Acolhemos orgulhosamente BEYNISH SOLOMON KIRCHHEIMER em nosso corpo docente! Ele é um BRUXO que leciona na Casa ANDROMEDA aos 815 anos. Ele pode passar a impressão de ser CHARMOSO e OPORTUNISTA, e talvez você o confunda com o padrão JAKE GYLLENHAAL, mas garantimos que é apenas uma coincidência.
BIO:
ninguém ao certo sabe de onde ou como, o mito do besta das neves começou ou se originou, mas todos sabiam sobre a maldição que seus escolhidos carregavam e como todo um país estremecia ao ouvir as histórias horripilantes. oitocentos e vinte anos atrás, numa pequena aldeia afastada aos arredores da Rússia antiga, o primogênito dos Kirchheimer nascia, um menino robusto e cheio de vida. o único homem entre suas seis irmãs, Beynish se tornara o homem da família muito antes de sua maior idade chegar. Solomon, seu pai era dono de uma das únicas tavernas da pequena cidade e sua mãe por outro lado, vivia pela família, cozinhava todos os dias de manhã e ensinava a todos seus filhos as tradições de seus antepassados, a respeitar o rabi e acima de tudo ser temente ao único deus. Embora tão conservadores muito se ouvia falar sobre a hipocrisia do patriarca ser o dono da taverna que parecia ser a única coisa em comum com uma série de mortes horripilantes, mas o que o pobre e velho Solomon poderia fazer? Como o velhinho judeu e caridoso em sua aldeia com os menos afortunados poderia ajudar a resolver aquele mistério? Com isto Beynish se empenhou em fazer mais do que ajudar seu pai na taverna, ele pegaria aquele assassino e seria o herói de sua aldeia, a doce inocência de um coração puro, o que mais poderia se comparar a tal? Dias e meses se passaram e Ben não estava nem perto de encontrar alguém que parecia ser suspeito de tais crimes, um dia porém, notou algo diferente. enquanto seu pai servia um cliente ele passou a puxar assunto com tal, descobrindo que o mesmo era um peregrino. Solomon serviu de graça sua melhor comida e para o mesmo deu um presente: um mezuzá - um objeto sagrado que dentro carrega a palavra sagrada do Torá. Lembrava-se de não prestar muita atenção no ato, não ao menos até uma semana depois o corpo do peregrino ser encontrado de maneira horripilante. Com a desculpa que iria ajudar uma amigo a pastorear suas ovelhas, Beynish cavalgara até a aldeia vizinha onde o corpo fora encontrado, onde alguns relataram que o peregrino havia enlouquecido pouco antes de seu assassinato, e cravado em sua própria pele uma palavra antiga em hebraico. Encontrara no quarto também o mezuzá mas as palavras dentro daquele pergaminho eram muito diferente do que as palavras do livro de Deuteronômio, naquele pergaminho se encontrava uma maldição. Beynish por quase três anos não conseguiu acreditar, ou sequer conseguia processar o que havia acontecido ou como o mezuzá de seu pai poderia estar relacionado com algo tão maligno, o que estava por trás de tudo aquilo? E bem, durante aqueles anos as mortes não pararam, como um charme toda vez que via seu bondoso pai presentear um peregrino com um mezuzá semanas depois ouvia de seus fatídicos destinos. um dia porém, alguém chamou a atenção de Beynish em meio a tantas dúvidas e escuridão. os cabelos castanhos como a noite faziam contraste com os belos pares de olhos claros, da pobre camponesa sem família, sem amor, sozinha viajando pelo mundo. Elizavetha conquistara Beynish antes mesmo de que ele de fato a conhecera, enquanto a escutava contar as histórias de sua vida desafortunada, ben a ofereceu um emprego na taverna do pai, decisão pela qual passaria os próximos séculos se perguntando se havia errado ou não. Com a chegada do inverno era claro para todos que não só Ben estava completamente apaixonado, mas que também os seus sentimentos eram compartilhados com Elizavetha, que pela primeira vez teve alguém a seu lado que se preocupava e cuidava de si. Mas aquilo ia contra os planos de Solomon, por trás da fachada de bom velhinho o homem era um bruxo antigo e poderoso que tinha ambições grandes para seu futuro, e planejava casar seu primogênito com uma das filhas de um rico comerciante da área. Embora expressando seu descontentamento, Beynish deixou bem claro que ele sabia das atividades do pai, e que não se casaria com ninguém além de Elizavetha, o que causou que Solomon desse o objeto amaldiçoado pela magia negra a Elizavetha; Ben não podia acreditar, quando vira a noiva enlouquecer aos poucos ele sabia exatamente quem era o culpado, ele implorou que o pai revertesse o feitiço e quando o mesmo se recusou, Ben escolheu a mulher ao invés de seu pai, matando-o com suas próprias mãos, Solomon em sua morte riu, o chamou de idiota e agora a mesma maldição que um dia fora sua agora era de seu filho. A marca do braço do patriarca crescera em Beynish e enquanto ele amaldiçoasse outros a danação, o tempo não passava para ele, mas ele sabia que jamais seria como seu pai.
