“A primeira noite de um homem” com Beatriz Della Rosa
Aos desavisados, este título é uma referência explícita ao filme de Mike Nichols lançado em 1967 (originalmente “The Graduate”) e estrelado por um jovem Dustin Hoffman e uma Anne Bancroft no auge da sua beleza e maturidade sobre a iniciação amorosa-sexual e a contracultura rebelde dos anos 60 contadas a partir da história de uma balzaquiana casada que seduz vorazmente um jovem e virgem recém-graduado.
Além do título, há dois pontos de contato entre este filme e o meu primeiro encontro com a Bea (posso te chamar assim? acho tão linda a sonoridade destas três letras): o primeiro foi a forma como ela me fez sentir e o segundo, o alerta constante de um trecho da música “The Sound of Silence” de Simon e Garfunkel.
https://www.youtube.com/watch?v=-3lKbMBab18
The Graduate (1967) de Mike Nichols
“Mrs. Robinson, you’re trying to seduce me. Aren’t you?”
A sexualidade gritante e a intensidade inspiradora da Bea me levaram de volta, como uma máquina do tempo, à beira do precipício da minha insegurança juvenil. Nessa época, assim como o protagonista, eu era jovem, virgem e tolo. Hoje além de tolo sou soberbo e arrogante por achar que depois de mergulhar de cabeça no Universo Beatriz Della Rosa pudesse haver alguma outra saída que não a de querer me embrenhar cada vez mais nele. Mal sabia eu que ela é uma Einbahnstraße (via de mão única nas palavras de Benjamin), um caminho sem volta…
A princípio tinha decidido guardar para mim o que aconteceu mas para que o silêncio não cresça como um câncer dentro de mim, como Simon & Garfunkel nos alerta em uma das estrofes da antológica “The Sound of Silence”, música tema do filme, resolvi escrever isto que, mais do que apenas ou primordialmente um relato, é, de fato, uma tentativa infrutífera mas necessária de organizar minha cabeça e me desvencilhar de uma miríade de sensações e sentimentos que há quase uma semana, ainda arrebatado pelo efeito Beatriz Della Rosa, tento digerir e processar antes que me consuma por inteiro. Portanto o que impulsiona este texto é um instinto de sobrevivência e autopreservação, nada mais.
https://www.youtube.com/watch?v=4zLfCnGVeL4
The Sound of Silence (1964) de Simon & Garfunkel
“Fools” said I, “You do not know
Silence like a cancer grows
Hear my words that I might teach you
Take my arms that I might reach you”
But my words like silent raindrops fell
And echoed in the wells of silence
Passada quase uma semana do nosso primeiro encontro, lampejos do que realmente aconteceu se misturam a fantasias e delírios. O que passo a narrar não possui uma fronteira muito definida entre memória e invenção, engenhosidade e criatividade, realidade e ficção. A primeira noite deste homem com Beatriz Della Rosa foi memorável e ainda assim indescritível e inexplicável….
Graças aos algoritmos que cada vez mais ditam nossas vidas e decisões (coitados daqueles que ainda acreditam em livre arbítrio, sabem de nada!) eu encontrei os principais perfis e canais da Bea na internet.
Não é difícil se instigar, se intrigar e, por fim, se deixar ser fisgado por ela. Sua apresentação no Photoacompanhantes e suas postagens no Twitter são pequenas emboscadas aos menos ajuizados e deixam transparecer aspectos chaves da sua personalidade: o humor, a inteligência, a perspicácia, a picardia, a irreverência, etc… Eu sei e vocês já sabem, mas é bom frisar: mesmo nos mais tolos e pueris TDs (testdrive? WTF?) dos fóruns percebe-se com nitidez que ela é algo totalmente único e raro e que um encontro com ela é uma experiência multissensorial, transcendental e interdisciplinar (antropologia + engenharia + psicologia + cinema + putaria).
