SONHEI COM VOCĂ
Sonhei com vocĂȘ.
A princĂpio, nĂŁo era nada demais. Mas como o sonho era meu,
TRANSAMOS

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SONHEI COM VOCĂ
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Boquete no provador
CecĂlia foi uma garota tĂmida, concisa e calma que conheci na internet. Como o bom pervertido que sou, marquei nosso primeiro encontro no cinema do shopping. EstĂĄvamos assistindo algum filme clichĂȘ de terror, porĂ©m cecĂlia jĂĄ desconfiada das minhas intençÔes foi ao encontro vestindo calça jeans preta e uma blusa com um decote pequeno. NĂŁo fiquei nada feliz quando a vi assim, pois tinha pedido (uma brincadeira sutil) a ela para ir de vestido ou saia. Ah, deixa eu contextualizar. CecĂlia Ă© uma garota inteligente, modesta e jĂĄ conversava comigo haviam algumas semanas. JĂĄ havĂamos trocado fotos provocantes, e o que mais me chamava a atenção era a sua boca. Era perfeita!
Quando nos encontramos na frente do cinema, ela me recebeu com um selinho. Provar daquela boca me levou a loucura. Na fila do cinema, abracei ela por trĂĄs e a dei um beijo no pescoço. Quem via a cena poderia atĂ© pensar que era uma atitude fofa e meiga, mas na verdade eu sĂł estava roçando minha rola dura nas costas dela. Ela, muito sensata, se virou e me deu outro selinho, mas com uma cara de safada irresistĂvel.
Pro nosso azar, a sessĂŁo de cinema estava lotada, sentamos nas nossas poltronas e nem percebemos os trailers antes do filme começar, pois estĂĄvamos trocando beijos. Beijos lentos, molhados, quentes. A poltrona era bastante confortĂĄvel, os encostos de braços eram reclinĂĄveis. CecĂlia deitou a cabeça no meu ombro e assistimos um pouco do filme, eu passei meu braço por trĂĄs da cabeça dela e fiquei fazendo carinho no seu pescoço.
Isso durou nem cinco minutos, logo eu teitei colocar minha mĂŁo dentro da blusa dela. Pude sentir seu seio quente, mas ela me deu um tapa na mĂŁo antes que eu pudesse chegar aos bicos e acariciar.
Ela nĂŁo Ă© o tipo de garota santinha, mas Ă© tĂmida demais pra fazer qualquer coisa dentro do cinema. Tentei mais 2 vezes, todas as vezes ela tirou minha mĂŁo, porĂ©m retribuia com um olhar safado e um beijo gostoso. Sussurrou no meu ouvido "aqui nĂŁo, tem muita gente, eles vĂŁo ver vocĂȘ fazendo isso".
Não quis deixa-la desconfortåvel, então tirei a mão de trås do seu pescoço e coloquei em cima da mão dela, que estava na minha coxa.
Entrelacei meus dedos por entre os dela, olhei fixamente nos olhos dela e fui trazendo a sua mĂŁo atĂ© meu pau, que estava duro e latejando. Em nenhum momento cecĂlia tentou recusar a atitude, na verdade, passou a mĂŁo por cima de minha calça afim de sentir toda a minha rola. Passou a mĂŁo duas vezes e recolheu rapidamente, assim que se assustou com um barulho estranho vindo de alguma poltrona acima da nossa. "Ă impossĂvel que alguĂ©m nos veja, cecĂlia", sussurrei no seu ouvido. Ela nĂŁo me respondeu, apenas fitou meus olhos e voltou a prestar atenção no filme.
Em dado momento, coloquei a mĂŁo na sua coxa e acariciei com bastante cautela, pra cima e pra baixo, coloquei meus dedos por entre suas coxas, que estavam apertadas. Ela cedeu abrindo a perna, pude entĂŁo subir a mĂŁo e passar a mĂŁo na sua buceitnha por cima da calça jeans. Ela abraçou meu braço com força, a fim de se segurar para nĂŁo escapar um gemido. Deu uma mordida de leve no meu trĂceps. Dei nela um tapinha na bucetinha, ela forçou a mordida. Entendi que era o seu limite, mais do que isso e ela gemeria no meio da sessĂŁo de filme.
Continuei a fazer carinho na parte interna da coxa, porém sem encostar na virilha. Ganhei uma mordida na pontinha da orelha, que me arrepiou dos pés a cabeça. Senti tanto tesão que queria baixar a calça e foder ela ali mesmo, na frente de todos, sem dó nem piedade.
Mordida na orelha me desmorona.
Senti que ela estava com a respiração levemente acelerada, contendo suas vontades mais Ăntimas.
Pude então tomar a liberdade de colocar novamente a mão por detrås da sua cabeça e dentro da sua blusa, sem que ela removesse.
Ficamos um bom tempo nos beijando enquanto eu apertava seus seios. Cada vez mais eu tentava brincar com o bico do peito, sempre na espectativa de que ela caĂsse de boca no meu pau.
Sussurrei no ouvido dela que queria provar aquela boca de outro jeito, ela retribuiu com um olhar de puta safada. Parecia nĂŁo ter mais medo e nem vergonha, me prometeu que faria o melhor boquete da minha vida.
Estava sendo ótimo sentir ela com a mão no meu pau, mesmo que por cima da calça, enquanto eu a beijava e apertava seus seios. Levei outra mordidinha na orelha, dessa vez mais forte. Paralisei. Não conseguia me mexer, eu estava no ponto måximo de explodir de tesão.
Por trĂĄs dessa carinha de inocente, como pode haver uma garota tĂŁo safada dentro dela?
Assim que o filme terminou, Cecilia me agarrou pela mĂŁo e foi me puxando cinema a fora. Estranhei a sua pressa, mas nĂŁo entendi onde ela queria chegar. "Onde vamos?", indaguei. Fiquei sem resposta. Ela me puxava rĂĄpido, num andar apressado, com uma direção fixa no caminhar. Entramos em uma loja de roupas enorme, passamos por trĂĄs de todas os itens e fomos direto aos provadores. CecĂlia me puxou pra dentro e fechou rapidamente a porta do provador, me empurrou para que eu sentasse no banquinho do provador. Tirou sua blusa e seu sutiĂŁ, deixando os seios completamente amostra. Fitei-a nos olhos, sem acreditar no que via. Imediatamente tentei chupar seus peitos, mas fui interrompido por um dedo na minha boca pedindo silĂȘncio. CecĂla sentou no meu colo, com as pernas ao redor da minha cintura, abraçou-me e tornou a me dar beijos fogosos. Desci os beijos para seu pescoço, atĂ© que pude enfim chegar atĂ© os seus peitos. Chupei-os com toda a vontade que pudia, agarrava-os com as duas mĂŁos, massageava-os e tornava a chupar, olhando nos seus olhos.
Dessa vez, a mordida na orelha veio acompanhada de um sussurro:
"Deixa eu te chupar?"
Ao mesmo tempo que ela falou isso, levantou do meu colo, ficou de joelhos na minha frente e começou a abrir o botão da minha calça.
Eu nada fiz a não ser abrir os braços e ficar completamente relaxado, assistindo isso que eu tanto queria hå dias.
CecĂlia terminou de abrir meu zĂper e começou a puxar minha calça junto da cueca pra baixo. Eu a ajudei, da maneira que pude.
Minha rola purou para fora da cueca, dura feito pedra, latejando, com as veias todas saltadas. Os olhos de CecĂlia brilharam, suas mĂŁos foram nas minhas coxas, enquanto ela olhava bem de perto e sorria para mim vendo como ela tinha me deixado.
CecĂlia, com uma das mĂŁos, agarrou meu pau, tentando fechar a mĂŁo ao redor dele. NĂŁo foi possĂvel. Isso a tirou um sorriso honesto.
Com a mesma mão, começou muito lentamente a massagear meu pau, pra frente e pra trås, vendo ele babar pra ela. Ela usou isso para lubrificar a cabeça do meu pau e me masturbou um pouco mais råpido. Quando sentiu minha respiração começando a ficar ofegante, largou meu pau e foi aproximando com o rosto. Sutilmente foi beijando meu saco, uma bola, depois a outra. Eu jå estava ficando louco, não aguentava mais. Recebi uma lambida no pau, desde o meio do saco até a ponta da cabeça do pau. Confesso que tive que levar a mão a boca para não deixar que escapasse algum gemido.
CecĂlia entĂŁo agarrou meu pau com uma mĂŁo, e lentamente foi colocando sua boca ao redor da cabeça do meu pau. Sensação indescritĂvel de sentir sua boca quente na minha piroca, lentamente, a cabeça entrando, sua lĂngua por baixo, fez questĂŁo de babar bastante.
Enterrou o pau até sua boca encostas a sua própria mão, então ela desceu a mão até minhas bolas e fez um pouquinho de força pra entrar mais.
CecĂlia me chupou lentamente, com toda a calma do mundo. Eu nĂŁo conseguia prestar atenção em mais nada, era como se o mundo nĂŁo existisse mais. Pude sentir meu pau latejando dentro da sua boca, e ela o tempo todo me olhando nos olhos, pedindo por isso.
Meu pau estava completamente babado, escorria pelas minhas bolas e ela descia lambendo e não deixava pingar nada, sempre trazendo de volta para a cabeça do pau e me masturbando enquanto sugava minha piroca com a boca. E que boca!
Ela vinha chupando de ladinho, toda a extensão do meu cacete. Quando chegava na cabeça, fazia råpido, com movimentos rotativos na mão.
"Me dĂĄ leitinho, Rafa. Goza na cara da sua putinha".
Caralho, ouvir isso acabou comigo. Segurei a sua cabeça contra a minha virilha, empurrei o måximo dentro de sua boca. Ela foi 100% submissa, só me olhava nos olhos e não se mexia.
Empurrei a piroca até ela sentir dor na gartanta, então voltei e empurrei novamente.
Fiquei em pé, fiz isso diversas vezes. Ela tentava não tossir para não chamar a atenção de ninguém, mas no fundo eu sentia que ela estava doida pra saber que tinha alguém nos observando.
Tirei o pau de sua boca, bati na sua cara repetidamente, falava que era minha putinha submissa e que iria encher a sua cara de leitinho.
Ela apertava seu seio com uma mĂŁo e massageava minhas bolas com a outra, enquanto abria a boca pra eu bater meu pau na sua lĂngua / rosto.
Segurei sua cabeça com as duas mãos, lentamente movi meu quadril para frente até que minha piroca entrasse minimamente na sua boca, assim que entrou a fodi com força. Empurrava sua cabeça para frente e para trås, fazendo-a minha boneca de satisfazer minhas vontades. Não durou muito, logo senti vontade de gozar.
Tirei o pau da boca dela, dei-lhe um tapa na cara e mandei abrir a boca pra ganhar leitinho.
Gozei fartos jatos no seu rostinho, era porra o suficiente para umas trĂȘs gozadas. Sua cara estava completamente coberta com todo o meu leite, seus olhos nĂŁo podiam abrir por conta disso.
Limpei-a os olhos, escorri com os dedos a porra até a sua boca. Escorri tudo que pude, ela engoliu tudinho. Fez questão de limpar meu pau com a boca. Me deu outro beijo, mas dessa vez agarrando a minha mão e levando até a sua calça. Entendi o recado, coloquei a mão dentro da sua calcinha.
Senti sua buceta pegando fogo, extremamente molhada. Apenas a dedilhei e ela tirou minha mão de dentro da sua calça, levando meu braço até minha própria boca. Me fez experimentar o seu mel, e era doce. Consigo imaginar o quão doce serå chupar essa bucetinha de mel.
CONTINUA!!!
Namorado Corninho
Como todos os sĂĄbados, nos reunimos na sua casa pra pedir uma pizza e ver filme. Seu namorado Ă© meu melhor amigo desde a quinta sĂ©rie. Eu e vocĂȘ se conhecemos atravĂ©s dele. VocĂȘ sabe que ele nĂŁo Ă© um cara de muitos amigos, e cultiva os que tem. Bom, estĂĄ um dia frio, entĂŁo depois da pizza tomamos uma pequena taça de vinho pra esquentar. Enfim. VocĂȘ sempre desconfiou do jeito que eu te reparo. JĂĄ me flagrou olhando pra sua bunda algumas vezes, de canto. TambĂ©m jĂĄ percebeu quando olho seus peitos por entre sua blusa nas vezes que vocĂȘ se abaixa. VocĂȘ se aproveita disso, Por isso nunca usa sutiĂŁ em casa. Por esse motivo me dei o direito de vir na sua casa usando calça de moletom e sem cueca. A cena Ă© essa. Estamos nĂłs trĂȘs no sofĂĄ, vendo filme, com uma taça de vinho na mĂŁo. VocĂȘ estĂĄ sentada no meio, seu namorado do seu lado esquerdo e eu no seu lado direito.
