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@aikaterhineb
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mattsuokas:
disjointtis:
# missão fixa : patrulha avançada. # participantes : vittorio, @mattsuokas, @lotuser. # local : acampamento júpiter (1207).
o primeiro dia útil após a contenção. vittorio sentia o corpo gritando, um misto do resto de dor da sucessão de batalhas, outra parte incrivelmente bem de estar no conforto de casa. e essa poderia ser uma frase inrivelmente normal se não estivesse pensando nisso enquanto avançava os arredores do monte diablo. sim, o conforto de casa para ottis sempre acabava sendo missões, batalhas. não tinha um otimismo impressionante em esperar que não tivessem monstros no caminho, então uma hora ou outra tudo iria se resumir a batalhas e lutas travadas, apenas. ele sabia que teria sido melhor deixar matt na frente do pequeno grupo. em questões de habilidade, ela tinha avançado muito mais naquele ponto. entretanto, não compunha a dianteira por heroísmo ou cavalheirismo. ottis precisava ficar mais forte, o mais rápido que podia. não aguentava mais esse limbo que tinham sido jogados. era como ser um estorvo e tampouco podia deixar isso acontecer. claro, ali na frente dava para ver o quanto ele tropeçava nas raízes e galhos espalhados pelo chão. então, recobrava o equilíbrio com collera de suporte.
ele era quieto. podia jurar uma conversa solta atrás dele, mas o foco de ottis era completamente inabalável enquanto em missão. ele permanecia sozinho na própria cabeça enquanto andava em um ritmo constante. o único problema do seu foco inabalável ao caminhar, é que ele unicamente concentrava-se no caminho. sons e cheiros estranhos passavam batidos pela percepção de ottis, focado em avançar mais do que tudo. talvez isso se dando pelo fato dele fingir que não contava com ataques de monstros enquanto andavam. o que, por sinal, era uma completa mentira. afinal, ele sabia desde o começo que era inevitável. então, porque não estava preparado corretamente para aquela garra que passou por centímetros de seu rosto? de fora parecia que ele tinha escapado por sorte e foi basicamente isso que aconteceu. não tinha o que dizer, por pouco ele não tinha ganhado uma cicatriz bem feia no rosto. grifos. não só um, dois. ele recuou. “tem um atrás, vamos focar eu e a lotus nesse da frente. matt consegue conter o de trás, certo? eu confio em você.”, disse por cima do ombro. em seguida, ottis apenas conseguiu mover um sorriso breve no rosto antes de brandar collera. o suficiente para perfurar a pata do animal. aquele grunhido de dor atingindo os ouvidos de todos.
tirou a lança dali, tendo visão da tentativa fraca daquela pata ensaguentada atingir vittorio. okay, fez um efeito. mesmo não sendo o melhor do ataques. ainda tinha dado uma melhor possibilidade para seguirem em frente lutando. o equilíbrio de vittorio falha quando ele investe em um contra-ataque, fazendo com que a lança atingisse o ar ao lado do grifo. respirou fundo, desviando de mais um ataque das garras do animal, mirando na outra pata dianteira que servia de suporte. mas um furo fundo, retirando collera rápida. um ato que fez com que vittorio ficasse com a gurda baixa enquanto a outra pata atingisse as costelas do italiano. ele engoliu a própria saliva. não fora um corte fundo, mas ainda doía ter a pele rasgada pelo lado da armadura. a lança girando no ar com um movimento rápido dos dedos enquanto cortava o superficial do peitoril do monstro. guardando collera com um ato quase estético dos pulsos, agora a lâmina ficava para trás, tentando não atingir as companheiras, afinal. tentando desviar da investida do grifo, que apenas ameaçou para frente o suficiente para atacar a panturrilha de ottis depois de um corte reto que fora semi-bloqueado pela armadura. vittorio fez um estalo com a boca, antes de afundar collera no que seria o antebraço do animal. a respiração era descompassada, mas aquele era o ottis de batalha, afinal.
como de costume, matt estava saltitante por estar em uma patrulha, ela se ocupava matraqueando sobre coisas completamente inúteis como o modelo da bota que pretendia comprar em nova roma e sobre como sentia falta de ir à são francisco fazer compras. nem parecia que tinha ido a uma missão mortífera na sicília. ela focava o direcionamento de sua fofoca para lotus, ciente de que o filho de marte provavelmente não responderia à muito de seu diálogo, pois estava focado no caminho. a garota, contudo, parou de repente, ao ouvir um galho se quebrar perto deles, sacando varatha e malphon como reflexo. não demorou para que os grifos pulassem para fora de seus esconderijos, agora que haviam sido descobertos. sem tempo de gritar um aviso, matt viu ottis desviar da garra de um dos grifos pelo que pareceu ser um movimento de pura sorte, contudo, ao ver que ele estava bem, concentrou-se na batalha diante de si. “aye, aye, captain!” ela respondeu o filho de marte fazendo uma péssima imitação de um papagaio de pirata, virando-se, então, para o grifo atrás do grupo.
pulando para frente, a garota tentou cortar uma das patas do grifo, que foi mais veloz e saltou para trás, desviando. a criatura grasnou, impaciente e tentou cortar a panturrilha da semideusa, que também fugiu do golpe com um jogo de pés bem ensaiado. na segunda vez que perdeu a oportunidade de acertar um ataque, o grifo não deixou por menos e enfiou suas garras no torso da garota, que se contorceu e grunhiu de dor. a proximidade deu certa vantagem à filha de plutão, que cruzou as lâminas diante de seu corpo, cortando fora a pata do monstro alado. o grifo se afastou, soltando mais um grasnado, desta vez de dor, mas não antes de arranhar o interior do bíceps da garota, que soltou um som aborrecido ao ver o ferimento. como se sentissem que já tinham enrolado demais, semideusa e criatura avançaram ao mesmo tempo, se engalfinhando em uma série de ataques falhos até que matt triunfou, cravando as espadas na base de uma de suas asas, puxando-o em direção ao chão logo em seguida. o grifo, tomado pela agonia das lâminas de ferro estígio atravessando sua articulação, cedeu à força da semideusa e foi de encontro ao solo com um baque surdo, grasnando e esperneando.
VITTORIO —— HP: 60/100 / MP: 100/100 MATT —— HP: 331/375 MP: 320/320 LOTUS —— HP: 100/100 / MP: 100/100
GRIFO —— HP: 216/300 / MP: 300/300 GRIFO —— HP: 170/300 / MP: 300/300
próximo: @lotuser·
local: floresta
data: 16/07
missão: patrulha avançada.
integrantes: cédric dior, @hlucian e @aikaterhineb
estar em território grego não era algo familiar para cédric, pessoalmente, ele nunca tivera muita curiosidade em visitar o acampamento meio-sangue porque estava sempre muito investido nas atividades do seu próprio acampamento, como você deveria esperar de um centurião. mas, dada a situação atual e o modo como vinha se sentindo confiante em suas habilidades, pensou que fazia sentido se deslocar do seu, afinal, haviam inúmeros centuriões muito bem preparados no jupiter, inclusive sua companheira de cargo da coorte i, que conseguiram manter as coisas em ordem enquanto ia auxiliar aos demais colegas.
passou por perrengues antes de conseguir chegar de fato ao acampamento, claro, mas já se sentia bem o bastante para patrulhar e tentar deixar o lugar o mais limpo possível de monstros. não era familiar com a moça que o acompanhava, mas conhecia lucian de outras batalhas: as em sicília, estavam juntos contra as ameaças dos monstros, logo, era muito bem-vindo estar na companhia de alguém que julgou ser sério o suficiente para uma patrulha. com a mulher, veria em ação, supunha. por hora, se apresentaria. — cédric dior, centurião da primeira coorte e filho de jupiter. — ofereceu a mão para que ela apertasse. depois, se virou para o filho de apolo. — é bom vê-lo novamente, lucian. — fez um aceno de cabeça, e então, observou o espaço. — não sou familiar com as trilhas daqui, mas dei uma verificada nos mapas. apareceram muitos monstros nessa área nos últimos dias?
