso devia vir antes do sentimento.
A infância foi marcada por excessos, não de carinho, mas de imagem. O pai comprava o que o amor não supria: brinquedos personalizados, viagens de helicóptero, um quarto que parecia mais uma vitrine do que um espaço infantil. A mãe sorria em todas as fotos, mas Magnolia lembrava que raramente a via sorrir quando as câmeras não estavam por perto.
Havia governantas, professores particulares e seguranças. Tudo controlado, monitorado, polido. Os “filhos Cruz” não podiam chorar em público, nem errar, nem demonstrar fraqueza. Tinham que ser a imagem perfeita da família perfeita, mesmo que, dentro da casa, o silêncio fosse quase uma língua comum.
Desde cedo, Magnolia aprendeu a se comportar, a posar, a calar. Tudo era coreografado: o que vestir, o que dizer, o que sentir. A infância passou em meio a flashes e festas das quais mal se lembrava, cercada por adultos que falavam mais com as câmeras do que entre si. Cresceu observando, guardando, tentando entender onde, naquele cenário impecável, ela realmente existia.
Na adolescência, começou a perceber as rachaduras sob o brilho. Havia algo sufocante na perfeição, uma ausência constante de verdade. Enquanto o mundo via uma vida de conto de fadas, Magnolia enxergava uma casa fria e uma mãe que chorava no camarim. Então, ela começou a se afastar: primeiro das festas, depois das pessoas e, por fim, da própria imagem pública.
Passava horas sozinha, escrevendo, desenhando ou apenas observando o céu mudar de cor pelas janelas enormes. Às vezes, sonhava com o anonimato, poder andar na rua sem seguranças, pedir café sem ser reconhecida, ser apenas alguém comum.
E talvez por isso, quando chegou a hora de escolher o próprio caminho, Magnolia quis ir embora. Não por raiva, mas por necessidade. Pela primeira vez, queria descobrir quem era quando ninguém estava olhando.
Como o dinheiro não era um problema para os Cruz, praticamente implorou ao seu pai que lhe desse alguma pequena parte da herança e se inscreveu em uma universidade no Canadá, assim ficaria longe da elite americana e partiu assim que o e-mail de aceitação chegou. Mas tinha um problema, mesmo a distância, o mundo ainda conhecia os trigêmeos Cruz e o sobrenome era pesado demais, então mudou de identidade. Adotou o nome Bloom e o sobrenome de solteira de sua mãe, Whitmore e passou a se apresentar dessa maneira.