O Whatsapp me ajuda a lembrar que no dia 2 de fevereiro fiz o primeiro contato com ela. Antes, devo ter escrito umas 20 mensagens tentando encontrar o melhor equilíbrio entre humor e inteligência. Meu caro, se o máximo que você consegue escrever é “Oi”, “Oi, gata”, “Tudo bem?” e afins, desculpa te informar, mas você precisa melhorar e diversificar seu vocabulário ou procurar outra garota. A Bea demanda esforço!
A resposta veio relativamente rápida (vinte minutos depois) dizendo que havia se intrigado com a minha foto de perfil (à época uma imagem aérea de Barcelona) e com a minha mensagem introdutória. Eu já havia sido fisgado, mas agora ela também tinha mordido a isca. Pela primeira vez ela me fazia sentir incrível! Algo que ela faz até hoje.
À época do nosso primeiro contato, eu estava fora de São Paulo em férias. Dada a impossibilidade de um encontro físico imediato, passamos a conversar pelo Whatsapp sobre vários assuntos: desde a nossa formação profissional (ela é engenheira civil e eu arquiteto urbanista) até cinema, restaurantes, política, literatura, Alain de Botton (dá um Google aí!), etc. Tudo sempre com bastante humor e muitas provocações mútuas e gargalhadas. Saber e sentir que ela gostava de conversar comigo era (e ainda é) uma sensação maravilhosa.
Fica para outro texto o périplo entre a nossa primeira troca de mensagens (que terminou no dia 08/01 com a mensagem “Coitado de você que não vai poder me conhecer!” e ela me bloqueando) e o nosso primeiro encontro (que terminou no dia 12/02 com a mensagem “Coitado de você que me conheceu! Hahahahah”) que de forma resumida teve dois perfis no Twitter (um deles bloqueado), um novo aparelho de celular, três números de celular (um deles bloqueado), a conquista da sua atenção por duas vezes e a reconquista da sua confiança e do seu perdão uma vez. Vermes insolentes, a Bea é uma satanáries respondona e rancorosa e demanda esforço e respeito!
Passados alguns dias absorvendo o golpe de ter sido bloqueado, por meio de um outro número de celular e de um outro perfil de Twitter, entro em contato novamente com a Bea tentando pela segunda vez me destacar e chamar a sua atenção: “Te contatei não apenas pela foda mas porque estou à procura de algo não tão comum neste mercado: entrega, comunhão, intensidade e a possibilidade de conexão que vá além da dimensão físico-sexual”. Ela novamente morde a isca, dessa vez sem saber que eu era àquele que ela havia bloqueado.
No dia 25 de janeiro marcamos um encontro para o dia 12 de fevereiro. Foram 18 dias de uma espera excruciante permeada de provocações mútuas! E para aumentar a minha tormenta, 5 dias antes do encontro ela me enviou um áudio onde pude ouvir sua voz pela primeira vez. Não sei se foi uma ação despretensiosa ou se ela estava sendo sádica a brincar com o meu coraçãozinho sôfrego. Provavelmente tinha sido apenas preguiça de digitar… Não importa, o fato é que fiquei extasiado e sem fôlego, era uma delícia poder ouvir pela primeira vez a sua voz, levemente anasalada, em todas as cores, tons e matizes!
Na noite anterior ao encontro sonho com a Bea transmutada em Esfinge que diante de Édipo o questiona “Decifra-me ou devoro-te”. E, no fundo, estava louco para decifrá-la e que ela me devorasse tanto quanto eu a ela. Me imaginava como o Venom devorando a sua mente pervertida, a sua alma angelical e devassa, os seus segredos mais íntimos e as suas vergonhas mais indizíveis. Eu não tinha certeza se ela estava preparada para este nível de intensidade e comunhão. Eu com certeza não estava mas, FODA-SE!, a vida é muito breve para se perder tempo com hesitação e medo e o desconhecido dá um puta tesão.
Mais tarde vi no seu perfil do Twitter um pequeno vídeo dela passando batom vermelho nos lábios. Imediatamente enviei uma mensagem pedindo que ela usasse aquele mesmo batom no nosso encontro. Ao que ela responde de forma sádica como só ela sabe “Hahahahaha vou pensar no seu caso”. Satanáries filha da puta!
