“O que é, o que é? Faz você ter olhos para uma única pessoa, faz você não precisar mais ficar sozinho, faz você querer trocar de sobrenome, faz você querer morar sob o mesmo teto…”
— Martha Medeiros
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“O que é, o que é? Faz você ter olhos para uma única pessoa, faz você não precisar mais ficar sozinho, faz você querer trocar de sobrenome, faz você querer morar sob o mesmo teto…”
— Martha Medeiros

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“2 segundos. 2 míseros segundos é o tempo suficiente pro nosso canal auditivo receber a palavra mais complexa da história: Acabou. E a gente se doe por tudo que se foi e por todos os sentimentos que um dia já fizeram sentido. E já não fazem. Sabe por quê? Porque a gente faz do fim o vilão da historia. O monstro que cria um milhão de pensamentos e faz a gente se afogar em um mar de lágrimas. O malvado que destrói tudo e deixa danos irreparáveis. O assassino, ladrão, que mata e rouba nossos sonhos, planos, promessas. Essa é a nossa concepção, é assim que a gente pensa. E é por isso que a gente sempre sofre. E se o acabou for mais libertador que tudo isso? Acabou? Sim. Acabou o medo. Acabou a insegurança. Acabou o estresse. Acabou o nervoso. Acabou a cobrança. Acabou o que te priva. Acabou o que impede. ACABOU! Igual a música preferida que você coloca no repeat dez mil vezes porque uma hora ela também chega ao fim. E você não gosta menos dela por isso. O filme que você dá play e duas horas depois se depara com o fundo preto exibindo os créditos, porque ele também terminou. E ele não deixa de ser o seu preferido. Todo começo tem um fim. É regra básica. É física. É química. É reação. É a lei da natureza humana. A gente não pode se lamentar por isso. Tudo termina só pra gente continuar. Enxergar o lado bom das coisas é tão fundamental quanto colocá-lo em prática. Acabou? Mesmo? Pra valer? Começa outra coisa. O tempo é a nossa maior dádiva e o medo é o nosso maior bloqueio. Não vale a pena se prender a um ponto final enquanto a vida clama por reticências…”
— Pedro Pinheiro.
““Orar”. Mas como? “Sem cessar”. “Alegrai-vos”. Mas quando? “Sempre”. “Dai graças”. Pelo quê? “Em tudo”.”
— William Gurnall (via flore-ada)
“Cheguei em um momento em que eu quis desistir, e tacar tudo pra cima e dizer “eu cansei Deus, não quero mais, chega, tá doendo, eu não tenho mais forças pra seguir”. Depois que disse isso me calei e fiquei pensando. Depois do meu choro cessar, eu vi que você mesmo no silêncio, Ele estava cuidando de mim. Começou a me dar forças e limpou meu choro, porém mais ainda, quando eu falei que não aguentava mais, Você me sustentou e me deu forças, a Sua força, porque, por mim, eu não conseguiria continuar, eu não teria chegado até aqui. Eu não teria chegado nem na metade da caminhada se o Senhor não estivesse comigo. Porque é difícil continuar é muito difícil, mas, Você esteve, e por isso hoje estou aqui, por isso hoje eu cheguei aqui. Foi por Você, e foi com Você.”
— Hana Naomi (via constatarsobreele)
“Diga a Deus: Pai, estou cansado de ser um cristão comum. Estou cansado de ficar na metade do caminho. Eu quero Te conhecer.”
— A. W. Tozer

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““Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”: duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.””
— John Lennon. (via descrever)
“E agora, nesse exato momento eu só queria estar deitada com você, com o rosto afogado em teu pescoço, falando baixinho e manhoso no teu ouvido, passando a mão pelo teu rosto enquanto você alisa meu corpo. Há um bom tempo eu venho querendo sentir teu cheiro, teu beijo e o teu toque. Eu te acho o homem mais lindo desse mundo, o mais maduro, inteligente e generoso, eu não me canso de te olhar e te imaginar aqui bem pertinho de mim, todos os dias eu penso em você e no que a gente poderia está fazendo juntos a essa hora. Peço baixinho a Deus todos os dias pra que ele ilumine os teus paços e que te livre do mal sempre, eu quero que você seja muito feliz, ao meu lado ou não. Espero um dia ao menos poder dizer que te amo e que você é a minha pessoa preferida no mundo todo e te amo, mesmo, muito.”