Me levanto pra ir ao banheiro. LĂĄ dentro, ajeito meu pau na calça de forme que faça o maior volume possĂvel, sĂł pra chamar sua atenção. LĂłgico que eu nĂŁo estava de pau duro. Passo caminhando lentamente na sala, mexo na cabeça do pau, inofensivo, mas o suficiente pra chamar a sua atenção e vocĂȘ olhar pro volume, depois dentro do meu olho. Beleza, atĂ© aĂ foi tranquilo. O problema mesmo começou quando houve uma cena erĂłtica no filme. Eu fiquei ereto, mesmo que nĂŁo quisesse. Como havia deixado o pau de uma forma que fizesse volume, ele estava apontando pra frente da calça. Ou seja, estando sentado, ele aponta pra cima. LĂłgico que vocĂȘ notou que eu estava ereto (atĂ© por que vocĂȘ olhou pra coberta procurando o volume). Quando percebeu, as pontas do seu peito saltaram e marcaram sua camisa. VocĂȘ retribuiu o show de exposição puxando a camisa, deixando o peito bem marcado e dando uma apertadinha com os dedos. Olhou pro seu namorado, vidrado no filme⊠Olhou pra mim, percebeu que eu estava olhando de canto de olho seu seio marcado e tentando ajeitar o pau na calça, de uma maneira que nĂŁo fosse tĂŁo explĂcita. Foi meio difĂcil. VocĂȘ viu tudo. Viu eu colocando a mĂŁo dentro de calça, viu eu puxando pro lado, ajeitando. Eu atĂ© tentei deixar a coberta esticada pra nĂŁo reparar, mas como estĂĄvamos usando uma sĂł coberta pra nĂłs trĂȘs, vocĂȘ soltou um pouco seu lado e nĂŁo tive como esconder Enfim. nĂŁo entendi quando vocĂȘ tambĂ©m colocou sua mĂŁo dentro da coberta, mas vocĂȘ estava agindo com tesĂŁo na cabeça: De forma discreta, colocou sua mĂŁo por dentro do seu short de pijama e passou sua mĂŁo na bctinha. AĂ vocĂȘ fez a maior safadeza que eu jamais pude imaginar: Esfregou seu dedo molhado no meu braço. Seu melzinho delicioso estava marcado no meu braço, e eu nessa hora sĂł queria lamber meu braço. Eu respirei fundo, sem acreditar no tamanho da sua safadeza e audĂĄcia. Sempre te achei tĂŁo sĂ©ria e comportada. Descobri que na verdade vocĂȘ Ă© uma putinha! Tive certeza absoluta quando vocĂȘ puxou minha mĂŁo suavemente pro meio das suas pernas, e puta que pariu. Sua bct estava pegando fogo, exatamente como imaginei. PorĂ©m confesso que nĂŁo imaginava que estaria tĂŁo molhada. Encharcada! Eu nĂŁo podia chamar muita atenção com movimentos bruscos. Tudo que pude fazer foi deslizar suavemente meu dedo indicador em cima do seu grelinho. Qualquer coisa diferente disso mexeria a coberta e seu namorado perceberia na hora, afinal de contas, ele estava sentado do seu lado. Fiquei CHEIO de tesĂŁo ao te ver segurando a respiração, mordendo o lĂĄbio, apertando o punho. Eu esfreguei meu dedo pouquĂssimas vezes e vocĂȘ jĂĄ estava segurando um gemido. Enquanto eu brincava com seu grelinho beeeem devagar, vocĂȘ colocou a mĂŁo dentro da minha calça. Sentiu meu cacete quente, latejando pra vocĂȘ. Ăbvio que ele tambĂ©m estĂĄ babando. Ăbvio tambĂ©m que vocĂȘ nĂŁo conseguiria me masturbar, sem que ele perceba. Mas vocĂȘ sĂł segurou ele, sentindo ele latejar na sua mĂŁo e sentindo as veias pulsarem. O que fudeu nosso esquema foi o seu namorado. A porra do seu namorado idiota levantou pra ir no banheiro e tropeçou na coberta, derrubando de uma vez sĂł. A cara dele vendo a cena foi impagĂĄvel. Eu com a mĂŁo dentro do seu short, vocĂȘ com a mĂŁo dentro da minha calça⊠(ele) -Que isso seus filhas da puta? Que porra Ă© essa? -EntĂŁo Ă© por isso que vocĂȘ vem aqui assistir filme todo sĂĄbado? Eu fiquei em pĂ© no mesmo instante, mandei ele baixar o tom de voz. Em poucas palavras falei toda a verdade: -Sua namorada Ă© uma putinha insaciĂĄvel, ela que colocou a mĂŁo no meu pau, uma cachorra safada! VocĂȘ assumiu, disse que era seu maior fetiche: Um namorado corninho manso. Dei um tapa na sua bunda pra ver a reação dele. Ele se mostrou surpreso e espantado, mas nĂŁo falou nada. Estou começando a desconfiar que ele queria ser corno esse tempo todo, mas leso do jeito que Ă© nunca teve coragem de assumir. -VocĂȘ gosta que eu bata na bunda dela, Ă©? Dei outro tapa e apertei bem sua bunda. Ele nĂŁo respondeu -Sua mulher agora Ă© minha putinha. Eu vou foder ela na sua frente, enquanto vocĂȘ assiste.
O clima ficou um pouco tenso. O rosto dele era uma mistura de raiva e excitação.
VocĂȘ, com cara de safada, sĂł fazia me olhar com cara de provocação e submissĂŁo. Nesse momento entendi que nĂŁo havia mais volta, seria do meu jeito.
Segurei sua mĂŁo e te puxei para ficar de pĂ©. VocĂȘ tremia um pouco. Coloquei minha mĂŁo por trĂĄs da sua nuca e beijei vocĂȘ com tesĂŁo pra caralho, com força, sentindo seu gosto, enquanto minha outra mĂŁo descia lentamente pelo seu corpo, apalpando sua cinturinha. VocĂȘ gemeu baixinho, eu falei que nĂŁo precisava mais se conter. Agora eu fazia questĂŁo que vocĂȘ nĂŁo segurasse o gemido.
Seu namorado nĂŁo conseguia desviar o olhar. Ele estava ali, paralisado, assistindo Ă cena que sempre desejou secretamente.Â
Chamei ele para mais perto de nĂłs. Virei vocĂȘ de costas, pressionando seu corpo contra o dele, suas bundinha encostando na cintura dele. Ele jĂĄ estava de pau duro, vocĂȘ se arrepiou sentindo os dois corpos pressionando vocĂȘ.
- Segure ela - eu disse.
Ele segurou firmemente seus braços, na altura do cotovelo. Usou disso pra pressionar vocĂȘ ainda mais contra ele, e vocĂȘ completamente entregue, se deixando levar.
Me abaixei, tirei seu short bem devagar e tambĂ©m a sua blusa, te deixando somente de calcinha. VocĂȘ estava tĂŁo sexy com a calcinha pequena, os bicos do seios eretos, os pelos arrepiados, a carinha de cachorrinha pedindo pra ser fodida intensamente.Â
Mandei vocĂȘ ficar de joelho, enquanto o corninho segurava seus braços por trĂĄs das suas costas, deixando vocĂȘ Ă mercĂȘ de mim.Â
Baixei a minha calça deixando meu pau pular pra fora, com as veias aparentes, estava muito duro, todo babado.Â
Perguntei assim:Â
Quer sentir ele, cachorra? Quer esse pau dentro de vocĂȘ, sua puta safada?Â
VocĂȘ acenou com a cabeça, abriu a boca e me olhou nos olhos, praticamente implorando pra eu colocar ele na sua boca.Â
Segurei ele com uma mĂŁo, esfreguei ele na sua cara, espalhando o melzinho em vocĂȘ. Bati ele na sua cara trĂȘs vezes, depois coloquei lentamente dentro da sua boquinha. VocĂȘ fechou a boca e sentiu ele latejar, começou a me chupar bastante lentamente, sempre me olhando no olho. Deixei vocĂȘ babar bastante o meu pau, depois tirei ele novamente e esfreguei na sua cara, dessa vez tinha vocĂȘ ficou com a cara toda cheia de mel e baba.Â
Coloquei novamente na sua boquinha, mas dessa vez fui controlando o ritmo. VocĂȘ ficou com a cabeça parada enquanto eu empurrava ele, prensando sua cabeça contra o corpo do seu prĂłprio namorado. Ele estava sem reação nenhuma assistindo vocĂȘ.Â
Empurrei minha rola com força dentro da sua boquinha, atĂ© vocĂȘ nĂŁo conseguir respirar, aĂ eu tirava e batia na sua cara.Â
Seu namorado foi soltando seus braços aos poucos, vocĂȘ foi se soltando cada vez mais. Usou uma das mĂŁos para segurar o meu pau enquanto me chupa, e a outra massageando minhas bolas, que, por sinal, vocĂȘ chupava com muita vontade.Â
Seu namorado agarrava seus peitos e beliscava os bicos enquanto eu me aproveitava da sua boquinha, cada vez que vocĂȘ me chupava rĂĄpido e apertava minhas bolas eu me tremia. NĂŁo consegui segurar
Ahhh, to quaseeee
Vou gozar!!!
VocĂȘ abocanhou minha rola e sentiu todos os jatos no cĂ©u da sua boca, engoliu todo o meu leitinho e ainda limpou meu pau inteiro.Â
Seu namorado puxou vocĂȘ pra cima e beijou sua boca, mesmo suja da minha porra.Â
EstĂĄ gostando de assistir, corno?
Ele assentiu.Â
Quer participar? perguntei
Era tudo que ele estava esperando, um convite pra participar da brincadeira.Â
VocĂȘ reclamou
Como assim??? Eu nĂŁo aguento, nunca dei pra dois ao mesmo tempo.Â
Relaxa, prometo que vou com carinho. Falei.Â
Pedi para que ele tirasse a roupa e sentasse no sofĂĄ, mandei vocĂȘ chupar ele.Â
VocĂȘ começou com um beijo nele, desceu lambendo a barriga dele e abocanhou a rola dele. Fiquei duro outra vez, assistindo a essa cena. VocĂȘ estava tĂŁo gostosa, sĂł de calcinha, com a bundinha empinada enquanto mamava ele no sofĂĄ. Apenas puxei sua calcinha de ladinho e coloquei na sua bucetinha, que por sinal estava muito quente e molhada. VocĂȘ o chupava enquanto gemia, eu agarrei a sua cintura e ia estocando em vocĂȘ atĂ© o final.Â
EstĂĄ gostando de ter duas rolas dentro de vocĂȘ, vagabunda?