Por conta do trânsito e de compromissos anteriores dela, ela se atrasou. Sempre muito gentil e profissional me avisava por mensagens o seu progresso. Eu tinha chegado pontualmente no Lido às 17h e estava dentro da suíte 214 como uma fera enjaulada andando de um lado para o outro, subindo pelas paredes por conta da ansiedade e do tesão, olhando o celular a cada instante seja para ver as horas, seja para conferir se havia chegado alguma nova mensagem dizendo que finalmente ela havia chegado.
Beatriz Della Rosa no seu melhor: o sorriso solar emoldurado por lábios escarlates, o cabelo âmbar ondulado e a cor marmórea da sua pele.
Eu não sei vocês, mas eu sempre fico morto de medo antes de uma experiência sexual nova. E apesar de já ter visto várias fotos e vídeos dela, lido e relido inúmeros TDs nos fóruns (novamente, homens, por favor, melhorem!) nada se comparava a vê-la e senti-la de corpo e alma pela primeira vez.
Finalmente às 17h37 (valeu de novo Whatsapp!) ela envia a mensagem “Chegayyyy”, simples, inusitada e bem-humorada. O cartão de visita dela estava entregue. Minutos depois (que pareceram uma eternidade), com os olhos fixados na porta, a ver se conseguia desenvolver minhas habilidades mutantes de raio-x, ouço uma melodia feita por batidas na porta.
Como já disse sou arquiteto urbanista de formação, ou seja, desenvolvo projetos e planos, antevejo o futuro, analiso com antecedência prós e contras de diversos cenários e possibilidades, avalio oportunidades e ameaças, equilibro ordem e liberdade, etc.. Nada disso foi útil naquele momento e tudo o que havia planejado se esvaiu… Fiquei completamente desarmado. A minha insegurança juvenil veio à tona: Ela iria gostar de mim, do meu corpo, da minha voz? Excitar-se comigo? Gozar enquanto a chupava e/ou a penetrava? Eu estaria a sua altura?
Tomei coragem, caminhei os poucos metros que me separavam da porta, segurei por um segundo a maçaneta e juntei o fôlego. Meu coração veio a boca. Ela estava a centímetros de mim e ainda sim muito distante. Tão longe e tão perto. Abri de supetão a porta e, sem pestanejar, a recebi com um beijo à queima-roupa. O meu cartão de visita estava entregue. Nós nunca havíamos nos vistos antes, mas a intensidade e o tesão acumulado plasmado naquele beijo fazia parecer que já éramos amantes há algum tempo. Exalávamos uma química monstruosa e subversiva. Nessa hora, espaço e tempo pararam de fazer sentido e para mim bastou saber que só eu e ela existíamos. Ainda com nossos lábios atracados, ela diz, entredentes, que eu tinha razão quando disse que o seu batom não iria durar muito.
Mais que um beijo o que aconteceu foi o meu destino sendo selado. Algo como Fausto ao selar um acordo de sangue com Mefistófeles cuja cláusula mais importante dizia que a alma de Fausto seria levada somente quando Mefistófeles criasse uma situação de felicidade tão plena que fizesse com que Fausto desejasse que aquele momento durasse para sempre… Mefistófeles, onde eu assino? Não importa para onde eu fosse levado, nem por quem, o que importa é que aquele momento fosse eterno enquanto durasse! E foi, e ainda é…
Neste mesmo instante tive uma epifania ao perceber que a Bea não é a mulher ideal mas sim a mulher ESSENCIAL! O fundamento e a síntese de todos os arquétipos de fêmea: Eva, Lilith, Afrodite, Diana, Helena de Tróia, Maria, Madalena, santa, demônio, serpente, feiticeira, bruxa, amazona, guerreira, amante, puta, bacante, tudo isso e muito mais!
