—— ELIAH MARVIN DUNCAN?! Por aqui ele é mais conhecido como THE TRUST FUND BABY desde que se mudou há TRÊS SEMANAS. Os turistas costumam confundi-lo com BRENTON THWAITES, mas ele não passa de um GARÇOM de VINTE E SEIS anos. Quando encontrá-lo eu sugiro que tenha paciência porque ele pode ser preguiçoso e mimado em seus dias ruins, mas há quem diga que ele também possa ser simpático e divertido quando está de bom humor. Espero que tenha sorte na sua procura!
Jesper ( Klaus ), Percy Jackson ( Percy Jackson e os Olimpianos ), Daniel ( BBB20 ), Naveen ( A Princesa e o Sapo ), Jason Mendonza ( The Good Place ), Bill Anderson ( Mamma Mia! ), Burro ( Shrek ).
LONG STORY SHORT:
Nasceu e foi criado em Los Angeles, num família muito rica, equilibrada, com tudo na mão, ou seja, tinha um total de zero problemas na vida. Tranquilo, o garoto viveu PLENO a vida toda só gastando dinheiro alugando carro, torrando em coisa completamente desnecessária, começou 3 faculdades e não terminou nenhuma e não levantava a bunda da cadeira pra fazer absolutamente nada que não seja pegar uma praia, ir pras festinhas e fazer social com os amigos vou nem pensar se ele furou quarentena. Mas chega um dia que ninguém aguenta mais, né não? O pai dele vendo o mala que ele criou, começou a ficar meio possesso depois de mandar o garoto arrumar um trabalho pra ter alguma responsabilidade na vida, e ele falar "vou sim", mas nunca tomar nenhuma iniciativa. Daí um dia os pais falaram "agr tu vai", cortaram a mesada dele e mandaram o garoto pra trabalhar de garçom em Malta, pagar aluguel, ter dor de cabeça tentando cancelar a NET, pegar ônibus.... ou seja, virar gente rs E ele achou tudo isso um absurdo né? Fala q foi escravizado, e que mesmo sendo super novo como garçom faz um ótimo trabalho, porém só na cabeça dele mesmo pq ele entrega prato errado, esquece de anotar pedido e transforma o descanso de 10 minutos em um de meia hora. N é mt inteligente não, mas apesar de ser mala, o consegue ser simpático, dócil e super amigável, fora que é apaixonado por surf?? E isso ele realmente faz bem skdjs BORA PLOTAR??
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Tô passando aqui pra me despedir de vcs e desse rpg maravilhoso que me acolheu há três meses. Eu amo esse lugar, e tenho um carinho muito grande por todos os players, mas sinto que de uns tempos pra cá eu já não tô no clima de me dedicar a dash ––– e a gente sabe que é chato manter personagem só de enfeite, né. Não quero segurar plot, nem fc, então optei pelo unfollow. Por mais que eu saiba que vou sentir falta daqui skdjks Enfim, muito obrigada pelos plots, pelas conversas e por todos os bons momentos que passei aqui. Desejo um excelente jogo pra todo mundo aqui <3 Espero ainda encontrar todo mundo pela dash. Vocês podem me encontrar sempre no meu tumblr pessoal.
“Tem lugares que tão nem aí pros funcionários, é triste viu.” respondeu com uma leve careta, já tinha trabalhado em diversos lugares desde nova, e algumas dessas experiências não haviam sido das melhores, ao menos agora estava em um lugar melhor. “Você vai achar fácil de qualquer, sempre tem lugares precisando de alguém.” falou em um tom animador para ele. Sorriu simpática para o outro assim que ele se apresentou. “Prazer, Eliah, eu sou a Marj.” falou, recordando das perguntas inicias dele em seguida. “Você surfa?”
