Ei! Você viu o MAXWELL JENKINS por aí? você sabe, aquele aluno da graduação que tem 39 ANOS e se parece muito com AARON TAYLOR-JOHNSON. Acho que ele formou com especialização em MEDICINA e em 2014 se parecia muito com TOM WELLING. Dizem que ele era THE CAPTAIN e toda vez que passava pelo dormitório dele, ouvia SO FAR AWAY - AVENGED SEVENFOLD tocando pela porta. Todos que o conhecem dizem que ele costuma ser SENSATO, mas também poderia ser JULGADOR. Será que em 2024 ele ainda é assim?
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NOTÁVEL
Olhos: Castanho bem escuro
Altura: 1,96m
Moradia: Hitch and Saxon
Deficiência: Gagueira
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CURRICULAR
Curso: Medicina
Esporte: Basquete
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2014
Família pobre e tals, ele estuda na UCLA pela bolsa do basquete;
Sabe aquele meme da mina que todo dia tá com um emprego diferente? É ele. Uma semana ele tá trampando no cinema, na outra tá vendendo empada;
O pessoal confia nele porque ele sempre foi muito sensato, nunca brigou na mão com ninguém, apesar de sempre aparecer com um machucado no corpo. De alguma forma parece que ele sabe um pouco de tudo, sempre dava carona pros outros, mesmo que isso fosse contramão pra ele;
Ele é muito o cara legal. Extrovertido, brincalhão, sorrisos alegres, piadas bobas, piscadas de olhos;
Nunca vai nas festas porque tá sempre trabalhando, às vezes ele até vira a noite;
Apesar de ser extrovertido, é bastante tímido e caseiro, então quando não tá trabalhando, com certeza tá em casa jogando videogame;
Ele é muito sensível, tipo pro curso mesmo. Tem estômago fraco pra imagens fortes e morte;
E também é um chorão no sentido geral, com filmes emocionantes e vídeos de animais fofinhos.
2024
Se formou em medicina, mas não aguentou 2 anos de residência justamente porque não sabia lidar com imagens;
Virou um bombeiro gostoso;
Casou 2 anos depois de se formar, no mesmo ano adotaram uma menina e em 2024 está passando por um processo de divórcio por ter sido traído.
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TRÍVIA
óculos escuros
jaqueta de couro
chiclete na boca
sorrisos doces
abraços e beijos e palavras de apoio
feridas estranhas e nunca explicadas
olhar julgador
extrovertido, porém tímido e socialmente desconfortável
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TASK
Task #1 Você é o que você veste… bom, mais ou menos…
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Quando ouviu a voz dele, abriu a porta, de automático, utilizando apenas a lingerie preta que tinha sob a roupa. "Eu molhei a minha roupa... A outra. Derrubei ela na pia, eu... Não tava pensando direito, sei lá, eu... Vai lá devolver o carro, eu posso ir pra casa. Com essa roupa molhada.."
Desceu os olhos pelo corpo dela, em momento algum desfazendo o sorriso. Na verdade só ergueu as sobrancelhas e assentiu. - Eu quis dizer que não era daquela maneira que se pegava um beijo de volta. Eu vou pegar outra roupa da Joji e a gente vai.
"Mas eu não sei c-" parou de falar e respirou fundo. Certo, seguiria o que ele estava falando. Apenas levantou do local onde estava e passou a caminhar na direção da casa novamente. Subiu as escadas, sentindo o coração palpitando. Por que tinha feito aquilo? Por que tinha que ter estragado o momento tranquilo? Respirou fundo e entrou no banheiro. Tirou as roupas molhadas e colocou sobre a pia, mas não dentro dela. Abriu a água da torneira, porém, para lavar o rosto - ainda que já estivesse molhado - porque se sentia quente de vergonha. Acabou se desajeitando e derrubou a roupa que ela usava anteriormente, as suas próprias, e derrubando dentro da pia, debaixo da água que corria. "Merda, merda, merda!" ela disse alto, olhando ao redor pra pensar o que faria. Secar suas roupas com uma toalha? Merda.
Após notar a demora, se aproximou da porta do banheiro e bateu três vezes. - Tá tudo bem aí? Precisa de ajuda pra trocar a roupa? - foi difícil não sorrir com a fala, um sorriso facinho de ser ouvido pelo porta.