VocĂȘ tentava responder mais ele pressionava sua cabeça contra a rola dele, te impossibilitando de falar, e eu metia com mais força ainda em vocĂȘ, estava adorando ver vocĂȘ mamando e gemendo.Â
Eu sĂł largava a sua cintura pra dar tapa na sua bunda, que jĂĄ estava toda vermelha de tanto apanhar.Â
Pude ver a cara do corninho surpreso com o quanto vocĂȘ aguentava, por fim, comecei a meter o mais rĂĄpido que pude, seu gemido jĂĄ estava alto pra cacete, vocĂȘ nĂŁo conseguia escapar pois eu te segurava de um lado e ele do outro, empurrei rĂĄpido e com força, sem parar, vocĂȘ gemia ainda mais alto, ele fazia cada vez mais força na sua cabeça, atĂ© que vocĂȘ finalmente gozou. Sua bucetinha ficou tĂŁo sensĂvel, vocĂȘ dobrou de leve os joelhos, fez um mini squirt, escorreu pelas suas perninhas, vocĂȘ ficou toda mole, sem forças. EstĂĄvamos todos ofegantes, fora de si.Â
Cacete, que coisa gostosa.Â
Dei um tapa na sua bunda, vocĂȘ me agarrou pelo pau e puxou seu namorado pra cima, ficamos um de frente pro outro. VocĂȘ ficou no meio de nĂłs dois, agachada, revezando entre chupar um e masturbar o outro.Â
Depois de alguns minutos nisso, enquanto eu e ele esfregamos nossas mĂŁos em vocĂȘ, agarrando seus peitos, apertando sua nuca, me surgiu a ideia:
Mandei ele sentar novamente no sofĂĄ, pedi para que vocĂȘ montasse por cima dele, de frente pra ele, sentando bem devagar.Â
Me masturbei por um tempo assistindo a cena, e entĂŁo fui me aproximando. Bati meu pau na sua bunda, mandei o corninho abrir sua bundinha com as mĂŁos e ficar parado esperando.Â
VocĂȘ virou o rosto pra trĂĄs, assistindo eu colocar meu pau dentro do seu cuzinho. Fiz isso com muito cuidado, o mais devagar possĂvel, pra nĂŁo machucar. Seu cuzinho piscava junto com a bucetinha, estava tĂŁo molhada que escorria pelas bolas dele.Â
VocĂȘ nem tentou me impedir, sĂł assistiu eu colocando a cabecinha, por fim empurrando mais um pouco, esperando seu cuzinho lacear, atĂ© vocĂȘ se acostumar com ele dentro. O corninho começou a empurrar a rola devagarinho na sua bucetinha, e eu devagarinho no seu cuzinho. VocĂȘ gritava, gemia alto, suava, gozava, estava amando sentir isso. Dois machos fodendo vocĂȘ, igual uma vagabunda.Â
Com o tempo, fui fodendo seu cuzinho com mais velocidade, saciando meu prazer. Ele botava na sua bucetinha por baixo o mais rĂĄpido que podia. VocĂȘ encostava seu rosto no dele, trocando beijos e eu te puxava pelo cabelo, brincando de controlar vocĂȘ. Cada vez com mais velocidade, cada vez mais forte, cada vez mais tapas, novamente vocĂȘ sentia aquela sensação de quase explodir, arrepiada, cada vez com vontade de gritar mais alto, eu e ele nĂŁo parĂĄvamos de meter em vocĂȘ, vocĂȘ foi se entregando, ficando mole, gozou muito gostoso, sem conseguir respirar direito, tremendo, completamente entregue ao momento. Eu e ele tambĂ©m nĂŁo resistimos, gozamos todos os trĂȘs juntos. Todo aquele leitinho dentro de vocĂȘ, em todos os seus buracos, fazendo de vocĂȘ um depĂłsito de porra, foi bom demais, vocĂȘ nĂŁo conseguia levantar, estava muito ofegante. Tirei meu pau do seu cuzinho, que começou a escorrer porra atĂ© a bucetinha, ele segurou vocĂȘ com os braços e virou vocĂȘ, deixando vocĂȘ sentada quase deitada no sofĂĄ, com as pernas abertas, tendo pequenos espasmos com a bucetinha sensĂvel e ainda escorrendo leite de dentro. Dei uns tapinhas no seu grelinho, vocĂȘ fechou as pernas bem rĂĄpido e brigou comigo. Estava muito sensĂvel.Â
Deixei vocĂȘs na sala e fui tomar um banho, acho que nĂŁo fazia mais sentido ficar na casa de vocĂȘs por hoje.Â
AtĂ© a prĂłxima sessĂŁo de filme, amigos!Â
Como funciona a parceria na escrita de contos?
Oi, xĂȘro!
TĂĄ bem? A gente pode pensar em um tema legal, e ir escrevendo pra ver o que sai hahhaha. Ou se nĂŁo, relatar uma experiĂȘncia e melhorar ela. Me chama no privado pra ver oq sai â€ïž

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ENTRE PRIMOS NA CASA DA TIA
Nesse dia estava na casa da nossa amiga, havĂamos combinado de ver um filme de terror entre primos. Fui pois nĂŁo havia nada pra fazer, o compromisso que eu tinha havia sido desmarcado.
Cheguei la umas 22hrs, ela havia colocado dois colchÔes no chão pra jå dormir la mesmo. Eu fiquei deitado no sofå.
Eu sou um ano mais velho que vc, estranho pois nunca tinha te olhado de outra maneira além de como minha prima.
Eu estava deitado sem camisa e de shorts.
Enfim, começamos o filme, nossa amiga não demorou nem 15 minutos e vc ali meio que com pouco de medo. Dei uma risada porque vc sempre se escondia quando ficava com medo...
- Quer deitar aqui comigo, acho que daĂ eu nĂŁo fico com tanto medo. Vc disse
NĂŁo tem como recusar um convite desses. Me deitei nas suas costas fazendo uma conchinha, senti seu corpo todo em mim, principalmente sua bunda no meu pau.
Seu shorts era fino e a regata também, minha mão estava na sua barriga e foi indo devagar debaixo da sua blusa até encontrar seus seios. Apertei seu corpo contra o meu, vc se virou pra
mim. Fiquei meio sem graça, pedi desculpas com um sorriso bobo dizendo que não aguentei. E antes de vc se virar de costas pra mim novamente, te beijei devagar, molhado e quente. Vc Soltou råpido e me
mandou voltar para o sofĂĄ.
Vc ficou meio puta pq não esperava aquilo. Se deitou e dormiu, também nem viu o filme mais, só pensava no beijo mas apagou.
Vc acordou no meio da noite, se levantou devagar pra não acordar ninguém pois nossa amiga dormia ali do seu lado e nossos tios no quarto ao lado. Deitou de conchinha cmg, eu passei a mão na sua barriga mas vc estava roçando sua raba no meu pau, que logo ficou duro. Tu se virou de frente pra mim e começamos a nos beijar bem gostoso,
mordia seus låbios vc foi descendo beijando minha barriga até chegar no meu pau.
- A safada não aguentou né!
Com um sorriso começou a chupar mais forte, coloquei a mão na sua nuca forçando meu pau até sua garganta. Meu pau estava mto molhado, me levantei e te deitei, comecei a chupar seu seios forte e te dei
um beijo na boca bem forte, diferente do primeiro beijo. Desci até sua buceta e passei um dedo, vc estava muito molhada. Sorri e comecei a te masturbar devagar, vc se arqueava toda pra mim, sério
estava tĂŁo gostoso e nĂŁo contente eu comecei a te chupar. Meu Deus como era difĂcil ficar quieta com eu te chupando. Vc deu um gemido, coloquei a mĂŁo na sua boca. Eu te chupava, forte, e com os dedos
te deixando molhada demais, vc cada vez mais se mexia e tentava gritar de tão gostoso que estava. Não sei se foi eu te chupando gostoso ou o medo de alguém nos pegar mas vc gozou tanto, na minha boca.
Subi te beijando na barriga, segurei no seu pescoço e fui colocando meu pau todo dentro de vc devagar. Minha expressão era de alguém que queria muito aquilo, não esperei muito e comecei a ir mais forte,
mas torcendo pra ninguém nos ouvir. Sai e te mandei vir por cima, mas de costas.
Enquanto vc descia no meu pau, comecei a apertar sua bunda e a te dar uns tapas leves pra ninguém ouvir, não demorou muito eu estava abrindo sua bunda e colocando um dedo no seu cuzinho, e aquilo
foi te deixando mais safada, vc sentava mais forte e råpido e me ouvia gemer baixo, mas ouvir aquilo tudo era gostoso demais. VC ficou de ladinho pra mim, segurei no seu pescoço e disse que vou te foder
com força, e não era pra fazer barulho. Comecei a te segurar pra não gemer, eu sussurrava ao seu ouvido que vc era a minha putinha, e vc concordava com a cabeça.
E num momento rĂĄpido comecei a colocar no seu cuzinho e entrou, vc estava tĂŁo molhada e com tanto tesĂŁo, e eu fiquei parado. Vc virou seu rosto e eu te beijava, segurando forte seu peito e comecei a ir
mais råpido. Vc pedia pra parar pois começava a doer e eu não parei, quanto mais vc pedia mais forte eu ia, segurando no zeu pescoço. Te fodi ainda mais forte, vc gemia baixinho pra mim
e eu cada vez mais forte, eu dizia que iria gozar dentro de vc e te encher de porra. Mas eu parei e sentei no sofĂĄ, e mandei vc sentar de frente e fui colocando de novo no seu cuzinho, mesmo vc
pedindo que não, eu segurei seus braços para trås e estava todo dentro de vc, segurei no seu rosto e disse:
- A puta gosta eu sei que gosta, agora senta gostoso pro teu macho.
Vc obedeceu, uma mistura de dor e prazer, eu segurando na sua cintura se envolvendo em mim, gemendo no meu ouvido. Eu apertava sua bunda e suspirava dizendo que bundao gostoso putinha.
Vc ia cada vez mais forte, eu chupava seus seios como se estivesse com fome e segurando seu rosto me beijando, te fiz parar com ele todo dentro de vc e sentiu minha porra dentro de vc, meu pau
tremendo, eu fazia carinho no seu rosto e te beijava bem calmo, e antes de ir dormir dnv, contei que sonhava com vc a muito tempo.
.
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Conto escrito junto com a @japa-pertubada, foi demais essa experiĂȘncia de escrever juntos, e espero que seja a primeira de vĂĄrias â„. Tmj.
ROLĂ DA FACULDADE (PARTE 2)
NĂŁo demorou muito, eu estava ereto novamente.
Falei pra vocĂȘ ficar de quatro, vocĂȘ levou seu dedo indicador atĂ© a minha boca e me mandou ficar quieto.
Levantou, ficou de costas pra mim, segurou meu pau passando sua mĂŁo por entre as pernas e encaixou com jeitinho.
Sentava com força e levantava beeem devagar, me deixando louco.
Enrolei seu cabelo na minha mĂŁo, puxei e vocĂȘ gemeu forte.
Sua sentada Ă© hipnotizante, sua bct melada deixando meu pau todo esbranquiçado e ao mesmo tempo vermelho, de tanto ser judiado por vocĂȘ.
Gosto de vocĂȘ por causa do jeito de putinha, se acabando em uma piroca grande e dizendo que vai gozar.
VocĂȘ gozou soltando todo o peso do seu corpo no meu, estremecendo e tentando se segurar pra nĂŁo gemer tĂŁo alto.
VocĂȘ Ă© insaciĂĄvel, nĂ©?
Mandou eu levantar e sair de cima da mesa, assim fiz.
Ficasse de 4 na mesa, empinando bem a bunda, e deu uma reboladinha.
CARALHO, QUE VADIA FILHA DA PUTA.
Esfreguei meu pau pra cima e pra baixo na sua bctinha, bem råpido, sem enfiar. Jå estava molhada, foi escorrendo e escorrendo até chegar na mesa. PQP, VOCà GOZOU MAIS UMA VEZ.
VocĂȘ estava com a cara encostada ma mesa, mordendo a calcinha, pedindo pau. Sua raba estava tĂŁo empinada, o cuzinho piscando tanto que nĂŁo resisti.
Coloquei a pica no seu cĂș, enquanto metia 2 dedos na sua bct.
Fiquei em pĂ© na mesa e coloquei um pĂ© em cima da sua cara, prensando contra a mesa, sĂł pra te lembrar que vocĂȘ Ă© a minha puta e deve ser tratada como tal.
Eu empurrava atĂ© o final depois tirava do seu cĂș sĂł pra ver ele piscando pra mim, e aĂ empurrava de novo atĂ© o final. Gostosa do krl, tĂĄ me deixando sem forças.
Depois de algumas, botava na sua bcta pra fica bem escorregadio e botava de novo no seu cu.
Depois metia de novo no seu cĂș e colocava os dedos na bct
Gozei muito, como sempre. NĂŁo parava de sair porra de dentro de vocĂȘ.
vocĂȘ estava acabada, a sorte Ă© que o rolĂȘ jĂĄ terminou e todo mundo jĂĄ tinha ido pra casa.
Carona pra casa, xĂȘro?
ROLĂ DA FACULDADE
Antes de começar a pandemia, toda sexta feira tinha rolĂȘ na faculdade. VĂĄrias turmas se juntavam, tinha comes e bebes. Cada um levava as suas paradinhas pra beber, e sempre vinha gente de fora pra ajudar na bagunça.
Foi numa dessas que a gente se conheceu, nĂłs se esbarramos no meio da multidĂŁo e vocĂȘ derrubou minha dose.