Desde que retornara da Itália, Lucian vinha recuperando um pouco de sua confiança. As batalhas foram difíceis e houve momentos em que o rapaz duvidou de sua capacidade de retornar vivo ao Acampamento Meio Sangue. Mas no fim, dera tudo certo. A perda das memórias o afetou de uma maneira absurda, no entanto, a rotina frenética no acampamento na Sicília o deixou um pouco mais seguro em suas habilidades. Antes de ir até o ponto de encontro para a patrulha daquela noite, Lucian sentou-se em um banco no meio do caminho para conferir a corda do arco e suas flechas e verificar se todas as partes de sua armadura estavam no lugar correto. Constatando que tudo estava em seu devido lugar, pôs-se de pé e partiu em direção a floresta.
Chegando lá, cumprimentou Aika, sua companheira nos curandeiros de Apolo, com um sorriso e ficou no aguardo de quem seria a outra pessoa que os acompanharia naquela patrulha. “Como você está? Faz tempo que não te vejo.” perguntou educadamente. Logo em seguida, Cédric apareceu. O rapaz ficou um pouco surpreso pois não sabia que o romano estava de visita, porém, não recusaria a ajuda de quem considerava um bom guerreiro. “E aí, Cédric?” sorriu acenando com a cabeça. “Viagem tranquila?” puxou assunto. “Olha, ultimamente no geral tem aparecido mais monstros. Não especificamente apenas nessa área, mas em todas.” explicou Lucian. “Mas aqui na floresta geralmente aparece. É bem difícil não encontrar nada em uma patrulha.” continuou. “Às vezes acontece, mas quase nunca, né?” disse se dirigindo à filha de Perséfone.
prox: @aikaterhineb
Desde a Itália, Aika não havia se permitido descansar ou parar sequer por um momento, pela ânsia de se sentir mais forte - mais útil. Ainda tinha lembranças vívidas, o medo de ver um companheiro morrer ainda era tão real quanto a grama que pisava ao se aproximar de Lucian. Uma visão familiar e confortável, mesmo que boa parte de suas memórias envolvendo o rapaz tivessem sumido - já que envolviam seus anos como curandeira de Apolo. “Bem, felizmente... Não é fácil digerir que mal tô curando uma formiguinha, atualmente.” o dito saía com um riso sem graça, mas o verdadeiro choque tomava a voz da mulher quando viu o cabelo branco do rapaz que se aproximava. “É mesmo um romano...?” a piadinha escapava antes que tivesse controle, e acabou agradecendo pelos dois já se conhecerem - e torcendo pro visitante nada ter ouvido.
“Aikaterhíne, líder do chalé 22 e boatos que sou a filha favorita de Perséfone!” ela se apresentava tal qual ele, abrindo mão do nome humano que raramente utilizava ao apertar a mão de Cedric, enfim se virar pra trilha e começar a andar. Ouvia a pergunta do romano e então o jeitinho de Lucian explicar, ou quase, como as coisas andavam por ali. No fim, apenas meneou positivamente a cabeça. Os dedos destros brincavam com o chicote firme em seu quadril enquanto falava, como se esperassem pela hora H. “Eles andam agitados... Pela trilha lá de trás, seria problemático. É ruim patrulhar com homens perto do lago porque, sabe... As sereias quase sempre infernizam a situação. Surgiram muitas dracaenas também... Mas se olhar logo ali... Estamos perto da clareira. É o lugar favorito dos passarinhos gigantes...” um momento de pensamentos agitados tomava a espanhola, que no fim olhava pros dois rapazes com um sorrisinho nos lábios. “O que acham de irmos lá e ver se encontramos alguns? Eu não diria que é fora de rota...”
lyrately·:
·
Mal teve tempo de reagir, com muita surpresa, a chegada daquele novo guerreiro, só pode agradecer mentalmente por mais uma pessoa para ajudar na luta contra aqueles malditos esqueletos. Qual era o problema daqueles bichos? Parecia que não adiantava o quanto o grupo de semideuses batesse, ainda tinha mais um - ou vários - spartoi em pé, prontos para continuar com a luta. Pelo menos alguns de seus colegas estavam conseguindo dar alguns bons cascudos nas criaturas, só faltava então Lyra ter o mesmo sucesso.
Não queria avançar com seu tridente para cima do spartus com espada, entendia que aquele tipo de criatura era boa no combate com armas - eram guerreiros afinal - então valia mais apenas aproveitar de suas habilidades. Por isso, alcançou um dos pequenos frascos que carregava no meio de suas roupas, uma das poções que conseguiam produzir pelo nos acampamentos, e tirou a rolha que a lacrava, rapidamente bebendo o líquido enquanto tentava se afastar do spartus a sua frente. Porém, o bicho foi mais esperto, aproveitando o momento para investir contra a semideusa com sua espada impedindo Lyra de ao menos tentar se defender. A lâmina logo criou uma talha no braço direito da garota que deixou o frasco da poção - já vazio - cair no chão com um grito de dor e mais alguns passos para trás.
O corte tinha sido feio e por mais que Lyra quisesse logo contra atacar, era um pouco mais inteligente recuperar suas forças de uma vez. Levantou seu escudo, cobrindo o máximo de seu corpo para evitar mais algum ataque surpresa do spartus, e alcançou um outro frasco - agora com aroma de erva-doce - de dentro de suas vestes. Descartou a rolha com ainda mais rapidez e logo jogou a cabeça para trás para ingerir o líquido de uma vez, porém foi no tempo que mudou um pouco a posição do escudo que o spartus lhe atacou mais uma vez. Mais um frasco espatifado no chão perto de seus pés, mais um rasgo em sua pele - dessa vez lhe acertando perto do pescoço - e mais um grito de dor vindo de Lyra. Chega! Estava de saco cheio daqueles criaturas, só precisava de uma brecha para atacá-lo propriamente, independente de usar seu tritão ou mais alguma de suas habilidades, só queria acertá-lo de uma vez e acabar logo com aquilo. ·
ocupada demais em seu próprio embate pare perceber a chegada de ajax — muito bem-vinda, por sinal — matsuoka tentava se concentrar em manter os esqueletos ao seu redor ocupados enquanto seus companheiros lidavam com os outros. afinal, uma parte principal de seu objetivo ali era evitar que fossem emboscados. seu primeiro golpe foi certeiro, direcionado ao lanceiro que havia perdido temporariamente sua arma. novamente, ao acertar a criatura esquelética, sua lâmina de ferro estígio danificou os ossos expostos e provocou um barulho sonoro e horrível. o lanceiro abandonou o foco na filha de plutão por um instante, em busca de sua lança perdida, ao passo que a semideusa tentava investir contra o spartus equipado com uma espada, espreitado ao seu lado. o esqueleto desviou de seu golpe na vertical e aproveitou a guarda aberta da garota para executar um ataque de oportunidade, que foi aparado por muito pouco pelo escudo da jovem.
