Fotografias de cartazes de Exposições e Eventos.
Exposição "O Algarve de Artur Pastor", Encontros de Fotografia de Lagoa, 2016.
Olhão, 1943-45.
Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa.
AMLSB_ART_050250
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@arturpastor
Fotografias de cartazes de Exposições e Eventos.
Exposição "O Algarve de Artur Pastor", Encontros de Fotografia de Lagoa, 2016.
Olhão, 1943-45.
Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa.
AMLSB_ART_050250

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A fotografia de Artur Pastor na Postermostra, 2021.
Olhão, bairro da Barreta, 1943-48.
Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa.
AMLSB_ART_015981
Rosalina Pastor, Praia do Turismo, Vila do Conde, década de 50.
📷 Artur Pastor Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa. AMLSB_ART_008474 Também foi capa de livro.
Olhão, bairro da Barreta, 1943-48.
Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa.
AMLSB_ART_023321
Também foi capa de livro.
Rosalina Pastor, Braga, década de 50.
Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa.
AMLSB_ART_01133
Foi capa de livro.

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Nazaré, década de 50. Coleção de família.
Olhão, década de 40. Coleção de família.
A tração animal no cultivo de cereais através da lente de Artur Pastor — Google Arts & Culture
Majericon and the Arquivo Municipal de Lisboa (Lisbon Municipal Archives) announce the reprint of the book
Artur Pastor - Portugal, país de contrastes [Artur Pastor - Portugal, a country of contrasts] is a photographic guide to the legacy of Artur Pastor (1922-1999), one of the few Portuguese photographers who, between the 1940s and 1990s, left us a vast and extensive body of work in terms of representation of Portugal: a collection of tens of thousands of photographs, including 6×6 and 35mm negatives, in black and white or colour, slides and print proofs.
Taking as its starting point the text Portugal, a country of contrasts, written by Artur Pastor in April 1954 for the magazine Portugal Ilustrado, and his testimony “Portugal cannot be visited only with the eyes because it can also be felt in the heart”, this book constitutes a photographic guide to the legacy left by photographer Artur Pastor, evoking his ambivalent restlessness, around writing and photography, the coast and the interior or rurality and modernity. “Portugal is not just visited with the eyes, because it is also felt with the heart” , this book is a photographic guide to the legacy left by photographer Artur Pastor, evoking his ambivalent restlessness, around writing and photography, the coast and the interior or rurality and modernity.
Bringing together a selection of 250 black and white photographs, among the many that make up the estate acquired from his family by the Lisbon City Council in 2001, its aim is to showcase the work of this unique photographer and his vision of Portugal, a country that has disappeared and changed in the memory of the youngest, but reflects a present past for those who lived it.
In the selected images you will find an ethnographic survey of agricultural work, such as ploughing with oxen, sowing and harvesting, shepherds and their flocks, threshing on the threshing floor or mechanical threshing with a steam engine. In fishing activities: tuna fishing on the Algarve coast, the art of xávega in Nazaré with oxen pulling the boats, the preparation and drying of fish in baskets, the repair, transport and washing of nets, the distribution of fish in grids on the sand for the fish market in Sesimbra, crafts and crafts, fairs and markets, popular festivals, industry, urban and rural landscapes.
Pre-Order your copy:
https://majericon.com/en/product/arturpastor/
https://fb.watch/r7TYPfqqyp/