Sacanagem, tenho certeza que foi de propĂłsito.
VocĂȘ me deu o seu copo, e disse que eu podia tomar tudo.
Acabou que fomos tomando juntos, e outro copo, e outro. JĂĄ estĂĄvamos tĂŁo tortinhos que batemos os dentes na hora de se beijar.
Mas o ĂĄlcool Ă© foda, da um calor na gente que nĂŁo tem como explicar.
E agora, vamos pra onde?
AlĂ©m de tesĂŁo, bĂȘbado tem vontade de fazer merda. E se a gente procurasse por uma sala de aula aberta?
-E se alguém ver?
-E se nĂŁo ver?
Os corredores estavam todos apagados, e as escadas também. Todas as portas do primeiro piso estavam trancadas, então fomos pro segundo.
Depois de passar em 9 portas trancadas, a Ășltima sala do corredor estava aberta, entĂŁo entramos. A sala era de frente pro rolĂȘ, e os vidros eram transparentes. NĂŁo demos bobeira e nĂŁo acendemos a luz.
Colocamos a mesa do professor na frente da porta, pra evitar que alguém abrisse e nos pegasse no flagra. Ficamos totalmente nus, e eu prensei seu corpo contra a janela que dava pra rua, só pra ver se alguém notava que tinha gente aprontando. Não dava pra ver o rosto mesmo.
Depois um beijo bem lento e eu jå estar acariciando sua bctinha, te peguei no colo e te levei até a mesa que estava na frente da porta.
Deitei por baixo, vocĂȘ veio por cima sentando com a bct na minha cara e caindo de boca no meu pau.
Fez minha cara de travesseiro, esfregou a bct com força, deixou minha cara toda cheia do seu delicioso mel.
VocĂȘ Ă© a minha putinha hoje. Vou mostrar pra vocĂȘ como que vocĂȘ deve ser tratada.
Adoro quando vocĂȘ rebola na minha cara e depois bate meu pau na sua cara, e tenta chupar todo ele. Ver vocĂȘ brincar com ele me faz explodir de tesĂŁo, me segurando pra nĂŁo gozar.
Seu cuzinho piscava tanto que coloquei um dedo nele e outro na sua bct, dei uma mordida no seu grelo e vocĂȘ revidou, mordendo minhas bolas.
Caralho, que filha da puta. Vontade de fuder com vocĂȘ atĂ© o mundo acabar.
VocĂȘ gozou tanto que escorreu pelo meu rosto atĂ© a mesa, onde pingou no chĂŁo atĂ© fazer poça.
CARALHOooo
Depois, vocĂȘ deitou por baixo na mesa, apoiando os ombros e a cabeça na porta.
Eu vim por cima, colocando com força, mordendo seu låbio.
VocĂȘ acariciava minhas bolas com uma das mĂŁos, e com a outra o seu peito.
Quando tive a chance, encaixei minha mĂŁo no seu pescoço, trancando completamente sua respiração. VocĂȘ tentou tirar, mas eu sou mais forte e vocĂȘ nĂŁo conseguiu. O medo sĂł aumentava seu tesĂŁo, quando estava bem vermelha larguei seu pescoço e dei um tapa na sua cara com vontade. Tirei da sua bctinha e soquei na sua boca, trancando novamente a sua respiração. Quando tirei, enquanto vocĂȘ tentava recuperar o fĂŽlego eu esfregava ele na sua cara, te deixando toda melada e transbordando orgasmos.
Cuspi na sua cara e te falei que vocĂȘ nunca ia esquecer dessa noite, pois ia ser tratada do jeito que merecia.
Depois de estocar vĂĄrias e vĂĄrias vezes em vocĂȘ, e de dar muitos tapas na sua cara, senti vocĂȘ piscar a sua bct com muita força, aĂ fiquei esfregando meu pau no seu clitĂłris e vocĂȘ fez um squirt delicioso, que acabou me fazendo gozar junto, tanto quanto vocĂȘ. Foram 11 esporradas, que melaram toda o seu rosto, peitos e barriga. VocĂȘ abria a boca e tentava tomar leitinho, mas as Ășltimas eu deixei sĂł a pontinha do pau no seu grelinhho, deixando sua buceta toda cheia de porra.
CaĂ do seu lado na mesa, sem forças. VocĂȘ me beijou, e sussurrou no meu ouvido que era a sua vez.
Enquanto me beijava, me masturbava lentamente, e meu pau foi ficando duro novamente.
CONTINUA
MOTEL
Oi amor.
Hoje é véspera de feriado, lembra?
Passo aĂ no seu trabalho no fim de tarde, tenho uns planos pra hoje.
Essa foi a mensagem que te mandei ontem. No horĂĄrio marcado, passei lĂĄ te buscar.
Te levei pra casa, falei pra se arrumar que sairĂamos pra jantar.
Fomos no seu restaurante favorito, mesa reservada, um vinho seco e uma vela na mesa.
Depois do restaurante, rumamos nossa casa.
Passamos na frente dela, e nĂŁo parei o carro.
VocĂȘ me perguntou se eu jĂĄ estava ficando meio leso, mas eu dei risada e soh respondi que tinha planejado mais algumas coisas.
Fomos pro melhor motel da cidade, eu jĂĄ tinha reservado a suĂte master.
A noite estava congelante, então nada melhor que uma jacuzzi pra começar a esquentar.
Tiramos a roupas e pulamos nus na jacuzzi.
A gente realmente precisava disso. EstĂĄvamos tĂŁo cansados, a semana tinha sido tĂŁo puxada.
As bolhas causam um efeito hipnĂłtico bizarro, e Ă© tĂŁo gostoso.
Depois de uns 20 minutos relaxando, puxei vocĂȘ pelos braços e te trouxe pra perto de mim.
VocĂȘ ficou de costas pra mim, sentada no meu colo.
Fiz uma massagem bem forte nos seus ombros, te deixei bem soltinha.
VocĂȘ sentada no meu colo me deixou excitado, e meu pau ficou entre suas pernas.
VocĂȘ, safada do jeito que Ă©, começou a rebolar no ritmo da mĂșsica, e provocar Ă© o que vocĂȘ faz de melhor.
Deitei vocĂȘ no chĂŁo ao lado da hidro, com a bunda na borda.
Eu fiquei do lado de dentro, com suas pernas por cima dos meus ombros, enquanto eu te chupava sentindo o gosto delicioso da sua xaninha.
Amo te chupar nessa posição, pois posso sentir suas pernas apertando minha cabeça e sei bem onde vocĂȘ gosta da minha lĂngua.
Depois de vocĂȘ gozar e esmagar minha cara com suas coxas, puxei vocĂȘ de volta pra dentro da hidro.
Coloquei uma perna sua por cima da borda, e encaixei por trĂĄs.
Com o antebraço, empurrava seu tronco contra o chão.
Assim, estocava com força em vocĂȘ e seu grelinho roçava na borda da piscina sempre que eu estocava.
Ă um tesĂŁo te ver louca assim, eu gemendo seu nome e te chamando de cachorra safada, enquanto vocĂȘ belisca seu seio e chupa os dedos da outra mĂŁo.
Confesso que nĂŁo consegui resistir muito, gozei junto com vocĂȘ.
Agora, Ă© a sua vez de comandar.
ESTĂDIO
Sonhei que a gente foi no estĂĄdio ver um jogo de futebol, pq era um jogo importante
VocĂȘ foi com uma calça legging sem calcinha e com a camisa do seu time, sem sutiĂŁ lĂłgico.
Eu estava com calção de futebol, sem cueca, e com uma camisa do timãoTB.
Chegamos no jogo em cima da hora, pegamos um lugar bem alto na arquibancada.
Quando chegamos, os jogadores jĂĄ estavam entrando em campo.
Sentamos, ao nosso redor tinha bastante gente.
Fiquei alisando suas pernas, e vocĂȘ reparou que o volume da minha calça cresceu.
Quando estava todo mundo prestando atenção em um lance do jogo, vocĂȘ abriu as pernas e eu vim passando a minha mĂŁo desde a sua coxa, bem devagar, por dentro da perna, atĂ© minha mĂŁo chegar na sua bctinha.
Estava molhando o legging, eu afundei a calça na sua bct e esfreguei meu dedo no seu grelinho, depois botei meu dedo na sua boca pra vocĂȘ chupar.
O lance nĂŁo deu em nada, e todo mundo sentou.
Voltei a mão pra parte de cima da sua perna, mas acho que a moça que estava sentado do seu lado reparou, pela cara de safada que ela fez.
Tomamos algumas cervejas, e lĂĄ pelos 30m do primeiro tempo houve um pĂȘnalti para o time rival.
Todo mundo se levantou para acompanhar o lance, menos a gente.
Deixei sua bolsa no seu colo, pra ninguĂ©m ver que eu coloquei a mĂŁo por dentro da sua calça e coloquei dois dedos na sua bctinha, vocĂȘ botou a mĂŁo na boca pra nĂŁo gemer e respirou fundo.
Gol, todo mundo comemorando.
Tirei a mĂŁo raspando ela no seu clitĂłris, e enquanto todo mundo ainda comemorava dei um beliscĂŁo no seu peito, que jĂĄ estava pontudo e marcando a camisa.
Durante o intervalo, tomamos uma caipirinha e deu vontade de ir no banheiro antes de voltar pro segundo tempo.
Enquanto vocĂȘ tava no banheiro, fiquei esperando vocĂȘ no corredor e observando as cĂąmeras.
O corredor jĂĄ estava bem vazio, pois jĂĄ tinha voltado o jogo e tinha sĂł mais umas 4 pessoas na fila do banheiro.
Notei que onde havia uma porta de saĂda de incĂȘndio e as cĂąmeras nĂŁo pegavam ela.
Quando vocĂȘ saiu, falei bem baixinho no seu ouvido:
Que tal a gente dar uma espiada e ver o que tem atrĂĄs dessa porta?
VocĂȘ olhou pras pessoas, e todas elas estavam distraĂdas conversando.
As cĂąmeras nĂŁo apontavam na direção da porta, entĂŁo vocĂȘ abriu a porta com toda a calma pra nĂŁo fazer barulho, e entramos em silĂȘncio.
Deixamos uma latinha de cerveja na porta, pra gente conseguir voltar depois.
Era um corredor escuro, que depois de uns 5 metros tinha uma curva.
Fomos andando com a lanterna do celular acesa, e depois da curva jĂĄ nem dava mais pra ver a luz que vinha do corredor.
Logo que fizemos a curva, te apertei contra a parede e te dei um beijo, enquanto apertava e abria sua bunda.
VocĂȘ jĂĄ foi logo passando a mĂŁo no meu short e botando meu pau pra fora, que jĂĄ estava latejando.
Enquanto eu te beijava, vocĂȘ me masturbava.
Parei de beijar sua boca e dei um beijo no seu pescoço, vocĂȘ ficou toda arrepiada.
Sem delongas, virei vocĂȘ de costas e baixei a sua calça, vocĂȘ ergueu os dois braços e encostou eles na parede, enquanto dava um passinho pra trĂĄs e abria as pernas.
Fiquei de joelho e comecei a chupar sua bctinha e dedar ela, enquanto vocĂȘ masturbava seu clitĂłris.
VocĂȘ pegou minha cabeça com um dos braços e prensou contra a sua bctinha, fazendo vocĂȘ se contorcer de prazer.
Com a outra mĂŁo, botei um dedo no seu cuzinho, que a essa altura jĂĄ estava piscando.
NĂŁo dei nem 5 dedadas e vocĂȘ gozou muito na minha boca, escorreu pelas suas pernas.
Fiquei de pĂ© e vocĂȘ ficou de joelhos, entĂŁo vocĂȘ começou a me pagar um boquete maravilhoso.
Era uma delĂcia ouvir a torcida gritando e ver vocĂȘ me mamando olhando no meu olho, com uma mĂŁo no meu pau e outra massageando minhas bolas.
Nossa, que cara de putinha vocĂȘ tem.
Comecei a socar minha piroca na sua boca, vocĂȘ nĂŁo conseguia colocar o rosto pra trĂĄs pq batia na parede, e eu socava com força, vocĂȘ se engasgava e tomava tapa na cara.
Quando vocĂȘ jĂĄ estava vermelha, por nĂŁo conseguir respirar, eu tirava o pau da sua garganta, olhava bem no seu olho e te chamava de vadia.