não demorou para que o segundo spartus voltasse, empunhando novamente sua lança, e a filha de plutão se encontrasse mais uma vez em um combate corpo-a-corpo apertado entre os esqueletos, que tentavam ao máximo pressioná-la de forma a não dar-lhe oportunidade de ataque. por um tempo, a tática dos monstros deu certo, fazendo a ceifadora errar consecutivamente vários de seus ataques, pois não estava encontrando abertura. a garota, por sua vez, dançava entre os golpes das criaturas, rodopiando como só uma atleta de ginástica sabia fazer. até que o lanceiro triunfou, pegando-a desprevenida ao mirar uma de suas pernas com a arma de alcance maior. matt soltou um grunhido de dor que rapidamente se transformou em uma interjeição de raiva. “se isso tivesse pegado na minha bota…” ela falou, irritada, e uma coluna de sombras se ergueu aos pés do esqueleto, transformando-se em diversas lanças que o perfuraram repetidamente. “justiça poética!” sorriu, satisfeita com o próprio ataque e percebendo com o canto dos olhos que o spartus equipado com uma espada tentava atacá-la por trás, enquanto estava ocupada com o lanceiro. “nananinanão!” ela se virou para o seu outro oponente, preparada, enroscando a lâmina de sua espada na dele e forçando-a para o lado com um gesto preciso do pulso, desarmando-o. “sua mãe não te ensinou que é feio atacar pelas costas, covardão?”
MATT: 275/375 HP 170/320 MP
AIKA: 285/300 HP 210/260 MP
EVELYN: 212/233 HP 195/220 MP
AJAX: 66/100 HP 75/100 MP
MARCELO: 157/225 HP 180/180 MP
LYRA: 99/100 HP 80/100 MP
SPARTUS #01 (ESPADA): -17/450 HP 450/450 MP
SPARTUS #02 (ESPADA): 95/450 HP 450/450 MP
SPARTUS #03 (LANÇA): 314/450 HP 450/450 MP
SPARTUS #04 (ESPADA, DESARMADO): 414/450 HP 450/450 MP
SPARTUS #05 (ARCO): 450/450 HP 450/450 MP
SPARTUS #06 (LANÇA, SEM ARMADURA): 382/450 HP 450/450 MP
próximo: @aikaterhineb·
Era impossível pra si prestar atenção em tudo que ocorria ao seu redor. Tão difícil quanto era se manter na formação, quando haviam Spartus vindo de literalmente todos os lados. Foi capaz de ver a lança vindo na sua direção, mas se esquivou no último segundo, vendo-a não apenas passa direto como ser perdida pelo esqueleto tolo. Menos um armado. Isso era bom, já que um segundo depois já estava ocupada ao acertar o chicote contra as costas do Spartus de espada, chamando ele pra si. Ele errava o ataque ao bater contra o escudo pesado, e ela podia retribuir com mais um estalar do chicote. Nem mesmo a flecha que passava raspando pelo ponto desprotegido do seu ombro - fazendo-a sentir o sangue morno escorrer por dentro da armadura - era suficiente pra que a semideusa não envolvesse o chicote contra o pescoço Spartus que enfrentava, partindo-o sem um pingo de hesitação.
Na verdade, o receio de perder qualquer companheiro lhe mantinha num estado de frenesi. As dores não importavam, o sangue, nada. Outro lanceiro parecia se interessar pela sua existência e tentava lhe atingir, na altura das pernas. O esqueleto que antes havia perdido a lança agora tentava lhe alcançar com as mãos nuas, fazendo-a quase rir. Patético. O chicote ia contra a caixa torácica do ser, segundos antes de agarrar a lança do outro monstro, conseguindo arrancá-la e jogá-la pra longe. Com isso feito, podia mais uma vez voltar-se ao primeiro lanceiro desarmado, ouvindo o creck nojento quando conseguiu lascar a mandíbula dele com seu ataque. Faria aquele monte de ossos virarem pó, e não cairia enquanto todos eles não caíssem.
MATT: 275/375 HP 170/320 MP
AIKA: 270/300 HP 210/260 MP
EVELYN: 212/233 HP 195/220 MP
AJAX: 66/100 HP 75/100 MP
MARCELO: 157/225 HP 180/180 MP
LYRA: 99/100 HP 80/100 MP
SPARTUS #01 (ESPADA): -17/450 HP 450/450 MP
SPARTUS #02 (ESPADA): -1/450 HP 450/450 MP
SPARTUS #03 (LANÇA, DESARMADO): 218/450 HP 450/450 MP
SPARTUS #04 (ESPADA, DESARMADO): 414/450 HP 450/450 MP
SPARTUS #05 (ARCO): 450/450 HP 450/450 MP
SPARTUS #06 (LANÇA, SEM ARMADURA, DESARMADO): 382/450 HP 450/450 MP
fallendemigod:
missão: enfrentar o minotauro.
participantes: evelyn winters, @aikaterhineb, @lyrately, @smithybcy, @mattsuokas e @fallendemigod.
a visão do gigante sendo libertado pela figura irreconhecível pela distância era assombrosa para muitos, mas, para o espartano, aquilo parecia, no máximo divertido. proveniente da cidade-guerreira mais famosa do mundo moderno, ajax não tinha medo, essa palavra nem mesmo entrava em seu vocabulário escasso; perdera o temor depois de uma vida inteira de guerras e de combates, fosse com humanos ou com criaturas. diferente de muitos, o que surgiu em seu rosto foi um sorriso, que apenas cresceu ao que viu surgirem os minotauros, apesar de saber que suas chances, no momento, eram baixas. a adrenalina do campo de batalha atual superava a monotonia anterior.
aguardou o momento oportuno para entrar na batalha, esperando que as vinhas se fossem e as chamas se apagassem, olhando para a romana em busca de qualquer comando, sem retorno após as instruções sobre o machado. honestamente, já não pretendia receber ataques diretos daquela arma gigante que ele carregava. assim que observou a respiração pesada de sua líder, partiu para o embate para ganhar tempo para que ela se recuperasse e para fazer uma abertura para que outro alguém causasse algum dano; sabia que não tinha o que pudesse fazer para eliminar a ameaça sozinho.
─ eu vou distrair ele por um tempo! ─
avisou, esperando que alguém mais capaz que ele encontrasse algum jeito de desequilibrá-lo, como a mulher havia ordenado. com essas palavras, partiu para o combate com o monstro, aproximando-se dele com um chutão em sua costela para chamar a atenção e um corte em seu braço, nenhum dos dois eficaz o suficiente. sentia que sua lâmina cortava camadas e mais camadas de couro, mas não alcançava a parte de dentro da armadura natural daquilo.
