"Quero o que vejo em Maria. Quero cooperar com a obra redentora de Deus neste mundo destruído." Tyler Staton
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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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As vezes precisamos fazer algumas coisas pelas pessoas mesmo que elas não admitam que precisam. Amar
“Dádivas que nos acompanhou e intempéries que nos restou.” Mari França

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“A vida me consome, e esse estado de catexia me fissura.” Mari França
Adolescência, de estraçalhar corações
É incrível que, com a evolução rápida da sociedade e da tecnologia, os pais tenham dificuldade em acompanhar seus filhos na interação com o mundo e na formação de seu caráter e personalidade. Muitas vezes, desconhecem quem eles são, pois não se dão conta de que o que as crianças e jovens consomem massivamente os molda – e não apenas a convivência com a família, como ocorria antes. A interação intergeracional se torna mais desafiadora hoje. Já parou pra analisar como uma pessoa com menos de apx 18 anos tem traços que com certeza não foram herdados da familia?
É curioso ver um pai conhecendo o filho na mesa da investigação, e isso é tão comum atualmente… Pais que conhecem seus filhos apenas quando alguma tragédia ou acontecimento explosivo os expõe.
O policial, como um exemplar adulto pragmático e investigador, está focado nos aspectos do crime, quando, na verdade, também deveria estar focando em como a cabeça de um adolescente funciona. Porque, se ele não compreender como funciona o mundo adolescente, ele não conseguirá compreender o crime. As vivências só podem ser descritas por quem as viveu. A questão é que o adolescente não vê tudo com a seriedade de um adulto. Eles precisam saber que estão sendo vistos, que há alguém os enxergando, alguém que escolhe permanecer mesmo quando eles fazem de tudo pra voce ir embora. Quanto de nós não gostaríamos de ter a segurança de que mesmo virando nossa alma do avesso e, a expondo, as pessoas não irão embora? Cara... que sensação de segurança não seria, a compreensão de que todos somos apenas, humanos, apenas uns mais perversos que outros.
O policial, agora, para compreender o caso, terá que olhar e conhecer o mundo do seu filho. Terá que parar, escutar e compreender quem seu filho é. Incrível como é possível alguém que, biologicamente, é tão próximo de você não saber quem você é. Estar próximo geograficamente não torna ninguém conhecido por alguém. Apenas o querer conhecer e ser conhecido gera intimidade. Você já se sentiu assim? Morando com pessoas e sentindo que elas não o conheciam? Que sua família, na verdade, não o conhecia? Que o amavam, sim, mas, se perguntassem algo mais específico sobre você, não saberiam responder? Complicado quando vocês são estranhos compartilhando os mesmos metros quadrados. Mas também tem a questão de que nunca nos conhecerão por inteiro nesta vida. Sempre conhecerão partes de nós e, às vezes, está tudo bem nos amarem pelas partes que conhecem.
Mergulhar no mundo adolescente é fascinante para mim, e dá para ver como um jovem é perigosamente frágil. Como, atualmente, as ideias extremistas conseguem alcançar essa faixa etária por talvez (minha teoria) serem teorias que enaltecem exatamente questões que essa fase da vida mais vivencia: o ego e o pertencimento. Para um jovem que se aproxima da teoria nazista, por exemplo, como não é "satisfatório" para o ego adolescente pensar em si como supremo, escolhido, perfeito e único… É deprimente e repulsivo para a humanidade, mas tem se tornado mais frequente do que imaginamos.
Enfim, até agora, essa série tem mexido comigo, porque é doloroso ver como não protegemos nossos jovens da violência das teorias expostas na internet e como eles são vulneráveis a todo esse tsunami de informações. A família precisa ser muito bem estruturada para ajudar um adolescente a passar pelo corredor polonês da internet sem ser massacrado. Eu mesma, na época em que a internet ainda era mato, sofri tantos riscos… Mais um item de agradecimento a Deus por não ser uma vítima citada em um podcast de true crime por ter se encontrado com algum desconhecido que conheci no Orkut kkkkkkk.
Uma outra questão que ficou foi como os detalhes da demonstração de decepção nos afetam, né? Incrível como o pai do Jamie não era agressivo fisicamente com ele (pelo menos, não foi demonstrado até agora), mas apenas um desvio de olhar o afetava. Como somos sensíveis à reação do outro. Como a interação com as minúcias da vivência nos transpassa. Quem já não foi esmiuçado por alguém muito próximo por um olhar de decepção? Um elogio não dito, uma ironia desmedida, uma limitação no compreender, uma discussão que nos apunhalou e que, depois de muito tempo, ainda pode sangrar, ainda escutamos aquela frase como um espinho nos rasgando... Sei lá. Talvez um dos muitos problemas seja que estamos insistindo em ver o outro apenas através da nossa perspectiva e não através da essência do que ele é. Podemos até estar presentes na vida das pessoas, mas não conscientes de suas singularidades e do esforço necessário para saber lidar com elas, dando espaço para que se manifestem. Reajustando também a forma como nos relacionamos com elas. Porque, se for para parar para pensar… Nós também não ansiamos ser amados e acolhidos por quem somos? Não que devamos nos acomodar com nossos defeitos – precisamos trabalhar nossas fragilidades, muitas vezes pelo outro –, mas falo da essência do ser mesmo. Acho que é isto: acolha mais, sufoque menos, o mundo já é uma mão que nos afoga, ás vezes precisamos ser uma mão que traz os submersos á superfície.
“Vocês eram como ovelhas desgarradas, mas agora voltaram para o Pastor, o Guardião de sua alma.”
1Pedro 2:25 NVT
Há nós, tem Ele
Se parar pra pensar e aceitar não apresse a prece Quem plantou num canteiro com o tempo verá nascer uma flor
Um berço, um ninho, um porto vivo Um abraço novo, um novo riso Um outro dia, um outro tempo
Quem ancorou o coração e a vida na fé Faz feira todas as manhãs Quem recebeu o dom de ver a vida entre nós Não vai morrer de solidão Há nós, tem Ele Há nós…
Se parar pra pensar não apresse a prece Quem plantou num canteiro com o tempo verá nascer uma flor
Um berço, um ninho, um porto vivo Um abraço novo, um novo riso Um outro dia, um outro tempo
Quem ancorou o coração e a vida na fé Faz feira todas as manhãs Quem recebeu o dom de ver a vida entre nós Não vai morrer de solidão
'Uma prece sem pressa." Joao Mano
Para dias onde há pressa, onde o coração corre apressado, no esperar. A solidão se encarna, mas sussurra á alma: Tem Ele.