Apertava sua bochecha pra vocĂȘ fazer biquinho com a boca, aĂ cuspia na sua cara e te dava mais um tapĂŁo.
Depois fazia tudo de novo.
Fodi a sua boca com força, como se fosse sua bcta.
VocĂȘ babava meu pau todo, engolia ele todinho, atĂ© meu saco bater no seu queixo.
Quando eu estava quase gozando, tirava e batia ele na sua cara.
Depois de apanhar muito, vocĂȘ começou a se masturbar enquanto me chupava, e tentava gemer com meu caralho inteiro preenchendo sua boca.
NĂŁo me aguentei, quando vocĂȘ viu que eu estava quase gozando, tirou a blusa e pediu porra nos peitos.
Nossa, gozei com tanta força neles, respingava porra em todo seu corpo, e escorria pela sua barriga e suas pernas.
Gozei umas 10x, urrei muito.
Vc se levantou, virou pra parede de novo e empinou bem a bunda, sua bctinha estava tĂŁo molhada que escorria pelas suas pernas.
Passei minha mão na sua bunda, botei seu cabelo de lado no ombro, dei um beijo no seu pescoço e rocei minha rola no meio das suas pernas.
Fiquei brincando com vc, esfregando na sua bctinha mas sem botar.
Depois de vocĂȘ jĂĄ estar quase sem força nas pernas, enfiei tudo de uma vez sĂł.
O grito que voce deu foi uma delĂcia de ouvir.
Agarrei sua cintura e meti forte, rĂĄpido e com raiva.
Tratei vocĂȘ que nem a puta que vocĂȘ Ă©.
Depois de vaaaaaaarias estocadas assim, gozamos juntos. Gozei bem no fundo, enquanto vc se apoiava em cima de mim, sem forças.
Quando tirei, começou a escorrer muita porra da sua bct, e aĂ que veio o susto, pq as luzes do estĂĄdio acenderam e deu pra ouvir a torcida entrando no corredor. Olhei no relĂłgio, jĂĄ tinha acabado o jogo, vocĂȘ levantou a calça rĂĄpido e a gente saiu correndo dali. O corredor deu na porta de saĂda do estĂĄdio, saĂmos misturados com o povo.
Foi ótimo, assim ninguém reparou sua calça toda molhada de porra.

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SAUDADE
Florioanópolis, 26/11/20 - 14:39, 33°
Depois de muito tempo sem se falar, a saudade apertou. Te chamei no whats, perguntei como tava. Tentei me segurar, mas nĂŁo resisti e disse que estava com saudade. VocĂȘ nĂŁo escondeu a mesma de mim. Enfim, novidades?
[...]. E vocĂȘ, Rafael?
- Estou morando sozinho, sai de um relacionamento, e meio que nĂŁo te esqueci. C tĂĄ fazendo oq? -Esperando vocĂȘ passar me buscar, quero conhecer sua casa nova. Tomei um banho Fiquei cheiroso. Estou saindo. O caminho Ă© curto, agora moro em um bairro vizinho do seu. Menos de 5 minutos e estou te avisando que cheguei, esperando no carro. -Caralho, vocĂȘ conseguiu ser mais linda do que era antes. -NĂŁo sei o que mudou, mas teu sorriso acaba comigo. VocĂȘ entrou no carro e teve a cara de pau de me dizer âiai" Caralho guria C nĂŁo vale nd Enfim, rumei pra minha casa. Despretensioso, LĂGICO Cheguei em casa, guardei o carro na garagem. VocĂȘ deu umas boas olhadas pro quintal, para a piscina, paras as ĂĄrvores. NĂŁo eh nada de outro mundo, Ă© sĂł meu cantinho. Entramos, vc ficou reparando em todos os detalhes. Sentamos nas cadeiras da cozinha e desabafamos sobre trabalho, faculdade, relacionamentos, e todos aqueles clichĂȘs de hĂĄbito.  Contamos oq tinha acontecido nesse abismo de tempo que estĂĄvamos sem se falar. Enquanto conversĂĄvamos, peguei umas laranjas e espremi em 2 copos com gelo, pq o calor era grande. Te convidei pra ir conversar no quintal, pois tinha uma rede armada entre 2 Palmeiras e pegava sombra.
Fomos de mĂŁo dadas pra lĂĄ, sei lĂĄ, era tipo aqueles dias que parecem sonho, sabe? Sentamos na rede. A primeira coisa que vocĂȘ falou, depois de uma boa olhada ao redor, foi: Nossa, que muros altos! Bom que dĂĄ pra transar sem ninguĂ©m ver. E deu uma risada descontrolada, se fazendo de inocente. Respondi: Nunca transei aqui. Vamos? VocĂȘ deu risada, perguntou quais eram meus planos da vida e desviou o assunto. Ficamos um bom tempo conversando. Comecei a soar, tirei a camisa. VocĂȘ começou me olhar sem camisa e se enrolar na fala. Sei que jamais faria isso por distração, as gaguejadas que vocĂȘ dava era puramente charme. O foda eh que de uma hora pra outra as pontas dos seus peitos ficaram marcadinhas na camisa. VocĂȘ viu que eu reparei. SabĂamos que nĂŁo tinha volta. A partir daĂ sabemos que nĂŁo hĂĄ lei.
CONTINUA, eu acho.
AniversĂĄrio (Pt2)
E eu quase não conseguia ficar em pé
Fiquei gemendo
Por uns 5 minutos
E vocĂȘ me masturbando
-AMOR LĂ VEM
-AMOOOOORRR
-VOU EXPLODIR
AĂ vocĂȘ segurou meu pau meio pra baixo
E eu comecei a gozar
MUITO forte
No seu peito
Fazia barulho quando batia no seu corpo
-AAAAAAAAAAAAHHHHH
CARALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
NĂO PARAAAA
E eu nĂŁo parava de gozar
Esporrei seu peito inteiro
Escorreu pela sua barriga
E na sua perna
E vocĂȘ fez carinha de safada
Esfregou a mĂŁo no peito
E lambeu os dedos
Um por um
VocĂȘ falou
-Nunca vi tanta porra na minha vida
-Mas agora deita, que vou fazer de vocĂȘ um escravo
Depois de gozar, eu continuei duro
VocĂȘ tirou a sua calcinha
Passou as pernas pelos lados do meu corpo
Pegou meu pau, deu uma esfregadinha na sua bct
E se soltou em cima dele
Eu dei um gemidinho
E vocĂȘ começou a pular descontroladamente em cima da minha piroca
Subia o mais alto que dava
E descia fazendo força
Gemendo com vontade
Seus peitos pulando pra caralho
E eu quase tendo um AVC
Me segurando pra nĂŁo gozar dnv
E vocĂȘ nĂŁo parava
Eu me contorcia na cama
Apertava seus seios com toda a força que eu podia
VocĂȘ gemia alto pra caralho
Eu dava uns tapas no seu peito
E apertava sua cara
VocĂȘ se vingava me sufocando com seus peitos
AtĂ© que vocĂȘ do nada começou a cavalgar super rĂĄpido
E gritar com todas as forças
Começou a gozar no meu pau
Gozou tanto q meu pau tava escorrendo
AĂ vocĂȘ sentou com força
E ainda apertou seu corpo contra o meu
Gemendo no meu ouvido
NĂŁo me segurei e gozei junto
Dentro de vocĂȘ
Nosso suor se misturava
E a gente gozou se beijando
VocĂȘ foi levantando, devagarzinho
Escorreu muita porra de dentro de vc
NĂŁo satisfeita, vocĂȘ se levantou E começou a esfregar a bct na minha cara AtĂ© gozar dnv
E eu adoro RSRS
Espero que vocĂȘ goze lendo o sonho
AniversĂĄrio (Pt1)
EntĂŁo, era seu aniversĂĄrio.
Fiz uma festinha surpresa pra vc. O Ășnico convidado era eu.
Era uma sexta-feira, vocĂȘ chegou em casa cansada do trabalho.
Era cerca de 19 horas, vocĂȘ abriu a porta e se deparou com a surpresa.
Eu estava esperando por vocĂȘ, com um jantar a luz de velas.
Eu preparei uma massa a bolonhesa e comprei um vinho tinto maravilhoso.
Ao fundo, uma mĂșsica clĂĄssica tocando.
VocĂȘ correu pra me dar um beijo.
-Feliz aniversĂĄrio amor. Sei que vocĂȘ merece muito mais, mas prometo que dei o meu melhor.
VocĂȘ ficou meio sem jeito, mas me deu um abraço bem apertado.
Pois bem, comemos pouco e nos embebedamos com o vinho.
VocĂȘ levantou para lavar sua taça, e eu te encoxei na pia.
-Safado
-Vem cĂĄ que seu aniversĂĄrio ainda nĂŁo terminou
Fomos pro quarto
-Hoje Ă© vocĂȘ que manda
Quando eu disse isso, parece que um bilhão de ideias passaram pela sua cabeça.
VocĂȘ me empurrou com força pra cima da cama, eu cai pra trĂĄs sem tentar evitar.
Fiquei com os braços abertos, vocĂȘ pulou em cima de mim com as pernas do lado do meu quadril.
Me deu um beijo molhado, tirou a minha camisa e começou a passar a mão no meu pau.
Enquanto me beijava, com uma mĂŁo ia abrindo meu zĂper e sentindo meu pau crescer na sua mĂŁo e latejar na cueca.
Fiquei de pĂ©, tirei a minha bermuda e vocĂȘ abaixou a minha cueca.
Meu pau saltou pra fora, vermelho e latejando.
As veias estavam muito aparentes, e vocĂȘ apoiou ele com o seu rosto
VocĂȘ pegou ele com a sua mĂŁo direita, e começou a fazer carinho nele.
Depois, cuspiu nele e começou a me masturbar, bem devagar
Com a mĂŁo esquerda, vocĂȘ acariciava minhas bolas
Com toda a sua delicadeza
VocĂȘ estava me olhando com cara de safada, mordendo os lĂĄbios, enquanto me masturbava com toda a calma do mundo.
Eu jĂĄ respirava fundo, e vocĂȘ ainda pegou um lubrificante para me maltratar.
Passou bastante lubrificante na mĂŁo, e esfregou as duas mĂŁos por toda a extensĂŁo da minha piroca.
Massageando, brincando com ele.
Depois, passou novamente o lubrificante na mĂŁo, mas dessa vez vocĂȘ sĂł passou a mĂŁo na cabecinha e nas minhas bolas.
Eu jĂĄ estava começando a gemer baixinho, minha perna esquerda atĂ© deu uma falhada e eu quase caĂ.
Percebendo meu estado, vocĂȘ começou a fazer movimentos circulares com seu dedo indicador bem na ponta da cabeça do meu pau, que acabaram me fazendo gemer e implorar por mais
-AHHHHHHHHHH
-SUA PUTA
-ISTO Ă TORTURA
-AAAAAAAAAAIIIII
-CARALHO
-NĂO FAZ ISSO COMIGO
-MEU DEUSSSSSSSSSSSSSSSSS
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH
-ĂIN
VocĂȘ parou um pouco, passou a lĂngua por entre os lĂĄbios, e deu uma risadinha de canto.
AĂ, vocĂȘ apoiou ele em cima do seu rosto, enquanto com a boca engolia uma das minhas bolas.
Ele Ă© tĂŁo grande que passava da sua testa, vocĂȘ adora isso.
Depois de brincar um pouco com a minha bola, pegou com a mão esquerda bem no começo da piroca, e bateu ela com força na sua cara 4 vezes.
Eu tirei a sua mĂŁo dele, peguei ele na mĂŁo e vocĂȘ colocou a linguinha pra fora.
Apoiei ele lentamente na sua lĂngua, depois levantei e bati com ele na lateral do seu rosto
-BATE MAIS QUE EU GOSTO
Larguei ela, e vocĂȘ começou a passar a lĂngua na pontinha
-AHHHHHHHH
-PUTA QUE PARIU
-QUE DELĂCIA
VocĂȘ segurou ele com as duas mĂŁos e começou a chupar com vontade
Olhando no meu olho
VocĂȘ colocou as duas mĂŁos na minha cintura, e começou a mamar com força.
Colocava o mĂĄximo que dava na boca, enchia a boca e queria mais.
