you l o v e him
you do
and here’s the m i r a c l e
he loves you too
you are allowed
to lick off the c o l o u r from his lips
to listen to the h y m n s in his pulse
to bask in the s u n l i g h t of his voice
you are allowed
to h a v e him
you love each other
you do
and here’s the t r a g e d y
it’s n o t enough
you are allowed
to watch the sun s w a l l o w her whole and burn her up
to stain your fingers to the b o n e holding her together
to count the constellations in her eyes as they b l i n k out
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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for him she was like a gentle 𝒷𝓇𝑒𝑒𝓏𝑒, the kind that softly 𝘤𝘢𝘳𝘦𝘴𝘴𝘦𝘴 the petals of a flower and ( s p r e a d s ) life in 𝒆𝒗𝒆𝒓𝒚𝒕𝒉𝒊𝒏𝒈 it touches. she was so ᴅ ɪ ꜰ ꜰ ᴇ ʀ ᴇ ɴ ᴛ from him — the exact opposite, even — and he would do anything to keep her safe
you know I can't 𝕙𝕖𝕝𝕡 myself;; I love 𝔠𝔬𝔪𝔦𝔫𝔤 for you (( 𝒷𝒶𝒷𝓎 )) and it's 𝕂𝕀𝕃𝕃𝕀ℕ𝔾 me inside. I've been ᴅʏɪɴɢ for you [[ 𝓫𝓪𝓫𝔂 ]] almost 𝐄𝐕𝐄𝐑𝐘 single иιgнт.
Frases no edit:
1. O que fascinava Victor em relação a Elliot, era sua singularidade. Para alguém moldado sob restrições, o inesperado era irresistível.
2. A princípio, tinha como objetivo somente a sedução de alguém tão inalcançável. A fachada fria de Victor o instigava a desconcerta-lo. Mas saber que era capaz de enlouquecê-lo… Aos poucos, Elliot tanto seduzia quanto era seduzido.
3. A dinâmica entre os dois chegava a ser engraçada. Pareciam orbitar um em torno do outro, quando não isso, restavam-lhes os papéis de extensão corporal e mental. Mas como em toda ligação, um dos elos sempre acabava se mostrando mais fraco — e ela temia que esse fosse Elliot.
OBS.: As frases são da Poppy, trechos de como Ellictor é/funciona na visão dela, é isto.
i'm at a 𝓹𝓪𝔂𝓹𝓱𝓸𝓷𝓮 trying to call HOME, all of my change i {{ s p e n t }} on you. where have the TIMES gone, baby it's all ωяσηg;; where are the plans we made for two? if ℍ𝕒𝕡𝕡𝕪 𝔼𝕧𝕖𝕣 𝔸𝕗𝕥𝕖𝕣𝕤 did exist I would ( ꜱ ᴛ ɪ ʟ ʟ ) be holding you like t h i s. all those 𝒻𝒶𝒾𝓇𝓎 𝓉𝒶𝓁𝑒𝓈 are full of it... one more s t u p i d love song, i'll be S I C K !
Controlado, sensato e diplomático; eram apenas algumas das palavras usadas diariamente para descrever o irlandês --- adjetivos com os quais, modéstia à parte, tendia a concordar. Um pouco de ego não macularia sua reputação, e admitir o que considerava serem fatos, não machucava. No fim das contas, era o herdeiro perfeito para o legado da sua egocêntrica e excêntrica família… Bom, pelo menos à primeira vista. Contudo, se era capaz de reconhecer suas qualidades, o mesmo poderia ser dito em relação aos defeitos. Controlado? Sim, mas também controlador. Teimoso, condescendente e, o pior, altruísta. Sua fatal flaw, in fact.
Como um homem que constantemente suprime seus sentimentos a favor de terceiros, que já sacrificou a própria persona e até mesmo seu passado para o benefício da família, era de se esperar que tivesse aprendido a lição. Qualquer lição. Mas não. O Turlach sempre retornava aos velhos hábitos, aproveitando toda oportunidade de colocar seus interesses pessoais abaixo dos de quem amava conforme elas surgissem. Naturalmente que existiam alguns limites, sua seletividade exacerbada não permitiria o contrário, de modo que demonstrava preferência somente pelas situações mais dolorosas — para ele. Assim, no instante em que Joan o informou sobre seus planos de retornar a Hyacinthum, Lorcan já sabia o que aconteceria.