─ ei, corninho, quem te deu esses aí? ─
provocou o monstro, deixando uma risada escapar de sua garganta antes de ver que havia sido bem-sucedido ao que o machado voou contra ele. teve apenas tempo de elevar o escudo para não ser cortado ao meio, caindo a um joelho, sentindo a dor do impacto feroz, mesmo com todo aquele metal lhe envolvendo. utilizando de toda sua força para segurar a arma da criatura para que não fosse esmagado, conseguiu se por de volta às solas; seus olhos brilharam com eletricidade ao que juntou seus raios e correntes de vento, atirando-os contra o monstro a partir de seu braço, seguindo pela espada, abominação, e, então, sendo disparados ao peito dele, fazendo com que cambaleasse. em seguida, uma sequência de cortes foi desferida, mas, ainda assim, aquela sensação estranha de cortar couro não o deixava, enchendo sua mente ao que o machado veio e, com isso, fez com que voasse alguns centímetros e caísse ao chão, rolando para se por de pé novamente. aquilo iria doer no dia seguinte, com certeza.
Estava rezando para sua mãe - um hábito pessoal principalmente em momentos de aflição, e que ela nunca abandonava - quando ouviu a comoção começar. Um ataque, de certo, e a julgar pela forma como seus machucados pareciam sumir num passe de mágicas, algo grande estava acontecendo do lado de fora da tenda onde se encontra.
Não pensou. Devorou o fruto da mente que diariamente era criado por si, sentindo o poder que ele lhe dava correr pelas veias tal qual o sabor doce corria o seu paladar, e abandonou a segurança do abrigo, pra deparar-se com o caos. As forças aladas de Zeus estavam presentes, e... Minotauros. 1, 2, 3... Estava contando quando avistou a sua equipe lutando contra um, com Ajax se esforçando contra o monstro.
Era pavoroso de se ver. Assim, com o chicote firme na destra e o escudo do lado esquerdo do corpo, a prole de Perséfone se aproximou numa corrida, pegando o monstro desprevenido o suficiente pra que um talho fosse aberto no couro das suas costas com o chicote. Aika sorria, mas apesar do dano, o meio animal revoltava-se e revidava ao tentar acertar a semideusa com o machado. Mesmo com o escudo, a espanhola era empurrada alguns metros pra trás, sentindo a dor subir pelo seu braço. Ele era ridiculamente forte... Então precisaria ser esperta, acima de tudo. Não ser atingida, ou ser o menos possível era o verdadeiro macete ali.
Num movimento ousado, a prole de Perséfone não apenas estalava o chicote contra o pescoço do minotauro como prendia-o ali. Com a firmeza daquele laço, podia pular, não apenas se esquivando de um ataque do machado como aterrissando - literalmente - nas costas da criatura híbrida. Com um pé firme na altura de cada omoplata Aika se sentia num touro mecânico; um que queria mata-la, e se pôs em clara fúria quando ela apertou mais o chicote em seu pescoço. Um deslize seu, contudo, e o monstro era capaz de desatar o aperto, usando o próprio chicote que ela segurava pra arremessa-la longe. Capotava alguns metros a frente, mas sequer se dava tempo de sentir a dor da queda, uma vez que o minotauro ja avançava contra si, furioso. E foi essa fúria que permitiu que Aika fizesse crescer suas raízes, violentas e repletas de espinhos, que agarravam os membros do grandioso monstro.
Claro, não era suficiente pra imobilizar ele, mas um tanto para ferir e atrasa-lo.Enquanto os espinhos faziam pequenos furos pelo couro animal, o Minotauro errava seu ataque com o machado, dando abertura pra que Aika fizesse algo que em outro momento chamaria de suicídio. Mas quanto mais direto e demorado o contato, melhor, e não hesitou em pular e escalar o braço do monstro pra mais uma vez se pendurar nas suas costas.
Dessa vez, contudo, a destra se mantinha agarrada ao ombro dele enquanto a canhota deslizava pelo talho previamente feito em suas costas e... Os dedos se enfiavam ali. "Touro estúpido..." ela rosnava, enquanto as toxinas eram liberadas na corrente sanguínea do minotauro. Foi apenas necessário sentir o cambalear da criatura que Aika se soltasse dali, precisando abaixar-se rapidamente pra desviar de outro golpe agora torpe do ser que parecia sentir os efeitos atordoantes da sua toxina. Não era muito... Mas esperava que desse alguma vantagem pros seus aliados.
MATT: 349/375 HP 220/320 MP
AIKA: 254/300 HP 210/260 MP
EVELYN: 230/250 HP 170/220 MP
AJAX: 48/100 HP 50/100 MP
MARCELO: 225/225 HP 180/180 MP
LYRA: 100/100 HP 100/100 MP
MINOTAURO: 1.421/2.500 HP 2.500/2.500 MP

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via wolfiecindy
data: 12/07/2021
missão: patrulha
local: arredores do acampamento meio-sangue
w // @rudylion & @manicve
Estavam andando no mais incomodo silêncio do mundo já tinha alguns poucos minutos. Não que Rouge fosse uma pessoa falante, mas Eve era. Era sua dosesinha de serotonina, verdade fosse dita. Por isso, foi pra ela que se virou primeiro, puxando o assunto mais aleatório que conseguiu pensar. "Aquilo que você bebe pra lutar... É vinho?" escapuliu, enquanto os dedos se apertavam ao redor do chicote. Engolia em seco, e depois de uma breve olhada pra Rouge, deixou escapar o que realmente estava ali, implorando pra sair. "Eu to feliz... Feliz que vocês estão bem. Eu tive medo de... Sabe? Alguém não voltar." saía como um peso. Estava mesmo aliviada, e mesmo que a neta de Deimos não fosse tão amigável assim, tinha apego a ela como cada um dali. "Eu prometo ser capaz de curar a todos, caso... Algo aconteça no futuro."
data: 12/07/2021 missão: treinamento solo local: acampamento meio-sangue
Deveria estar cansada, possivelmente na cama, recuperando suas energias. A semana anterior tinha sido um caos, e sua cabeça não conseguia deixar de pensar nas cenas. As batalhas contra os Spartus, contra o Minotauro... Não conseguia deixar de pensar que, se fosse antes, aquilo teria sido fácil. Ao menos, acreditava que sim.
Aika apertava as ataduras ao redor das mãos e olhava pros alvos previamente posicionados. O chicote estava na cintura mas foi Rosetta a ser escolhida. Removida do seu pulso e despertada, a Chakram era dividida em duas. O vento não deixava os alvos quietos e isso era engraçado, no mínimo. Excitante. Era difícil treinar destreza com uma ventania daquelas, mas gostava da dificuldade. Prezava por ela.
Quando as chakrans começaram a ser lançadas, pareciam dançar. Iam na direção dos alvos em velocidade, então retornavam. As vezes, acertavam a imagem. As vezes, passavam longe, e aquilo irritava a garota que precisava pular ou correr para apanhar a lâmina. A cada tentativa, o sangue fervia, o coração batia mais depressa. Se não estivesse tão fraca, amigos não teriam se machucado. Se sua cura não tivesse sido roubada de si, ela teria cuidado de quem precisava.
Aquilo enchia sua vista de lágrimas. De raiva. Não havia sequer vestígio de verde ali, não havia calma. Sequer saberia dizer quando suas raízes emergiram do chão, fazendo algo raro - mas que de repente, se lembrava de não ter sido a primeira vez - e assustador; lhe atacavam, como se ela mesma fosse o alvo.