VocĂȘ salivava, e eu jĂĄ estava com as pernas bambas
VocĂȘ tirava ele da boca e começava a me masturbar super rĂĄpido, depois colocava ele na boca de novo e empurrava atĂ© se engasgar.
-MEU DEUS AMOR
-EU NĂO AGUENTOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAHHHH
-SUA PUTA SAFADA
-CARALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
VocĂȘ se empolgava em me ver nesse estado, e por isso judiava mais ainda de mim
Mano, vocĂȘ me chupou por uns 50 minutos
Quando eu estava quase gozando, vocĂȘ parava de chupar e ficava chupando minhas bolas
-EU NĂO AGUENTO MAIS
AHHHHH
ANNN
MEU DEUS
VOU GOZAR
AHHHHHHHHH
Nessa hora vocĂȘ tirou a blusa bem rĂĄpido e falou
-Me da um banho de porra amor
E começou a me masturbar
AVIĂO
Sonhei q estĂĄvamos em uma viajem de aviĂŁo, o voo estava bem tranquilo, e tinham pouquĂssimos passageiros. Como de costume, minha mĂŁo boba alisava suas pernas descobrindo cada centĂmetro de seu corpo. VocĂȘ adora quando eu faço isso. (Vc) -Amor? -Oi (Vc) -Vou ao banheiro E vocĂȘ foi com sua saia vermelha e blusa preta, desfilando pelo corredor. Passos sedutores, com rebolados sexys. Entrou no banheiro, aparentemente nada fora do normal.. Logo em seguida, chega uma mensagem no meu celular. "Ei, se ninguĂ©m estiver olhando, entra aqui" Espantado, levantei, caminhei como se nada tivesse acontecendo, olhei ao redor, todo mundo estava dormindo, lendo, ou vendo filme, todos completamente distraĂdos. Ao chegar no banheiro, apenas empurrei a porta, que nĂŁo estava trancada. VocĂȘ me puxou pro lado rĂĄpido, e trancou a porta, para que ninguĂ©m reparasse.. Me olhou com aquele sorriso que sĂł vocĂȘ sabe fazer, aquele que diz mais que mil palavras. Dava pra ver os seus seios pontudos pela blusa sem sutiĂŁ. Uma pegada firme no meio das minhas pernas, seguido de um sussurro no ouvido: -Me fode aqui mesmo, agora, quero sentir vc. Com a mĂŁo ainda na minha calça, sentiu o volume aumentar. NĂŁo demorou para que se abaixasse, para tirar meu cinto e baixar minha calça com extrema calma e frieza. De batom vermelho, subiu e me deu um beijo lento. Com a mĂŁo por dentro da minha calça, segurando meu pau. Abaixou, rĂĄpido dessa vez, pegou minha cueca pelas laterais, baixou de uma vez sĂł, tudo isso para ver meu pau pulando fora e batendo na sua cara, vocĂȘ ama isso. Sem enrolação, agarrou ele e começou. Agarrou ele com uma mĂŁo, abriu a boca, com a outra mĂŁo segurou o cabelo pra trĂĄs. O vai-e-vem hipnotizante do seu corpo me deixava paralisado, quase perplexo. Meus braços meio-abertos, com as mĂŁos esticadas pela parede do banheiro. Deixo escapar um leve gemido, instantaneamente vc colocou um dedo nos meus lĂĄbios, como um protesto pedindo silĂȘncio. Vagarosamente, com movimentos repetitivos, apreciando um bom boquete. [...] Um barulho de trinco nos deu um susto. Mas a porta estava trancada, em nada atrapalhou. Usei como deixa, assim que ouvi os passos se distanciarem e abrindo outra porta, levantei vocĂȘ. Nem um pio, apenas os barulhos dos motores. Ficamos se encarando, com olhar fixo. Uma leve turbulĂȘncia nos "acordou", sentidos Ă flor da pele, o receio de sermos descobertos se misturavam com o  tesĂŁo, quase que explodindo para fora de nossos corpos. TambĂ©m sem falar nada, me abaixei, abri o zĂper da sua saia e o botĂŁo. Fui baixar a mesma, qual foi minha surpresa quando fui interrompido por suas mĂŁos. Sinal de "nĂŁo" com os dedos. Com movimentos suaves, se virou e abaixou a saia ao mesmo tempo que fazia suas mĂŁos ao alcançar perto dos seus pĂ©s. Para minha nĂŁo surpresa, estava sem calcinha, com a bct lisa e completamente encharcada. Levantou-se rapidamente, pegando meu braço e apoiando na sua cintura. Com as mĂŁos em sua cintura, te virei para a parede. Com meu corpo, te empurrei pra frente, e com as mĂŁos, fiz vocĂȘ dar dois pequenos passos pra trĂĄs. Sua cabeça prensada na parede, de lado. Com um dedo, puxei seu cabelo pro lado e deslizei pela nuca. VocĂȘ se arrepiou, com gotas de suor escorrendo pela espinha. EntĂŁo, sussurrei no seu ouvido. -"Agora Ă© minha vez" VocĂȘ sorriu, deu mais um passo pequeninho pra trĂĄs e abriu a bunda com as mĂŁos. Com o pouco espaço que me restava da parede traseira, me ajeitei, consegui ajeitar o pau com sua bct. Com a cabecinha, esfreguei bem. VocĂȘ respirou de maneira ofegante, e eu coloquei um pedaço. Agora, com as mĂŁos na sua cintura, fui guiando seus movimentos, de forma que nĂŁo fizĂ©ssemos barulho. Assim que vocĂȘ se acostumou com o ritimo, com um ante-braço esmagava seu pescoço contra a parede, e vocĂȘ parecia estar amando, se entregando com todas as suas forças. Depois de um tempo, suas pernas estavam bambas, jĂĄ nĂŁo aguentava mais. EntĂŁo, virei vocĂȘ de frente, e passei minhas mĂŁos por trĂĄs de sua bunda. Agarrei com força, te levantei, prensando vc na parede, e, agora com as mĂŁos por trĂĄs das pernas, segurei vocĂȘ firmemente. Assim, com
as suas costas roçando e marcando a parede, fui levantando e baixando vocĂȘ, que se encaixava como lego em mim. Suores se juntavam e peles se atritavam. O calor do momento era tamanho, que esquecemos por um momento que estĂĄvamos em um aviĂŁo. Lembramos assim que passamos por uma turbulĂȘncia longa, a qual fez vocĂȘ gozar jatos no meu pau, violentamente. VocĂȘ estava mole, como uma boneca de pano. Ficou de joelho, se apoiando na parede, e pedindo pra eu gozar. Olhando no meu olho, colocando todo o pau na boca, percebeu que eu iria explodir. Abriu a boca, com a cabeça apoiada na lĂngua, e segurou com a mĂŁo o corpo do meu pau. Ganhou vĂĄrios e vĂĄrios jatos no cĂ©u da boca, vocĂȘ teve que colocar a mĂŁo em baixo pq começou a escorrer da sua boca. Engoliu tudo, ainda chupou o resto, para nĂŁo deixar nenhuma gota passar. Se vestimos novamente, limpamos o batom de nossos rostos e o suor do corpo, ignoramos a sensação de cansaço e com uma toalha de rosto limpamos a cabine do banheiro. Esperamos um tempo para ver se nĂŁo havia passos por perto, entĂŁo saĂmos um de cada vez, para que nĂŁo percebessem. Aparentemente, os que ainda haviam restado vendo o filme, nem sabiam que a gente estava no aviĂŁo
Fazenda (Pt 2)
A chuva nĂŁo parava, resolvemos entrar para tomar um banho. EstĂĄvamos no corredor que dava acesso aos quartos, tocando as paredes para poder se achar na vasta escuridĂŁo. Do nada, a luz voltou. O corredor ficou iluminado, e nĂłs estĂĄvamos completamente nus. Fomos correndo atĂ© o nosso quarto, que era o Ășltimo do corredor. Deixamos o rastro de ĂĄgua no chĂŁo, irresponsavelmente. Logo que entramos, batemos a porta e vocĂȘ jĂĄ pulou no meu colo. Minha rola cresceu na hora, eu soquei em vc ao mesmo tempo que prensava vc contra a porta. Eu dava umas estocadas com força, sem dĂł e sem carinho, como um instinto selvagem. Com vocĂȘ ainda no meu colo, te tirei da porta e te joguei em cima da cama. VocĂȘ, me comendo com olhos vorazes, sedenta por mais. Abri a minha pequena mala, que estava cheia de brinquedos para nĂłs. Peguei minhas algemas, e algemei as suas duas mĂŁos na cabeceira da cama. Depois, amarrei os seus pĂ©s nos outros dois pĂ©s da cama. Amarrei com força, pra que nĂŁo escape quando vc se contorcer. Peguei uma vela aromatizante que tinha na pia do banheiro, acendi ela, e fiquei esperando  atĂ© a cera começar a derreter. Comecei a pingar cera derretida no seu corpo, na sua barriga, nos seus peitos... VocĂȘ se contorcia, mostrava um pouco de dor, mas mostrava mais ainda o tesĂŁo. Peguei uma venda e pus vocĂȘ. VocĂȘ nĂŁo esboçou reação. Cheguei no seu ouvidinho e comecei a sussurrar, enquanto minha rola esfregava na sua perna: -Putinha, cachorra safada! VocĂȘ gosta que te amarre? Gosta? Quer que eu te maltrate? VocĂȘ fazia sinal que sim com a cabeça, e ficou toda arrepiada. Comecei a brincar com suas sensaçÔes. Com as duas mĂŁos, belisquei os dois bicos dos seus peitos, que estavam muito pontudos e sensĂveis. Apertei seu pescoço, enquanto dava tapas na sua bct. Sua virilha jĂĄ estava toda vermelha, peguei a vela e derramei um pouco de cera nela. Quando a cera secou, tirei ela e comecei a passar minha lĂngua no seu clitĂłris, fazendo ârodasâ com a lĂngua. Seu impulso era se contorcer, mas vocĂȘ quase nĂŁo conseguia se mexer pq tava amarrada. Peguei um vibrador que eu tinha na mala, segurei ele perto do seu ouvido e liguei, Quando vocĂȘ ouviu o som dele e associou, ficou toda arrepiada dnv. Coloquei ele no seu clitĂłris, enquanto passava a mĂŁo na sua bct, e sentia ela toda meladinha. Subi em cima da cama, colocando um joelho por cada lado. VocĂȘ sentiu o peso do meu pau apoiado na sua barriga, segurei o vibrador bem firme na sua bct e coloquei minha mĂŁo no seu pescoço. Aos poucos, fui enforcando vocĂȘ, atĂ© vocĂȘ ficar completamente sem ar. VocĂȘ jĂĄ estava bem ofegante, e gemendo alto, as paredes eram grossas entĂŁo nĂŁo tinha como ninguĂ©m ouvir. Eu enforcava vocĂȘ por um tempo, soltava pra vocĂȘ respirar e vocĂȘ gemia feito uma cadela. Quando tirava a mĂŁo do seu pescoço, dava tapa na sua cara, e ficava a marca da minha mĂŁo. VocĂȘ adorava. SaĂ de cima de vocĂȘ, deixando o vibrador apoiado na sua bct. Fui atĂ© a mala, peguei um plug anal, e comecei a esfregar ele no seu corpo. Comecei da ponta dos pĂ©s, fui subindo esfregando ele bem devagar, passando pela barriga, pelos seios, e vocĂȘ se arrepiava com aquele metal gelado se esfregando em vocĂȘ. Levantei a venda de um lado sĂł, vocĂȘ viu o que era e queria falar algo, mas rapidamente coloquei a mĂŁo na sua boca, impedindo qualquer movimento. Baixei a venda dnv, esfreguei a pontinha do plug na sua bct, pra lubrificar, depois fui colocando ele no seu cĂș. No começo, foi um pouco difĂcil, mas depois ele foi atĂ© o final. Peguei o vibrador na mĂŁo e fiquei esfregando ele na sua bct, vocĂȘ começou a gemer cada vez mais alto. VocĂȘ começou a gozar, devagar, escorrendo um pouco da sua bct, mas do nada explodiu em esguichos, o plug saiu do seu cĂș e ficou piscando, junto com sua bct. VocĂȘ esguichou MUITO forte, me molhou todo, e eu segurava o vibrador na sua bct. VocĂȘ nĂŁo parava de gozar, foram uns 40 segundos assim, vocĂȘ berrando de prazer, gritos e mais gritos. VocĂȘ ficou completamente sem forças,  esparramada em cima da cama.  Desamarrei vocĂȘ, tirei sua venda e suas algemas. (VocĂȘ) - Sua vez de gozar, me come de ladinho? Meu pau
que jĂĄ estava muito duro parecia que iria explodir, amarrei suas duas pernas juntas, amarrei suas canelas e suas coxas. VocĂȘ jĂĄ estava toda marcada com as cordas. Amarrada assim, vocĂȘ ficou de quatro pra mim, a visĂŁo do paraĂso, sua bct Ă© linda demais! Peguei o plug de cima da cama e coloquei dnv no seu cĂș, e fiquei esfregando meu pau na sua bct. Coloquei sĂł a cabecinha em vc, coloquei minhas duas mĂŁos na sua cintura e te puxei contra mim, fazendo entrar tudinho. VocĂȘ gemeu alto de novo. Meu pau latejava dentro de vc, e sua bct escorria pelas pernas. VocĂȘ estava com as pernas bambas, eu soltava uma mĂŁo de cada vez da cintura e batia na sua bunda. Esticando a mĂŁo, consegui pegar um chicote que eu tinha na mala. Comecei a bater na sua bunda e nas suas costas com o chicote. VocĂȘ estava toda marcada, e suas vocĂȘ quase nĂŁo se aguentava de quatro. Tirei meu pau de vocĂȘ, deitei vocĂȘ de lado na cama. Fiquei em pĂ©, fora da cama, e vocĂȘ ficou na beirada. Dei uma chicotada na sua bctinha, vocĂȘ revirou os olhos, aĂ comecei a estocar em vocĂȘ de novo, O barulho dos nossos corpos se tocando estava bem alto, eu estava gemendo aos berros, de tĂŁo gostosa que Ă© a sua bct. A minha perna começou a ficar bamba e tremer tambĂ©m, atĂ© que gozei dentro de vocĂȘ gritando MUITO, incontrolavelmente. VocĂȘ atĂ© se assustou, mas ficou olhando nos meus olhos enquanto eu gozava. Foi o melhor orgasmo da minha vida. Quando eu tirei o pau, começou a escorrer porra da sua bct, e vocĂȘ entĂŁo disse: (VocĂȘ) - Precisamos tomar um banho! (VocĂȘ) - Vamos para a hydro?