Ou o que não aconteceria, para ser mais exato.
Observando o jardim a partir do quarto que passara a compartilhar com Joan, refletia sobre as promessas feitas no dia da sua partida. Após muita argumentação, lágrimas e tentativas falhas de dissuadi-la da ideia de deixá-lo para trás, Lorcan se viu incapaz de ir contra os desejos da esposa. Afinal, desde o momento em que o noivado lhe fora informado, sabia que a vermelha estaria fadada a lidar com um montante de infelicidade maior do que seria capaz de suportar. E isso, apesar de ter relação com o status sanguíneo, tinha mais a ver com o fato de ser ele a estar do seu lado daquela forma.
Destruir a felicidade de quem amava não era novidade alguma para o azul, Johanna simplesmente entrara em sua lista já longa. Ainda assim... Todos os seus instintos instigavam uma reação incivilizada de sua parte, egoísta até. Mantê-la ao seu lado tinha um apelo quase desesperador sobre ele, que exigira um esforço hercúleo para ser reprimido. Não podia causar ainda mais dor a Joan, por isso, viu-se prometendo a ela — e a si mesmo — que não a incomodaria, que lhe daria algum tempo sozinha. O alivio e tristeza que ambos sentiram, então, fora visível em seus olhares, já que sabiam que nenhum dos dois eram dados a quebrarem promessas.
“Eu vou resolver isso”, foram suas últimas palavras ao se despedirem. “Vou resolver isso e então você não terá que se preocupar com nada, além de me surpreender.” A lembrança da expressão de Johanna ainda o atormentava em sonhos, e o fato de acordar para uma cama vazia, acentuava o sentimento de desolação. Para alguém que mal se deixava ser tocado por outros, chegava a ser vergonhoso o quão apegado se tornara a esposa. O pensamento trouxe um breve sorriso ao seu rosto, tão pequeno que um espectador se perguntaria se ele realmente esteve lá.
Suspirando, desencostou-se do umbral da janela, a destra se movendo para interromper o som deprimente. Faltavam dois dias para completar uma semana sem Joan ao seu lado, sendo esse o maior período de ausência desde que se casaram. Mais cinco dias de tentativas falhas na mudança das exigências de seus pais. Quase um dia desde a ameaça disfarçada de sugestão do parlamento irlandês. Não importava por qual perspectiva contemplasse a situação, nenhuma poderia servir de alento para Lorcan. Talvez fosse por isso que, até estar com o telefone em mãos, não tenha notado o que fazia. O consolo que encontraria na voz da esposa, aparentemente, era mais importante que a promessa feita anteriormente.
Discando o número de Hyacinthum de memória, escutou a voz educada de uma das funcionárias após dois toques, tendo sua ligação transferida em questão de segundos. Seu corpo não escondia os sinais de ansiedade ante a expectativa de ouvir mais uma vez o tom assertivo e acolhedor de Johanna — principalmente quando sabia não ter que esperar muito, visto que a duquesa tinha o dom enlouquecedor de alcançar qualquer telefone antes mesmo dos funcionários.
“Lorcan?” seu nome, dito de forma um tanto quanto arfante, trouxe o primeiro sorriso genuíno em tempos aos seus lábios. Sabia. Ela nunca o desapontava.
“Joan” disse, com ar levemente risonho. Naquele momento, com seu corpo chegando a doer fisicamente pela saudade, não compreendia como — com ou sem promessa —, havia conseguido ficar sem ouvi-la por um período tão longo.
you are my WORD, my sentence, my entire ( l a n g u a g e ). I may have other 𝓉𝒽𝑜𝓊𝑔𝒽𝓉𝓈, I may dream other dreams but in the E N D, I’m only speaking of you. even if I 𝕖 𝕟 𝕕 𝕝 𝕖 𝕤 𝕤 𝕝 𝕪 count the stars and not try to (( d r e a m )), there remains ℂ 𝕆 𝕌 ℕ 𝕋 𝕃 𝔼 𝕊 𝕊 reasons of why I think of you ALL NIGHT.
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