Passou a lâmina com destreza pelo pulso de Max; sendo a escuta colocada bem fácil sobre a pele, não foi nada difícil removê-la. A incisão do bisturi foi rápida e precisa, o corte sendo limpo e preciso o suficiente para não precisar tomar pontos. Do armário da sala, pegou um pequeno saco plástico para colocar a escuta ensanguentada dentro, e uns curativos para limpar o corte. ─ Como se sente? ─
_ Ai! - reclamou, mas não tirou a mão, assistindo ele remover o chip dali com curiosidade. - Dolorido, ensanguentado, nada eletrocutado. - pressionou o corte pra estancar o pouco sangue que escorria. - Me dá isso aqui. - pegou a escuta e levou perto da boca. - Escuta aqui, seja lá quem estiver ouvindo isso. Essa palhaçada acaba aqui, ninguém mais vai ser espionado, ninguém mais vai ser ratinho de laboratório. Se tiver alguma objeção, dê as caras, porque eu não vou deixar ninguém sem rosto controlar a minha vida. E se eu descobrir quem tá fazendo essa pataquada toda, vou dedicar os próximos 10 anos te caçando. - com os próprios dedos partiu a escuta ao meio. - Vamos, sua vez.
— O bolso do meu jaleco? Com certeza mais limpo que seja lá onde você guardou a lâmina de barbear para entregar para mim. ─ continuou aproximando o bisturi, sem mais hesitações. Se Max não fizesse mais nenhum movimento brusco, passaria logo a lâmina pelo pulso onde havia sentido o aparelho e o tiraria dali.
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Ouviu o que ele disse e foi usando uma mão para secar o carro, enquanto a outra tentava tirar o excesso de água do cabelo. Falhou miseravelmente, claro. Não tinha ideia de como se secava um carro mas seguia a intuição. Abaixou ao lado da outra lateral enquanto secava uma das portas. “É. É, eu também não” ela forçou uma risada mas soou sem humor, queria disfarçar o que havia acabado de fazer. Sentia o rosto queimar de vergonha apenas de lembrar de segundos atras. “Eu retiro o que eu fiz, inclusive” ela disse, na tentativa de soar como uma brincadeira e amenizar o clima
_ Não é assim que faz. - respondeu com um sorriso travesso no rosto terminando de secar a lateral. Levantou, espremeu o pano e foi até ela. - Vai, vamos se secar e trocar de roupa. - deu uma última olhada pra ela se odiando por achar ela ainda mais sexy agora de roupa molhada, mas culparia os hormônios. Subiu pro quarto, colocando o de sempre: blusa folgada com a manga dobrada ora reforçar os músculos, uma bermuda e um par de tênis, o boné virado pra trás.
Estavam ali, finalmente. Depois de tanto tempo, depois de tanta dor, rancor, talvez, apenas talvez pudesse tentar consertar as coisas e fazer diferente. Os olhos foram aos lábios dele e quando ela sentiu que poderia tentar de novo, o telefone dele tocou. E automaticamente ela voltou a realidade - e a realidade era uma merda. Pigarreou, e ajeitou o cabelo molhado, virando de costas por um segundo. Virando pra ele, soltou o ar pela boca, o sorriso sumindo do rosto. "Sim... Sim, claro. Certo." ela pegou o pano, puxando-o para ir secando o carro, sem ter ideia do que estava fazendo
Sorriu unilateral e sem humor antes de pegar o pano e começar a secar o carro também. - Só cuidado pra não arranhar. E, olha, a gente tá aqui rindo e tudo mais, mas isso não significa que eu parei de te achar uma chata insuperável não. - como secava a lateral, desceu e se escondeu dela.