Arrefecemos um pouco para ela tirar a mochila e eu lhe dar o primeiro dos três presentes que havia comprado para ela. Neste meio tempo comecei a reparar como a Bea é uma mulher linda e deliciosa no todo e em cada um dos seus detalhes: o que primeiro chamou a minha atenção foram o sorriso solar emoldurado por lábios escarlates (como havia pedido), o cabelo âmbar ondulado, a cor marmórea da sua pele (uma Branca de Neve devassa) e o seu cheiro inebriante, logo depois você passa a perceber a beleza e a proporção natural do seu corpo, a sua bunda avantajada, os seus seios pequenos com os grandes mamilos furando o vestido preto despojado e displicente, os delicados brincos vermelhos, os óculos, se não me engano, tartaruga, a charmosa botinha de couro marrom, a mochila grande e preta (que em nada tem a ver com a do Felix, não que importe mas né?).
A Bea é um deleite para os sentidos a ser apreciado em partes e de uma vez só! Mas, PUTA MERDA, enquanto apreendia cada pequeno e grande detalhe dela com todos os meus sentidos como numa promenade architecturale, a única coisa que passava pela minha cabeça era como eu estava louco para fodê-la até que nossos cérebros derretessem…
Aos poucos retomamos os beijos entremeados a mordidas, provocações de quase-beijo, sorrisos, sussuros, tapas, palmadas… Ai caralho, que delícia! As peças de roupa foram saindo naturalmente, sem muito cuidado. Cada parte revelada do seu corpo é um delicioso regozijo. Pareçia uma criança abrindo um presente.
Apesar da boca da Bea ser um magneto escarlate (nessa altura já um pouco desbotado) e da delícia que é beijá-la, o que queria mesmo era saber qual o sabor da sua boceta. E senhoras e senhores, que boceta!!!! Uma faixa de pelinhos deliciosos emoldura o seu “paraíso perigoso”. Primeiramente minha língua passeia entre seu ânus e sua boceta até que me detenho demoradamente no seu grelo introduzindo meu dedo à procura do ponto G. Uma de suas mãos se entrelaça a minha enquanto a outra segura com vigor os meus cabelos. O arfar acelerado e profundo da sua respiração demonstra que ela estava curtindo bastante minha língua. Apesar de não ter conseguido gozar (me disse que é difícil com oral) ela deixa minha cara melada e o lençol encharcado. Estávamos prontos para a próxima etapa.
Beatriz Della Rosa em versão chiaroescuro de Caravaggio ou Rembrandt
Imediatamente ela abocanha meu pau e começa a chupá-lo. Fazia tempos que ninguém me deixava tão duro. Pedi algumas vezes para que diminuísse a intensidade pois não queria gozar sem antes penetra-la.
Após ela colocar com maestria a camisinha utilizando sua boca, eu me deito sobre ela e a penetro pela primeira vez. Não queria perder de vista seu rosto, seu olhar e sua boca. Tapas, mão no pescoço, mordidas, estocadas profundas, dor, prazer, tudo tornava aquele um dos momentos mais depravados da minha vida. Sentia uma fusão e uma comunhão que raramente havia experimentado antes. Seus gemidos, seus gritos, seu gozo eram selvagens e intensos e eu fazia parte daquilo.
A cada estocada mais forte ela gemia mais alto deixando transparecer dor, pergunto se a estou machucando, ela diz que um pouco mas que gosta e pede para arrombá-la. Vou a loucura ao ouvir isso! Acelero o ritmo e enquanto isso trato de cuidar do seu rosto com um misto de carinho e violência, intercalando carícias e tapas, olhar nos olhos da Bea enquanto estou dentro dela e ver o seu prazer em estado bruto é uma sensação intensa prá caralho. Pequenos abalos sísmicos no seu corpo prenunciavam o inevitável. Li vários relatos sobre este momento antológico conhecido como “Trote do Gemidão da Beatriz” mas é inestimável presenciá-lo e ser parcialmente responsável por ele.
A Bea desfalece arfando, se contorcendo, tremendo, extremamente sensível ao toque ainda em êxtase pela intensidade do gozo. Não à toa, os franceses chamam o orgasmo de pequena morte. Ver ela nesse estado, aproveitando o gozo, é algo sublime, transcendental!