" ––– Também é triste ser funcionário." Admitiu com um riso fraco, sem pensar antes de falar a primeira coisa que veio a sua mente. Não estava acostumado com nada daquilo; bem da verdade, até dia desses, achava que a vida se resumia em gastar em aluguel de carros esportivos, ir à festas no verão e passar o cartão de crédito como se o dinheiro nunca fosse acabar. Foi chocante para Eliah descobrir que para ficar sem dinheiro eram apenas dois palitos ––– pelo menos quando ele se sustentava da própria renda. Mas de outra forma, tinha algo de libertador em não depender do alheio, mesmo que estes fossem seus pais. " ––– Eu espero que sim. Mas obrigado, de verdade." Sorriu, assentindo com a cabeça. " ––– Prazer Marj." Cumprimentou, alargando discretamente o sorriso. " ––– Ah, sim. Pelo menos, quando o sol estava no céu. Com o mar congelando e sem roupa térmica fica mais complicado." Deu de ombros. E ele não tinha dinheiro para bancar uma roupa térmica por enquanto.
Valerie debatia se devia ou não aprofundar-se no assunto, entretanto, tudo o que disse saiu em um breve riso. “É… Não é bem dessa forma que férias funcionam, sabe?” brincou em um dar de ombros. Ao menos ele não parecia assim tão abalado de ter perdido o emprego. “Rapaz, você veio falar com a pessoa certa!” ela animou-se diante da pergunta dele, sabendo muito daquele assunto. Anos de prática de serviços por quase todos os estabelecimentos de Valletta haviam lhe garantido vários contatos nos mais diversos ramos. Agora com a carreira de modelo, entretanto, Valerie não tinha mais tanta disponibilidade, e ter alguém para indicar seria ótimo. “Eu costumava trabalhar fazendo uns bicos por aqui, então conheço vários lugares que estão procurando gente, seja pra contrato fixo ou então só pra fazer uma taxa.” comentou, encolhendo os ombros em um pequeno sorriso ao dizer “Se quiser, posso te indicar e te passar os contatos! Em que área você está pensando em atuar?” Com a seguinte pergunta, entretanto, Valerie riu e negou com a cabeça “Olha, eu até surfo, mas é só por lazer, então não fico muito por dentro dos campeonatos. Mas, realmente, eu duvido muito que aconteça algum agora no inverno. Não em Malta, pelo menos.”
" ––– E foi?!" Só estava falando por falar, mas de repente, alguém parecia ter uma resposta! Animou-se com a animação alheia, prestando o dobro de atenção nas palavras da loira. Eliah ainda odiava trabalhar, pelo menos como garçom, mas não podia ficar sem pagar as contas, tampouco deixar Jason carregar a casa nas costas. Até ele tinha algum limite. " ––– Perfeito! Cara, você é demais!" Nem conhecia a garota, mas já a achava demais mesmo. " ––– Eu tenho experiência como garçom. Trabalhei no Black Flag nos últimos meses, mas de verdade, qualquer um pra mim serve... Inclusive, se não for de garçom, melhor ainda." Confessou, dando levemente de ombros. Não tinha problema algum em admitir que detestava o antigo trabalho, e uma experiência nova poderia ser uma boa pedida. " ––– Eu adoro surf." Proferiu, abrindo um sorriso para a loira. " ––– É legal saber que cê curte também. Nunca te vi na praia, mas a gente pode combinar um dia pra treinar. Quando conseguirmos entrar no mar sem congelar." Deu de ombros, pois entrar no mediterrâneo naquele gelo era inviável ––– pelo menos, sem roupa térmica, e só agora Eliah tomara consciência de que elas eram caras. " ––– Cê topa?"
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Hya ⟶ Eliah: Eu acho que nossa visão do que é aura pesada são completamente diferentes, mas tá
Hya ⟶ Eliah: E o que você tá pensando em fazer agora?
Hya ⟶ Eliah: Só procurar outro ou…
Hya ⟶ Eliah: Não são bravos????? Você agora é melhor amigo de tubarão? Eles atacam como qualquer outro animal quando tem alguém que não deveria no seu habitat natural!!!!!!