"Eu não sou fraca! Eu só-," parou de falar quando percebeu as mãos dele de repente em sua cintura, e mesmo entre risadas, percebeu finalmente os olhos fundos dele contra os seus. O coração batia forte, forte demais. Sentia o corpo tensionar os poucos, mas o sorriso era inevitável. "E ai?" ela riu, com a pergunta, com as cócegas, com a fala, com a proximidade... Não sabia o que dizer. O que fazer. Não pensou. Apenas inclinou o rosto, subiu na ponta dos pés e colou os lábios nos dele por um segundo. Consertar os erros, certo? E se afastou no segundo seguinte "E ai?" repetiu, ainda com um riso frouxo
Franziu o cenho com o beijo, mas também não deixava de sorrir. A envolveu novamente, pela cintura dessa vez, o coração acelerado e o olhar que não decidia se ia pros lábios ou pros olhos. Quando finalmente chegou a conclusão, o telefone tocou. - Sério? - bufou e foi até o telefone, o atendendo mais rápido quando viu o número. - Ooooi, senhor Vega. Sim, eu tive um imprevisto e- sim, eu vou- ok, só falta secar e- à caminho! - chocou a nuca e desligou o telefone. - A gente tem que terminar logo pra devolver o carro.
Não conseguia parar de rir. Não lembrava quando havia sido a última vez que havia rido tanto na vida, não conseguia parar. Sentia-se leve. Despreocupada. Bem, de verdade. Sentiu o abraço dele e começou a rir mais alto "Nãããããoooo, paraaa!!" ela ria sem parar "O cabelo não, o cabelo não!" mas era tarde, estava completamente encharcada e não se importava nem um pouco com isso. O rosto batia no peito dele e ela não conseguia se soltar "Eu me rendo, eu me rendo!" e ao subir o rosto percebeu a proximidade.
_ Ah, você se rende? Faça, você é fraca! - provocou e levou as mãos a cintura dela, fazendo cócegas rápidas antes de parar e sorrir pra ela. - E aí? - E aí o que? Era pra ele fazer alguma coisa? Ele queria fazer alguma coisa? Não sabia dizer, por isso ficou ali, sorrindo e a olhando.
""Engraçadinho!!" ela disse dando risada alta, jogando água na direção dele. Quando ele se aproximou e viu ele tão perto, segurando seus pulsos, continuou rindo, tentando mirar a mangueira na direção dele e logo em seguida tentando cobrir o rosto, o que a fez se molhar ainda mais. Não conseguia parar de rir "Você para já! Para, para, vem aqui, me soltaaaaa, eu vou te dar um banho" fala entre risadas, tentando se proteger e molhar ele, falhando em tudo ao mesmo tempo
_ Quer que eu vá aí? Eu vou aí então. - tirou a mangueira da mão dela e a envolveu em um abraço na altura dos ombros, puxando pra si e molhando ela totalmente. - Ninguém mandou pagar de engraçadona! Agora eu vou estragar seu cabelo. - soltou a mangueira começou a bagunçar dos fios com a mão solta, sem soltar o abraço.
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─ Eu vou abrir sua pele e tirar a escuta. ─ falou, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Só subiu o olhar quando Max inferiu sobre a qualidade do bisturi. ─ Esse é um bisturi da ala médica, Jenkins. Esterelizado. Feito para, sabe, abrir pessoas. Essa situação é melhor que a anterior, e você não vai levar outro choque, eu garanto. ─ falou com confiança, tornando a firmar o pulso dele na própria mão antes de voltar a aproximar o bisturi da onde sentia o eletrônico inserido para fazer a remoção do objeto.
_ Seu bolso tava esterilizado também? - arregalou os olhos e ergue uma sobrancelha, voltando a observar os gestos dele. - E o que te garante sobre o choque? Você já tirou a sua?
Percebeu a mudança de semblante e se arrependeu automaticamente da pergunta. Os olhos procuraram os dele, analisando-o e acabou respirando fundo. Não queria que as coisas ficassem assim. “Enxaguar tudo?” Perguntou com um sorrisinho surgindo com a ideia péssima que teve. Sabia que se arrependeria. Mas começou a enxaguar o carro e de repente, mudou a posição da mangueira para a direção de Maxwell, acertando-o por completo. Caiu na risada e não redirecionou “Vou enxaguar essa sua carinha de bravinho então” e seguiu molhando, se aproximando dele com a água
_ É, você pode jogar aqui em cima se alcançar pr- - parou de falar e ficou que nem estátua no segundo em que foi molhado, virando pra ela devagar. - Você não... veem aqui! - foi atrás dela e segurou seus pulsos, tentando fazer ela se molhar. - Toma essa!