— Para alguém que jamais lerá…
“Encontramos muitas mulheres extraordinárias e piedosas ao longo da Bíblia, mas a mulher virtuosa descrita em Provérbios 31 é digna de louvor especial. Ao longo dos séculos inúmeras mulheres têm se admirado com a vida dessa esposa e mãe e sido desafiadas por ela. A passagem descreve que tipo de esposa uma mulher deve ser e que tipo de mulher um homem deve escolher para ser a sua companheira. Essa mulher rara é um modelo de virtude: confiável, diligente, organizada, amorosa e surpreendentemente capaz de organizar as prioridades do seu mundo. Seu companheiro cofia nela plenamente; seus filhos adultos tomam a iniciativa de louvá-la e seu lar é um exemplo de eficiência. Ainda assim, ela encontra tempo para atuar em sua comunidade, ajudar os pobres e até mesmo multiplicar os recursos de sua família através de investimentos inteligentes e do gerenciamento produtivo de tudo o que é colocado sob seus cuidados. Além do mais, possui beleza exterior e sabedoria interior. O retrato da mulher virtuosa é de sabedoria, temor e reverência a Deus acima de todas as coisas. Logo, tem sabedoria para equilibrar seus relacionamentos e responsabilidades. Ela exemplifica a verdade declarada por Jesus: “Buscai primeiro o reino do céu e as demais coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33).”
— A bíblia a respeito do tema: Mulher virtuosa
“Por favor, não diz que acabou, você sabe, eu ainda te amo, eu ainda estou aqui. Por favor, não vá, eu não aprendi a ficar sem você. Eu não aprendi a sorrir sem que você seja o motivo, também não aprendi a rir com os outros, afinal, o som da minha risada só era verdadeiro quando misturada com a sua. E aqueles planos? Os dias perfeitos, a rotina perfeita. Qual é? Éramos perfeitos juntos, você mais do que eu sabe disso. Porque desistir agora? Porque jogar tudo pro alto nessa altura do campeonato. Hey, não vai não, fica, fica aqui, fica do meu lado, fica pra sempre, fica, apenas fique. Estou sentindo falta dos seus carinhos e … droga!!!! Não pode ter acabado, era para ser pra sempre, não era?”
— And she gave up.
Vamos criar um novo começo, antes que nossa história chegue ao final.
Jhennifer Werneck (via construindoversos)

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Quando percebi que seu rosto era a primeira e última imagem na minha cabeça antes de dormir e acordar. Quando me peguei sorrindo ao pensar em você. Quando me vi feliz por ter te encontrado. Quando percebi as tais borboletas dançarem no meu estômago. Foi onde entendi que era amor. É amor e continuará sendo. E eu aprendi que quando é de verdade e tão forte, não se deve desistir. Vai ver, esse é o motivo do meu coração lutar, todos os dias, por um lugar ao lado do teu.
Morena (via adesejar)
Já parou pra pensar como fica um coração depois de uma partida? Já imaginou como ele fica dividido e subdividido? Onde cada pedacinho é uma nova dor. Onde cada dor é uma nova lágrima. Tem coisa pior que ter que continuar sozinha depois do fim de dois? Ter que reaprender a fazer tudo, só que agora de maneira diferente. Agora tem que aprender a fazê-las sem ter a mão que te segurava antes. Sem ter a outra parte do peito. Sem ter companhia. Mas você deve estar pronto, deve ser flexível às decisões alheias. Hoje você tem alguém, mas uma hora ou outra ela vai te deixar. E ela vai assim, sem aviso prévio, sem retorno e sem passagem de volta, só com seu coração. Mas depois de tudo, você tem que aprender, por você ou por quem quer que seja. Tem que se acostumar que vai ser sempre assim. Que nesse vai e vem de pessoas, você vai ficando cada vez mais incompleta. Que a cada ida, vão te levar mais uma parte de ti. E que depois de um tempo, você vai estar mais nos outros do que em si mesma. Chega um tempo em que você se olha e não consegue ver mais nada além de um vazio. Onde você é o vazio ou o vazio é você. Parece que as coisas não são mais feitas pra você, ou é você que não está mais na forma das coisas. Te da a sensação que para você as coisas tendem a dar sempre errado, mas nem sempre é assim, uma vez ou outra você acerta. Uma hora você sorri certo. Sem jeito, mas sorri.