Hya ⟶ Eliah: Você não pode estar falando sério comigo
Hya ⟶ Eliah: Em primeiro lugar, só pra contar, eu tenho um emprego
Hya ⟶ Eliah: Fixo que me fixa em Malta
Hya ⟶ Eliah: E no futuro pode me fixar em Londres
Hya ⟶ Eliah: Não vou viajar o mundo vivendo na praia
Hya ⟶ Eliah: Ponto
Hya ⟶ Eliah: Se esse é o seu plano de vida, tudo bem, eu apoio
Hya ⟶ Eliah: Desde que você não me use isso de desculpa pra poder ser um pai ausente
Hya ⟶ Eliah: Aí a gente se vê no tribunal
Hya ⟶ Eliah: Descobri que adorei processar pessoas
Hya ⟶ Eliah: E não é porque eu quero um pouco de estabilidade pra criar uma criança que eu necessariamente vou trancar ela dentro de um escritório e eu espero de verdade que você não esteja sugerindo isso e que ela não vai ser feliz comigo 🧐
Hya ⟶ Eliah: O suco não é a fruta e eu quero mastigar aquela partizinha brancaaaaaaaa
Eliah ⟶ Hya: Procurar outro. Mandei currículo pra todo lugar daqui, e espero que me aceitem até o final do mês.
Eliah ⟶ Hya: Sabia que as contas não se pagam sozinhas? Sempre ouvi falar esse tipo de coisa, mas brother... É verdade. Loucura, né não?
Eliah ⟶ Hya: Mas é isso. Só espero que não seja garçom de novo... Que trabalho ruim.
Eliah ⟶ Hya: Que melhor amigo. Sou nada disso não, só tô dizendo que os bichinhos são bonzinhos. Só tu não mexer com eles, deixar eles nadando numa boa... Que eles ficam sussa contigo. Tô falando por experiência própria.
Eliah ⟶ Hya: E não são todos que são territorialistas... Só alguns.
Eliah ⟶ Hya: Mas enfim
Eliah ⟶ Hya: Po, Londres é massa. Cê trabalha com o que mesmo, Hya?
Eliah ⟶ Hya: Deve ser show ter um emprego que te muda de país. Você não fica fixa em um só lugar
Eliah ⟶ Hya: As vezes enjoa... Falando por mim, né.
Eliah ⟶ Hya: Me tire dessa, vei! Eu quero ver o bebê mesmo que não seja meu.
Eliah ⟶ Hya: De verdade, mesmo se não for meu, pode contar comigo pra ajudar em qualquer coisa
Eliah ⟶ Hya: Eu não sou rico, mas meu pai é
Eliah ⟶ Hya: Qualquer ajuda pra comprar alguma coisa, buscar na escola, levar pra festinha, ou só ficar em casa tomando conta, pode contar comigo, ok?
Eliah ⟶ Hya: E longe de mim sugerir isso também. Conheço um monte de gente chata e você não é uma delas.
Eliah ⟶ Hya: Beleza, beleza! Eu tô levando laranja pra ti em quinze minutos. Cê tá em casa?
❛❛ —— Eu passei quase dois meses me fantasiando de elfa natalina, Eliah! Me enfiar numa fantasia pra entreter crianças era uma parada que eu não queria fazer por um bom tempo. ❜❜ Estava certo que o reino dos céus estava justamente reservado para os anjinhos do senhor, porém a italiana realmente não estava com vontade de usar toda a sua paciência divina com os pequenos no meio de uma tarde ensolarada. ❛❛ —— Você tinha que me deixar ficar com todo o cachê só por causa disso. Eu fui iludiada aqui, poxa. ❜❜ Teresa resmungou uma última vez, finalmente colocando as asinhas para deixar o camarim com seu parceiro de cena. ❛❛ —— Chutando balão? Você acha mesmo que as crianças vão vai chutar balão no meio de um aniversário desse? Nossa, acho que tô começando a entender porque minha santinha me permitiu estar nesse lugar. ❜❜ De certo, deveria ser um planos dos céus para evitar que as crianças chutassem a cara do próprio Eliah. ❛❛ —— Mas, tá bom, vou ficar só porque gostei do reconhecimento. A presepada já tá feita também, né? Nos Estados Unidos te ensinaram a brincar de Pique Bambolê? Porque é isso que nós vamos fazer aqui. ❜❜ A brincadeira dava muito certo com as crianças do orfanato em que era voluntária e ela não acreditava que pudesse ser diferente com os convidados da festinha.