Era como se parte de si se odiasse o suficiente para lhe atacar, como verdadeiros chicotes vivos. Vontade própria, talvez, ou apenas vontades reprimidas. Em certo ponto, as chakrans sequer eram arremessadas. Mantinha-as firme nas mãos, dançando com as raízes que lhe cercavam de todos os lados. As vezes, uma era cortada. Noutra, era ela que recebia o talhar de um dos espinhos. Se sentia cansando, afinal, ainda era a magia dela lutando contra ela mesma. Não conseguia controlar elas para que parassem, e a cada segundo, controlar seu próprio emocional era mais difícil. Não era culpa sua estar sem memórias, mas era culpa sua não recuperar elas. A cabeça doía, o ouvido apitava, e a espanhola se via curvando o corpo pra frente com a dor que aquilo causava.
Um erro. A raiz grosseira batia com tudo contra o estômago da semideusa, que era arremessada longe, caindo com um baque surdo no chão duro. Tudo rodava, e não precisou tocar a barriga para entender que a sensação morna era sangue, possivelmente de algum espinho mais protuberante. “Se estivesse em campo, você estaria morta...” murmurava pra si mesmo, sem conseguir manter-se completamente lúcida. As raízes apodreciam e morriam por toda parte, sem ter de onde tirar poder pra continuarem se movendo. Talvez fosse melhor continuar treinando com Heidi, assim teria um foco de raiva que não fosse sua própria pessoa.
mattsuokas:
matt sorriu satisfeita para evelyn quando a filha de baco derrotou o primeiro spartus com sucesso. no fim das contas, a formação tinha sido bem útil em seu objetivo principal, que era penetrar as linhas inimigas evitando que eles se reorganizassem em uma formação ofensiva. assim, os semideuses tinham evitado ficar encurralados, todavia, ainda estavam em desvantagem. no caso, agora os monstros e os meio-sangues estavam em mesma quantidade, cinco contra cinco, contudo, a desvantagem da equipe 1 se configurava no fato de que alguns membros do grupo ainda tinham memórias faltando em demasia. não precisava ser nenhum gênio para constatar que estavam tendo dificuldades e não era como se a própria matt estivesse muito melhor, contudo, tinha ciência que, comparado a eles, tinha mais capacidade de segurar um spartus sozinha.
com isso em mente, a garota bradou suas ordens seguintes: “aika, junte-se aos outros e derrubem aquele spartus, o ataque conjunto permanece a prioridade!” ajudem um ao outro, ela pensou, mas sabia que eles o fariam mesmo que não tivesse dito em voz alta. no fim das contas, o combate com os spartoi seria uma luta de resistência: a determinação dos semideuses contra a resiliência e voracidade dos esqueletos. girando o pulso no próprio eixo e fazendo a espada acompanhar o movimento, matt tinha a intenção de conferir que seu aperto ao redor do punho da arma estava bem firme enquanto cravava o olhar em outros dois spartoi que se aproximavam novamente do grupo. “vou comprar tempo ‘pra vocês e tentar evitar que eles se agrupem.” avisou, correndo em direção aos esqueletos. a filha de plutão sabia que estava se arriscando e muito, no entanto, a responsabilidade de um cargo de liderança que tanto odiava assumir pesava sobre seus ombros no momento. precisava manter seu esquadrão vivo e assumir desafios coerentes com suas habilidades pelo bem dos outros. ah, como ela queria não saber o que fazer naquela situação, realmente, o ditado se faz verdadeiro: a ignorância é uma bênção.
matt agora se encontrava entre dois esqueletos e, de cara, seu golpe inicial foi aparado com facilidade pela lança do primeiro esqueleto, que desviou de qualquer dano. aproveitando a deixa e a vantagem proporcionada pelo alcance da arma, a criatura investiu para frente em uma estocada incisiva, a ponta da arma a feriu na altura do abdome após arrastar-se pela armadura de ferro estígio, produzindo um barulho de ranger os dentes. visivelmente irritada, a filha de plutão queria muito vingar-se do lanceiro espertinho, todavia, ele não era o único com quem tinha que lidar. percebendo a proximidade do segundo spartus, que empunhava uma espada, matt avançou contra ele e, quando estava bem perto, jogou-se no chão em uma rasteira que a fez deslizar entre as pernas abertas do monstro, brandido sua cimitarra na horizontal. a lâmina afiada da ceifadora foi de encontro às pernas da criatura, abrindo pequenos cortes nos ossos atingidos. o impacto o fez perder o equilíbrio, mas não o suficiente para incapacitá-lo. a semideusa se levantava do chão e erguia o escudo bem a tempo de bloquear um ataque em arco da espada alheia, que teria feito um estrago bem maior em seu ombro se não fosse sua agilidade para defender-se.
por fim, o embate continuou em pé de igualdade em um corpo-a-corpo feroz, no qual tanto os esqueletos desviavam dos ataques de matsuoka quanto ela demonstrava uma destreza impecável através do uso de sua proficiência acrobática. até que, ao desviar de mais uma estocada do lanceiro, ela conseguiu segurar o cabo da arma e puxá-la para frente, arrancando-a das mãos do monstro e jogando-a para longe no mesmo movimento. com sorte, aquilo lhe daria certa vantagem em seus próximos golpes, pois, pelos seus cálculos, aquela ainda seria uma batalha longa.
Aika sempre entrava em piloto automático quando lutava, e de certa forma, isso não havia sido apagado de si. Ela ouvia as coordenadas de Matt e as seguia quase como uma marionete, o chicote estalando na direção do Spartus que os outros dois enfrentavam. Errava, mas por sorte, a espada também batia desajeitada contra seu escudo. Num ato veloz, o chicote agarrava o braço que carregava o escudo, arrancando-o na altura do cotovelo. Ela sorria, mas sua satisfação pessoal lhe distraia, fazendo com que a flecha viesse sem ser notada e atingisse em cheio o seu braço esquerdo. A dor lhe roubava o ar, e por isso, seu novo ataque era falho. A espada do Spartus passava perto, mas batia contra seu escudo. O chicote estalava mais uma vez, e por mais que nao acertasse seu alvo, era suficiente pra afastar os outros spartus alguns passos. Começava a se sentir temerosa; no passado, aquilo teria sido fácil... Todos aqueles esqueletos ja estariam mortos, se não fosse aquela maldita perda dos seus poderes.
Matt tinha dois consigo. Eve, Naka e Lyra estavam atracados com outro. Mesmo que a ordem fosse ataca-lo, Aika se sentia incapaz de ignorar os outros dois que tentavam acertar seus amigos. Mais uma flecha era lançada, e o escudo de Aika impedia que a ponta lhe alcançasse. Mais uma vez o chicote estalava sobre o chão de terra, fazendo a poeira subir, mas nenhum dos dois eram alcançados, uma vez que tinham a vantagem de armas de longo alcance. O lanceiro investia contra as panturrilhas de Aika, mas o ataque era evitado num salto felizmente bem dado. De costas pra quem acreditou ser Eve - pelo cheirinho gostoso e um tanto forte de vinho - a espanhola conseguia sentir o coração batendo depressa quando falou por sobre o ombro "Esses dois querem chegar perto... Eu vou segurar eles o máximo que eu conseguir, então... Podem deitar esse daí?"
matt hp: 327/375 mp: 220/320
aika hp: 285/300 mp: 210/260
evelyn hp: 233/250 mp: 195/220
marcelo hp: 157/225 mp: 130/180
lyra hp: 83/100 mp: 30/100
spartus 1 hp: -17/450 mp: 450/450
spartus 2 hp: 206/450 mp: 450/450
spartus 3 hp: 450/450 mp: 450/450
spartus 4 hp: 414/450 mp: 450/450
spartus 5 hp: 450/450 mp: 450/450
spartus 6 hp: 450/450 mp: 450/450

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mattsuokas:
missão: evento - grupo 1
participantes: matt & @manicve & @aikaterhineb & @smithybcy & @lyrately .