"O que ela adorava?' perguntou, incentivando-o a continuar a fala, buscando os olhos dele em seguida. Como teria sido? Foi inevitável perguntar-se. Como teria sido se fosse ela ao lado dele? Estelar não existiria, será que ele seria feliz? Será que ela teria feito ele feliz? Não, talvez não. Mas não havia como saber. E o pensamento de não saber a detonava. Seria ela feliz com a vida de uma mãe? Também não tinha como saber, ela nunca havia pensado em ser mãe, por conta do corpo. Mas talvez a adoção fizesse sentido. Nunca havia pensado em sua versão materna. Os pensamentos pararam quando ele disse futura ex esposa. Engoliu em seco e acompanhou ele com o olhar até a caixa de som, e voltou ao carro em seguida. "Sinto muito. Deve estar sendo confuso pra sua filha e... Nem imagino como deve estar se sentindo. Deve ser a pior sensação do mundo. Que merda. Que ela te traiu. Ela pediu perdão? Já haviam se passado três anos... ela não mudou? Não foi um erro pontual?"
Apertou os lábios, franziu o cenho e trincou o maxilar. Tinha ficado irritado com a pergunta, com o rumo que a conversa tomou, esfregando a flanela no teto do carro. Olhou pro relógio, tinha passado mais tempo do que o esperado. - Aqui, enxagua tudo e depois me ajuda a secar. - Decidiu não responder, voltando a atenção exclusivamente pro carro.
"Sei lá o que eu já molh-, ei!!!" ela deu risada e mirou a mangueira nele por um pouco de tempo, jogando água parcialmente em sua perna. Mudou de lado do carro e começou a molhar outra região do carro. Os olhos buscaram o rosto dele, enquanto falava sobre a filha e um sorriso inevitável apareceu. "Parece adorável. Ela deve ser muito fofa, fico feliz que você, hm... tenha, enfim. Essa experiência. Deve ser bem... enfim." ela deu de ombros, desviando os olhos e continuando a molhar o carro "Queria poder conhecê-la. Aposto que ela gostaria de mim... E eu deixaria ela uma fofurinha com uns lacinhos e óculos de sol" deu de ombros "E a sua esposa? Como ela é?" perguntou com curiosidade, ainda molhando o carro. Não tinha mais coragem de encara-lo, não quando toda a vida dele parecia ter dado perfeitamente certo. E a dela perfeitamente errado.
Voltou a sorrir quando Vic começou a falar, foi inevitável não fazê-lo, ainda mais imaginando como seria a relação entre ela e Estelar. - Ela ia gostar muito de você, na verdade. Ela adorava... - franziu o cenho novamente tentando lembrar. Sabia que Estelar gostava de desenhar e fazer amigos, mas isso quando ela tinha 6 anos. O que ele sabia sobre a Estelar de 10 anos? Lembrou que essa foi uma das perguntas em uma das audiências que conseguiu comparecer e todas as respostas de Max estavam erradas. Coçou a garganta e deu um riso nasalar. - A minha futura-ex-esposa é uma... - pausou a fala, refletindo muito bem se devia ou não falar todas as coisas que pensou - definitivamente um anjo caído. - foi até o rádio e trocou pra Fantasy da Mariah Carey, voltando agora pra ensaboar o carro. - Ela me traiu com cinco anos de relacionamento e eu só fui descobrir três anos depois e agora a gente tá brincando na justiça pela guarda da Estelar porque ela quer guarda total.
"Claro que não é fácil. E tem gente que faz isso, então.." ela deu uma risada, dando de ombros. "Eu não acredito que ensinou sua filha a lavar um carro, isso nem faz sentido. Ela nem alcança o carro, Max!" ela riu mais uma vez, jogando água de maneira pouco precisa sobre os vidros da frente e depois da lateral. Com o pensamento da filha dele em mente, ela acabou refletindo. "Como ela é?" perguntou, sem encara-lo, pensando sobre. Ainda cantarolava a música hora ou outra, sem deixar de jogar água "Azar o seu, eu estava bem gata." ela riu "Nossa, inclusive, podíamos tomar um sorvete depois né? Faz semanas que não tomo um, e com esse calor... Tomaria um de café fácil fácil. Ou de morango com chocolate."