" ––– Mas agora não é elfa natalina, Tess. Natal já passou. Você é a Sininho mais bonita daqui." Apertou os olhos castanhos para Teresa, num sorriso sincero. Ao contrário de pronunciamentos daquele gênero há alguns meses atrás, Eliah não dizia aquilo com segundas intenções; era apenas genuíno, pois apesar de ser fantasia de filme pra criança, Angelis não deixava de ser uma fada linda. " ––– Nada de iludida, Tess. Sabe, acho que foi apenas um erro de comunicação... E interpretação diferente das palavras? Sabe, acho que mal entendidos acontecem vez ou outra, mas ó. Tá tudo bem." Fica nessa, Eliah! Ele sabia muito bem que não houve mal entendido coisa nenhuma. Mas se servir de consolação, foi na melhor das intenções... Acordo de paz, certo? Eliah esperava que sim, afinal, nunca fora adepto a conflitos, e apreciava muito a política do 'ficar sussa com todo mundo'. " ––– Sei lá. Tem criança pra tudo nesse mundo, e eu sei que eles gostam de correr e gritar. Pelo menos as dos Estados Unidos são assim." Correr gritar e se jogar no chão so shopping porque o pai não comprou o McLanche Feliz com o brinquedo novo... Realmente, aquele país merecia mesmo uma boa reforma. " ––– E eu acho que temos que ser positivos... Vai que as crianças gostam da gente?" Gostar no sentido simpatizar e elogiar pros pais depois. Não é como se Eliah e Teresa fossem entediantes, e a esperança é a última que morre. " ––– Pique o que? Que que é isso?"
“Nossa, mano, que foda, hein?” Não sabia exatamente o que dizer depois disso, afinal, era realmente foda e… É isso. Nada mais a declarar? “Mas tu pegou alguma coisa por sair ou saiu assim, sem nada?” Como o contrato de Lewis no Starbucks era apenas para uma experiência, e o salário não compensava, o rapaz acabara recusando a oferta de renovação para arrumar algo melhor. “Mano, seguinte, eu até sei que tinha um restaurante oferecendo e paga bem. É o Pearl. Eu até fiz entrevista lá.” Sobre o surfe, no entanto, Lewis não sabia nada. Acreditava que o tempo não ajudava a realizar os campeonatos, ou Malta não era um ponto bom. “Mano, tipo, deve ser coisa de janeiro. Deve que não tem muita coisa e aí em fevereiro começa. Mas, tipo, tu é surfista, cara?”
" ––– Qual o nome?" Sacou o telefone do bolso ––– ainda bem que tinha comprado um belo iPhone 12 antes de ser exilado na ilha dos garçons, já que fora o único emprego que tivera, pelo resto da sua sofrida eternidade ––– para escrever o nome do restaurante no bloco de notas. " ––– Beleza. Pearl... Anotado. Espero que paguem mesmo, ainda mais pra quem tem experiência na área." E Eliah era a prova viva de que ter experiência não necessariamente significava ser um bom profissional. Mas bem, era o que tinha para hoje. Quando conseguisse dinheiro, a primeira coisa que faria era comprar uma roupa térmica para entrar no mar. O Pacífico podia ser frio no inverno, mas o mar de Valeta... Aquela água gelada purificava até a alma! " ––– Beleza. Vou dar uma procurada quando chegar em casa. E sou sim, brother. Participava de um campeonato ou outro quando eu morava na Califórnia, mas nada profissional." E agora se perguntava porque não era um profissional ––– afinal, ele podia ser ruim em muita, muita coisa, mas era um excelente surfista e disso ninguém podia discordar. Talvez tanto tempo tendo tudo nas mãos de forma tão fácil o tivesse colocado numa zona de conforto que o impedira de enxergar verdadeiras possibilidades de carreira, mesmo em sua própria terra. " ––– E cê faz o que, cara?"
Jason estava quase esperando uma briga com Eliah por ter adotado o cachorro e, por mais que Hal fosse bagunceiro, Jason não estava pensando a desistir do animal. Antes que pudesse se explicar, Hal correu em direção a Eliah para conhecê-lo. “Olha, um cachorro é uma ótima ideia, eu li online que pode nos dar mais responsabilidade e você sabe que a gente precisa.” Argumentou, mas logo notou que não precisaria de muito para convencer Eliah porque, aparentemente, Hal já estava fazendo isso quando encarava o colega de apartamento com os olhinhos fofos, como se pedisse pra ficar. Jason foi logo levantando a árvore de Natal de novo e estava planejando em tirá-la quando Eliah jogou a “surpresa” dele. “Sério??” Jason suspirou, e nem podia dar uma bronca no amigo, até porque ele mesmo não era lá um bom exemplo. “Bem, eu tô no meu terceiro emprego já, então não posso te julgar.” Falou, agora catando alguns livros do chão que tinham caído da estante. “O que vai fazer agora?”