local: sicília, itália.
era inegável e, diga-se de passagem, bem visível que matt estava nervosa, a garota andava de um lado para o outro de cabeça baixa como se seus sapatos fossem muito mais interessantes do que o que acontecia ao redor. honestamente, se tivesse a opção, a filha de plutão preferiria, de fato, ficar encarando o seu par de calçados de marca apenas reparando em seus detalhes. dessa forma não teria que pensar nos problemas e responsabilidades que a aguardavam. há apenas alguns dias a garota tinha discutido com nate, seu melhor amigo, e um dos tópicos da discussão era sobre como ela não estava pronta para ser centuriã ou assumir qualquer cargo de liderança no geral. no entanto, ali estava. ela sequer estava acreditando que tinha sido escolhida para cumprir uma profecia. tinha estado em batalhas grandes anteriormente, mas nada como isso.
como se não bastasse, há menos de 24h tinha tido uma conversa com cedric que, ironicamente, se encaixava perfeitamente na situação que se encontrava no momento. ver o sorriso presunçoso e o ar satisfeito do filho de júpiter diante de tudo que estava acontecendo a deixaram irritada por exatamente menos de 5 segundos. uma vez que ver qualquer expressão vinda do garoto que fosse diferente de sua carranca usual tinha o efeito de deixá-la de bom humor. isso tinha contribuído para que ficasse menos tensa momentaneamente, no entanto, bastou seguir para sua equipe designada para que virasse uma pilha de nervos outra vez.
ao encontrar seus colegas, a garota respirou fundo. seus cabelos negros como carvão estavam presos em um par de marias chiquinhas e ela usava um vestido rosáceo cujo comprimento ia mais ou menos até a altura de seu joelho. todavia, para garantir que não teria problemas para movimentar-se, a parte da frente do vestido estava dobrada e bem presa por cintas que se prendiam à cintura da peça de roupa. suas pernas estavam bem à mostra e, quando ela se movimentava demais, era possível ver que, por baixo da vestimenta, vestia um short preto esportivo. seus sapatos — aqueles que ela preferia contemplar a assumir suas responsabilidades — eram coturnos de couro pretos com cadarços prateados. em suas mãos haviam luvas de arrastão curtas, também na cor preta e, por fim, por cima do vestido, ela usava uma camiseta roxa do acampamento júpiter que claramente havia sido cortada e remodelada em uma regata cropped de alças finas.
matt passou os olhos por cada um dos membros de seu grupo até que seu olhar caiu sobre lyra e ela abaixou a cabeça. o que tinha dado em lupa e quíron para achar que ela era uma boa escolha para liderar o primeiro grupo a segurar os monstros da fenda? pior, como podiam julgá-la digna de liderar um grupo que tinha entre seus membros uma praetora? tudo bem que a filha de plutão devia ter um ano a mais na legião que a filha de neturno, mas era uma diferença muito pequena e, hierarquicamente, aquilo simplesmente não estava certo.
balançando a cabeça para afastar tais pensamentos de sua mente, a ceifadora criou forças para olhar seus companheiros mais uma vez. “oi! meu nome é matt, sou filha de plutão.” ela começou um pouco sem jeito, sua voz meio trêmula. era até estranho vê-la daquela forma, levando em consideração seu comportamento usual. “é minha primeira vez fazendo isso, então me perdoem se eu não me sair muito bem.” um sorriso amarelo pintou seu rosto, mas ela logo continuou: “eu vou tentar ser uma boa líder ‘pra vocês, então não se preocupem, se for necessário ordenar uma retirada, eu vou estar pronta pra isso. nenhum de nós quer morrer aqui hoje.” matt fez uma pequena pausa, mordendo o lábio ao perceber que não estava exatamente soando motivadora. “mas eu não acho que estar num cargo de liderança me faça superior a vocês de forma alguma. então, basicamente, eu cuido de vocês e vocês cuidam de mim, okay? nós somos um time!” sorriu, desta vez mais genuinamente. “e somos perfeitamente capazes de enfrentar o que quer que apareça por aí. vamos deixar nossos pais e nossos acampamentos orgulhosos hoje!” com um movimento só, puxou sua espada de ferro estígio e a ergueu. “então, vamos chutar a bunda de alguns monstros e nos divertir um pouco quanto fazemos isso, pode ser?” finalmente soando um pouco mais confiante e um pouco mais como a matt que todos conheciam, ela soltou uma risadinha. quando todos estavam prontos, com suas armas e armaduras bem colocadas, ela os guiou para fora do acampamento improvisado até o ponto indicado onde a fenda para o submundo havia surgido.
Qualquer um que conhecesse Aika minimamente poderia dizer que a semideusa não estava no seu estado normal, o cenho franzido de maneira quase permanente e os olhos sem qualquer vestígio de cor, a iris beirando o preto de um céu noturno. Estava preocupada. Se não bastasse todas as falhas na sua memória, se sentia incompetente sendo uma curandeira que não dominava mais nenhum dos seus poderes de cura. Não poderia ajudar sua equipe como deveria, e isso mais do que tudo, lhe frustrava. O cabelo cacheado amarrado num rabo de cavalo, o corpo coberto pelo básico; shorts confortáveis de moletom, uma camisa do próprio acampamento amarrada e de mangas cortadas. Estava longe de ser uma pessoa fashion, apesar de admirar quem era, e estava ok com isso. A armadura escura era vestida bem como seus cintos utilitários, o escudo e o chicote recém adquirido eram apanhados e Aika podia buscar pelo seu grupo, sentindo sua pulseira de rosas pesar mais do que nunca; não usaria suas chakrans daquela vez, mas se sentia incapaz de não carregá-las consigo, uma vez que era uma das únicas coisas que tinham pra lembrá-la da mãe.
Quando se encontrou com o grupo, se esforçou pra sorrir e demonstrar positividade. Todos os membros, por exceção de Matt, eram pessoas emocionalmente próximas de si. Ainda assim, quis dar um abraço na garota que parecia nervosa, e lhe despertava os mesmos sentimentos de carinho que seus "irmãos" de Hades despertavam. Ao invés disso, apenas concordou com tudo que ela dizia em um sorrisinho. "Prometo dar meu melhor pra proteger a todos, inclusive você, Matt! Vamos voltar todos juntos, sim?" ela prometia num semblante tranquilo, e por mais que aquele fosse seu verdadeiro desejo, tinha receio das coisas fugirem do controle. Todos se preparavam, se organizavam, e então podiam caminhar na direção da dita fenda.
smithybcy:
lowkeyblacksmith:
o olhar do filho de vulcano recaiu sobre os morangos assim que ela fez a pergunta. havia comido sua torta no dia anterior, grande parte do motivo para ter ido ao meio-sangue, se fosse ser sincero, no entanto, não se cansaria do sabor doce dos morangos dos campos gregos tão cedo. “eu aceito, viu… só um.” respondeu com um leve sorriso em seu rosto, pegando um dos morangos e o levando à boca. somente as proles divinas podiam trazer toda aquela doçura à fruta mesmo. “bom, estamos um pouquinho atrasados… mas dá para fazer o percurso a tempo se apressarmos um pouco a passada.” deu de ombros. não era algo tão significativo. “legal? bom, eu acho… infelizmente já parto para o júpiter hoje de noite… queria ter mais tempo pra ver o que esse daí inventou de novo.” deu um soquinho leve, sem força, na ombreira do meio-irmão grego.