O que o surpreendera fora que a magia ia muito além da longevidade de seu pai, sua mãe e irmãs tiveram destinos terríveis e a taverna um dia tão frequentada ficara as traças, mas enquanto ele tinha Elizavetha ele estava pronto para viver sendo mais um pobre padrão. Infelizmente nada fora como o Kirchheimer planejou, pouco após casar-se com Elizavetha a mulher viera a engravidar e ficar seriamente doente, a mulher um dia tão cheia de vida, agora parecia esperar pela morte em sua cama no momento que deveria ser o mais feliz de suas vidas. Ali Ben lembrou-se das palavras de seu pai, que a miséria e a desgraça o acompanharia pelo resto de sua vida se não alimentasse a marca. Beynish não queria se tornar o que mais temia então durante nove meses tentou reverter com magia o destino de sua esposa, mas em seu parto Elizavetha acabara por falecer. Ben enlouquecera por três dias se perguntou o que fazer mas ele sabia exatamente o que, no ápice de seu desespero o judeu assassinou o próprio filho em troca da vida da esposa com um feitiço antigo, e quando a mesma acordou ele a disse que a criança não tinha sobrevivido ao parto. Beynish se deixou corromper pelo poder, fazendo o mesmo que seu pai para conseguir prosperidade e felicidade. Mas logo tudo veio a ser desmascarado, com a chegada dos anos Elizavetha percebeu que ela não envelhecia, e tão pouco Ben, que acabou por assumir as atrocidades que havia feito. Ela confusa o deixou e prometeu vingança, sem saber que seu sangue e sua vida havia se tornado um veneno mortal para seu marido, afinal a natureza sempre encontra uma forma de balancear. Por muitos séculos Beynish enlouquecera, amaldiçoando muitos e sendo conhecido como a besta das neves. Após tantos séculos vivo, Beynish decidiu que não queria mais viver, mas claro logo ele descobrira que a morte não lhe viria tão facilmente, e hoje leciona em Nevermore, se recusa a dar a marca o que ela quer não por se arrepender minimamente do que fez mas por se arrepender de ter sido pego; enquanto não mata e rouba a vitalidade alheia, os anos passam normalmente como de qualquer padrão para o Kirchheimer, que apenas congela no tempo enquanto continua praticando a magia de sangue que prolongou sua vida por tantos anos.
EXTRA:
não é difícil de se perceber a excentricidade do Kirchheimer, já que esta se encontra na janela de sua alma, ou no que restou da mesma após tantos séculos; seus olhos. beynish herdou a heterocromia de seu pai, tendo um olho completamente azul e outro azul com uma parte verde, com uma única mancha da cor âmbar, além da marca negra amaldiçoada que carrega em seu braço. seu familiar é a única coisa que o relembra do homem que um dia fora, chasya é um lince, com um humor um tanto quanto imprevisível mas uma vez que alguém tem a confiança da mesma, se vê um outro lado da felina, um carinhoso, protetor e leal. beynish também conta com o dom da absorção da aura vital, toda vez que mata alguém em sacrifício a sua marca ele é capaz de sugar vitalidade, congelando seu organismo no tempo e por isso até então ainda está vivo, embora quando demore de um sacrifício para o outro, os anos pesam em seu corpo como o de qualquer outro mortal, e por isso o homem aparenta ter 40 anos não 815.
leciona Poções I e II.