" ––– E cê acha, brother?" Comentou, ainda com os olhos castanhos no canino, e agora, se permitindo afagar o pelo do novo animal de estimação. " ––– Sabe, acho que se for comparar pra uns meses atrás, somos adultos responsáveis já." Não exagera, Eliah. Cá entre nós, ele ainda esquece de pagar a conta de luz ––– ou esqueceria, caso não fosse o despertador avisando todos os dias que a luz supostamente seria cortada, e ele ia correndo resolver; afinal, o mundo pode pegar fogo, mas ficar sem Beach With my Ex?! Inviável! E falando do cachorro... Bom, esquecer de dar comida eles não iriam, certo? E mesmo que acontecesse, Eliah oficialmente daria um pedaço de peixe para o cachorrinho em todo jantar; ele provavelmente pediria, e Marvin sempre fora facilmente convencido, mesmo que por filhotes. " ––– Ah mano, sei lá." Disse, mais sinceridade impossível. " ––– Eu posso arrumar outro trabalho de garçom, mas na moral? Eu odeio." E sou péssimo, queria completar, mas devia ser óbvio o suficiente. " ––– Mas também não vou te deixar carregar tudo nas costas sozinho. Tô mandando meu currículo pra vários estabelecimentos. Espero que seja aceito em algum até o final do mês." Suspirou, erguendo os ombros. " ––– No terceiro? Sério? Tá trabalhando aonde agora?"
Ouviu a explicação ainda confusa com a forma que o rapaz explicava a história de sua demissão. Mas quem ela era pra dizer alguma coisa se nunca nem foi empregada? Ainda mais demitida. — Surfe eu acho que não costuma rolar nessa época do ano, mas tá ligado o Club Borealis? Então, posso ver com o meu irmão se tem alguma vaga lá. Ele vive enchendo meu saco pra ir pra lá, então talvez tenha alguma coisa pra você.
" ––– Ele tem vaga pra que? Garçom? Porque se sim, eu tenho experiência." Disse de forma até confiante, visto que era a mais pura verdade. Contudo, duvidava que seu antigo empregador lhe indicaria para o serviço ––– o garoto era um completo desastre. " ––– Seu irmão é o dono do clube?"
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“Pensa pelo lado bom, tem aqueles lugares que faz você trabalhar o dia todo, daí no final te chamam pra falar que você tá demitido.” tentou falar de um jeito animador, mesmo que não mudasse muita coisa. “Eu acho que não sei não, foi mal.” tinha conseguido se manter em seu próprio emprego, então diferente de antes que sempre tinha que ficar procurando novos, agora já não sabia mais tanto sobre. “Eu também não sei nada sobre esses campeonatos, acho que hoje não to podendo ser muito útil não.”
" ––– Credo. Que lugares são esses?!" A própria cara da inexperiência. Ele havia ficado bons meses no Black Flag, e apesar do seu antigo chefe ser mau humorado e claramente não ir com a cara do estadunidense, não faria uma coisa daquelas. " ––– Ah, sim. Tudo bem." Sorriu levemente, inclinando a cabeça. " ––– Mas obrigado de qualquer jeito. Eu sou procurar mais depois." O pronunciamento era sincero, no final das contas. " ––– A propósito, eu sou o Eliah." Disse, alargando discretamente o sorriso. " ––– E você?"
Hya ⟶ Eliah: Ai que nojo!
Hya ⟶ Eliah: Por que as pessoas que sabem que vão passar mal vão para a água e acaba com a diversão de todo mundo? Nunca vou entender
Hya ⟶ Eliah: Eu sei o que significa você ter sido demitido! Eu só não acredito que você foi demitido!
Hya ⟶ Eliah: E agora a gente é Nat Geographic pra criar o filho no meio de tubarão?
Hya ⟶ Eliah: Eliah eu não vou vender tudo e ir morar sei lá onde nadando com tubarão e criando filho assim
Hya ⟶ Eliah: Quem cria filho pelo mundo tem dinheiro caso a criança precise ir pro hospital e essas coisas como roupas e tudo mais
Hya ⟶ Eliah: A gente não tem onde cair morto!