Motivando. (via motivando)
Ele me deu um pé na bunda. E doeu. Fiquei sem entender direito o motivo. Tudo parecia bem. A gente parecia bem. O mundo parecia um lugar bonito e seguro. Eu parecia bonita e segura. E de repente as coisas mudaram. Ficou um vazio grande no lugar dele. Ficou uma sensação de perda dentro de mim. Na hora em que o calo aperta e o coração quase derrete não adianta falar de tempo. Enfia o tempo no bolso e sai daqui! Não quero saber se o tempo cura, não quero ouvir que ele é o melhor remédio para todos os males. Não quero sair, não quero conhecer gente nova, não quero achar novo amor. Aproveita e enfia o novo amor no bolso também. Eu quero é ele. Ele, ele, ele. É que não tem ninguém igual. É que não vai ter sentimento igual. É que não vai ter outra pessoa que seja assim, tão única, tão perfeita, tão, tão…sabe? Não vai ter, eu sei. Eu sei e todo mundo sabe, não sei por qual motivo, razão ou circunstância ficam me enrolando e tentando me passar a perna com esse lance de o-que-é-seu-tá-guardado. Tenho certeza que ele é a minha alma gêmea. Eu nunca acreditei nisso. Até conhecer aquele homem. Meu Deus, ele é a metade da minha laranja. Por ele eu mataria e morreria. Por ele eu seria sempre melhor. Por ele eu seria até capaz de virar Amélia, a mulher de verdade. Por ele. Ele, que fez com que eu entendesse o amor. Ah, o amor. Aquele cretino. Aquele safado. Aquele ordinário. Aquele sem vergonha que faz a gente entregar o coração e acabar de mãos abanando e sangrando. Nunca mais vou amar ninguém. Não quero. Não vou. E não adianta você voltar com aquela história do tempo. E não adianta querer me levar pra sair, pra conhecer gente, pra esfriar a cabeça. Não quero saber de toda aquela baboseira de cortar o cabelo, renovar o guarda-roupa, começar a malhar, frequentar novos lugares, mudar velhos hábitos, incrementar o dia a dia. Não quero saber de tudo aquilo que as mulheres fazem para tentar achar A Cura. Não quero me curar. Quero beber todo dia uma vodca barata. Ou cara, depende do dia do mês. Quero beber e ficar sozinha. Prometo que não vou encher os ouvidos das amigas, das colegas de trabalho, dos amigos gays, da vizinha do andar de cima, da minha mãe. Prometo que nem vou buzinar nos ouvidos do terapeuta. Juro que me comporto. Fico eu, o pouco de sanidade que resta, o copo sempre cheio de vodca, algumas lágrimas e um punhado de recordações. Quero isso. Quero a depressão. Quero a fossa. Quero me acabar. Quero ficar arrasada para sempre. Quero ficar pensando nele o dia todo. Recordando cada momento que passamos juntos. Não quero saber de me entupir de chocolate e carboidratos. Vou fazer greve de fome até morrer. E antes vou deixar um bilhete: morri, seu idiota. Morri. Acho que agora estou entrando naquela fase da raiva. Aquela em que a gente imagina o cara de terno e gravata fazendo cocô. Aquela em que a gente começa a pegar nojinho. Aquela em que a gente usa todos os palavrões para definir o infeliz. Aquela em que a gente sai da fase da música de corno para cantar bem alto “I’m Every Woman” de braços abertos, abraçando o infinito, até ficar rouca e louca. Guardei as fotos em uma caixa e escondi ela no fundo do armário. Melhor deixar longe. Melhor não ver. Melhor parar de fuçar no Facebook. Melhor deixar de seguir no Twitter. Melhor deletar o telefone do meu celular. Melhor não dar uma espiada na vida da ex. Não quero mais saber o que ele come, se sente frio, se reatou com a antiga namorada, se continua lindo de morrer, se acabou comprando aquele tênis que eu disse que combinava com ele. Não quero saber nada disso. Quero virar autista e fingir que ele nunca existiu. Assim sofro menos. Assim vivo mais. Hoje eu reparei que as