(ContinuaâŠ)

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Fazenda
Sonhei que a gente jĂĄ estava se pegando a um tempo, e vocĂȘ me chamou para uma festa da sua famĂlia em uma fazenda.
A Fazenda Ă© da sua famĂlia, Ă© enorme, tem um casarĂŁo com vĂĄrias suĂtes. Algumas delas com banheira. VocĂȘ me convidou pra aproveitarmos essa oportunidade e eu jĂĄ conhecer o resto da sua famĂlia.
Vc chegou mais cedo, pois tinha que ajudar a organizar algumas coisas e receber os convidados.
Tu tava usando um vestidinho vermelho forte, com decote discreto, ele ia até um pouco mais da metade das suas coxas.
Demorei um pouco pra chegar, pois eu havia me perdido no caminho. Quando vocĂȘ me viu chegar, foi correndo me receber.
Me deu um beijo longo e um abraço apertado, afinal de contas, fazia umas duas semanas jĂĄ que nĂŁo nos vĂamos.
(VocĂȘ) -A tia vai gostar de te ver, ela falou de vocĂȘ o tempo todo
-Espero que vocĂȘ sĂł tenha contado coisas boas minhas para ela haha
(VocĂȘ) -Quer ajuda com a mala?
-Quero
-Pega a menor, deixa que a grande eu levo
(VocĂȘ) -O que tem nessa menor?
-Nada demais
VocĂȘ ficou um pouco desconfiada, eu nĂŁo costumava dar essas respostas evasivas.
(VocĂȘ) - Vem, vou te mostrar nosso quarto.
Logo na entrada sua tia veio me dar oi, falou que estava louca pra me conhecer, e disse que
vocĂȘ tinha falado muito bem de mim para ela.
Fomos para o quarto, era uma suĂte enorme, com banheira de hydro e com as paredes bem grossas.
Fiquei impressionado com o tamanho da casa, vocĂȘ riu e me chamou de bobinho, disse que nĂŁo era pra ficar reparando nisso.
Reparei que tinham sais de banho em cima da pia do banheiro, perguntei se foi vocĂȘ que comprou ou jĂĄ estava lĂĄ.
Quando me virei pra ver sua resposta, vocĂȘ estava sem o vestido, sĂł de calcinha
VocĂȘ sĂł deu um sorrisinho, mas nĂŁo falou nada.
VocĂȘ abriu o guarda-roupa para pegar uma roupa, e eu dei um tapa na sua bunda
-JĂĄ disse hoje que eu adoro essa raba?
(VocĂȘ) - Ainda nĂŁo, mas seu olhar te entregou
VocĂȘ colocou uma roupa mais casual, e fomos terminar de organizar as coisas para a festa. Ainda eram umas 15:00, e a festa começava sĂł as 20:00.
Sua tia pediu pra gente organizar a parte dos fundos da casa, onde tinha piscina.
Fomos para lå, a piscina estava bem suja e tinha bastante folhas no deck e nas mesas. Fazia tempo jå que ninguém limpava aquilo.
Enquanto vocĂȘ pegava materiais para limpar as folhas, eu fui pegar o aspirador da piscina e os quĂmicos.
Começamos a limpar, com pressa, pq daqui a pouco jå iria ter gente chegando.
Terminei a piscina, e saĂ dela para te ajudar a limpar o resto. VocĂȘ estava juntando uma latinha de cerveja no chĂŁo, com a bunda empinada. Eu dei um tapĂŁo na sua bunda, vocĂȘ se virou em um pulo bem rĂĄpido e me deu um beijo, entĂŁo eu te agarrei pela cintura e fui te levando em direção a parede, na qual eu te prensei e sussurrei no seu ouvido:
-Quero muito te fuder aqui
Dei um beijo no seu pescoço, e fui te apertando na parede. VocĂȘ atĂ© queria dizer que nĂŁo, mas seu corpo dizia que sim.
Coloquei meu dedo na sua boca fazendo sinal de silĂȘncio, enquanto fazia âShhhhâ. VocĂȘ estava me comendo com os olhos, e reparou que meu pau jĂĄ estava duro roçando a sua perna.
VocĂȘ abriu a boca e deixou eu colocar o dedo dentro, e entĂŁo começou a chupar meu dedo.
De repente, vocĂȘ mordeu ele com força. Eu tirei rĂĄpido, reclamando de dor.
VocĂȘ riu, e saiu da parede.
(VocĂȘ) - VocĂȘ estĂĄ doido em fazer isso aqui? Me ajuda a terminar isso tudo aqui logo.
[...]
Tinham uns 80 parentes seus na festa, entre seus tios tias e primos.
Mas quase ninguém foi pra Piscina, a maioria ficou na garagem da casa.
Do nada, o tempo virou e começou a cair uma chuva bem forte.
Sua tia pediu pra gente ir desligar o motor da piscina, fomos pela porta dos fundos enquanto todos estavam dando a volta na casa.
Passamos um trabalhĂŁo pra conseguir desligar, jĂĄ estĂĄvamos encharcados, e do nada caiu um raio perto, que fez acabar a luz.
Como o pessoal jĂĄ tava meio bĂȘbado e estavam ouvindo mĂșsica com o som do carro, nem deram bola, sĂł ligaram o farol de um carro na rua mirado para a garagem pra nĂŁo ficar mto escuro.
NĂłs lĂĄ fora, embaixo de chuva, tava tudo muito clichĂȘ pra ser vdd
A gente até tentava disfarçar, mas nossas atitudes entregavam o que eståvamos pensando.
Não deu, cedemos à tentação.
Começamos a nos beijar loucamente, råpido e molhado.
O tesão era eminente, como pode-se sentir até o cheiro?
VocĂȘ, safada do jeito que eu gosto, me deu uma mordidinha no lĂĄbio, e foi se ajoelhando roçando o rosto pelo meu corpo.
Baixou a minha calça e minha cueca vorazmente, meu pau pulou e bateu no seu rosto de baixo pra cima, sem perder tempo vocĂȘ jĂĄ agarrou ele e começou a acariciĂĄ-lo.
Passava a mĂŁo com delicadeza, e batia uma com força pra mim. Segurava minhas bolas com a outra mĂŁo, e caĂa de boca nele.
Ă lindo de ver vocĂȘ me chupando, olhando no meu olho, sou apaixonado pela sua safadeza.
VocĂȘ batia ele na sua cara, e na sua lĂngua, e sempre que eu tentava pegar ele pra bater em vocĂȘ tu nĂŁo deixava, dava tapas na minha mĂŁo.
VocĂȘ se divertia bastante, adorava ter um pirocĂŁo desses pra encher a sua boca e apanhar com ele.
Me mamou por um tempĂŁo, com força, se engasgando e colocando tudinho na boca, uma verdadeira aula de boquete. O jeito que vocĂȘ chupa Ă© demais, se babando toda, e quando parava pra respirar e me masturbava adorava sentir ele latejando na sua mĂŁo.
VocĂȘ parou, levantou tirando a minha camisa.
Colocou a mão em cima da minha cabeça, me empurrando para baixo.
Mandou eu abrir o botĂŁo do seu short com a boca. Assim fiz.
Baixei o seu short junto com a calcinha, e vocĂȘ empurrou minha cara contra tua buceta.
VocĂȘ apoiou as costas na parede, e as pernas estavam um pouco mais Ă frente, e bem abertas, vocĂȘ enfiava minha cara no meio das suas pernas e esfregava esse bucetĂŁo delicioso em mim, melando minha cara toda.
Ainda bem que nĂŁo tinha janela por perto e o som da festa e da conversa dos outros estavam altos, pq vocĂȘ gemia feito uma cadela, me chamava de cachorro e mandava eu chupar todo esse bucetĂŁo, dizia que queria esfregar ele no meu rosto atĂ© meu rosto ficar vermelho, e eu me segurava nas suas coxas. Eu tirava um pouco o rosto para respirar e vocĂȘ me pegava pelo cabelo e socava na sua bct dnv.
VocĂȘ gozou esfregando na minha cara, me deixou todo meladinho. ADOREI.
VocĂȘ disse que era a minha vez de te gozar toda, me puxou pelo cabelo atĂ© ficar de pĂ©, pegou no meu pau e esfregou ele na sua bct.
Quando vocĂȘ estava esfregando ele, ouvimos a voz de duas pessoas conversando chegando perto da porta dos fundos, eu prensei vocĂȘ contra a parede e coloquei a mĂŁo na sua boca.
Era a sua tia, abriu a porta e começou a chamar o nosso nome.
(TIA) - VocĂȘs estĂŁo aĂ?
Nós prendemos a respiração, que jå estava bem ofegante.
Como estava bem escuro e as nuvens cobriam a lua, nĂŁo dava pra ver nada.
(TIA, para a amiga dela) - Eles devem ter ido pro quarto se trocar, vamos lĂĄ conferir.
Quando ela fechou a porta, caĂmos na gargalhada.
Isso faz tudo se tornar mais gostoso.
VocĂȘ se virou, colocou as duas mĂŁos na parede e empinou a raba. Deu uma reboladinha, e falou:
(VocĂȘ) - Me fode cachorro.
Dei uma esfregada com com o pau na sua bcta e meti com força, eu gemia muito, não conseguia pensar em mais nada, estava sendo a melhor foda de todas, a chuva escorria pelos nossos corpos, minha virilha batia na tua bunda e o barulho era alto.
A foda era espontĂąnea, tudo rolava como se estivĂ©ssemos desconectados do mundo, eu puxava seu cabelo pra trĂĄs e vocĂȘ deixava eu trazer seu corpo junto, deixava eu maltratar sua bctinha e virava o rosto pra gemer olhando nos meus olhos.
Nosso suor se misturava com a chuva, nossos gemidos se uniam, uma perfeita harmonia.
Eu jĂĄ nĂŁo conseguia mais segurar, tirei meu pau e vocĂȘ pegou ele rĂĄpido e começou a me masturbar, eu gozei fortes jatos nas suas pernas e na sua barriga, gritando de prazer, incontrolĂĄvel, minhas pernas ficaram bambas e tremendo, vocĂȘ nĂŁo parava de me masturbar, vendo toda aquela porra escorrendo de vocĂȘ com a chuva. Foi o orgasmo mais intenso da minha vida.