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A vida é mais do que se ver, é se enxergar, se enxergar através dos olhos do Artesão e dos semelhantes. O abraço na alma, o olhar nos olhos, sentir a pele, apoiar as lágrimas, é ser silêncio Dele em um mundo distorcido. Isso foi o Sul para mim.
A vida é mais do que desacreditar que há manifestação da família Dele na família terrena; é compreender que o que Eles sempre foram se encarna nas alianças, na partilha de fardos, na graça, no favor imerecido, na riqueza da partilha cotidiana. A vida acontece ali, no bater dos garfos, no bater das portas, no escolher permanecer, no se esforçar para recolher seus espinhos para abraçar. Sempre vale a pena. Repita: sempre vale a pena recolher seus espinhos para acolher. Isso é família para mim.
A vida é mais do que se projetar em uma tela, é compreender a coexistência da criação, enxergar que Ele se manifesta no outro, no que não é óbvio, no que é necessário habitar para conhecer. Se eu não conseguir enxergar a preciosidade que há no outro, que houve um desejo incessante Dele para a existência daquele, que não são padrões caídos que nos estabelecem como valiosos, então não há o verdadeiro reconhecimento do Ser. Se permita ver o outro, através dos olhos dele, há um universo magnífico ali.
Descer aos calabouços para resgatar os indesejados, gritar nas ruas que "ainda há lugar aqui" para os invisibilizados, ser casa para o solitário virou missão, por mais que inúmeras vezes tenha sido "console a dor enquanto machuca". Ser sempre resistência, sempre.
Seja antônimo para as máculas: se sozinho, presença; se dor, cura; se injustiça, graça; se rejeição, afago; se transgressão, perdão; se desalento, escuta; se ausência, abraço; se desespero, Jesus.
Enfim, o jardim fechado permanece, por mais que eu desbrave o mundo. Pulseiras, colares, brincos, coroas — lanço tudo para coroá-Lo. A eternidade sempre invade minha era presente. Seremos sempre Nós, para sempre.
"A eternidade invadiu a era presente."

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Beau