Hya ⟶ Eliah: Paguei as contas do mês e sobrou dois euros
Hya ⟶ Eliah: Que eu já gastei comprando laranja porque me deu desejo de comer laranja E NÃO PASSOU
Hya ⟶ Eliah: Você vai trazer um saco de laranja pra mim só por isso
Eliah ⟶ Hya: Sei lá. A festa continuou, mas fora da água. Eu sei que eu me afastei na hora porque né.
Hya ⟶ Eliah: Sabe que eu tô me sentindo até mais leve depois da demissão... Acho que o Black Flag tinha uma aura meio pesada, cê não?
Hya ⟶ Eliah: Eles sempre cobravam que você chegasse no horário, anotasse os pedidos certos... Buscando a perfeição logo no ser humano, que somos tão imperfeitos. E acho que essa é a verdadeira beleza da coisa.
Hya ⟶ Eliah: Ué, que há? Tubarões não são tão bravos quanto a galera fala. Eles ficam de boa se você ficar de boa.
Hya ⟶ Eliah: De verdade, teve uma vez que eu tava pegando onda e topei com um tubarão branco. Tá tendo bastante deles nas praias da Califórnia de uns dias pra cá.
Hya ⟶ Eliah: Bichinho tava só curioso. Passou cinco minutos, ele ficou entediado e se mandou.
Hya ⟶ Eliah: Ah, tem nada disso. A gente pode ir arrumando dinheiro por aí. Uns trampos em uns países... Sei lá. Agora que eu to ficando mais ligados nessas paradas, mas aquela coisa. Nada é impossível.
Hya ⟶ Eliah: O importante é a felicidade da criança, e eu acho que ela vai ser bem mais feliz na praia com tubarão do que enfiada num escritório.
Hya ⟶ Eliah: Vem cá, serve suco de laranja? Eu vou aí agora, e tem uma barraca aqui do lado de casa que vende.
“tem a oficina do doug, não sei se você conhece, ele tá precisando de alguns mecânicos, você manja nisso?” de trampos pela cidade lincoln entendia bem, já que estava toda hora buscando mais para preencher sua pouca renda. infelizmente não estava com tempo para aceitar a oferta do doug. “mas contanto que não suma por semanas lá, pode falar que eu que te recomendei. agora de campeonato de surf não ouvi nada.”
" ––– Pra, tipo... Concertar carro?" Tentou manter a casualidade no tom de voz, como se fosse algo que poderia fazer com as mãos nas costas. Mas a única coisa que Eliah sabia sobre mecânica de carros foi o que aprendera pra ser aprovado na auto escola, há uns bons anos atrás. E agora percebia que... Bom ele era um garoto mimado que sabia fazer vários nadas. " ––– Ah, de boa. Aquilo foi apenas um... Mal entendido." Pontuou, pigarreando logo em seguida. " ––– Quem é esse Doug?" Indagou, genuinamente curioso.
❛❛ —— Eu não acredito que deixei você me arrastar pra essa roubada, @concordoeliostermos! Eu vou te matar quando nós sairmos desse salão. ❜❜ Esbravejou Teresa, sua irritabilidade estando mais atrelada a própria ingenuidade do que com seu companheiro. Já deveria ter imaginado que nada de bom viria de um trabalho de modelo oferecido pelo americano, mas, certamente, ela não imaginava que seria tão péssimo assim;; um belo lembrete mental seria nunca mais confiar em nenhuma proposta proveniente do outro. ❛❛ —— Você sabe que não é só colocar essa fantasia de Sininho, né? Eles pensam que nós somos animadores de festa, Eliah! ❜❜ E o fator mais agravante é que estavam na ilha vizinha, longe o suficiente para que Teresa cogitasse dar meia volta e deixar o seu “Peter Pan” para trás na festinha infantil.