Enquanto o romano aceitou um morango timidamente, o outro tascou-lhe a mão, enfiando dois de uma vez na boca e mal engolindo antes de falar. — Olha, eu tenho que vir em missão com você mais vezes, visse? — Marcelo sempre poderia ser descrito assim mas, hoje especialmente, ele estava na Disney. A chegada de um semideus do outro acampamento sempre o deixava animado, mas um irmão? Ele estava vibrando igual um nokia antigo. — Sabe, você deveria ficar aqui por mais tempo, Benben. A gente poderia inventar coisas novas juntos! — A verdade era que o Nakajima não era lá um grande inventor; a idealizadora por trás das inovações era geralmente a líder do chalé de Atena, mas ele certamente construía as coisas que ela imaginava. Então deveria contar, certo? — Fala pra ele, Aika, que ele ficaria muito mais gatão de laranja do que de roxo. — Acrescentou, puxando a própria camiseta laranja como que para exemplificar seu ponto.
Aika achava engraçadinho e sempre se divertia com o jeito espevitado de Naka, principalmente quando existia algum fator agravante para sua empolgação - que naquele caso, era Benji. Por isso, ficava ali entre eles comendo um morango e outro, concordando com a cabeça como quem bota lenha na fogueira. “Realmente, Benjiji... O laranja te deixaria mais vivo, sabe? Deveria virar casaca e se juntar à nós. Temos morango e... Tem o Naka. E eu!” ela ia falando com a bochecha cheia de morangos, rindo e esticando a mão caso o romano desejasse mais da fruta. “Na verdade... Sobre criarem coisas juntos, eu concordo! To precisando de alguns equipamentos pro meu arsenal pessoal, deveriam se juntar pra fazer, dedicação em dobro significa equipamento duplamente poderoso!” um riso, sem sequer saber se estava falando algo que fazia sentido, e ela piscava algumas vezes, curiosa. “Eu já gastei muito dinheiro com vocês? Agora que parei pra pensar... Não me lembro. Amnésia idiota.”
rxckbellz:
levando em conta o timing da aparição da mulher-cobra, gil sequer teve tempo de responder a filha de perséfone, mas, verdade seja dita, ele adoraria fazer uma visita ao acampamento ao lado. até onde sabia, seus colegas romanos gostavam de estratégia, certo? talvez se desse bem com alguns deles. de qualquer forma, a conversa teria que ser deixada para depois. focando na batalha, gilbert buscou mais uma vez tornar-se o centro das atenções para a dracaena, todavia, de forma bem menos graciosa e com bem menos êxito, levando em conta que não tinha acertado o golpe. o monstro, por sua vez, também não estava tendo sorte. o filho de hermes era veloz e tinha bons reflexos — e que bom que os tinha, ou já teria virado picadinho. pelo menos, tinha conseguido atrair a atenção da mulher-serpente. seu pequeno sucesso, contudo, foi comemorado por pouquíssimo tempo, pois enquanto desviava de mais uma das agressões da dracaena, o filho de hermes tropeçou em um sulco no monte, caindo no chão e derrubando sua adaga. “merda!” praguejou. vendo uma oportunidade, a dracaena finalmente acertou o semideus, arrancando dele um grunhido de dor apesar de ter desviado parte do dano com o escudo. arrastando-se no chão o mais rápido que conseguia, o moreno esticou-se até a adaga e se afastou do monstro, recuperando a arma com sucesso antes que seu oponente o atacasse novamente.
rolando na grama, o filho de hermes deitou-se com as costas no chão e levantou-se rapidamente com um movimento mola, chutando com as pernas com força ao mesmo tempo que empurrava o chão com as mãos a fim de ter impulso suficiente para levantar-se com o pequeno salto. levantando-se com a adaga em punho, ao ficar de pé ele acertou um corte na horizontal bem no estômago da criatura, que agora estava mais uma vez bem perto dele. desta vez, gil se mostrou bem destro em seu embate com a dracaena, ao passo que acertou todos os seus ataques — cortes rápidos e firmes em diversos pontos da mulher-serpente— enquanto desviava de todas as investidas de seu oponente monstruoso. esperava que continuasse com esse pique, entretanto, talvez o combate não durasse mais tanto assim, podia ver que a dracaena estava ficando cansada e destruída pelos ataques em sucessão dos semideuses.
Mais uma vez, a criatura metade cobra se voltava pra Gil, fazendo o cenho de Aika se franzir. Sempre terminava preocupada com o rapaz, mesmo que ele fosse ótimo e veloz. Admirava aquilo por alguns segundo, antes de abandonar de vez seu escudo, concentrando toda a sua mente e energia nos seus poderes. Começavam como um vibrar na ponta dos dedos, desciam por todo o corpo até os pés e então retornavam, como se houvesse uma ligação entre si e o solo fértil. “Ô jararaca...” a morena chamava pelo monstro e, antes mesmo que a dracaena se virasse completamente, uma das suas raízes se movia como um chicote, envolvendo o tronco da criatura num laço apertado. O dano causado, contudo, era revidado com uma dose de toxinas na sua corrente sanguínea. Sentia seu corpo se esforçando para resistir aos efeitos do veneno, mas era suficiente pra fazê-la errar o próximo golpe, e receber mais uma dose daquele veneno podre. Era de uma audácia muito grande, envenenar uma prole de Perséfone. “Vai pro inferno.” ela rosnava as palavras com desdém, deixando que as raizes se movessem até o pescoço da criatura e se apertassem ali, até que o estalar fosse ouvido e a criatura estivesse morta. Só assim foi capaz de relaxar, o corpo caindo sentado na terra ao que sentia um refluxo involuntário vindo. Precisava cuidar daquilo, daquele veneno no seu corpo, mas se permitiu apenas olhar pra Gil com um sorrisinho abusado no rosto. “Será que ensopado de cobra fica bom...?”
aika hp: 75/125 mp: 20/120
dracaena hp: -55/350 mp: 250/350
gil hp: 76/100 mp: 75/100
[ENCERRADO]
FLASHBACK.
aikaterhineb:
“Eu acho que tem coisas mais gostosas pra beber, sabe… E veio mesmo pela festa? Ou pelos morangos?” ela ria ainda fazendo uma caretinha. O copo era apoiado na primeira superfície ao seu alcance e, em resposta a dúvida dele, tomava-o pelo pulso e o puxava pro meio de todos, onde as luzes pareciam mais confusas e as pessoas se moviam num ritmo constante, ditado pela música que tocava. “Eu nunca desisto de dançar, meu caro!” e de forma teatral em meio aos risos, dava uma voltinha, passando a dançar de forma engraçada na frente de Benjamin; fazendo uma ondinha com o tronco pra um lado, e pro outro, então repetindo. “Eu duvido que as pessoas no Júpiter dancem tão bem assim, hm hm!” brincava, simplesmente sem ser capaz de levar um segundo da própria existência a sério.