olheiras diminuíram. E que deixei de chorar. Me achei mais corada. Menos pálida. Mais bonita. Uma beleza melancólica. Tem um pouco de tristeza nos meus olhos. Mas vou me maquiar. Senti vontade de me arrumar. Pra mim. Para meu espelho. Pra me animar. Uma amiga me convidou pra um happy hour. Vou. Uns caras me olharam, me senti mais mulher, me senti bem. Quase não lembrei dele. Estou trabalhando bastante. É bom ocupar a cabeça. Parei um pouco de beber. Arrumei minhas gavetas. Joguei umas coisas fora. Decidi limpar as coisas por aqui. Acendi um incenso. Dancei sozinha na sala. Ri. Fui na padaria. Comprei pão francês e queijo cottage. Decidi dar uma volta no Ibirapuera. O dia está tão lindo. Encontrei uma velha conhecida. Conversamos. Marcamos um sushi para o dia seguinte. Fui jantar com a velha conhecida. Me diverti. Voltei pra casa, assisti um filme bobo, lembrei dele, chorei, sequei as lágrimas e me perguntei: por que estou chorando? Entrei no Facebook e vi uma foto dele com uma mulher peituda. Chorei mais. Dormi chateada e pensei isso-nunca-vai-passar. Comecei a caminhar todos os dias pela manhã. É melhor, vou para o trabalho com mais ânimo. Um cara bem interessante caminha por lá também. Não usa aliança, está sempre sozinho, ouvindo música e com o olhar longe. Parece eu. Me distraí. Esbarrei no cara. Ele se desculpou e sorriu. Nossa, que sorriso bem lindo. Senti uma coisinha no peito. Sorri de volta e segui andando. Na outra volta encontrei ele de novo, que sorriu mais uma vez. Para, que vou morrer aqui. Na outra volta eu já estava cansada, mas ansiosa por aquele sorriso. Ele sorriu. Me derreti. Parecia uma abobada. Voltei pra casa. No outro dia acordei feliz da vida, o cara sorridente ia estar lá de novo. E estava. E sorriu. E sorri. E ficamos nessa por uma semana. Até que ele pediu meu telefone, eu dei e ele me ligou. Quer ir ao teatro comigo? Quero. Enquanto eu me arrumava ele me ligou. Ele, que me deu um pé na bunda. Não atendi. Sorri. E tentei lembrar a última vez que lembrei dele. Não consegui. Talvez eu volte a acreditar no amor de novo. Talvez eu nunca mais sofra. Talvez. A vida é cheia de “talvez”, mas uma coisa é certa: o tempo ajuda. E não adianta você dizer que não e tentar lutar contra isso.
Clarissa Corrêa. (via adesejar)
Sempre me senti diferente dos outros. Não mais bonita, não mais inteligente, não mais especial, não mais esperta, não mais maluca, não mais legal, apenas diferente. Sou diferente na forma de sentir, tudo que me toca, me toca fundo. Tudo que me alegra, me alegra muito. Tudo que me dói, dói forte, corta.
Tati Bernardi. (via adesejar)
Olhe bem pra mim e veja se eu estou bem. Você acha mesmo que estou bem depois de tudo que aconteceu? Acha mesmo que depois de todas aquelas palavras falsas de amor, eu estaria bem de uma hora pra outra? Não sou feito essa gente que consegue fingir amar, iludir um coração e depois ir embora como se nada estivesse acontecido. Não sou feito essa gente que encontra o amor da vida cinco vezes num mesmo mês.
Mais um maço de cigarro, por favor. (via adesejar)

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Eu falho, não consigo dar conta de tudo, tem vezes que acho que não vou aguentar, piso feio na bola, erro pra valer. E não consigo muitas vezes lidar com meus sentimentos, sonhos, anseios. Não consigo lidar com minha felicidade. Pode? Sim, pode.
Clarissa Corrêa. (via motivando)
Me rendi. Aceitei que tem coisas que não estão nas minhas mãos, no meu domínio, no meu controle. Me rendi. Entendi que nem tudo acontece no tempo em que quero, espero e sonho. Me rendi. Percebi que a vida não pode ser planejada, concreta e decifrada em uma bola de cristal.
Clarissa Corrêa. (via motivando)