" ––– Que roubada o que, Tess? Cê não tava procurando bico?" Ok, quando Eliah disse que no final de semana teria um desfile onde na platéia estariam os mais exigentes e empolgados jurados de Malta, e poderia ser uma experiência que abriria portas para uma nova vida, poderia não ter sido lá muito específico. Na verdade, os jurados eram crianças de no máximo seis anos, mas ora, não dá para dizer que os pequenos não eram exigentes, não é? E sobre uma nova vida... Talvez ouvir crianças gritando por horas a fio num sábado, onde eles poderiam estar jogando conversa fora em um barzinho, poderia fazer eles enxergarem a vida de outra forma ––– talvez dar um pouco mais de valor à paz de espírito. " ––– Pensa que a gente vai tá ganhando pra se fantasiar de personagem da disney. As crianças vão tá entretidas... Sei lá, chutando um balão, se empanturrando de bolo... Não sei." Não era uma garantia, certo? Mas Eliah ainda possuía um otimismo que muitas vezes caía na falta de noção. " ––– E é bem mais legal eu e tu do que só eu..." Soltou, dessa vez mais baixinho, dando de ombros. Ok, Eliah podia ser um idiota, mas não era burro. Sabia que não havia contado a história toda para Teresa, porque ela certamente diria um belo não, mas tampouco queria lidar com a pirralhada sozinho. Ele precisava do dinheiro, e não havia encontrado um novo trabalho até agora. Ademais, Angelis era uma boa companhia. Desculpa, Tess. Foi sem querer querendo.
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Hya ⟶ Eliah: Como foi sua virada?
Hya ⟶ Eliah: A que preço eu vou relaxar, Eliah/?? Que preço…
Hya ⟶ Eliah: …….
Hya ⟶ Eliah: Como assim demitido????
Hya ⟶ Eliah: Eliah a gente vai ter um filho
Hya ⟶ Eliah: Provavelmente
Hya ⟶ Eliah: Alguma porcentagem provável
Hya ⟶ Eliah: Como você perde o emprego agora??????????????
Eliah ⟶ Hya: Foi massa. Teve uma festa gigantesca em Santa Monica. O único defeito foi que ela acabou.
Eliah ⟶ Hya: E uma garota vomitou no mar, daí ninguém mais entrou. Isso foi bad.
Eliah ⟶ Hya: Significa que eu não tenho mais um trabalho, Hya.
Eliah ⟶ Hya: Ah, sei não. Cê nunca ouviu falar de uns pais que vendem tudo e vão criar os filhos pelo mundo? Nadando com tubarão, essas coisas da hora.
Eliah ⟶ Hya: A gente podia fazer isso também. Eu só tenho que arrumar o que vender.
Eliah ⟶ Hya: Mas o plano é perfeito.
Quando Jason voltou do acampamento, tudo estava perfeito. O cachorrinho que adotou no natal ficou os três dias que esteve fora na casa de sua amiga Daisy, e agora os dois voltavam para o apartamento ainda cheio de decorações de Natal. Jason colocou comida para Hal e o filhote estava almoçando enquanto o moreno ia tomar um banho. Trinta minutos depois, Jason voltou pra sala já vestido e encontrou o verdadeiro caos. Não sabia como, mas Hal tinha conseguido derrubar a árvore de Natal, que bateu em uma estante e jogou alguns livros no chão. Pra completar, haviam meias espalhadas pela sala. “Hal…?” Ele chamou pelo cachorrinho, que saiu correndo de trás do sofá para pular na sua perna pedindo colo. Jason nem sabia o que dizer, e nem teve tempo porque a porta estava abrindo e Eliah entrou para também dar de cara com o desastre ali. “Hum…. surpresa?”
Se Eliah fosse um pouco mais amuado, poderia fazer mais de uma ressalva à decisão de Jason a adotar um cachorro sem consultá-lo antes. Mas bom, ele e Jason não eram os maiores exemplos de organização e responsabilidade, certo? " ––– Você adotou um cachorro?" Comentou, como se não fosse óbvio. " ––– Eu saio por uma semana e cê arruma um pet, brother?" Apesar das palavras, não havia um pingo de indignação na voz. Bem da verdade, Eliah havia esquecido boa parte do caos quando repousou os olhos na figura peluda do cachorro. " ––– Mas ó... Ele é bem lindo." Aproximou a mão do focinho alheio, com a intenção de que o filhote sentisse seu cheiro. " ––– Ah, eu também tenho uma surpresa. Tô desempregado." Proferiu, como se não fosse grande coisa. " ––– Nem sei se fui demitido ou me demiti. É confuso... Mas é isso aí."