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O Fotógrafo Artur Pastor nasceu a 1 de maio de 1922, em Alter do Chão. E assim passou o seu centenário sem uma única notícia num canal televisivo, exceto no programa Fotobox, ou jornal nacional. Existiram algumas iniciativas/ exposições levadas a cabo por entidades locais, como Grândola, Évora, Albufeira, Montalegre e Alter do Chão .A exposição em Alter do Chão foi a única realizada pelo Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, detentor do espólio. Em Lisboa não aconteceu nada, em termos de exposição. Houve uma apresentação do livro da editora Majericon, no espaço do Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, no seu espaço da Rua da Palma. O livro contou com a colaboração do Arquivo Municipal. Só a persistência do editor da Majericon, Fernando Veiras, permitiu que o livro acontecesse. Bem haja Fernando! E parece estar a ser um sucesso de vendas. Esteve prevista uma exposição itinerante, mas tal nunca aconteceu. Ainda há possibilidade de uma exposição virtual numa plataforma de Arte. Em Albufeira, uma das iniciativas passou por uma exposição ao ar livre, seguramente a mais vista de sempre. O grande problema foi a vandalização rápida de muitas imagens, incluindo o seu furto. Enviei mails e fiz telefonemas para a presidência da CMA, desde outubro, para perceber se iriam fazer alguma coisa para repor as imagens ou criar um sistema de proteção, mas nunca obtive resposta. O que vale é que Artur Pastor é sobejamente conhecido no país e agora lá fora graças ao livro da Majericon. Perdeu-se uma oportunidade de comemorar condignamente o centenário de Artur Pastor, cuja obra fotográfica e literária é única no país, pelo que representa do retrato de uma época. Também deixei de publicar diariamente fotografias, como fazia desde 2014, porque a Divisão Municipal da Cultura de Lisboa e o Arquivo Municipal, consideraram que as minhas publicações podiam fazer proliferar, de uma forma descontrolada, as imagens de Artur Pastor. Reunimo-nos, família e CML, em outubro passado para discutir formas de poder continuar a publicar, mas com alusão à origem patrimonial das imagens ou com a colocação de uma marca de água. Continuamos a aguardar. E assim vai a cultura em Portugal!
Todas as imagens maravilham e entontecem, pela sua prodigalidade, multiplicando-se na medida de cada sensibilidade. Portugal não se visita apenas com o olhar, mas, também, com o coração.
Uma conversa entre Luís Pavão e Paula Figueiredo com Fernando Veiras, da editora Majericon, e os filhos do fotógrafo, Artur, José e Luís Pastor, que tem como ponto de partida a apresentação do livro 'Artur Pastor Portugal país de contrastes', editado em 2022, para assinalar o centenário do nascimento do fotógrafo Artur Pastor.Esta coedição do Arquivo Municipal de Lisboa com a Majericon, teve como ponto de partida o texto 'Portugal um país de contrastes', escrito por Artur Pastor em abril de 1954 para a revista Portugal Ilustrado, e o seu testemunho “Portugal não se visita apenas com o olhar porque se sente, também, o coração”. O livro constitui-se como um roteiro fotográfico sobre o legado deixado por Artur Pastor, evocando o seu desassossego ambivalente, em torno da escrita e da fotografia, do litoral e do interior ou da ruralidade e da modernidade.A iniciativa conta com o apoio da https://www.facebook.com/AdegaMayor.
Trabalho da artista Mariana DuarteSantos inspirado numa fotografia de Artur Pastor. http://marianaduartesantos.com/Alcaria, uma aldeia perto do Fundão, numa escola primária. Nesta pintura escolheu uma fotografia, com ótimas expressões faciais, de uma mãe a segurar no seu filho bebé, olhando para o sol ofuscante do campo.

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Trabalho da artista Mariana Duarte Santos inspirado numa fotografia de Artur Pastor. http://marianaduartesantos.com/O mural é da autoria da artista Mariana Santos, que se inspirou numa fotografia de Artur Pastor, numa empena lateral à igreja, na Rua Nova do Desterro. A artista, em muitos dos seus murais, procura retratara história do sítio específico onde a parede se insere e como era a vida antigamente, numa espécie de viagem no tempo. Quase todas as fotos que mais a atraíram, tanto a níveis de composição, contraste e expressão, foram os retratos de Artur Pastor. Este mural no Intendente, retrata uma mercearia na freguesia de Arroios, realizado em época de pandemia, em que quase todo o comércio estava encerrado. Em termos técnicos todos estes murais são feitos com tinta acrílica exterior para paredes, utilizando trinchas, rolos e pincéis sempre em tons de preto e branco.
Trabalho da artista Lígia Fernandes inspirado numa fotografia de Artur Pastor.