“tipo o que? eu vim pela festa, mas… isso não impede que eu coma alguns morangos, certo?” perguntou, exibindo um sorriso satisfeito em seu rosto, era basicamente uma situação em que ele não perdia. “nunca? impressionante. eu sou péssimo na dança, mas bora.” deu de ombros, acompanhando os movimentos dela, um pouco sem jeito no início mas pegando o jeito com o tempo. “bom, eu não saberia, não presto muita atenção, mas podemos fazer uma competição de dança qualquer dia pra ver qual acampamento tem melhores dançarinos.” brincou, mantendo o cenho sério por um momento antes de deixar uma risada iluminar suas feições. a ideia de convencer as pessoas do júpiter a fazer isso era quase absurda, porém, talvez a ideia da competição em si contribuísse. “o que eu queria mesmo era um dance off entre lupa e quíron.”
“Tipo o vinho da Eve! E romanos dançando... Isso seria engraçado.” o leve tom de provocação era pura brincadeira, e Aika ria enquanto se movia, achando fofo como ele tentava acompanhar seus passos. Não era ruim naquilo, se fosse sincera; só lhe faltava prática. “NOSSA, ISSO...” a exclamação saía mais alta do que ela esperava junto de uma gargalhada solta, e por alguns momentos, se perdeu em sua imaginação fértil, que permitia muito bem que tal cena se desenrolasse na sua cabeça.
Com cara de besta e ainda risonha, apenas voltava a si quando outro semideus esbarrava em suas costas, fazendo-a cambalear “... ops! Como você conseguiu pensar nisso? Seria fantástico. Será que eles aceitariam? Lupa parece bem braba...” aquela altura, já tinha voltado 100% a tagarelar ao invés de dançar, se esquivando de outras pessoas e apanhado dois copos cheios quando uma bandeja passou por si; algum grupo de amigos tinha acabado de ficar desfalcado, mas ela e Benji tinham mais bebidas agora. “Meu estômago deu uma resmungada... Sabe o que fiquei pensando? Seria legal comer morangos agora. Quer comer morangos, Benji?”
data: 03/07/2021 local: acampamento meio-sangue w // @griseonoctis
Algo no fundo de si dizia que aquela seria uma noite longa e cansativa. Talvez estivesse com alguma ressaca moral prévia, só por imaginar o estrago que Eve poderia causar com uma festa no chalé de Dio. Precisava manter os pés no chão, se manter sã, e depois de uma semana puxada, precisava principalmente de respirar tranquila por alguns momentos, sem pensar em monstros - ou no monstro da paralisia do sono de muitos semideuses ali, que era a prole que cheirava a uvas. Foi assim que Aikaterhíne se encaminhou para os estábulos, dessa vez, não com o intuito de limpá-los. A mesma égua negra (de nome Noite) de dias antes era levada para fora do ambiente fechado, e enquanto selava o animal com cuidado, fofocava sobre suas preocupações para com o evento daquele dia. Mesmo distraída, contudo, foi impossível a movimentação a poucos metros de si. Já tinha visto a semideusa algumas vezes, e se não fosse pelo fato óbvio de que conhecia todos os residentes do meio-sangue muito bem, ainda poderia que a outra era romana só de olhar. Talvez, pela expressão séria que tinha no rosto. “Hey! Você... É a Mira, não é? Acho que já te vi algumas vezes quando fui visitar o Júpiter. Aliás, eu sou a Aika! Você veio pela festa?”

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witchxbecca:
Encolheu os ombros ao ouvir a fala da amiga, ainda tímida apesar de Aika ser uma conhecida, principalmente pela irmã mais nova de Becca, a Bel. A sua timidez em muitos casos não era de tão fácil tom de esconder, então ela acompanhou Aika nas comidas, pegando um dos sonhos ali na cestinha e o levando a boca. “Ao menos temos um tempinho de folga, é bom simplesmente só sentar aqui e comer, jogando papo fora.” comentou a ruiva após mastigar o sonho. Porém suas bochechas coraram ao ouvir o elogio de Aika a ela, tentando não parecer uma lesada, soltou um risinho. “Obrigada pelo elogio. Mas algumas pessoas acham que eu sou tímida e reclusa demais para arranjar alguém e então querem fazer isso por mim.” deu de ombros divertidamente. “Mas posso dizer o mesmo de você, não achei que alguém como você precisasse de intervenção, me parece tão decidida da vida… Sem falar que também é bastante bonita, poderia conseguir facilmente qualquer pessoa aqui.” o elogio veio de forma natural, sem tanta vergonha, afinal não tinha intenção de dar em cima apenas elogiar os pontos fortes de Aika. “Tudo bem! Eu também estava e esses sonhos estão completamente deliciosos.”
“Hmmm.... E você é? Digo, você tem um pretendente? Uma?” a curiosidade escapulia da boca cheia de creme de Aika, que quando percebia, ria baixo e se ocupava em limpar a bagunça que fazia sempre que comia. Inútil, já que logo estava dando outra mordida e terminando com açúcar de confeiteiro no nariz. “Eu que fiz, que bom que gostou! Que bom que gostou. Mas sobre isso....” o cenho da espanhola se franzia por um momento. O restante do sonho era enfiado na boca e ela mastigava com certa calma, como se buscasse as palavras, sem que soasse errado ou negativo de alguma forma. “Acho que não preciso... Mas alguns irmãos estranham o fato de eu nunca ter namorado. Eles devem me achar frígida ou coisa assim.” ela dava de ombros com um risinho, então deixava o corpo cair pra trás na toalha, observando o céu lá em cima. “To aliviada de ser você, cá entre nós... Tive receio de que fosse alguém realmente interessado, e eu precisasse dispensar a pessoa no fim.” assumiu, com um sorrisinho constrangido.
manicve:
realmente, se havia algo que evelyn conseguia ser, era convincente. não possuía nenhum charme como o dos filhos de afrodite ou eros, mas se virava bem com os artifícios que havia aprendido com ambos os pais. e, em questão de festa, com toda certeza a winters sabia o que estava fazendo. estava no seu ápice sempre que se encontrava em uma. se ela oferecia drogas aos amigos? óbvio que sim. que graça teriam as coisas se ela não o fizesse? se aproximando entre rodopios com o ritmo da música, observou a cena com graça até decidir que era hora de intervir, passando um dos braços em volta dos ombros da amiga. — enfim, aqui ó. vinho docinho e batizado, você vai ficar louco bem rápido. — ofereceu para a pessoa que estava sendo alvo da admiração alterada de aika e aí, olhou para ela. — e aí princesa, só na brisa? vem, vou te levar num lugar mais divertido pra você fazer mais do que só ficar encarando os outros. — e então prosseguiu para lhe dar um selinho estalado e começou a guiá-la na direção de um dos quartos.
Deu um pequeno pulinho - com alguns segundos de atraso - quando sentiu o abraço lateral de Eve, só relaxando quando digeriu a informação de que era a sua amiga ali. A pessoa que antes ela observava se afastava, e os olhos grandes e verdes brilhavam enquanto observava a filha de papa Dio. “Tá tudo muito bonito, Eveeee... Um lugar mais divertido? Eu quero, me leva!!” e sem sequer estranhar o selinho recebido, apenas se deixava arrastar pra onde quer que estivessem indo. Pelo caminho, um copo dava bobeira em cima de uma mesinha, e acabou grudado nos lábios da hispânica que mais parecia uma esponja incapaz de não tomar pra si todo o álcool que alcançava. Infelizmente, dessa vez, o conteúdo era amargo. “Ew, esse não era gostoso...”