_ Você já não molhou essa janela? O carro tem outras janelas, você sabe, né? - provocou espirrando um pouco da água com sabão do spray nela. Voltou a atenção pra roda e percebeu que também tava na hora de mudar. Foi pra roda de trás pensativo sobre a pergunta, demorando um pouco pra responder. - Muito esperta. Claramente puxou a mim. Ela alcançava as rodas, então a gente deixava ela se divertir. Quando a gente adotou, ela tava perto de fazer 4 anos, uns dias depois da Netflix lançar o Titãs lá. A gente ia chamar ela pelo nome da avó da minha esposa, mas ela ficou tão encantada com a Estelar que a gente escolheu dar esse nome. - no meio da fala tinha se levantado e apoiado na parte de trás do carro, mexendo em alguma rebarba do spray. - E era igualzinha: uma bolinha, negra, crespa, bochechuda. Ela nasceu com baixa visão, aí ficava dizendo que era porque os olhos dela não tinham se adaptado à Terra. - Max não conseguia parar de sorrir enquanto falava da filha, parecia até mais tranquilo, até mudar pouco a pouco pra uma expressão mais triste até balançar o rosto e decidir disfarçar. - Se a gente terminar isso a tempo, eu te pago um sorvete.
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"Pelas baboseiras que me falou na festa. E por todo o resto." ela disse, em um tom entre a provocação e a piada. Acabou dandoo um sorrisinho de lado. Observou a caixa de som e o celular ao lado e se aproximou para escolher uma música. Colocou Maps, de Maroon 5 e sorriu ao se virar pra ele. "I miss the taste of a sweeter life, I miss the conversation" aumentou o tom de voz no fim da sílaba e se aproximou dele para pegar a mangueira e jogar água na direção do carro "Eu nunca lavei um carro. Quer dizer, teve aquela vez que as cheerleaders fizeram um lava rápido sexy, mas eu fiquei lá de biquíni e molhada, mas não lavei nada de fato" ela riu, jogando água na direção do veículo "Oh baby, why did you run away?" ela foi seguindo cantarolando a música
_ Babo- - se censurou, pressionou um lábio no outro e balançou a cabeça. Qual foi? Era uma tarde de verão tão boa pra discutirem coisas antigas. Enquanto ela molhava, focou nas rodas, molhando com um spray à parte. - Como assim? A coisa mais fácil do mundo é lavar um carro. É a terceira coisa que você aprende na vida. Andar, falar e lavar um carro. - a olhou indignado começando a esfregar a roda com uma escova. - A minha filha sabe lavar o carro desde os 4 anos... quer dizer, saberia. Ela não nasceu ainda. - coçou a garganta, mudando logo de assunto. - Não te vi lá. Tinha outro carro pra lavar, aí aproveitei pra fazerem o trabalho por mim enquanto ia tomar um sorvetinho.
"Você não vai me levar para a UCLA porque eu n-, ha-ha-ha, como você está engraçadinho, uh?" ela revirou os olhos, e pegou o shorts que ele jogou. Acabou rindo baixo quando ele falou sobre a camisa dele e acabou pegando a peça de roupa. Assentiu, e observou ele saindo, dando uma olhada na bunda dele. Não pode evitar, ele tinha um corpo interessante. Pegou todas as roupas e foi até o banheiro, que também já conhecia. Vestiu o shorts preto que subiu sob a camisa grande. Tirou os saltos altos e colocou as sandálias. Deixou tudo no banheiro, sobre a pia e desceu para encontra-lo. Agora a diferença de alturas era visível. "Não acredito que vai me fazer lavar um carro. Isso não é um bom pedido de desculpas."
Já tinha se adiantado do lado de fora molhando o carro quando viu ela nas escadas e agradeceu a todos os deuses que existem pelo fato de ele não ter um pênis ou estaria em uma situação constrangedora. Mas era difícil demais tirar os olhos. Por que Joji tinha um short tão curto? - Não sei pelo o que pediria desculpas, mas é me ajudar com o carro ou ir andando pra onde quer que você for. Ah, e você ainda não escolheu a música. - tinha descido sua caixa de som e conectado o telefone a ela.