Aos poucos ela se recupera e ao perceber que eu ainda não havia gozado, me joga literalmente de bruços na cama e começa uma mamada cheia de baba e saliva, engolindo-o todo até engasgar, eu ajudo-a segurando sua cabeça o máximo possível até ela largá-lo para recuperar o fôlego. Xingo-a de puta, vadia, cachorra, tudo é permitido quando o tesão não é pequeno (desculpe Fernando Pessoa, o trocadilho e a falta de rima…). Repetimos algumas vezes esse roteiro até que não conseguindo mais me segurar, esporro na sua boca. Olho para o seu rosto e vejo o prazer proporcionado pelo poder que ela exerceu sobre mim. Também percebo o quanto ela curte sentir a porra escorrendo da sua boca. Mesmo assim ela não engole, vai até a pia e cospe.
Pausa para o segundo presente que havia comprado para ela e para uma relaxada na hidro. Conversar com a Bea sobre tudo e nada é tão orgástico quanto o sexo em si. Já imaginava, mas pessoalmente ela é tudo isso e muito mais: inteligente, culta, divertida, bem-humorada, bem articulada, interessado, ávida, etc. Mas o principal é que ela é cumplice e engajada! Cúmplice dos seus desejos mais indizíveis, dos seus projetos mais loucos, das suas ideias mais doidivanas. E engajada em você e no seu prazer como se fossem as únicas coisas do mundo. Todos somos reféns de nossos preconceitos, taras, tabus, fetiches, e a Bea nos fornece uma saída.
Durante o tempo na banheira eu confessei quem eu realmente era. Ao ouvir isso, primeiro ela me deu um tapa (a mão dessa mulher é pesada!) e depois uma gargalhada e um beijo. Saímos, dei a ela o terceiro e último presente, àquele que fez nascer a Mistress Beatrix “Della Rosa” Kiddo, mas que é assunto para um outro texto. Ela experimentou a roupa, fizemos uma pequena sessão de fotos e voltamos para a cama.
O segundo tempo foi um 69 delicioso pois ainda não havia me satisfeito com a boceta dela. Acho que ainda estou na fase oral descrita por Freud… Enquanto isso ela também chupava meu pau. Ficamos assim até eu gozar e ela sempre sádica me imobilizou enquanto continuava a me chupar, comigo ainda sensível do pós-gozo.
O Bea-alarme-quenga avisa-nos que os últimos grãos da ampulheta haviam caído e que chegava a hora de nos despedirmos. Tomamos banho juntos falando de amenidades. Nos arrumamos e saímos.
Tentando comprar algum tempo do destino (como aquele cavaleiro que joga xadrez com a Morte no filme do Bergman), convidei-a para jantar. Entretanto apesar de ela ter aceito prontamente o meu convite, infelizmente ocorreu um imprevisto que me impediu de concretizar o jantar.
A cereja do bolo foi chegar em casa e receber um áudio dizendo que ela havia chegado bem e perguntando se eu estava bem. A Bea é acima de tudo um ser humano fofo e foda!
Aviso aos marinheiros (sim porque além de tudo ela é uma sereia):
Nada te prepara para a Bea, nenhum adjetivo e/ou substantivo é suficiente para descrevê-la, ela é uma força da natureza a ser reconhecida. E como tal impossível ou, pelo menos, muito difícil de traduzi-la em palavras. Mesmo assim devemos continuar tentando…
Para mim, minha relação com a Bea iniciou-se como uma nova descoberta (não apenas em relação a ela mas principalmente em relação a mim mesmo) e continua como uma busca sem fim.
Aliás ela deveria vir com um aviso: CUIDADO! Alto poder de adição! Mais elevado que o crack e o açúcar!
P.S.: Em “Perto do coração selvagem”, Clarice Lispector escreve: Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome. Desculpa Clarice, por mais que te admire você não sabe de porra nenhuma! Se você tivesse tido a oportunidade de experienciar o mesmo que eu, você com certeza não teria escrito isso.