Nas cinzas do meu quarto cigarro eu encontro vocĂȘ
E Ă© difĂcil sentir o seu sabor sem o meu.
No fundo do terceiro copo eu sinto a distĂąncia, e Ă© no sabor errante dos seus toques que eu encontro porquĂȘs.
Quando fecho meus olhos Ă© teu cheiro que vejo junto ao meu. Por todos os lados, ao meu redor, impregnado. E no fim dessas notas vazias ainda me pergunto o que aconteceu.
E no calor do fim de cada maço eu lembro cada abraço que vocĂȘ nunca me deu.
PorquĂȘ?