Coloquei dois dedos na tua bct e fiquei mexendo minha mĂŁo bem rĂĄpido, atĂ© vocĂȘ gozar de novo na minha mĂŁo.
VocĂȘ nem gemeu, sĂł respirava ofegante, parecia atĂ© que sua alma tinha saĂdo do corpo.
(Continua...)
Piscina com amigos
Sonhei q morĂĄvamos juntos, em uma casa com piscina. Era uma tarde com bastante sol, chamamos um casal de amigo nosso pra ir passar a tarde com a gente. Bianca e Jorge era o nome deles. EstĂĄvamos todos na sala vendo um filme e comendo muita pipoca Foi como de costume, fazemos isso quase sempre. Quando o filme acabou, falei: -Vamos para a piscina? (Bianca) - "Estamos sem roupa de banho migo, deixa pra prĂłxima" (VocĂȘ) - "Ah, deixa dessa, jĂĄ se conhecemos a muuuito tempo pra ficar de besteira agora, nem parece que crescemos juntos" Bianca logo tirou a roupa de cima e pulou, junto comigo e com vc. Jorge ficou meio ressabiado, mas vendo todo mundo na piscina de roupa Ăntima, tirou a roupa e pulou tambĂ©m Ficamos ali por um bom tempo,  jogando conversa fora AtĂ© que a  Bi foi no banheiro Jorge entrou junto, foi pegar uma cerveja na geladeira Ficamos a sĂłs na piscina Olhar safado (Eu) - "Saudades doq fazĂamos aqui quando alugamos a casa" (VocĂȘ) - "NĂŁo começa seu safado" Passei a mĂŁo por trĂĄs do seu pescoço, fui te trazendo pra mim lentamente, com um beijo bem lento Aos pouquinhos, fui te levando para o cantinho da piscina, onde nĂŁo tinha visĂŁo da porta da casa que dava acesso a ela Coloquei minhas mĂŁos na sua cintura, com uma pegada firme O beijo ficou um pouco mais quente, deu pra ver sua expressĂŁo assim que sentiu que o volume na minha cueca começou a aumentar VocĂȘ pegou uma das minhas mĂŁos e puxou para a sua virilha, eu logo coloquei sua calcinha de lado e coloquei meu dedo Respiração longa ( VocĂȘ ) - "Para, nĂŁo dĂĄ" Logo em seguida, pode-se ouvir o jorge berrando da sala, com sua voz cada vez mais perto - "ACABOU A CERVEJA, TO INDO COMPRAR MAIS" Fiz sinal que sim com a cabeça, ele saiu Assim que ele vira as costas, surge a Bianca falando que vai junto Jorge vestiu sĂł a bermuda, bianca se vestiu por completo. No momento que ouvimos o portĂŁo da casa bater, jĂĄ estĂĄvamos tomados pelo tesĂŁo, te coloquei pra fora da piscina, com as pernas bem abertas, e comecei te chupando, sem ritos pra nĂŁo perder tempo Quando vocĂȘ jĂĄ estava quase gozando, ouvimos o portĂŁo se abrir VocĂȘ se levantou rĂĄpido, ajeitou a calcinha e pulou na piscina Pedi pra vocĂȘ ficar na minha frente, pra esconder a ereção. Eles apareceram com uma caixa de cerveja na mĂŁo Jogaram uma lata pra gente, e perguntaram brincando oq ficamos fazendo nesse tempo que eles estavam fora, e pq essa cara de susto SĂł rimos "bobos" Cruzei meus braços em vocĂȘ, pra disfarçar melhor, acho que funcionou Nisso, um aviĂŁo passou voando bem baixo e todos começaram a admira-lo, vocĂȘ colocou a mĂŁo pra trĂĄs e tirou meu pau da cueca, q estava latejando Deu uma ajeitada e esfregou ele na sua bct, depois colocou a cabecinha Coloquei minha mĂŁo na sua boca e empurrei, mesmo assim deu de ouvir um gemido ao fundo Os dois olharam fixamente pra vc, com um olhar estranho Vc foi rĂĄpida e disse q pisou em uma pedra Fomos muito discretos, pois ficamos parados Bianca simplesmente saiu da piscina, virou de costas pra gente, deitou em uma das nossas cadeiras de costas pra cima Berrou: - "Que sol maravilhoso" VocĂȘ gostou da ideia, colocou uma cadeira ao lado da Bianca e fez o mesmo Depois de uma meia hora, percebi de canto de olho vocĂȘ se despindo, a Bianca jĂĄ estava pelada, e o Jorge estava de costas pra vocĂȘs Deitaram assim na cadeira, mas pra provocar deitaram com a bct virada pra piscina Com as pernas entre-abertas, conseguia ver que as duas estavam muito molhadas, e eu nĂŁo conseguia disfarçar AtĂ© que o Jorge reparou que eu estava olhando muito pra lĂĄ, virou pra trĂĄs e se deparou com essa cena Ele nĂŁo sabia muito bem o que fazer Olhou pra mim com cara de assustado, mas nĂŁo pensou 2 vezes em sair da piscina e ir ao lado da Bianca, enquanto eu ia do seu lado VocĂȘs estavam ansiosas por isso, parecia combinado Baixaram nossas cuecas devagar, sĂł pra ver a piroca saltar Vc começou a me chupar olhando no meu olho, Bianca fazia o mesmo, como uma espĂ©cie de espelho Com essa cara de puta que vocĂȘ sabe fazer, levando tapa na cara e puxĂŁo de cabelo, dando aula Te levantei da cadeira, me deitei - "Cavalga minha putinha" Ah
como vocĂȘ senta com vontade. A Bi logo que viu fez o mesmo, mas de tĂmida ela nĂŁo tinha nada, acariciava seus peitos e alisava sua bunda enquanto esticava seus braços para te alcançar NĂŁo demorou muito pra vocĂȘ gozar, exalando tesĂŁo Bianca ficava maravilhada te vendo revirar os olhos, gozou tambĂ©m Te coloquei de quatro, peguei seu cabelo na minha mĂŁo dando uma volta com ele em meu pulso e dando tapas fortes, deixando marcas da mĂŁo Depois de um tempo, quando sua bunda jĂĄ nĂŁo tinha mais nenhuma parte branca, pedi pra vocĂȘ deitar na cadeira Olhei pro lado pra ver o que estava acontecendo, mas jĂĄ tinha acabado por lĂĄ... Vc ficou com um olhar de quem queria devorar a bct da Bianca, ela logo percebeu Se ajeitou por cima de vocĂȘ e esfregou a bucetinha dela na sua cara, depois ficou parada esperando vocĂȘ fazer o trabalho Eu empurrava com força, seus peitos balançavam no mesmo ritmo Um tempo assim, ela gozou na sua boca, vocĂȘ nĂŁo se conteve e gozou junto, com o auxĂlio de sua mĂŁo. TambĂ©m nĂŁo resisti, gozei junto vendo essa sena Os jatos atingiam a barriga da Bi, escorriam pela bct dela e caiam na sua boca Ao mesmo tempo que molhavam sua barriga e seios, fazendo poça no seu umbigo. Ao final, mais alguns jatos na sua bucetinha, que pedia leitinho Mas sĂł por fora, era muito arriscado... VocĂȘ passava a mĂŁo na barriga e lambia os dedos Quando percebemos o que tĂnhamos acabado de fazer, nos vestimos rĂĄpido, com a respiração um pouco ofegante ainda. Como se nada tivesse acontecido, pegamos um resto de vodka na geladeira e fomos pro geladinho do ar-condicionado do quarto para ver outro filme. Jorge, ainda um pouco desacreditado do que tinha acontecido, foi o Ășnico que bebeu. Cerca de 5 doses para ser mais preciso. Eu estava deitado em uma ponta do colchĂŁo, tu deitou no meio e a bianca deitou no outro lado O jorge ficou sentado no chĂŁo enquanto bebia, visto que n tinha mais espaço na cama. Mais ou menos na metade do longo filme, eu comecei a passar a mĂŁo nas suas coxas Dava pra ouvir os roncos do Jorge, que tinha adormecido no chĂŁo. Subi a mĂŁo, comecei a fazer carinho na sua bct, - safado Continuei Tu me olhou com um sorriso Logo, bianca percebeu que uma parte da coberta estava se mexendo e outra tinha uma montanha Levantou, em silĂȘncio, foi atĂ© a frente da cama para conferir. Olhou pra gente e falou: -"Sinal verde, ele estĂĄ babando" SĂł risos Parece que ela foi possuĂda, pois no mesmo instante começou a fazer um show de Strip, que nĂŁo levou muito tempo para terminar, jĂĄ que ela estava sĂł com a roupa de cima. Puxou para fora a coberta, subiu de quatro na cama, e foi engatinhando por cima de vocĂȘ. Começou a te beijar, descendo lentamente Pescoço Seios Barriga Enquanto ela abria o zĂper da sua calça, vc tirou a blusa que jĂĄ estava levantada. Lentamente ela começou a te chupar, com MUITO, MUITO tesĂŁo. Apertava teu peito, e enquanto isso eu sĂł olhava e me tocava.  Vc me olhou e me chamou com um dedo sĂł. Bati com meu pau na sua cara, vocĂȘ abriu a boca e eu bati com ele na sua lĂngua tambĂ©m. Ela de quatro te chupando e vc engolindo tudo que podia. Com uma mĂŁo, vocĂȘ dedava ela,  E com a outra apertava os seios dela [Tempo depois] "Amor, Vou gozar" Nessa hr, ela parou de te chupar e começou a te beijar Pediu com cara de puta pra eu gozar nas duas Eu comecei a bater uma E gozei Na cara das duas Enquanto se beijavam NĂŁo foi tanto dessa vez Mas mesmo assim Bastante VocĂȘs mudaram pra um 69, e ela dnv por cima Fui na ponta da cama, esfreguei a cabecinha na bct dela e bati com ele dnv na sua cara VocĂȘ agarrou meu pau e empurrou pra dentro dela Enquanto tu chupava ela N demorou muito e ela gozou Na tua boca Apenas continuei, sem interrupçÔes Dava fortes tapas na bunda dela tbm E com a outra mĂŁo eu apertava teu peito E dava tapa na tua cara Ela começou a gemer muito E tu começou a chupar ela mais rĂĄpido Enquanto eu metia nela Eu gozei dentro dela Na mesma hora ela gozou mais uma vez Tirei vc chupava tudo que escorria da bct dela NĂŁo deixou uma gota Depois disso, vocĂȘ olhou pra mim com cara de decepcionada e perguntou : "NĂŁo vai comer meu cu amor?" Na
mesma hora te coloquei de quatro, eu jĂĄ quase nĂŁo conseguia mais ficar ereto Coloquei de uma vez sĂł De uma vez sĂł Suas pernas ficaram bambas E tua bct escorria pelas pernas e pingava Enquanto isso, a Bi deitou na tua frente e te mandou chupar ela vc chupou ela com maestria Cada vez mais rĂĄpido Ela gozou na sua boca Eu disse que nĂŁo iria aguentar, te agarrei pela cintura com as duas mĂŁos, empurrei atĂ© o final vc quase nĂŁo se aguentava de quatro Pernas muito moles Bianca se masturbando de novo E com a outra mĂŁo dedava tua bct Que jĂĄ tinha feito uma pequena poça na cama a essas hrs Eu tirei ela dali E comecei a meter de novo em vc E ela continuou te dedando E tu gozou mais uma vez NĂŁo aguentei vc ficou de joelhos, pediu um banho Ela se ajoelhou ao seu lado Nesse momento um tesĂŁo absurdo tomou conta do meu corpo vc abriu a boca Eu tirei sua mĂŁo do meu pau Coloquei sĂł a pontinha da cabecinha na sua lĂngua E gozei, incrĂveis jatos no cĂ©u da sua boca Fiz o mesmo pra Bi, depois voltei pra vocĂȘ Eu n parava de gozar Tua boca jĂĄ estava escorrendo Depois de vĂĄrias jorradas, acabou Minha putinha, engoliu tudo que tinha na boca Passou a mĂŁo no que escorreu pelos peitos e lambeu os dedos Jorge? Ainda babando E esse foi um final de tarde que nunca contaremos pra ele.